Ajude a manter o blog

Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Batalha de Jerusalem

Videos que mostram a guerra dos 6 dias e principalmente a conquista de Jerusalem.
Por quase 2000 anos os judeus disseram o ano que vem em Jerusalem. Em 1967
conquistaram finalmente a cidade de David e Salomão, a cidade de todos os judeus
a capital indivisivel de Israel











quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Conheça Israel

Um belo vídeo para quem não conhece Israel

domingo, 2 de janeiro de 2011

As defesas de Israel

Video explicando porque os israelenses se preocupam com a segurança, a vulnerabilidade absurda que o país tem.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A CNN deprecia Israel

 

Uma reportagem da CNN, sobre o sofrimento de uma garota de três anos de idade de Gaza que sofre de uma doença causada por insuficiência renal tem todos os ingredientes de uma história de grande interesse humano. No entanto, a rede transformou-a em um artigo não lisonjeiro a Israel, ignorando o cuidado de Israel para com a saúde da criança, em oposição à indiferença da Autoridade Palestina.

A menina de Gaza é Aya Abu Mouwais. A reportagem da CNN efetivamente cria merecida simpatia por ela, começando com a descrição “, No segundo em que ela abriu os olhos, começou a chorar. A garota de 3 anos está com dor a todo momento e tem sido assim há dois anos. “Ela está sofrendo de oxalosis, uma condição que ocorre quando os rins falham. Médicos em Israel dizem que se a menina Palestina não obtiver um transplante de fígado e de rim, ela poderá morrer dentro de alguns meses”.

Em vez de exaltar Israel por aceitar pacientes de uma área cheia de terroristas Árabes como Gaza, a CNN leva o leitor a pensar que Israel é o vilão. O artigo descreve a família tendo que dirigir ida e volta para um hospital de Haifa todos os dias, incluindo uma espera numa interseção de Gaza. Não menciona que o ponto de passagem tem sido usado por terroristas de muletas em ambulâncias.

No ano passado, uma mulher doente de Gaza usou esta passagem a caminho do Centro Médico Soroka, em Beer Sheva, onde ela planejava explodir-se em um ataque suicida. Ela foi parada por guardas atentos antes que pudesse ativar os explosivos. Soldados já morreram quando correram para ajudar um Árabe de muletas, que na verdade era um terrorista suicida.

Depois a CNN continua a descrever a situação da menina, que passa por tratamentos de diálise que “tornou frágeis seus ossos” ao ponto dela ter um braço quebrado, o autor, em seguida, diz que a assistência médica é paga pela Autoridade Palestina, mas em seguida, acrescenta que a AP não tem dinheiro para transplantes de fígado e rim, na Bélgica, a um custo de aproximadamente US $ 700.000.

Em vez de observar os cuidados médicos que a menina recebe em Haifa, a CNN implicitamente acusa Israel de não oferecer um transplante de órgão, porque “Apenas os cidadãos de Israel podem passar por transplantes de órgãos no país a menos que os pacientes tenham suas próprias fontes de órgãos”. O artigo não menciona que esta política é muito comum em muitos países, que consideram os seus próprios cidadãos uma prioridade.

A CNN também não faz referência à falta geral de órgãos em Israel, um país pequeno, onde muitos pacientes Israelenses Árabes e Judeus morrem esperando por um doador. O artigo não questiona porque não há transplantes de órgãos disponíveis em Gaza e porque a Autoridade Palestina não pediu ajuda financeira aos Estados Unidos ou aos países Europeus, que canalizaram bilhões de dólares para a AP, nos últimos vários anos que foram gastos no pagamento de veículos novos e no pagamento a Árabes para assumir e construir em terras do governo Israelense na Judéia e Samaria.

O autor também ignorou o fato de que, apesar da retomada de Gaza pelos terroristas do Hamas, Israel permite que a cada mês, centenas de Árabes doentes recebam tratamento em hospitais Israelenses, muitas vezes às custas do governo, enquanto encaminha ajuda humanitária à região, muita da qual ou é confiscada pelo Hamas ou é vendida com lucro, antes de serem entregues aos destinatários.

Autor: Tzvi Ben Gedalyahu – www.israelnationalnews.com | Fonte: FIPE

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Palestinos querem o muro das lamentações





Não há palestinos, apenas árabes da Palestina. Um estado palestino foi criado pela ONU em 1948, mas os árabes tomaram a terra e a rebatizaram de Trans-Jordânia (a Jordânia de hoje). A Jordânia É o estado palestino. Eles não precisam de um outro.



Israel deveria ter removido todos os árabes para fora do estado judeu em 1948, como todos os países árabes fizeram com suas populações judaicas. Os árabes da Palestina estão tentando roubar cada pedaço de uma história judaica de mais de 5 000 anos e torná-la sua.
NY POST - Da próxima vez que a Casa Branca criticar a relutância do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em apoiar a Autoridade Palestina, ela deveria considerar o modo ultrajante como aqueles palestinos estão tentando reescrever a história.


O ministério da informação da AP publicou esta semana um "estudo" oficial declarando que o Muro das Lamentações, na Parte Velha de Jerusalém -- reverenciado por 2 000 anos como um dos locais mais sagrados do Judaísmo -- não é de modo algum judaico. Na verdade, afirma o relatório de um alto funcionário ministerial, ele não é mais do que o muro ocidental da Mesquita de Al-Aqsa e só tem sido um local de culto judaico para os judeus desde a Primeira Guerra -- e isto por "tolerância dos muçulmanos."



Isto, deve-se observar, não está vindo do Hamas. Isto vem dos mesmos palestinos "moderados" que os presidente Obama e o resto do mundo apoiam, aos quais fazem concessões e em quem confiam para a segurança de longo prazo de Israel




Infelizmente, os esforços árabes para apagarem a história judaica não são uma novidade. O que é repugnante é que estes esforços estejam sendo cada vez mais endossados pelo mundo como um todo.


Mês passado, a Unesco endossou as exigências da AP de que a Tumba de Raquel, nas cercanias de Belém -- há muito reverenciado como um local de culto judaico --, não apenas fosse removido de entre os locais históricos declarados de Israel, mas fosse de fato declarado como uma mesquita. Nem mesmo Yasser Arafat fez uma reivindicação dessas até 1996 -- e mesmo assim, sem nenhuma sombra de evidência histórica.


A Unesco também declarou que Israel não pode reivindicar a Tumba dos Patriarcas, o local do enterro dos antepassados bíblicos da nação judaica, segundo a tradição, como um patrimônio histórico nacional. E ainda por cima, a Unesco depois votou para remover do registro oficial o protesto do delegado israelence contra a votação, chamando-o de "muito agressivo."
E é preciso observar que até a administração Obama atacou publicamente Israel por acrescentarem aqueles dois locais à lista de seu patrimônio histórico nacional -- um gesto que torna possível a sua preservação.


A razão toda desta atividade contínua é apagar qualquer ligação judaica com a terra bíblica de Israel -- com vistas a negar a exitência do moderno estado de Israel.
Tanto mais certo está Netanyahu em agir devagar -- e em resistir aos que afirmam que os palestinos estão dispostos a co-existirem com Israel.

sábado, 27 de novembro de 2010

Os Assentamentos

assentamentos

A oposição aos que são tendenciosamente chamados de “assentamentos” não tem nada a ver com os “assentamentos” propriamente ditos. Tem a ver com a questão de Israel ter ou não o direito de decidir por si mesmo sobre as condições mínimas de sua própria sobrevivência, ou se outros decidirão em seu lugar – aparentemente incluindo um governo [americano] profundamente ignorante da história da região e das reivindicações e direitos dos judeus para edificar esses “assentamentos” (simplesmente vilarejos e pequenas cidades judaicas) em áreas já destinadas a assentamentos judaicos pela Liga das Nações em seu Mandato da Palestina. Este foi um dentre muitos mandatos criados após a Primeira Guerra Mundial, vários dos quais levaram à criação do Líbano, da Síria, e do Iraque – isto é, três dos agora 22 membros da Liga Árabe. Outros mandatos foram destinados a dar provisão para alguns dos muitos outros povos não-árabes ou não-muçulmanos – mas o Estado Curdo e o Estado Armênio, como originalmente previstos, acabaram natimortos. Os judeus, por sua vez, não receberam toda a Palestina Histórica, mas apenas a Palestina Ocidental, enquanto que novamente os árabes ficaram com a parte do leão para eles mesmos.

Não são os “assentamentos” que estão em jogo, mas se Israel irá ou não controlar a estreita fatia de território, a “Margem Ocidental”, sem a qual o vale do Jordão e as rotas de invasão históricas a partir do leste não podem ser controlados. Pois, se os assentamentos judaicos forem impedidos de existir, se a decisão for tirada das mãos de Israel, e se suas reivindicações forem deslegitimadas, isso será apenas parte de uma tentativa deliberada, interminável e profundamente astuciosa dos árabes muçulmanos de empurrarem Israel para trás, para fazê-lo desaparecer do mapa, enfraquecendo-o passo a passo e desmoralizando sua população. Isso já foi escrito tantas vezes e dito tantas vezes na mídia árabe que é indesculpável que aqueles que determinam as políticas continuem fingindo não percebê-lo.

