O Brasil Precisa Saber
Ciro Gomes, hoje comandante da campanha de Dilma no segundo turno tem essas opiniões sobre seus patrões.
Ciro Gomes, hoje comandante da campanha de Dilma no segundo turno tem essas opiniões sobre seus patrões.
Postado por Toni às 18:51 0 comentários
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosVejam o vídeo abaixo e decidam se vão votar nessa pessoa
Não é possivel que alguém ache que ela possa ser presidente
do Brasil
Postado por Toni às 12:58 0 comentários
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosUm video que mostra como a sra. Dilma Rousseff se orgulha de seus feitos terroristas.
Junto dela também é mostrada a turma hoje no PT que também passaram por Cuba.
Veja para quem seu voto pode ir.
Postado por Toni às 17:26 0 comentários
Marcadores: Brasil, Eleição, Terrorismo
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosO Vice-Primeiro-Ministro e Ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, iniciou nesta terça-feira (21) uma viagem de dez dias na América do Sul onde visitará o Brasil, a Argentina, o Peru e a Colômbia. A visita tem como objetivo enfatizar a importância que o Ministério das Relações Exteriores atribui à América Latina.
No Brasil, onde existe uma tradição de cooperação com Israel nas áreas de ciência, agricultura, turismo, cultura, educação, saúde, comércio etc, a visita visa fortalecer as relações e os laços de amizade já existentes e ocorre em marco aos 60 anos de relações diplomáticas entre os dois países. Hoje (terça-feira), em São Paulo, o Chanceler se reuniu com o Dr. Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com o Governador do Estado de São Paulo José Serra e com membros da Comunidade Judaica. Na cidade, Liberman esteve acompanhado de uma delegação de empresários das áreas de tecnologia, comunicação e agricultura, que viajam ao Brasil objetivando avançar e desenvolver os laços comerciais entre os dois países e expandir interesses econômicos comuns. No último ano o comércio entre os dois países ultrapassou 1,5 bilhões de dólares. Em Brasília, na quarta-feira (22), o Ministro se reunirá com o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, com o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, com o Ministro das Comunicações Hélio Costa e outras autoridades. Durante a visita será assinado um acordo bilateral de serviços aéreos. (FONTE: FISESP)
Postado por Toni às 11:50 0 comentários
Marcadores: Brasil
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosAs acusações vão mais fundo. Tais organizações afirmam ainda que o Brasil tenta com sua política inviabilizar a eficácia do fórum da ONU, bloqueando investigações internacionais e evitando condenações de regimes como o norte coreano, que mantém execuções sumárias e campos de concentração.
Já se tornou recorrente a observação - partida de diplomatas, de especialistas em relações internacionais, de analistas políticos, etc. - de que a diplomacia brasileira, no governo Lula, se tornou refém de interesses ideológicos e deixou de ter como fim primordial a defesa dos interesses nacionais. O que, inclusive, tem acarretado ao Brasil vergonhosas derrotas no campo internacional.
" O Brasil, o maior país da América Latina, recebeu nestes anos elogios bem merecidos por suas políticas econômicas responsáveis. Mas está sob fogo, de modo crescente, por seu vergonhoso apoio a ditaduras ao redor do mundo.
É difícil existir um ditador - ou um governo repressor - de que o Brasil não goste, afirmam os grupos de defesa dos direitos humanos.
Na semana passada, quando o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva se dirigiu ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, foi saudado com um coro de reclamações sobre sua política externa pela Anistia Internacional, pela Human Rights Watch e outros dos principais grupos de defesa dos direitos humanos.
"O apoio do Brasil a governos autoritários está minando o desempenho do Conselho de Direitos Humanos," declarou a 15 de junho Julie de Rivero, diretora de advocacia do Human Rights Watch.
O presidente Lula está levando sua política de não se envolver em contendas com outros países muito longe, dizem os críticos.
No ano passado, depois que o Presidente venezuelano Hugo Chávez fechou a maior estação de televisão independente de seu país, a RCTV, Lula declarou à revista alemã der Spiegel que "Chávez é sem dúvida o melhor presidente da Venezuela nos últimos 100 anos."
De modo semelhante, após se encontrar com o semi-aposentado ditador Fidel Castro durante uma visita a Cuba em janeiro de 2008, Lula afirmou esperar que Castro logo retornasse para assumir seu "papel histórico," e louvou sua "incrível lucidez".
Mais recentemente, os votos do Brasil no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas têm se alinhado mais freqüentemente com países totalitários do que com as democracias de centro-esquerda da América Latina, como Argentina, Uruguai e o Chile. Alguns exemplos recentes:
- Em maio, o Brasil se absteve em uma votação de resolução patrocinada por Cuba que visava fazer com que o Conselho parasse de monitorar as violações de direitos humanos no Sri Lanka, onde o mais alto comissário de direitos humanos das Nações Unidas, denunciou a generalização de crimes de guerra. Em comparação, Argentina, Chile, México e a Comunidade Européia votaram pela manutenção do inquérito.
- Em março, o Brasil se absteve em uma votação similar sobre as Nações Unidas continuarem ou não a monitorar os direitos humanos na Coréia do Norte, onde os supervisores da ONU estavam examinando relatórios sobre execuções e campos de concentração. Em comparação, países europeus, Argentina, Chile e Uruguai votaram a favor do prosseguimento da missão.
- Também em março, o Brasil se absteve em uma votação proposta pela União Européia para barrar uma proposta africana destinada a debilitar a obtenção de provas pelas Nações Unidas de abusos cometidos na República do Congo. Em comparação, Argentina, Chile, Uruguai e até a esquerdista linha-dura Nicarágua votaram a favor de continuar as sindicâncias.
- Em fevereiro, durante a revisão da situação de direitos humanos em Cuba, promovida pelo conselho, o Brasil afirmou "dar as boas-vindas"' à "posição construtiva" de Cuba no sistema dos direitos humanos das Nações Unidas e não mencionou os prisioneiros políticos do país, ou a ausência de liberdade de imprensa e de outros direitos fundamentais.
"O Brasil considera os direitos humanos como um obstáculo para as suas metas estratégicas", disse-me em uma entrevista telefônica José Miguel Vivanco, Diretor para as Américas do Human Rights Watch,. "O Brasil acredita que seu apoio ao Terceiro Mundo, e às políticas anti-colonialistas deve ter precedência em relação às considerações sobre direitos humanos."
Vivanco acrescentou que, na América Latina, "o México é um país modelo quando se considera sua política externa em matéria de direitos humanos, seguido pelo Chile, Argentina e o Uruguai. O Brasil está no outro lado do espectro."
Ao ser questionado sobre as crescentes críticas à política externa do Brasil, Marco Aurélio Garcia, conselheiro presidencial de Lula afirmou ao diário O Estado de S. Paulo em 14 de junho: "O Brasil não tem que estar dando certificados de boa conduta ou má conduta pelo mundo". E acrescentou: "Nós pensamos que é muito mais importante empreender ações positivas que podem mover um país a melhorar sua situação interna do que ações de uma natureza restritiva".
Minha opinião: O Brasil - e seu presidente - merece bastante crédito por se ter tornado um modelo de estabilidade econômica, redução de pobreza e de liberdades políticas numa região onde muitos outros países estão retrocedendo em todas essas três frentes.
Mas a sua política externa cheira mal. O Brasil devia ser fiel a seus compromissos assumidos em tratados internacionais para defender universalmente os direitos humanos e os princípios democráticos, e parar de aplaudir ditadores. Se Lula continuar a fazer vista grossa para abusos de direitos humanos ao redor do mundo, estará abrindo um precedente para que futuros governos suprimam direitos humanos em seu próprio país.
P.S.: No final da semana passada, talvez como resultado das críticas dos grupos de direitos humanos, no Conselho das Nações Unidas, o Brasil deu um raro voto, no caso do Sudão, junto com países pró direitos humanos. Esperemos que seja o início de uma mudança do Brasil em sua horrível política externa."
Postado por Toni às 14:15 0 comentários
Marcadores: Brasil
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosEnquanto 8 milhões de famílias brasileiras não têm casa para morar, o Presidente do Senado da República, José Sarney, apoiado pelo Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e pela sua candidata, Dilma Rousseff, informa, depois de sair de uma reunião com ambos, que não declarou uma casa avaliada em R$ 4 milhões, da qual é proprietário há mais de 10 anos, "por esquecimento". O conluio cínico entre estes personagens patéticos da política nacional é uma cusparada na cara de cada brasileiro. O próximo romance de Sarney poderia ser prefaciado por Lula e Dilma e se chamar "Minha Casa, Minha Vida".
Blog Coturno Noturno
Postado por Toni às 08:36 0 comentários
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Aqui a coluna de Diogo Mainardi, que está na Veja que foi as bancas neste sábado, segue na íntegra. Leiam que está muito boa!...hehehe...é sobre o blogueiro de Lula.