Esse processso seria conduzido em estágios. Mahmoud Abbas (o presidente da Autoridade Palestina) é, no momento, o proponente principal dessa Solução em Duas Etapas. É o que ele quer dizer quando fala: “Nós escolhemos a paz como uma opção estratégica”. Não simplesmente “a paz”, mas “a paz como uma opção estratégica”. Primeiro, a oposição às reivindicações dos judeus de qualquer expansão natural nos que são tão erroneamente denominados “assentamentos” condenaria os judeus, mas não os árabes, a impedirem sua população de crescer na “Margem Ocidental”. Tal fato levaria inevitavelmente ao encolhimento do número de judeus. Daria início ao processo de forçar Israel a ceder, a abrir mão daqueles vilarejos e pequenas cidades, a desistir de sua reivindicação de direito, que já foi reduzida em 77% quando a Grã-Bretanha criou, nos idos de 1922, o Emirado da Transjordânia a partir da Palestina Oriental. Inicialmente a Palestina Oriental era para ser incluída no Mandato da Palestina.

Se Israel não pode permitir sequer o crescimento natural em seus “assentamentos” – o que aparentemente significa que nenhum bebê deve nascer além do nível da mera substituição dos habitantes que falecerem, enquanto os árabes da “Margem Ocidental” e nas fronteiras pré-1967 de Israel, assim como os muçulmanos que vivem em qualquer lugar, têm permissão para ter oito, dez ou doze filhos por família, sabemos qual será o resultado. E se os assentamentos de Israel forem paralisados, e retratados mesmo nos Estados Unidos – quanto mais nas Nações Unidas – como ilegítimos, a pressão sobre Israel, que já é imensa, provavelmente forçaria os israelenses, a despeito de sua própria necessidade de sobrevivência, a desistirem da “Margem Ocidental”, que lhes oferece a única profundidade estratégica que eles possuem. Israel, sem a “Margem Ocidental”, tem nove milhas de largura [pouco mais que catorze quilômetros], desde Kalkilya até o mar. Com facilidade poderá ser cortado em duas partes pelos árabes, que são muito bem armados e assustadoramente mais numerosos. A menos que Israel esteja preparado para usar armas nucleares nesse momento, o país pode ser atropelado. Israel não deve apenas continuar a controlar o vale do Jordão e as rotas de invasão históricas a partir do leste, mas deve também controlar os aqüíferos debaixo da “Margem Ocidental”, pois estes lhe são absolutamente vitais.

Sempre se supôs que a “Margem Ocidental” fizesse parte da Palestina Mandatória. Ela deve ser considerada legalmente como uma “parte não demarcada do Mandato”, como observou Eugene Rostow, o já falecido reitor da Faculdade de Direito de Yale, e como mostrou tão convincentemente o jurista australiano Julius Stone em seu estudo legal exaustivo, extenso como um livro. Seu status legal não foi afetado pelo confisco e domínio jordanianos de 1949 a 1967. Portanto, quando os americanos sugerem, ou de forma mais ultrajante, “exigem”, que Israel pare sua “edificação de assentamentos”, eles estão dizendo que o Mandato da Palestina é nulo e sem efeito.

Essas pessoas, que têm a pretensão de dizer aos judeus de Israel, que estão permanentemente enfrentando perigos, o que eles deveriam fazer, estão afirmando que esses judeus não têm direito à estreita faixa de terra que constitui a Palestina Ocidental. Elas estão dizendo que temos que aceitar a jihad camuflada, aquela que, desde a Guerra dos Seis Dias, tem apresentado a jihad contra Israel como uma campanha pelos “direitos legítimos” do “povo palestino”, inventado às pressas (nunca mencionado pelos árabes antes da Guerra dos Seis Dias, nem por qualquer diplomata árabe, ou figura política, ou “intelectual” – a expressão “árabes palestinos” ou apenas “árabes” ou “árabes da Palestina” – nunca o “povo palestino” – era o que se ouvia). Esse foi um truque óbvio, seguido com muita determinação. E grande parte do mundo aceitou esse contra-senso.

Mas, agora, os infiéis do mundo estão começando a perceber que o próprio islamismo é um problema para eles. Para o grande pesar deles mesmos, os povos da Europa Ocidental, por vários motivos, mas sempre com uma indiferença ou negligência civilizacional que hoje é lamentada por todos eles, permitiram, pelos últimos quarenta anos, a vinda de inúmeros muçulmanos para habitarem entre eles. Também permitiram a vinda de muitos outros imigrantes. Mas nenhum daqueles imigrantes, exceto os muçulmanos, trouxe consigo, em sua bagagem mental, não meramente um credo estranho, mas um credo estranho e permanentemente hostil.

Pois o islamismo se baseia na idéia de um estado de guerra permanente entre muçulmanos e incrédulos. Os muçulmanos têm o dever, às vezes coletivo e às vezes individual, de participar da luta, ou da jihad, para remover todos os obstáculos que possam impedir o alastramento e depois a dominação do islamismo. É isto que os infiéis mais inteligentes e que enxergam mais longe estão começando a reconhecer. E, à medida que mais e mais deles reconhecem tal fato, serão também percebidas as monstruosas deturpações, baseadas em relatos enganosos, por ódio ou ignorância, a respeito da guerra dos muçulmanos árabes contra Israel, e as tentativas de Israel sobreviver a despeito da interminável guerra realizada por todos os meios possíveis. Então, a anterior simpatia por Israel, de que o país gozava antes de 1967 e das tentativas de descrevê-lo como um violento agressor, retornará, pelo menos às mentes dos homens bem-informados e de boa vontade.

Se Israel for forçado a limitar o crescimento natural de seus vilarejos e pequenas cidades naquela parte da Palestina Mandatória que os jordanianos tomaram e mantiveram até 1967, terá tropas ali e não civis. Daí, a afirmação será que Israel é meramente um “ocupador militar”, por ter sido forçado a remover seus civis, que representam aquelas reivindicações legais, históricas e morais. O mundo não entende e não se solidariza com o empenho de Israel como a vítima de uma Jihad Menor, que foi abertamente reconhecida como tal e denominada assim por árabes e muçulmanos quando se dirigem a outros árabes e muçulmanos, mas não descrita assim quando estão sorridentemente apresentando a questão árabe ao Ocidente. Para o Ocidente, os que planejam destruir Israel apresentam um caso de pretensa vitimização. Mesmo assim, eles não fizeram nada para construir um Estado Palestino em Gaza, e existem com a única finalidade de destruir o que os judeus, tão incrivelmente, com tantas dificuldades e pesares, criaram a partir da “ruína” e da “desolação” descritas por todos os viajantes ocidentais do século XIX que visitaram a Terra Santa.

Sem aqueles vilarejos e pequenas cidades judaicos, os chamados “assentamentos”, Israel seria mais facilmente representado como não tendo reivindicação nenhuma a não ser a da ocupação militar do que é absurdamente denominado (pelos jordanianos) de “Margem Ocidental” – isto é, partes da Judéia e de Samaria, como era chamada essa porção de terra por todos no mundo ocidental até que os jordanianos lhe deram outro nome, assim como os romanos mudaram a Judéia para Palestina e Jerusalém para Aelia Capitolina. Suas reivindicações legais, morais e históricas seriam esquecidas. Meu Deus, elas já foram esquecidas por muitas pessoas, até mesmo em Washington. Isso não poderia acontecer.

Acima de tudo, deve haver, para a sanidade moral de Washington, dos EUA e de todo o Ocidente, algum tipo de preservação do que pode apenas ser chamado de senso de justiça, ou de igualdade. Em época de contínuo esbanjamento de homens, dinheiro e materiais no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão, a confusão sobre o islamismo e a ignorância dele, que causam tal desperdício (totalmente desnecessário se os mais preparados fossem ouvidos), também se revela na tentação do apaziguamento. E, assim como foi com Chamberlain e Daladier, em 1938 em Munique, nossos atuais líderes do mundo ocidental, não sabendo o que fazer sobre o islamismo, e recusando-se conscientemente a verificar mais profundamente o assunto, possivelmente por medo do que poderão encontrar, estão dispostos a conciliar, e a moeda que eles oferecem é a segurança e a seguridade de um país minúsculo.

Ao sacrificar esse país, por ouvirem as exigências dos nazistas ou dos muçulmanos árabes, as potências ocidentais – naquela época a Grã-Bretanha e a França, e hoje os Estados Unidos – esperam tornar as coisas melhores de certa forma. Não tornarão. Os Sudetos não saciaram o apetite de Hitler, pelo contrário, o aguçaram, e mostraram-lhe a pusilanimidade da França e da Grã-Bretanha. Forçar Israel a retroceder passo a passo para as Linhas do Armistício de 1949, as “linhas de Auschwitz”, como querem Mahmoud Abbas e os jihadistas vagarosos (rei Abdullah, da Jordânia, rei Abdullah, da Arábia Saudita, e todos os demais), apenas levará à destruição de Israel.

Justiça. Igualdade. Um sentido de história, e da tribo mais perseguida na história humana, os judeus. Um sentido de proporcionalidade, sabendo que os árabes são mais ricamente dotados, com terras e bens naturais, que qualquer outro povo na terra. Mesmo assim, em todas as terras que controlam, eles negam aos demais habitantes, a todos os não-muçulmanos e não-árabes, qualquer alusão não apenas a independência ou a autonomia, mas até mesmo a algo como igualdade com os árabes muçulmanos no comando.

Os judeus, como os coptas, como os maronitas, como os curdos, como os negros africanos do Sudão, como os berberes, como tantos outros povos não-árabes e não-muçulmanos, ao longo dos anos têm sido maltratados por esses muçulmanos árabes em todo o Oriente Médio e no Norte da África. Eles merecem o que pediram, e os líderes inteligentes que tiveram que tratar com os remanescentes do Império Otomano sabiam que eles mereciam o que pediam: o direito de comprar terras do Estado Otomano, e de edificar um país, e de serem os herdeiros daquelas terras pertencentes àquele Estado. Isso era tudo o que pediam, e foi o que ganharam. Agora os árabes, determinados a negar a existência àquela nação-estado infiel, estão divididos entre os que, como os jihadistas rápidos do Hamas, querem ir para a matança imediatamente, e os que, como os jihadistas vagarosos do Fatah, vêem a sabedoria de desconstruírem Israel pacientemente, passo a passo, com a ajuda dos americanos e dos europeus (moral e geopoliticamente) confusos.


Rahm Emanuel, chefe de Gabinete da Casa Branca, é judeu. Seu pai nasceu em Israel e foi membro do Irgun (grupo paramilitar sionista que operava na Palestina antes da criação do Estado de Israel). Apesar disso, ele participa das pressões sobre Israel..


Finalmente, existe a falha de tantos não estudarem a forma como os muçulmanos consideram os tratados feitos com os infiéis. Eles não seguem, como alguns podem brandamente pressupor, o princípio que parece tão óbvio aos ocidentais, mas que, de fato, teria que ser alcançado e depois aceito como foi em todo o Ocidente, a saber, aquele princípio que é conhecido como Pacta Sunt Servanda, ou seja, “tratados são feitos para serem obedecidos”. Este é um princípio da lei ocidental, mas não da lei islâmica. No islamismo, o modelo para todos os pactos feitos com infiéis é aquele acordo, aquele “hudna”, ou aquela trégua de dez anos, feita por Maomé com os habitantes de Meca em 628 d.C. Esse pacto, dezoito meses depois de ter sido firmado, foi violado por Maomé sob um pretexto, quando sentiu que seu lado estava mais forte. Ele tem sido aclamado por esse esplêndido ato de astúcia, essa ilustração de sua freqüentemente repetida afirmação de que “guerra é engano”. Como os muçulmanos estão sempre em estado de guerra com quaisquer não-muçulmanos que resistam à dominação do islamismo, guerrear inclui fazer pactos para aquietar o inimigo, ou ganhar tempo para edificar suas forças, ou exercer a guerra, isto é, a jihad, por outros meios que não sejam o qitaal ou o combate, ou em combinação com o qitaal ou o combate.

Nada disso é inventado. Basta ler os muitos comentaristas muçulmanos sobre o islamismo. Leia também os comentaristas não-islâmicos. Leia Joseph Schacht, leia Antoine Fattal. Leia Bassam Tibi, leia Majid Khadduri. Verifique o que eles têm a dizer sobre Hudiabiyya (o tratado firmado por Maomé em 628 d.C.) e sua continuidade como o modelo principal para todos os pactos subseqüentes com não-muçulmanos.

Não é suficiente ser meramente “pró-Israel” se você não se importar em aprender sobre a natureza da guerra que está sendo travada contra Israel, e contra todo o mundo infiel. Pois, se você é um daqueles que pensa que o fato de “ser judeu” ou “ter um pai do Likud” ou “ser pró-Israel até o pescoço” (sombras de Rahm Emanuel, o chefe de Gabinete de Obama) lhe permite apoiar, ou parecer apoiar, as políticas que ameaçam a sobrevivência de Israel porque são baseadas em uma compreensão errada da natureza dos tratados com árabes-muçulmanos, e da natureza da guerra – uma guerra sem fim, mas que é administrável, que pode ser contida, através da invocação da “Darura” ou necessidade – então você está redondamente enganado e será surpreendido. (Hugh Fitzgerald,

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Israel salva filha de ministro do hamas




Líder do Hamas conhece o que é a Ética Judaica

Uma menina, filha do Ministro do Interior do Hamas, Fathi Hamad, foi transferida de Israel para Amã acompanhada dos médicos israelenses que salvaram sua vida. A criança foi vítima de um erro médico em um hospital de Gaza.


Assim que o erro médico foi constatado – e percebendo que poderia perder sua filha – desesperado, o Ministro do Interior do Hamas pediu ajuda ao rei da Jordânia, Abdullah II. Este, por sua vez, telefonou para as autoridades israelenses que, imediatamente, deslocaram para Gaza uma ambulância da Magen David Adom (Correspondente à Cruz Vermelha Internacional).


O ministro da Defesa, Ehud Barak, e o chefe de gabinete Gabi Ashkenazi responderam favoravelmente ao pedido do rei, informando o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, detalhes da operação.


A criança, cujo nome e idade não foram divulgados, foi transferida para o Hospital Barzilai, em Ashkelon, e teve seu quadro clínico estabilizado através da pronta interferência dos médicos judeus.


Duas horas depois da chegada da criança em Israel, um helicóptero do Exército Real Jordaniano pousou na área de desembarque do hospital de Ashkelon transferindo-a para Amã, onde será cuidada a partir de agora.


A transferência foi feita a pedido da família e a criança, acompanhada da mãe e de uma terceira pessoa não identificada, foi levada para o Hospital Real de Amã.


Graças às boas relações existentes entre Israel e a Jordânia, a equipe israelense que salvou a vida da criança pode acompanhá-la até Amã monitorando-a de modo a evitar complicações no seu quadro clínico.


É bom destacar que Fathi Hamad, um nome forte dentro do Hamas, é um dos líderes da ala armada do grupo terrorista. Ele foi nomeado Ministro do Interior em Janeiro de 2009, com o controle sobre todos os serviços de segurança interna do movimento.


Como a menina não é responsável pelas atitudes do pai, o Estado de Israel atendeu ao pedido do Rei da Jordânia. Os líderes do Hamas têm impedido e censurado todas as informações sobre esse caso na mídia islâmica palestina. Isso reflete seu embaraço ante o ato generoso e ético de Israel que se recusou a fazer da criança uma “moeda de troca” no caso Gilad Shalit.


O grupo terrorista Hamas, do qual o pai da criança é um dos líderes, raptou e mantém enclausurado, o soldado das Forças de Defesa de Israel, Gilad Shalit desde junho de 2006. Nestes quatro anos, o Hamas nunca permitiu que a Cruz Vermelha Internacional verificasse a saúde de Shalit nem, tampouco, observasse as condições do local onde se encontra preso o jovem israelense.


Fonte: Câmara de Comércio Franco Israelense

Mentiras visuais

RESPONDENDO A QUEM ME CHAMOU DE MANIPULADOR

À esquerda, cartaz de ato público de apoio a Israel realizado em São Paulo. À direita, o mesmo cartaz, GROSSEIRAMENTE MANIPULADO, que circulou na Internet nos dias em que antecederam ao evento.


Cada um seleciona a parte que lhe convém para dar base aos argumentos. Outra coisa, quem é idiota o bastante para esperar de braços abertos um exército que tem ordem para matar? Cada um manipula a informação do jeito que acha melhor. (Bruna)


Sou sensato, quem me garante que estas fotos [sobre a verdadeira Gaza] não são manipuladas? (Fábio)



Pelo que parece ninguém viu o vídeo [da Iara Lee] na íntegra. Ele mostra pessoas mortas,

invasão dos israelenses etc. Isso num vídeo de 15 minutos. Portanto, não tirem conclusões apenas por fotos. O vídeo diz mais do que fotos manipuladas por setas. (Fábio)



As três frases acima foram pinceladas de comentários postados neste BLOG. Nelas, sou acusado de manipulador da verdade. Desculpem se demorei a responder, foi pura falta de tempo. Eis aqui, agora, as respostas.