Jorge Cordeiro? Isso mesmo: Jorge Cordeiro. Ninguém sabe quem ele é. Ninguém sabe o que ele faz. Mas Franklin Martins acabou de contratá-lo para comandar o blog do Lula. O blog do Planalto.
Lula declarou recentemente que, com a internet, a imprensa perdeu "o poder que tinha alguns anos atrás". E, de acordo com ele, quanto menos poder a imprensa tiver, melhor. Porque isso impede que os jornais tentem "dar um golpe de estado", manipulando os fatos. Lula, a Arianna Huffington de Caetés, acredita que só agora, com o Blogger, o Facebook e o Twitter, "este país está tendo o gosto da liberdade de informação". Segundo ele, "estamos vivendo um momento revolucionário da humanidade".
Jorge Cordeiro, o blogueiro de Lula, tem o perfil do revolucionário da internet. Depois de trabalhar por seis anos como assessor de imprensa da Odebrecht, no período em que a empreiteira se enroscou com Fernando Collor de Mello, ele se distinguiu por sua passagem em jornais como O Fluminense. Quando Marta Suplicy foi eleita, ele ganhou um cargo na área de internet da prefeitura paulistana. Em 2005, arrumou um emprego no Globo Online, sendo demitido menos de um ano depois. Ultimamente, até ser contratado por Franklin Martins, ele mantinha um blog que era lido e comentado sobretudo por ele mesmo. A internet tem esse aspecto revolucionário: o autor de um blog pode ser também o seu único leitor.
Assim como Lula, Jorge Cordeiro dispara contra a imprensa. Seu blog solitário é sua Sierra Maestra. Ele considera que a "grande mídia" – da qual ele e Franklin Martins foram demitidos – "é apenas uma ferramenta para perpetuar o status quo de uma elite, veículo de pré-conceitos, defesa de interesses escusos e muito, mas muito cinismo mesmo". VEJA, Folha, Estado, Globo: o blogueiro de Lula condena todo o "(tu)baronato" da imprensa, acusando-o de irresponsabilidade, de tendenciosidade, de forjar a roubalheira dos mensaleiros e de montar uma farsa golpista no episódio dos aloprados, a fim de evitar o triunfo histórico de "Lulaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!".
O blogueiro de Lula, como o próprio Lula, argumenta que há mais liberdade e mais pluralidade nos blogs do que na imprensa. Os elogios aos blogs cessam no momento em que eles abusam dessa liberdade e dessa pluralidade para – epa! – falar mal de Lula. Ricardo Noblat se torna automaticamente "dissimulado, prepotente, mentiroso". E Reinaldo Azevedo é ironizado por seus tumores, que o blogueiro de Lula apelida de "bolotinhas".
Postado por Toni às 08:17 0 comentários
Marcadores: Brasil
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Veja aqui o comercal da organização Cedice Libertad, da Venezuela, em defesa da propriedade privada.
Este é um bom comercial para ser passado na televisão brasileira, com uma legenda perguntando: você concorda que os comunistas do PT avancem sobre a sua propriedade?
Não se iludam. É isto que Chávez está preparando: o fim da propriedade privada. E é isto que o PT e os demais partidos comunistas com o PSOL, PSTU, PCdoB, e assemelhados preparam para a segunda parte de seu diabólico plano socialista.
Os Hondurenhos, com o apoio das Forças Armadas, não permitiram que o vagabundo títere bolivariano filhote de Chávez permanecesse no poder.
E NÃO TENHAM DÚVIDA! OS COMUNISTAS DO PT, MST CUT, ET CATERVA, FARÃO ISSO MAIS À FRENTE NO BRASIL CASO PERMANEÇAM NO PODER!
REPASSEM ESSE VÍDEO. COLOQUEM NA SUA PÁGINA DO ORKUT, TWITTER, ENVIEM POR EMAIL PARA SEUS AMIGOS!
Blog Aluisio Amorim
Postado por Toni às 11:09 0 comentários
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Alguns cartoons que aparecem diáriamente no blog do Aluisio Amorim
Um dos poucos jornalistas que tem coragem de meter o pau na turma
petralha e seus asseclas.