MANIPULADORES ACHAM QUE TODOS OS DEMAIS TAMBÉM O SÃO


Os mentirosos, manipuladores e deturpadores da verdade têm dois problemas básicos. Primeiro, pensam que todas as demais pessoas são como eles. Depois, quando percebem que estão errados, ao invés de admitirem o erro passam a desacreditar as fontes e pôr sobre suspeita os fatos contrários às suas teses. Mesmo que para isso tenham que lançar mão dos argumentos mais incongruentes.


No artigo Obrigado Iara Lee demonstrei, cabalmente, que Israel foi vítima e não agressor no caso da abordagem do navio turco Mavi Marmara. E para isso usei as próprias fontes dos denunciantes. Alguns tiveram a hombridade de reconhecer que a ação de Israel foi apresentada de forma deturpada pela grande mídia. Outros procuraram lançar dúvidas sobre meu trabalho acusando-me de manipulador.


Cada um seleciona a parte que lhe convém para dar base aos argumentos, disse uma tal Bruna. A menina que me escreveu não atentou para um detalhe: O artigo não é uma peça elucubratória com o objetivo de descrever o que se passou à bordo do Marmara, mas sim um trabalho em defesa da ação dos israelenses.


Naquela altura, parte significativa da mídia mundial acusava Israel de cometer atrocidades gratuitas contra um singelo barco recheado de amáveis pacifistas. Minha matéria se concentrou em destruir esta tese e eu não selecionei partes, eu dissequei o vídeo todo. Minuto por minuto. E isso resultou no artigo Sem Nexo Mentiras e Videotape. Aliás, postei também nesta matéria um documentário em vídeo que mostra quem são os verdadeiros manipuladores de imagens.


Depois, a garota indaga: Quem é idiota o bastante para esperar de braços abertos um exército que tem ordem para matar?


Acertou e errou. Acertou quando disse que aqueles que se propõem a enfrentar as Forças de Defesa de Israel (FDI) são idiotas. São mesmo! Israel tem um dos melhores e mais bem preparados exércitos do mundo e todos aqueles que ousaram enfrentá-los se deram mal. E continuarão a se dar. Portanto, quem embarca numa aventura belicosa sabendo que não está à altura do embate é um idiota. Acertou.


Mas ela errou quando disse que o Exército de Israel TEM ordem para matar. Total desconhecimento do que escreve. Aliás, isso mostra bem a alienação em que vive a moçoila. As FDI atuam com um olho na arma e outro na mídia. E não apenas na mídia internacional, mas também na interna.


Os maiores críticos de Israel são seu próprio povo e sua imprensa. Os soldados, generais e, principalmente, seus superiores estão cientes da avalanche de críticas que receberão se uma mínima falha acontecer nas suas abordagens.


Recentemente vimos o desastre provocado pela inabilidade da polícia filipina ao lidar com o seqüestrador de um ônibus de turistas. O Governo local se desculpou, Hong Kong chorou seus mortos e pronto. Agora, imaginem se isso tivesse acontecido em Jerusalém e se a falha fosse da polícia judaica? O mundo desabaria sobre Israel.


Conheço soldados das FDI e uma das coisas que alguns deles reclamam é da seqüência de ordens que precisam receber para dar um tiro. Diante de uma situação de conflito eles têm que esperar diversas instâncias de decisões antes de fazer o disparo. E quando não obedecem a esta cadeia hierárquica ou, desastradamente alguma coisa sai errada (são humanos, ora essa), a lei pesa severamente sobre eles. Há diversos soldados israelenses presos por terem extrapolado às ordens recebidas.


O mesmo já não acontece do lados dos inimigos de Israel. Desafio qualquer um a apresentar um único caso de soldados árabes que tenham sido punidos por atitudes erradas no exercício de suas funções!


O QUE É MANIPULAÇÃO?


Agora, irritante mesmo são os argumentos de que eu manipulei as fotos. Um leitor teve a estupidez de afirmar que as fotos foram manipuladas por setas.


Lição primária para o rapaz: Setas podem induzir, mas nunca manipular. O objetivo das setas era levar o leitor a atentar para detalhes que passam despercebidos quando as imagens são projetadas na velocidade que as coisas aconteceram. E isso é uma ação didática, caro leitor, e não uma manipulação.


Agora, posso lhes dar alguns exemplos do que verdadeiramente venha a ser uma manipulação.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA ESCOLA DA ONU


Sistematicamente Israel é acusado de atirar a esmo e até mesmo de atirar propositadamente em alvos civis. Durante a cobertura das ações resultantes da incursão das Forças de Defesa de Israel na faixa de Gaza, no final de 2009, o Portal UOL publicou uma bombástica matéria cujo título, de forma sensacionalista, dizia: Quarenta pessoas morrem após novo ataque de Israel atingir escola da ONU. Exército conhecia local, declara porta-voz.


A matéria do UOL dava destaque às palavras da porta-voz da ONU, Elena Mancusi, que diretamente da Suíça denunciava que o Exército de Israel sabia que aquele era um prédio civil: “Nossas instalações de saúde, escolas ou armazéns são conhecidas pelas forças israelenses para prevenir ataques do ar ou incursões. Eles sabiam que era um abrigo. Este foi um ataque contra uma instalação da ONU”, acusou Mancusi.


Na mesma matéria, John Ging, diretor da UNRWA (agência de socorro da ONU), lamentava: “Esta é uma situação muito, muito trágica. É sem precedentes na escala e na futilidade. É conflito desnecessário e completamente sem justificativa”.


Para arrematar o tom fúnebre, UOL dava conta que os dois “ilibados” organismos internacionais estavam arrasados: “O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a ONU afirmaram que o sofrimento da população é insustentável”.


Israel vilão, Palestinos vítimas, ONU e Cruz Vermelha ameaçadas. Fui taxado de desalmado por defender os desmentidos e dar crédito às declarações de Avital Leibovich, porta-voz do Governo Israelense, que negava peremptoriamente que Israel tivesse atingido instalações da ONU.


A notícia chegou às primeiras páginas dos jornais no dia 06 de Janeiro de 2009. Curiosamente, apenas jornais e BLOGs anti-Israel continuaram a lamentar o “incidente” nos dias que se seguiram. ONU e Cruz Vermelha se calaram. As razões do silêncio só foram conhecidas quase um mês depois quando, no dia 04 de Fevereiro de 2009, Maxwell Gaylord, coordenador de ajuda humanitária da ONU, afirmou em Jerusalém que nenhuma instalação da ONU havia sido atingida e desculpou-se, então, pelo “equivoco” em relação ao suposto ataque em Gaza.


Desde as primeiras notícias até o desmentido havia se passado 29 dias! Não estamos falando de um mero deslize burocrático, que exigisse uma investigação para comprovar ou não a veracidade dos fatos. Tratava-se da denúncia de uma escola destruída por um bombardeio que supostamente teria causado dezenas de mortes.


Se isso não tinha acontecido, por que a ONU demorou quase 700 horas para negar a suposta tragédia? Já no outro dia eles poderiam ter dito: Não houve bomba nenhum, a escola está intacta e nossos funcionários estão bem. Mas, não foi isso que aconteceu.


O curioso é que o Portal UOL, que tanto destaque deu à primeira versão, não fez o mesmo em relação à verdade. Isso é que é manipulação.


Outra que ficou calada foi a “imaculada” Cruz Vermelha. Fico triste quando vejo pessoas dizendo que “Israel desrespeita a Cruz Vermelha”, como se isso fosse uma mera pendenga religiosa, pelo fato dela ter sua imagem ligada ao Cristianismo e ser a correspondente ocidental do Magen David Vermelho. Na verdade, Israel tem muitas razões para não dar a mínima para a Cruz Vermelha.



Passaporte de Adolf Eichmann falsificado com ajuda da Cruz Vermelha: Organização transformou o criminoso nazista em Ricardo Klement, um voluntário idôneo.


Depois que terminou a 2ª Guerra, por exemplo, a Cruz Vermelha ajudou a quase 500 mil criminosos de guerra a reabilitar seus documentos. Quase meio milhão de passaportes “esquentados” com ajuda da Cruz Vermelha. Boa parte deles, ex-nazistas como Adolf Eichmann, foram acolhidos na Argentina, país que, por sinal, também foi destino de centenas de crianças polonesas seqüestradas pelos nazistas e traficados com ajuda sabem de quem? Isso mesmo, da Cruz Vermelha.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA AMBULÂNCIA DA ONU


Por falar em Cruz Vermelha, esta organização também foi conivente com outra vergonhosa manipulação quando Israel foi acusado de acertar com um míssil uma ambulância da Cruz Vermelha.


A foto de uma ambulância, com um buraco simetricamente aberto no topo, encheu páginas de jornais e até hoje faz festa na Internet. Trata-se da “prova inconteste” da barbárie israelense. Enquanto os sites, jornalísticos ou sensacionalistas, reproduziam à exaustão a foto, a página da Cruz Vermelha se encarregava de lamentar os supostos ataques sofridos pelas ambulâncias da organização. Não assumia a veracidade da foto, mas não fazia nada para estancar a polêmica que o caso criava.