Postado por Toni às 13:48 0 comentários
Marcadores: Brasil
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosNo dia 2 de abril, em Londres, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertava a mão de Barack Obama, prometia US$ 10 bilhões ao FMI e ouvia que ele "é o cara", sob os holofotes da mídia internacional, a diplomacia brasileira negociava em Brasília uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as sanções americanas contra o regime iraniano. As linhas mestras de um acordo entre Brasil e Irã, que seria assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada, foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no Itamaraty, no dia 25 de março. ISTOÉ obteve a ata da reunião em que o chanceler Celso Amorim e seu colega iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores, protagonizaram uma cena capaz de abalar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. À revelia das sanções dos EUA e das advertências do Conselho de Segurança da ONU, contrário às transações com instituições financeiras iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla cooperação entre os sistemas bancários brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia de cabelos em pé: "Não se pode ignorar uma recomendação do Conselho de Segurança da ONU. Essa negociação com o Irã é como uma pescaria em águas turvas." O Itamaraty, no entanto, não está nem aí. E em sua ênfase atual nas boas relações com o mundo árabe abriu negociações com o Export Development Bank of Iran (EDBI), que entrou para a "black list" (lista negra) do Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas subsidiárias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a empresa de câmbio EDBI Exchange Company, sediadas em Teerã, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas, na Venezuela. Além de congelar os ativos dessas empresas em território dos EUA, as sanções proíbem cidadãos americanos de negociar com elas. Não se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na opinião de diplomatas e especialistas ouvidos por ISTOÉ, ao furar a barreira o Brasil põe em xeque a política externa dos Estados Unidos. Amorim tem defendido abertamente a equidistância e o pragmatismo nas relações internacionais. Mas o fato de o Itamaraty ter mantido silêncio sobre as negociações com o Irã não corresponde ao histórico da diplomacia brasileira, que normalmente trombeteia qualquer acordo ou negócio com outros países. "Esse gesto vai levantar agora muitas suspeitas. Por que o Brasil está fazendo isso?", questiona o analista iraniano Meir Javedanfar, autor de um livro sobre o governo Ahmadinejad e especialista no programa nuclear de seu país. Javedanfar prevê mais tensões na relação do governo Lula com Israel, que protestou contra a visita de Ahmadinejad, e também atritos com o Departamento de Estado americano. Para o exchanceler Lampreia, a diplomacia brasileira se arrisca desnecessariamente. "Agora, que se tornou público, o acordo certamente vai incomodar", diz ele. E vai mesmo, especialmente quando autoridades econômicas e diplomáticas americanas conhecerem o conteúdo das medidas negociadas entre o Itamaraty e o EBDI. O acordo prevê mecanismos financeiros para facilitar a exportação e a importação de bens e serviços, incluindo operações de reexportação para terceiros países (o que permite ao Irã escapar do embargo por uma triangulação comercial), a criação de joint ventures, a abertura de bancos iranianos no Brasil e a assinatura de um acordo entre os bancos centrais para troca de informações sobre o sistema financeiro. No documento bilateral, as autoridades também falam da "necessidade de buscar meios para superar os prin cipais obstáculos" que impedem os negócios entre os dois países. Na prática, significa ajudar Teerã a obter crédito e garantias bancárias para investimento, que escassearam nos ban cos europeus e americanos com a imposição das sanções. Aos olhos dos serviços de inteligência, por exemplo, as iniciativas de cooperação não passam de artimanhas para ajudar o Irã a contornar as sanções e avançar no seu programa nuclear. Se essa avaliação beira a paranoia, sendo sucessivamente refutada por Teerã, o fato é que negociar com um banco de desenvolvimento que está na "lista negra" americana não é a melhor forma de pavimentar o caminho para as especiarias do Oriente. "Trata-se de um gesto equivocado do presidente Lula. Há várias formas de se estabelecer parcerias que intensifiquem o comércio bilateral", diz Javedanfar. Um exemplo é o que tem feito a China, que vendeu ao Irã US$ 10 bilhões, entre 2007 e 2008. Foi seguida de perto pela Alemanha (US$ 7 bilhões) e os Emirados Árabes Unidos (US$ 6,6 bilhões). No mesmo período, o Brasil conseguiu US$ 2,2 bilhões. O volume de comércio desses países prova que há maneiras menos explosivas de se estimular as exportações. "O problema não é econômico, mas político", alerta o brasileiro Salvador GhelfiRaza, professor do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa, um braço acadêmico do Pentágono. "Ter o direito de fazer um acordo não quer dizer que seja legítimo fazê-lo. Está claro que o governo Lula fez uma opção ideológica", afirma Raza. Ele ressalta que o Export Development Bank of Iran tem financiado diversos projetos em Cuba, El Salvador, Equador, Bolívia e até montou uma sociedade com a Venezuela: o chamado Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas. Recentemente, os presidentes Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez anunciaram investimento de US$ 200 milhões para projetos econômicos, industriais e de extração mineral conjuntos. Mas a meta do capital conjunto é de US$ 1,2 bilhão. "Negociar com Ahmadinejad é o mesmo que negociar com Adolf Hitler. Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. " Isto É
O acordo secreto do Brasil com o Irã
Itamaraty ajuda Ahmadinejad a burlar as sanções impostas pelos Estados Unidos e pelo Conselho de Segurança da ONU
Claudio Dantas Sequeira
O chefe da Divisão de Programas de Promoção à Exportação do Itamaraty, Rodrigo de Azevedo, que assinou o acordo com o EBDI, rebate as críticas e diz que o Brasil não vai abrir mão do direito soberano de negociar com quem quer que seja. O governo, segundo ele, não está preocupado se o acordo com o Irã vai afetar as relações com os Estados Unidos. "Nosso ponto de vista é comercial, não político. Além disso, há uma demanda dos empresários brasileiros para negociar com o Irã", garante Azevedo. A única concessão que o Brasil admite fazer, segundo ele, é manter-se afinado com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação à energia nuclear. O resto é comércio.