Uma publicação abriu manchete: Novamente agonias para a equipe que está ao lado dos anjos.. O título emblemático sugere que a Cruz Vermelha sofre, uma vez mais, por se colocar a favor dos angelicais palestinos.



Falso ataque à ambulância repercute na mídia


Meses depois apareceram novas fotos da tal ambulância e a verdade veio à tona: Tratava-se de um veículo velho, sucateado, e o orifício bem centro da Cruz Vermelha nada mais era do que o suspiro de ventilação da ambulância que tinha sido arrancado.



Sentido horário: Foto publicada pela Imprensa; detalhe do suspiro arrancado; visão lateral da ambulância provando que se trata de sucata; ambulâncias similares vista do alto com destaque para a tampa do suspiro bem no centro da cruz.


Embora elucidado o fato, a imagem de um exército que alveja ambulâncias está entranhado no imaginário dos inimigos de Israel. Como entranhadas estão imagens de bichos de pelúcia das crianças do sul do Líbano. Outra fraude histórica contra Israel.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA QUARTOS DE BEBÊS


Há alguns anos, as agências internacionais de notícias distribuíram fotos de prédios destruídos em ataques aéreos onde apareciam brinquedos espalhados em meio aos escombros. Ninguém atentou para o fato de que os brinquedos estavam inaculadamente limpos. Mickey, Minie, bonecas e até mesmo um usinho branco que, misteriosamente, sugiram em meio aos destroços sem nenhuma poeira.


A resposta para o mistério do “ataque limpo” dos bombardeiros israelenses veio quando a seqüência original das fotos vazou na Internet. Nelas, um homem aparece carregando uma mala cheia de brinquedos. Depois, teatralmente, ele espalha os brinquedos pelo local do bombardeio. Embora a verdade tenha vindo à tona, as imagens dos brinquedos espalhados fizeram do Exército de Israel um símbolo de como os judeus são selvagens que atacam criancinhas indefesas.



Acima, os brinquedos espalhados. Em baixo, o espalhador dos brinquedos.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA CASAS DE VIÚVAS INDEFESAS


Como manipulação pouca é bobagem, há também o famoso caso da Palestina Azarada. Trata-se de uma mulher que aparece em diversas fotos lamentando a casa destruída. A farsa veio à tona quando ela esqueceu-se de trocar a roupa. Olhares mais atentos perceberam que a mulher que lamentava a destruição da casa já aparecera em diversos locais diferentes. Azar demais ou uma boa atriz? Ganhou a segunda opção e a mulher nunca mais teve sua casa destruída.



Viúva azarada ou Fernanda Montenegro Palestina?


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA PALESTINO INDEFESO


Agora, a manipulação que mais resultados (e vexames) trouxeram para os autodenominados palestinos foi o caso do jovem espancado pela polícia israelense. Uma matéria de capa do The New York Times falava de palestinos agredidos no Monte do Templo e era ilustrada por uma foto onde um jovem aparecia com a cabeça sangrando.


A imagem ganhou destaque principalmente entre os próprios palestinos. Apareceu em diversos web sites e até virou peça publicitária contra Israel. Numa delas, um cartaz trazia o rapaz bem no centro, bem ao estilo das peças publicitárias do refrigerante Coca-Cola, e estimulava os árabes a boicotarem as empresas americanas que apóiam Israel: “Beba Coca-Cola, apóie Israel!”, dizia o cartaz, convocando as pessoas a responder ao “cruel” ataque ao palestino da foto a não adquirirem produtos de quem apoiava o país que perpetrara aquela barbárie.


De repente uma reviravolta. O jovem que aparece na foto procurou as autoridades e disse: “Sou judeu, moro em Chicago, meu nome é Tuvia Grossman e eu fui atacado por palestinos durante uma visita à Jerusalém. O soldado que aparece na foto estava a me defender do ataque e devo a ele minha vida. O sangramento deve-se aos ferimentos feitos pelos palestinos que me atacaram”.


Envergonhado, o Times pediu desculpas pelo “equívoco” e publicou a foto inteira, sem cortes. Nunca mais as imagens circularam entre os palestinos. Eu ainda consegui copiar, via “print screen”, um dos sites onde a imagem aparecia no banner principal.



Em cima: Esquerda: Foto original; No centro: Foto manipulada na primeira página do The New York Times; Direita: Cartaz de boicote a empresas que investem em Israel. Embaixo: Banner de site islâmico mostra judeu atacado por palestino como se fosse palestino atacado por judeu.


A ÚLTIMA DA REUTERS


Por falar em “fotos cortadas”, termino compartilhando uma última manipulação. A agência internacional de notícias Reuters (de novo ela) andou “editando” algumas das fotos tiradas pelos “ativistas humanitários” dentro do navio Mavi Marmara.


Os supostos “pacifistas” não só atacaram covardemente os soldados israelenses como fotografaram sua “proeza”. As fotos foram vendidas para as agências de notícias e a Reuters teve a idéia de recortar algumas delas de modo a amenizar a selvageria dos meninos que estavam no navio.


Nas imagens manipuladas, facas e manchas de sangue foram “cirurgicamente” cortadas pelos editores de imagem. Como os “fotógrafos” venderam as imagens para mais de uma agência, não demorou muito para a manipulação ser desmascaradas. Fiz uma montagem com as fotos distribuídas pela Reuters mostrando como uma delas teve uma parte cortada (Foto 1) e uma sobreposição para que vocês possam ver o quanto a outra foi suavizada (Foto 2).



1. Foto distribuída pela Reuters; 2. Foto original, sem cortes; 3. Parte que foi recortada para suavizar a ação dos terroristas.



Na foto de cima, a parte destacada foi o que a Reuters distribuiu para seus clientes. Na foto inferior, completa, percebe-se o que a Reuters procurava esconder.


Para aqueles que me acusaram de Manipulador fica essa pequena explicação do que vem a ser, realmente, uma manipulação. Infelizmente algumas pessoas estão tão acostumados a mentiras e manipulações, que pensam que todos são iguais a elas.


Do Blog Noticias de Sião

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os incômodos judeus



O mundo está horrorizado com o bloqueio israelense a Gaza. A Turquia denuncia sua ilegalidade, desumanidade, barbárie, etc. Os habituais suspeitos da ONU, o Terceiro Mundo e os europeus, aderem. O governo Obama treme.


Mas, conforme escreveu Leslie Gelb, ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores (CFI), o bloqueio não só é perfeitamente racional, como também perfeitamente legal. Gaza, sob o Hamas, é um inimigo auto-declarado de Israel – declaração apoiada em mais de 4 mil foguetes disparados contra território civil israelense. Mesmo empenhado em incessante beligerância, o Hamas se faz de vítima quando Israel impõe um bloqueio para impedir que se arme ainda com mais foguetes.


Na Segunda Guerra Mundial, os EUA, com plena legalidade internacional, bloquearam a Alemanha e o Japão. Em 1962, durante a Crise dos Mísseis, em Cuba, os EUA bloquearam a ilha. Navios russos com armamentos que se dirigiam a Cuba deram meia-volta porque os soviéticos sabiam que a Marinha americana ia abordá-los ou afundá-los. Israel, porém, é acusado de crime internacional por fazer o que John Kennedy fez: impor um bloqueio naval para impedir que um Estado hostil obtenha armas letais.


Oh!, mas os navios não iam para Gaza em missão humanitária? Não. Se fossem, teriam aceitado a oferta israelense de levar os suprimentos a um porto em Israel, onde seriam inspecionados para verificar a presença de material militar, e depois levados por terra para Gaza – da mesma forma como 10 mil toneladas de alimentos, remédios e outros suprimentos humanitários são enviados toda semana a Gaza por Israel.


Por que a oferta foi recusada? Porque, como admitiu a organizadora Greta Berlin, o objetivo da flotilha não era levar ajuda humanitária, mas furar o bloqueio, acabando com o regime israelense de inspeção, o que resultaria no fim das restrições à entrada de navios em Gaza e no armamento ilimitado do Hamas.


Israel já interceptou por duas vezes navios carregados de armas iranianas destinadas ao Hezb’Allah (Partido de Alá, no Líbano) e para Gaza. Que país permitiria isso?


Mas, ainda mais importante: por que Israel foi obrigado a adotar o bloqueio? Porque é sua alternativa, já que o mundo sistematicamente considera ilegítimas suas formas tradicionais de auto-defesa - avançada e ativa.


(1) Defesa avançada: Sendo um país pequeno, densamente povoado e cercado de Estados hostis, Israel adotou, durante seus primeiros 50 anos, a defesa avançada – transferindo a luta para território inimigo (como no Sinai e nas Colinas de Golã), para não travá-la em seu próprio território.