Postado por Toni às 12:14 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosEm visita à Líbia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou mais uma vez com firmeza nesta terça-feira o golpe de Estado em Honduras e afirmou que é "preciso fazer os golpistas verem que a democracia tem que ser respeitada".
O presidente brasileiro chegou nesta terça-feira a Trípoli, na Líbia, onde nesta quarta-feira participa de uma cúpula da União Africana (UA), presidida pelo ditador líbio, Muammar Kaddafi. Leia MAIS
MEU COMENTÁRIO: É simplesmente nojenta a atitude debochada de Lula. Outra vez a bordo de seu luxuoso avião o Apedeuta vai visitar o seu amigo ditador Kaddafi, o tirano da Líbia, e ainda tem a cara-de-pau de acusar o militares e o novo presidente de Honduras de golpistas.
Democrata é o Kaddafi. Tá bom.
Blog Aluisio Amorim
Postado por Toni às 09:47 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosParlamentares debatem esta semana no Congresso proposta que prevê aplicar à internet as mesmas regras eleitorais impostas para o rádio e para a TV. O colunista do UOL em Brasília, Fernando Rodrigues, analisa o tema neste vídeo e adverte que se ninguém se mexer os deputados deverão aprovar mais essa excrescência, justamente porque temem a força da internet e sua capacidade de renovação.
Entretanto, querer censurar a internet é chover no molhado. Se os deputados articulam esse tipo de malandragem é porque não conhecem nada de nadica de informática e internet.
É impossível censurar a rede. Vide o Irã. Mesmo assim, a iniciativa dos deputados é vergonhosa e mostra que o Brasil é realmente um país habitado por primatas políticos, porém especialistas em pilhar os cofres públicos e exercer a deletéria censura à imprensa e à liberdade de opinião.
Postado por Toni às 18:21 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosEste é o resultado de um governo que não tem o minimo compromisso com o Brasil.
Uma mentira atrás da outra. O povo está cansado de ser enganado pelos companheiros
do PT. Veja o vídeo e tire suas conclusões
Postado por Toni às 11:03 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosPostado por Toni às 19:36 0 comentários
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Diogo Mainardi - Veja
Lula apoiou Ahmadinejad, negando a possibilidade de que ele tenha recorrido a meios fraudulentos para se eleger. Nesse ponto, foi mais rápido e categórico do que o próprio aiatolá Ali Khamenei, que encenou a pantomima de uma recontagem parcial dos votos"
Quando penso em Lula, penso em Kung Fu. O ator protagonista da série de TV Kung Fu morreu num hotel em Bangcoc. Ele foi encontrado dentro do armário, nu, com um cadarço de sapato enrolado no pescoço.
Um de seus advogados declarou que ele pode ter sido assassinado por membros de uma seita secreta de artes marciais. Mas o legista que examinou o corpo, Khunying Pornthip Rojanasunand, concluiu que sua morte foi causada por uma "asfixia autoerótica". Para tentar prolongar o prazer, o ator de Kung Fu teria se estrangulado acidentalmente.
Eu já chego em Mahmoud Ahmadinejad. E nos protestos dos iranianos na última semana. E nos manifestantes metralhados pelos paramilitares do regime dos aiatolás. Antes disso, tenho de esclarecer o paralelo estrambótico entre o ator de Kung Fu e Lula. O Mestre Kan, com sua imensa sabedoria shaolin, ensina: "Cada um deve encontrar sua trilha verdadeira e segui-la". Eu, Gafanhoto, sigo minha trilha.
O prazer de Lula é o poder. Para tentar prolongá-lo por mais quatro anos, ou por mais oito anos, ou por mais doze anos, ele decidiu antecipar a campanha presidencial. A manobra é arriscada. A candidatura de Dilma Rousseff, como um cadarço de sapato enrolado no pescoço de Lula, pode conduzi-lo ao êxtase em 2010. Mas pode também asfixiá-lo, privando-o de oxigênio nesse último período de seu mandato.
Lula apoiou Mahmoud Ahmadinejad, negando a possibilidade de que ele tenha recorrido a meios fraudulentos para se eleger. Nesse ponto, foi mais rápido e categórico do que o próprio aiatolá Ali Khamenei, que encenou a pantomima de uma recontagem parcial dos votos.
Mas Lula fez algo muito pior do que isso: ele acusou as centenas de milhares de manifestantes iranianos que protestaram pacificamente nas ruas de desrespeitar o resultado das urnas. Ele as acusou de golpismo. No mesmo dia, sete pessoas foram mortas, repórteres estrangeiros foram proibidos de comparecer às passeatas e opositores do regime foram presos.
O peso internacional de Lula é nulo. Esse seu apoio à criminosa ditadura iraniana pode ser vergonhoso para os brasileiros - e é vergonhoso -, mas afortunadamente ninguém escuta o que ele diz.
Só aqui dentro faz algum sentido reproduzir e analisar a barbárie de seus argumentos. Porque eles representam o cadarço de sapato enrolado em nosso pescoço, que lentamente asfixiará nossa ideia de democracia, se aceitarmos o jogo autocentrado - autoerótico? - de Lula. Mestre Kan a Gafanhoto: "O galho de salgueiro se verga diante da tempestade, porém resiste".
Postado por Toni às 09:18 0 comentários
Marcadores: Brasil
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Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados.
O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas milhões de pessoas comuns.
É tal o resumo da ópera brasiliense - eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
Nem precisa ser compadre de pitar cigarrilha, como o leal companheiro Delúbio Soares, estrela do mensalão. Pode ser do PMDB, do PP ou do PTB. Pode até ser, vá lá, um "grande ladrão", adjetivo com o qual Lula descrevia o senador José Sarney quando este era presidente da República.
Há cinco meses, o Congresso Nacional enfrenta uma infindável onda de escândalos. Ela envolve parlamentares e altos funcionários com mordomias, nepotismo e suspeitas de corrupção.
Aos 79 de idade, 54 de política, Sarney, o mais longevo e experiente dos políticos brasileiros, é apontado como mentor e beneficiário da máquina clandestina que operava a burocracia do Senado. Inerte diante das denúncias, o senador tentou defender-se no plenário, com argumentos tão frágeis quanto os azulejos portugueses de São Luís. Do Cazaquistão, onde se encontrava em visita oficial, Lula atirou-lhe a bóia.
"O senador tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum", disse o presidente. E continuou: "Não sei a quem interessa enfraquecer o Poder Legislativo no Brasil. Quando o Congresso foi desmoralizado e fechado, foi muito pior para a democracia". Não satisfeito, acrescentou: "Eu sempre fico preocupado quando começa no Brasil esse processo de denúncias, porque ele não tem fim e depois não acontece nada".
Postado por Toni às 08:48 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosPostado por Toni às 11:01 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosO G8 morreu', afirma Celso Amorim
BBC - British Broadcasting Corporation - Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, "morreu".
- O G8 morreu. Não representa mais nada - disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris.
- Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente. Neste fim de semana, os ministros da Fazenda do G-8 estão reunidos na Itália para discutir o cenário atual da crise e preparar o encontro dos líderes, previsto para julho.
- Hoje, por qualquer critério, economias como China, Brasil e Índia são economias importantes, que têm um efeito na economia mundial maior do que muitos outros que estão no G8 - salientou.
-Essas economias (do G8) continuarão a ser importantes, mas elas não podem substituir a imprescindível presença de países como a China, o Brasil, a Índia, e mesmo a África também tem de ser representada.
Bric
O ministro acompanhará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana que vem na primeira cúpula do Bric - grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China - na cidade russa de Ecaterimburgo, nos montes Urais.
Segundo ele, os países estabelecerão uma coordenação econômica mas também tratarão de outros temas na agenda internacional.