Sempre que possível, Israel trocou terras por paz (o Sinai, por exemplo). Mas onde as ofertas de paz foram recusadas, o país reteve o território como uma zona-tampão de proteção. Assim, manteve [até o ano 2000] uma pequena faixa no Sul do Líbano para proteger as aldeias no Norte do Estado judeu. Em Gaza, sofreu muitas baixas para não expor cidades fronteiriças aos ataques terroristas palestinos. Pela mesma razão, os americanos travam uma guerra desgastante no Afeganistão: lutando com [os jihadistas] lá, para não ter de combatê-los nos EUA.


Porém, sob forte pressão externa, os israelenses desistiram. Disseram-lhes que a ocupação não era apenas ilegal, mas a fonte das insurgências contra Israel – portanto, a retirada, ao remover a causa, traria a paz.


Terras por paz. Lembram-se? Na última década, Israel deu terras – evacuou o Sul do Líbano no ano 2000, e Gaza em 2005. O que ganhou em troca? Intensificação da beligerância, pesada militarização dos inimigos, múltiplos seqüestros, ataques pela fronteira, anos de incessantes bombardeios com foguetes.


(2) Defesa ativa: o país adotou então a defesa ativa – ação militar para dividir, desmantelar e derrotar (para usar as palavras do presidente Obama sobre a campanha americana contra o Talibã e a al-Qaeda) os mini-Estados terroristas no Sul do Líbano e em Gaza, após a retirada israelense.


O resultado? A guerra do Líbano em 2006 e a operação em Gaza em 2008-2009. Elas foram recebidas com outra avalanche de críticas e calúnias pela mesma comunidade internacional que exigira a retirada israelense no esquema terras por paz. E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o “casus belli” – os ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa ativa por parte de Israel contra os seus auto-declarados inimigos que utilizam o terror.


(3) Defesa passiva: Sobrou a Israel a defesa mais passiva e benigna de todas – o bloqueio para evitar o rearmamento do inimigo. Também este recurso está a caminho de ser deslegitimado pela comunidade internacional. Mesmo os EUA tendem pela sua abolição.


Então, se nada mais é permitido, o que resta?


Bem, este é o ponto. É o ponto compreendido pelos simpatizantes do terror e idiotas úteis da flotilha que pretendiam romper o bloqueio, pela organização turca que a financiou, pelo automático coro anti-israelense no Terceiro Mundo e na ONU e para os apáticos europeus que estão fartos do problema judaico.


O que resta? Nada. O objetivo da incessante campanha internacional é privar Israel de toda forma legítima de defesa. Por que, [no final de maio], o governo Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – deslegitimando a última linha de defesa de Israel: a dissuasão.


O mundo está cansado desses incômodos judeus, 6 milhões – de novo, este número – espremidos junto ao Mediterrâneo, recusando todo convite ao suicídio nacional. Eles são implacavelmente demonizados, isolados e coagidos a não se defender, mesmo que os mais empenhados anti-sionistas – os iranianos em particular – estejam preparando abertamente uma solução final mais definitiva.


Charles Krauthammer é Colunista do The Washington Post

Charges valem mais que mil palavras




Geralmente se afirma que "os judeus controlam a mídia...".

Agora, parece que esse "controle" não tem funcionado muito bem, pois quase toda a mídia é desfavorável a Israel e a opinião pública se volta cada vez mais contra os judeus. As tentativas do governo e das entidades judaicas de explicar e justificar as ações israelenses praticamente se perdem diante da avalanche de notícias e artigos que condenam Israel.

Isso lembra a antiga anedota sobre um judeu que encontrou seu amigo lendo tranqüilamente um jornal anti-semita e lhe perguntou, assustado, qual era a razão. Ao que o outro lhe respondeu: "Quando eu lia os jornais israelenses, só havia notícias ruins: ataques terroristas, ameaças de guerrra, dificuldades econômicas, divergências políticas, pressões dos europeus e americanos, etc. Neste jornal, as notícias são muito melhores: os judeus são donos dos bancos, controlam a mídia, dominam o mundo...".





As 10 maiores mentiras sobre Israel



MENTIRA # 1
Israel foi criado por culpa européia sobre o Holocausto nazista. Por que os palestinos devem pagar o preço ?

Três mil anos antes do Holocausto, antes que houvesse um Império Romano, os reis de Israel e dos profetas caminharam pelas ruas de Jerusalém. O mundo inteiro sabe que Isaías não falava suas profecias de Portugal, nem as lamentações de Jeremias da França. Reverenciado por seu povo, Jerusalém é mencionada nas Escrituras Hebraicas 600 vezes - mas nenhuma vez no Corão. Durante o exílio de 2.000 anos houve presença judaica contínua na Terra Santa, assim como no renascimento moderno de Israel a partir de 1800. Sempre existiu uma maioria judaica, muitos anos antes do nazismo

Depois do Holocausto, cerca de 200.000 sobreviventes encontraram refúgio no Estado judeu, criado por uma votação de dois terços das Nações Unidas em 1947. Logo 800.000 judeus que fugiam da perseguição em países árabes chegaram. Nas décadas seguintes, Israel absorveu um milhão de imigrantes da União Soviética e milhares de judeus etíopes. Hoje, longe de ter um vestígio de culpa ou do colonialismo europeu, Israel é uma sociedade diversa, cosmopolita, cumprindo o velho sonho da viagem de um povo, Retorno a Zion, sua antiga pátria.

MENTIRA # 2
Se Israel tivesse se retirado em 1967 e voltado as antigas fronteiras, a paz teria vindo há muito tempo.

Desde 1967, Israel vem dando "terra por paz". Em consequência da visita do presidente egípcio Sadat a Jerusalem em 1977 e aos Acordos de Paz de Camp David, Israel retirou-se da vasta península do Sinai e fez as pazes com o Egito .
Em 1995, a Jordânia assinou um tratado de paz com Israel, mas nem os palestinos e nem os outros países árabes o fizeram.
Em 1993, Israel assinou os Acordos de Oslo e cedeu o controle administrativo da Cisjordânia para a Autoridade Palestina (antiga OLP). A AP nunca cumpriu sua promessa de acabar com os ataques da propaganda e da chamada Carta Nacional Palestina para a destruição de Israel.

Em 2000, o primeiro-ministro Barak ofereceu a Yasser Arafat a soberania total sobre 97% da Cisjordânia, um corredor para Gaza, e uma capital na seção árabe de Jerusalém. Arafat disse NÃO. Em 2005, o primeiro-ministro Sharon retirou unilateralmente Israel da Faixa de Gaza. Tomada por terroristas do Hamas, eles desmontaram as comunidades judaicas e transformaram os locais em bases de lançamento de ataques suicidas e jogaram mais de 8.000 foguetes contra Israel . Em 2010, o primeiro-ministro Netanyahu renovou as ofertas de negociações incondicionais para a criação de um Estado palestino, mas os palestinos recusaram, exigindo mais concessões unilaterais israelenses, incluindo o congelamento total de todas as construções israelenses em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.

MENTIRA # 3
Israel é a principal pedra no caminho para alcançar uma solução de dois Estados.

Os próprios palestinos são a pedra no caminho para alcançar uma solução de dois Estados. Com quem Israel deve negociar? Com o presidente Abbas, que, durante quatro anos, foi barrado pelo Hamas e não pode visitar 1,5 milhões de eleitores em Gaza? Com a Autoridade Palestina, que continua a glorificar os terroristas e prega o ódio em seu sistema educacional e de mídia? Com o Hamas, cujos dirigentes a serviço do Iran negam o Holocausto e usam da retórica jihadista fanática para tentar a destruição de Israel?

Hoje, enquanto o Estado de Israel está preparado para reconhecer todos os Estados árabes, seculares ou muçulmanos, estes mesmos estados obstinadamente se recusam a reconhecer Israel como um Estado judeu e ainda procuram "o direito de retorno" de cinco milhões de chamadas palestinos "refugiados" - para dentro de Israel, uma garantia segura para a sua destruição.

MENTIRA # 4
O Iran nuclear, e não Israel , é a maior ameaça à paz

Embora nunca tenha sido reconhecido por Jerusalém, é geralmente assumido que Israel tem armas nucleares. Mas, ao contrário do Paquistão, Índia e Coréia do Norte, Israel nunca fez testes nucleares. Em 1973, quando a sua própria sobrevivência foi ameaçada pela guerra do Yom Kippur , muitos acreditavam que Israel usaria armas nucleares - mas isso não aconteceu. Embora Israel nunca tenha ameaçado ninguém, mulás de Teerã ameaçam diariamente "varrer Israel do mapa." Os EUA e a Europa podem se dar ao luxo e esperar para ver o que o regime iraniano fará com suas ambições nucleares. Mas Israel não pode. Ela está na linha de frente e se lembra todos os dias o preço que o povo judeu pagou por não ter acreditado em Hitler. Israel não está preparado para sacrificar mais seis milhões de judeus no altar da indiferença do mundo.