Amorim argumentou que o mundo está "entrando em um período de 'governança variável'", no qual "países como China, Brasil e Índia têm de estar em todos os temas".
As principais discussões sobre o combate à crise econômica global têm ocorrido entre os países do G20, grupo formado pelas 20 maiores economias do mundo. Em abril, Londres sediou uma reunião de cúpula do G20 para discutir a crise.
Um grupo de cinco países em desenvolvimento - Brasil, China, Índia, África do Sul e México -, também chamado de G5, participa há alguns anos como convidado de parte das reuniões anuais de cúpula do G8, mas pedem mais voz nas discussões.
Amorim reconheceu que pode haver "confusão" em relação aos diversos grupos de países formados atualmente, mas disse que o importante é que a profusão de grupos reflita uma ordem mundial mais plural e equitativa.
- Hoje tem o G8 + 5, que talvez se transforme no G8 + 6, de repente se transforma em G8 +12 e vira outro G20... o fato é que quando falamos G8 mais outros países, se fala de um grupo de países que são um núcleo e um grupo de países convidados. Eu acho que isso também é algo que tem de ser superado - opinou.
Para o ministro, ao reunir tanto as principais economias avançadas quanto as emergentes, o G20 "é um modelo melhor."
Amorim falou à imprensa após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris, que comemorou os dez anos do Mercosul e que contou também com a presença do diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.
Celso Amorim nunca perde uma oportunidade de ficar calado, não é? A sandice dita é tamanha que o tal 'Bric' ou os 'emergentes' (que nunca deixam esta condição) vão correndo se encontrar com o G8. Oras, porque o Bric ainda não tomou o lugar do antigo G8? Porque todas as economias dos países do Bric sofreram recessão? Porque tivemos um crescimento pífio na época em que a economia mundial ia muito bem e agora temos um crescimento negativo e recessão?
Amorim deveria ficar quieto, ele sairia ganhando...
O tal 'Bric' junto influi muito pouco (quase nada) na economia mundial, fazendo um parelelo, se apenas os países do Bric estivessem em crise isto não afetaria nada economia mundial, o mesmo ocorre com eles muito bem, coisa que não estão. Já uma crise nos Estados Unidos afetam o mundo todo, como estamos vendo.
Postado por Marcos Otterco às 14:41
Postado por Toni às 15:13 1 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosUm Jogo, Dois Erros!
Foi anunciado semana passada com alarde pela mídia, que "Corinthians e Flamengo Farão Jogo Pela Paz Na Palestina". Esta era a manchete dos principais jornais. Porém, ai incidem dois erros: um da chancelaria brasileira, patrocinadora do espetáculo (mais um erro em uma série que parece interminável) e outro da mídia. Entenda as razões lendo nosso comentário na íntegra.
Começamos pelo Ministério das Relações Exteriores? Vamos lá! O que seria um "jogo pela paz"? Eu entendo que seja uma partida que promova a paz e o entendimento. Para isso, ambos os povos teriam que ser incluídos no evento. Como a maioria creio eu dos meus leitores sabem, israelenses não podem adentrar território sob administração palestina, porque senão não voltam vivos. Em outras palavras, os moradores de Israel estão excluídos do jogo da paz.
Que mancada chancelaria! Porque não marcar o jogo num espaço neutro e dividir o estádio para as duas torcidas? Na Jordânia por exemplo? Ou então, serem realizadas duas partidas. Uma em Israel e outra nos territórios. Ou os israelenses não contam na paz? A paz da chancelaria brasileira é unilateral? Porque afinal, isto só reforça a impressão que tivemos pelos últimos eventos, em especial durante a guerra em Gaza: para o ministério de Amorim, as únicas vítimas que importam são as palestinas, os únicos que sofrem são os civis de Gaza e os únicos que merecem um jogo deste como reconforto são os habitantes desta região.
Será que Sderot que foi durante oito anos atingida por dez mil mísseis, e cujas crianças sofrem traumas das sirenes e das corridas aos bunkers, não merecia também assistir um espetáculo destes? Porque só um lado? Porque tudo para um lado e nada para o outro? Agindo assim, o jogo da paz vira a partida da guerra, instigando ódio e fazendo crer que um lado tem mais razão que o outro.
Quanto a mídia, a situação é bem mais fácil de explicar. Toda vez que nós reclamamos que os jornais se referem a Tel Aviv como capital de Israel e não Jerusalém, mesmo que o parlamento do país, a suprema corte de justiça e todos os orgãos principais do executivo estejam na cidade, na área ocidental, que não esta sob disputa, a resposta é invariavelmente a mesma: O Itamaraty não reconhece Jerusalém como capital, bem como a ONU e a maioria dos países do mundo (como se quem escolhesse a capital de um país, não fosse a sua nação e sim outros). Ótimo, então qual a coerência em se falar em "Palestina"? Existe este Estado? Onde fica? Quais as suas fronteiras? Quando foi declarado? Sobre o que então discursou o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu ontem? Sobre a criação do que? Territórios palestinos. Territórios sob administração palestina. Autoridade Palestina. Isto existe. Palestina não. A não ser para a mídia, que segue regra geral quando se trata de Israel e preferências pessoais quando se refere a "Palestina".
Ou o critério é válido para ambos ou para nenhum. Todo argumento cai por terra aqui. Se alguém alegar que a "Palestina" de fato já existe, com polícia, parlamento, presidente, primeiro ministro, etc..., a resposta é que de fato e na prática, Jerusalém é a capital de Israel, com todos os principais orgãos do governo lá. A incoerência não é nossa. É dos veículos de informação. E que com isso, de forma subconsciente (ou nem tanto) mostram que escolheram um lado e a quem realmente defendem com unhas e dentes.
De olho na Mídia
Postado por Toni às 12:05 0 comentários
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da Efe, em Genebra
Organizações internacionais de defesa dos direitos humanos viram no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), realizado nesta segunda-feira, uma oportunidade para criticar a postura brasileira na instituição. Em nota, a ONG Human Rights Watch (HRW) afirmou que o país apoia os algozes ao invés de apoiar as vítimas.
"O apoio do Brasil a governos notórios por seus abusos aos direitos humanos enfraquece a atuação do Conselho de Direitos Humanos da ONU", disse Julie de Rivero, diretora da HRW em Genebra, em nota. "Ao invés de defender as vítimas, o Brasil normalmente argumenta que os governos precisam de uma chance e que a soberania das nações é mais importante que os direitos humanos."
No texto, a ONG ressalta que, recentemente, o Brasil rejeitou resoluções que condenavam a Coreia do Norte e o Sri Lanka sob o argumento de que diálogo é mais eficaz do que sanções para fomentar a cooperação e se absteve de votar sobre o Congo, de modo a "fortalecer" os investigadores "e condenar o uso de violência sexual como arma de guerra".
| Ricardo Stuckert/PR | ||
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| O presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz discurso perante membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU |
No caso do Sri Lanka, o Brasil foi um dos principais articuladores da negociação entre países europeus, que exigiam menção clara às suspeitas de violações cometidas tanto pelo governo como pelos separatistas tâmeis, e o grupo asiático, que defendia um texto mais brando. Sem consenso, foi aprovada a resolução do Sri Lanka, considerada fraca pelos ativistas.
"O Brasil parece mais preocupado em não ofender aqueles países que cometem abusos que em implementar o mandato do conselho para tratar de violações de direitos humanos," disse Rivero. "O Brasil se alia aos violadores de direitos humanos ao invés de se aliar às vítimas."
Outra ONG, a Conectas, do Brasil, afirmou que o "fracasso do Brasil em se opor ao desvio dos objetivos do conselho e às vezes a do seu compromisso com o processo é alarmante". "A posição do Brasil no conselho está marcada por ambiguidades, particularmente em casos graves e persistentes de abusos, em países específicos."
No caso do Sri Lanka, para a Conectas, o Brasil "retrocedeu seis anos ao enaltecer o princípio de não interferência".
O próximo voto do Brasil observado pelas ONGs é o que se refere à extensão do mandato do relator especial da ONU para o Sudão, nesta semana. "Em ocasiões passadas, o Brasil, sob a alegação de cooperação, apoiou resoluções fracas que não se comprometiam com as vítimas do Sudão. Nesta semana, o Brasil terá a oportunidade de mudar essa tendência e mostrar a liderança real com as milhares de vítimas, sem ter em conta outros interesses."
"Estou convencido de que o que mais interessa ao Brasil é o assento permanente no Conselho de Segurança e a consolidação de uma liderança como a que conquistou na Organização Mundial do Comércio", diz Peter Splinter, representante da AI (Anistia Internacional) em Genebra, à Folha.
Comentário:
Mais uma vergonha que o povo brasileiro tem que passar. Também com expoentes da diplomacia brasileira como Celso Amorim e Marco Top Top, não se podia esperar coisa diferente
Postado por Toni às 10:59 0 comentários
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