Mentira # 5
Israel é um estado de apartheid e merece boicotes internacionais e Sanções.

Em ambos os lados do Atlântico, grupos religiosos, acadêmicos e sindicatos estão conduzindo um boicote enganoso e muitas vezes anti-semita, dizem que os judeus fazem um "apartheid" em Israel.

A verdade é que, diferentemente do apartheid na África do Sul, Israel é um Estado democrático. Sua minoria árabe desfruta de todos os direitos políticos, econômicos e religiosos e das liberdades de cidadania, incluindo a eleição dos membros de sua escolha para o Knesset (Parlamento). Os árabes israelenses e palestinos têm acesso a Suprema Corte de Israel. Em contraste, nenhum judeu pode ser proprietária de imóvel na Jordânia, nenhum cristão ou judeu pode visitar locais sagrados do Islã na Arábia Saudita.

Mentira # 6
Os planos para construir mais 1.600 casas em Jerusalém Oriental provam que Israel quer "judaizar" a cidade santa.

Os inimigos de Israel, exploram esta questão falsa. Jerusalém é santa para três grandes religiões. Sua população diversificada inclui uma maioria judaica e as minorias muçulmanas e cristãs. Desde 1967, pela primeira vez na história, há plena liberdade de religião para todos os credos em Jerusalém. Muçulmanos e cristãos administram seus próprios locais sagrados. Na verdade, aos muçulmanos é permitido controlar o Monte do Templo de Jerusalém, embora ele repouse sobre o templo de Salomão e é sagrado para judeus e muçulmanos.

Enquanto isso, o município de Jerusalém deve atender às necessidades de uma cidade em crescimento moderno. O anúncio, durante a visita do vice-presidente Biden, de 1.600 novos apartamentos em Ramat Shlomo, não era sobre os bairros árabes em Jerusalém Oriental, mas de um bairro densamente povoado por judeus no norte de Jerusalém, onde 250 mil judeus vivem (quase o mesmo população em Newark, NJ) - uma área que nunca será abandonada por Israel.

MENTIRA # 7
Políticas de Israel colocam em perigo os soldados dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

A acusação de que tropas de Israel põe em risco os EUA no Iraque ou na região AF-Pak é uma atualização do antigo "facada nas costas" mentira que os judeus sempre traem seus amigos, e o jorro de difamação feito por Henry Ford e os Protocolos dos Sábios de Zion que "os judeus são os pais de todas as guerras."

O general Petraeus afirmou que Israel é um parceiro estratégico para os EUA e que seus comentários anteriores que ligam a segurança das tropas dos EUA na região a um acordo de paz entre israelenses e palestinos (que dois terços dos israelenses querem) foram retiradas do contexto . Uma resolução do conflito palestino-israelense iria beneficiar a todos, incluindo os EUA mas impor um retorno ao que Abba Eban chamava de "fronteiras de Auschwitz 67" poria em perigo a sobrevivência de Israel e, finalmente, seria desastroso para os interesses americanos e credibilidade no mundo.

MENTIRA # 8
Políticas de Israel são a causa do anti-semitismo.

Desde a Inquisição e os pogroms, mais o assassinato de 6.000.000 de judeus pelos nazistas, a história prova que o ódio aos judeus existiu em escala global antes da criação do Estado de Israel. Em 2010, ele continuaria a existir, mesmo se Israel não tivesse sido criado. Por exemplo, uma pesquisa indica que 40% dos europeus culpam a recente crise econômica global porque os "judeus tem muito poder econômico", uma ficção que não tem nada a ver com Israel.

O conflito não solucionado palestino-israelense agrava as tensões entre muçulmanos e judeus, mas não é a raiz da causa . Durante a Segunda Guerra Mundial, o Grande Mufti de Jerusalém, um antissemita notório, ajudou os nazistas a organizar a 13 ª Divisão SS, composta de muçulmanos. Infelizmente, além da referência respeitosa aos patriarcas e profetas judeus, o Alcorão também contém virulentos estereótipos anti-semitas que são amplamente invocado por extremistas islâmicos, incluindo o Hezbollah (cujos agentes explodiram o Centro da Comunidade Judaica em Buenos Aires em 1994), para justificar assassinar os judeus do mundo inteiro. O desaparecimento de Israel só iria encorajar violentos odiadores de judeus em toda parte.

MENTIRA # 9
Israel, não o Hamas, é o responsável pela "catástrofe humanitária" em Gaza. Goldstone estava certo quando denunciou que Israel era culpado de crimes de guerra contra civis.

O relatório Goldstone sobre a guerra de defesa de Israel contra Gaza controlada pelo Hamas, de que 8.000 foguetes foram lançados após a retirada unilateral de Israel em 2005, é um produto do conselho dos direitos humanos da ONU. O mesmo que está obcecado com as falsas resoluções anti-Israel. Ele se recusa a tratar de abusos graves dos direitos humanos no Irão, a Coreia do Norte, Sudão, Arábia Saudita, Cuba e outros. Para eles só Israel comete abusos, claro uma visão antissemita.

Confrontado com ataques semelhantes, cada estado membro da ONU, incluindo os EUA e o Canadá certamente teriam agido de forma mais agressiva que as IDFs fizeram em Gaza.

No entanto, Richard Goldstone, um jurista Sul Africano judeu, assinou um documento preparado por pesquisadores cuja qualificação principal foi o viés raivoso e anti-Israel . Ele aceitou todos os anónimos que difamaram as IDFs. Mas ele insistiu que as audiências em Gaza poderiam ser televisionadas, os palestinos jamais falariam a verdade sabendo que o hamas estaria vendo. O professor de Harvard Alan Dershowitz denunciou o Relatório Goldstone como um "libelo de sangue" moderno onde acusam soldados israelenses por crimes que nunca cometeram.

MENTIRA # 10
A única esperança para a paz é um estado binacional, eliminando o Estado judeu de Israel.

A solução de um Estado, promovido pelos acadêmicos, é um binacional, que eliminaria a pátria judaica. Com efeito, o mundo está exigindo que Israel, do tamanho de Nova Jersey, encolha ainda mais, ao aceitar uma solução de três Estados: um Estado-AP na Cisjordânia e um estado terrorista do Hamas com 1,5 milhão de palestinos em Gaza. Tudo isso, com o Hezbollah, aliado do Irã no Líbano, e os estoque de 50.000 foguetes, ameaçando Israel

Em 2010, a maioria dos especialistas em Oriente Médio acreditam que a única esperança para a paz duradoura é de dois Estados com fronteiras definidas . Mas muitos diplomatas, especialistas, acadêmicos e líderes da igreja ignoram o fato de que as pesquisas atuais mostram que enquanto a maioria dos israelenses é favorável a uma solução de dois Estados, a maioria dos palestinos continuam a se opor.

Centro Simon Wisenthal - Tradução: José Antonio Pirs Huff




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Lendária Força Aérea Israelense

Neste post mostramos a história da força aérea israelense em suas diversas épocas.

 

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Parte 5

terça-feira, 27 de julho de 2010

Turismo em Israel–Record

landscape_1

O guia turístico israelense Yossi Weiss estava levando dois ônibus cheios de peregrinos cristãos americanos para uma excursão na Cidade Velha de Jerusalém, foi quando ele percebeu como era difícil se movimentar pelo local. O Bairro Judeu estava tão cheio e movimentada, e era apenas uma segunda-feira. Foi um sinal do ano recorde no turismo que Israel está tendo. No primeiro semestre de 2010, cerca de 1,6 milhões de turistas visitaram Israel, estabelecendo um novo recorde, segundo o Ministério do Turismo israelense. Constituiu um aumento de 39 por cento durante o mesmo período de 2009, e um aumento de 10 por cento do primeiro semestre de 2008, ano do recorde anterior de Israel para o turismo. “Este é um país que cada pessoa no mundo tem uma motivação para a visita”, disse Ami Etgar, diretor-geral do Israel Incoming Tour Operators Association.

Especialistas do setor atribuem boom do turismo de Israel a vários fatores:

Haifa`3
* Israel mudou sua política de aviação para permitir que mais companhias aéreas cheguem ao país.
* O mercado evangélico está crescendo. 75 por cento dos visitantes não são judeus, e 35 por cento, definem-se como peregrinos.
* Os russos estão mais próximos, em parte porque Israel suspendeu a exigência de visto para os viajantes da Rússia em 2008.

Eilat
* Trânsito Turismo da América Latina, particularmente no Brasil, aumentou drasticamente. Uma nova rota El Al estabelecida entre Tel Aviv e São Paulo ajudou a trazer mais visitantes da América do Sul.

O aumento dos turistas também tem beneficiado a economia palestina através do envio de visitantes para as cidades da Cisjordânia, Belém e Jericó.

fonte: Cambici

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A Hipocrisia da “ Ajuda Humanitária para Gaza “

 

Bloqueio Naval, segundo o Dicionário Aurélio, é um “cerco ou operação militar com que se procura cortar a um porto as comunicações com o exterior”.

Mesmo que o propósito da “frota da amizade para Gaza” fosse apenas humanitário (?), teria que se submeter a uma completa vistoria dos bloqueadores, até para provar as suas boas intenções e a sua isenção. Se não o fizesse, estaria mostrando claramente seu desejo de driblar o bloqueio naval, seja para esconder alguma coisa ou, simplesmente, para desafiar e provocar desnecessariamente os bloqueadores, sem a menor chance de sucesso. Guerra é assunto sério. Não é um palco para que alguns tenham seus dez minutos de fama na televisão, bancando de pseudo-heróis de araque. Tampouco é lugar para levar crianças para um “passeinho”, como foi feito.

Falando em forma genérica, que bloqueio que se preze seria esse se fosse “furado” por qualquer tipo de embarcação não autorizada pelos responsáveis do bloqueio? Se Israel os tivesse deixado passar, seria motivo de chacota e total desrespeito dos seus inimigos.

Tendo sido alertados inúmeras vezes pelos israelenses, que não deveriam tentar “furar” o bloqueio naval imposto a Gaza (ao Hamas na realidade) e ainda, dispondo de meios legais e aprovados por Israel (Cruz Vermelha Internacional e N.U.) para fazer chegar a tal possível ajuda humanitária, os ativistas, ao desafiar e enfrentar a Marinha Israelense, apenas deixaram escancaradas as suas reais intenções de arrastar Israel a um confronto, criando um cenário teatral para uma farsa internacional de péssimo gosto.

Quanto à abordagem israelense em águas internacionais, a mesma está amparada na Lei Internacional pelo Tratado de San Remo, de 1920(*), que permite abordar navios, mesmo em águas internacionais, que tentam atravessar bloqueios marítimos à revelia.

Obviamente que é para lamentar a morte dos nove cidadãos turcos, que só aconteceu porque eles tomaram a decisão de arriscar suas vidas, desafiando deliberadamente as forças militares israelenses. Eles mesmos declararam, antes de embarcar na Turquia, que queriam ser mártires. Atentem para o fato fundamental que os soldados da abordagem só atiraram depois de terem sido atacados e já correndo real perigo de vida, evidenciado até nas filmagens feitas pelos próprios ativistas. Não teria havido mortos nem feridos se os soldados não tivessem sido atacados.

A reação israelense à tentativa de quebrar o bloqueio foi mínima, a pesar dos mortos e feridos de ambos os lados, já que em outros tempos, em 1946 mais precisamente, a “gloriosa” marinha inglesa atacou com seus canhões desde longe e quase afundou um navio de passageiros realmente civis, de judeus sobreviventes dos campos de concentração que tentavam chegar às costas de Israel para reconstruir suas vidas. Mas havia um bloqueio naval inglês tentando impedir a chegada dos sobreviventes, para atender aos pedidos dos árabes. Naquele incidente houve uma enormidade de mortos e feridos, todos civis, a bordo do navio que tentava atravessar o bloqueio britânico. Esta é a forma clássica de dissuadir os navios que tentam quebrar um bloqueio naval: o afundamento com tiros de canhão, desde longe, para não correr riscos. Obviamente que Israel não fez nem fará uma coisa dessas, até porque não interessa que sejam perdidos os mantimentos realmente necessários para a população civil de Gaza e que não representem perigo potencial nas mãos do Hamas.

(*) O manual de San Remo, da Cruz Vermelha, que reúne as principais convenções da lei internacional usadas na questão de conflitos no mar diz que:

SECTION V : NEUTRAL MERCHANT VESSELS AND CIVIL AIRCRAFT
Neutral merchant vessels
67. Merchant vessels flying the flag of neutral States may not be attacked unless they:
(a) are believed on reasonable grounds to be carrying contraband or breaching a blockade, and after prior warning they intentionally and clearly refuse to stop, or intentionally and clearly resist visit, search or capture;
(b) engage in belligerent acts on behalf of the enemy;
(c) act as auxiliaries to the enemy s armed forces;
(d) are incorporated into or assist the enemy s intelligence system;
(e) sail under convoy of enemy warships or military aircraft; or
(f) otherwise make an effective contribution to the enemy s military action, e.g., by carrying military materials, and it is not feasible for the attacking forces to first place passengers and crew in a place of safety. Unless circumstances do not permit, they are to be given a warning, so that they can re-route, off-load, or take other precautions.

Todos os items validam a ação israelense, assim como legitimam a reação dos soldados, mas aqueles em negrito são os particularmente relevantes: eles são suspeitos BEM razoáveis, anunciaram a intenção de violar o bloqueio antecipadamente, foram avisados e oferecidos uma alternativa de rota e para descarregar e rejeitaram os avisos.

Sérgio Sinenberg

O Governo Turco apoiou a Flotilha

ISTAMBUL - A frota de ajuda humanitária da Turquia que tentava furar o bloqueio de Gaza e que foi atacada pelos militares de Israel no dia 31 de maio teve o apoio de importantes figuras do partido governante turco, disseram diplomatas e funcionários do governo turco ao jornal americano New York Times.

A fundação responsável pela Frota da Liberdade, a Fundação para a Ajuda Humanitária, também conhecida como IHH, foi acusada por Israel e pelo Ocidente de levar equipamentos para grupos terroristas. Na Turquia, porém, o grupo ajudou o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, a conseguir apoio de setores muçulmanos conservadores para as próximas eleições e melhorar a imagem do país no mundo árabe.

Segundo um funcionário do governo turco, até dez parlamentares do partido de Erdogan, o Partido Justiça e Desenvolvimento (AK, na sigla em turco), consideraram viajar junto com a Frota da Liberdade, mas desistiram na última hora devido a avisos da chancelaria preocupados com a tensão que a presença deles no navio poderia causar. A fonte falou sob condição de anonimato.

O ataque de Israel à frota causou uma racha nas relações diplomáticas do país com a Turquia e elevou preocupações dos EUA e da Europa a respeito dos turcos estarem firmando alianças mais firmes com o mundo árabe.

A Turquia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), avisou que as relações de cooperação com Israel poderiam ser estremecidas permanentemente caso Israel não se desculpasse pela abordagem contra a frota e aceitasse uma investigação internacional sobre o ocorrido. O Estado judeu, porém, não adotou nenhuma dessas demandas e alega que seus militares agiram em defesa própria, já que os navios tentavam furar o "bloqueio legítimo" a Gaza.

Segundo especialistas, a frota fortaleceu a confiança dos países árabes em Erdogan em um momento no qual as esperanças turcas de se unir à União Europeia diminuem. "O governo poderia ter impedido o navio se quisesse, mas a missão a Gaza serviu tanto a IH quanto à Turquia, tornando ambos heróis do mundo árabe", disse Ercan Citlioglu, especialista em terrorismo da Universidade de Bahcesehir, em Istambul.

O governo turco diz que a missão operou independentemente e que seus organizadores se recusaram a desistir dos planos de furar o bloqueio a Gaza, apesar dos pedidos governamentais. Segundo as autoridades, elas não tinham poder legal para impedir o trabalho de uma organização privada de caridade.

Até 21 das pessoas a bordo do navio tiveram ou têm ligações com o AK. Em janeiro, Mural Mercan, chefe do Comitê de Assuntos Externos do Parlamento turco e membro do partido governante, se juntou a um comboio de ajuda a Gaza que tentou transpor a passagem de Rafah, na fronteira do território palestino com o Egito. Outros membros do partido também já participaram de missões de ajuda a Gaza.

Essas missões refletem a ligação entre o AK e a IHH. Ambos estão envolvidos em um trabalho de ajuda motivados pela religião islâmica. Muitos dos 60 mil membros da organização vêm de uma classe de mercadores religiosos que ajudou Erdogan a chegar ao poder.

A Turquia liderou as reações contra o ataque de Israel à frota, que deixou nove ativistas mortos. Uma série de atritos se instaurou entre os turcos e Israel depois do ocorrido, e os países árabes, principalmente, condenaram a ação. A abordagem também de início a uma forte pressão da comunidade internacional sobre o Estado judeu para que o bloqueio contra Gaza fosse levantado.

Israel cedeu a essas pressões e reviu algumas regras do embargo, mantido sobre o território palestinos desde 2007, quando o grupo militante palestino Hamas tomou o controle da área a força.

Como vemos mais uma vez os islâmicos mentiram e a esquerda raivosa mundial atcou Israel com mais uma mentira. A verdade demora, mas aparece.

domingo, 11 de julho de 2010

Humor sobre os terroristas do Oriente Médio

Neste video com legendas em portugues uma sátira dos governantes dos sírios, iranianos e turcos.
É para mostrar aos nossos antissemitas o ridiculo que eles passam ao apoiar essa gente

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO  

^