terça-feira, 28 de abril de 2009
O Islamismo e as crianças
O islamismo e as crianças Autor: Robson T. Fernandes Em julho de 2004 a TV inglesa Sky News mostrou crianças muçulmanas que são treinadas para seqüestrar israelenses e roubar seus carros, usar armas, montar emboscadas e confeccionar explosivos. E mais, ao final do curso as crianças receberiam um diploma. (Mark Lorey, Child Soldiers: Care & Protection of Children in Emergencies, A Field Guide, Save the Children Foundation, 2001. Disponível em: http://www.savethechildren.org/publications/technical-resources/emergencies-protection/ChildSoldiersFieldGuide.pdf.) Esse é o reflexo da religião que se apresenta como sendo pacífica, o islamismo, apregoando a maior de todas as mentiras: “O islã é paz”. O islã nunca foi pacífico, e em toda a sua história quando seus seguidores não estavam em guerra contra os infiéis estavam guerreando contra seus próprios irmãos, muçulmano contra muçulmano. Entendemos que nem todo muçulmano é terrorista, pois existem muitos muçulmanos que anelam a paz, desejando-a profundamente, todavia, essa não é a razão de existir do islamismo, pois como o próprio Corão afirma: "Aqueles que guerreiem pela causa de Alá, aqueles dispostos a sacrificar a vida presente pela vida futura, pois a quem guerrear pela causa de Alá, quer perca, quer vença, Alá concederá magnífica recompensa". Corão 8:39 - 41
No dia 22 de outubro de 2008 o site do Ministério Portas Abertas publicou uma notícia acerca de dois meninos no Egito, Mario Medhat Ramses e Andrew Medhat Ramses, que em um exame escolar deveriam responder a algumas perguntas que resultariam em sua conversão ao Islã. Os garotos recusaram se converter ao islã e se posicionaram como cristãos, escrevendo no exame: “eu sou cristão”.
O resultado é que agora estão condenados pelas leis egípcias, islâmicas, a “enfrentar um futuro sem educação”, apesar de serem “classificados como estudantes "brilhantes" no Liceu de Alexandria”. (www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=3755).
Sam Grace, Ministério da Educação do Egito, disse o seguinte:
"A lei religiosa islâmica que foi adotada pelo governo civil no Egito requer que as crianças sigam a fé de qualquer pai que se converta ao islã, uma vez que o islã é visto como uma religião superior que abrigou todas as outras religiões".
(www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=3755)
Essa situação é muito comum no mundo muçulmano, entretanto, esse não é o maior dos problemas que afligem as crianças no mundo islâmico.
Segundo Matthias Kuntzel, analista político alemão radicado em Hamburgo, durante a guerra Irã x Iraque, o aiatolá Khomeini comprou 500.000 chaves de plástico em Taiwan que tinham o significado simbólico de abrir as portas do paraíso, pois tais chaves foram colocadas penduradas nos pescoços de crianças com cerca de doze anos de idade, envoltas em lençóis, que iriam rolando pelo chão abrindo caminho rumo ao inimigo em campos minados, explodindo os próprios corpos e deixando a passagem livre para os soldados iranianos.
Para que os lençóis? Para que os corpos das crianças despedaçados pelas minas não se espalhassem muito e pudessem ser recolhidos para serem enterradas, em nome do islamismo.
Para o aiatolá essas chaves abririam as portas do paraíso para essas crianças-mártires que foram brutalmente assassinadas em nome do islamismo.
No Ettelaat (diário semi-oficial iraniano) encontramos os seguintes relatos:
"No passado [ou seja, na guerra contra o Iraque] tínhamos meninos voluntários de 12 a 17 anos. Iam aos campos sulcados de minas. Seus olhos não viam nada. Seus ouvidos não escutavam nada. E logo, um momento depois, se viam nuvens de poeira. Quando o pó sedimentava, já não se os distinguia mais. Extensamente esparramados no campo, ficavam porções de carne fumegante e pedaços de ossos".
"Antes de entrar nos campos minados as crianças começaram a se enrolar em cobertores. Depois rodavam sobre a terra, de modo que as partes de seus corpos pudessem ser conservadas em grande parte juntas após a explosão e transportadas para uma tumba".
Bem, para quem pensa que isso se trata de dados do passado, é importante destacar que as criança-bomba e crianças-terroristas têm sido treinadas e doutrinadas no Irã pelo atual presidente, Mahmoud Ahmadinejad.
As crianças utilizadas nesse “projeto” fazem parte do Basiji Mostazafan (Mobilização dos Oprimidos) e têm entre doze e dezessete anos de idade, utilizam uma faixa vermelha na testa e são em sua esmagadora maioria analfabetas.
Segundo Marcos Aguinis, que é escritor, conferencista, médico psicanalista e ex-ministro da Cultura da Argentina, a tática empregada pelos Basiji é a seguinte:
“Avançam contra o inimigo em cerradas formações. Não importa se receberão balas, obuses, granadas ou bombas, ou se voarão com a explosão de uma mina. O importante é avançar sempre, pisar os restos dos camaradas que caíram antes e seguir adiante, onda após onda. Uma vez que as tropas inimigas começam a se abrir ou a decair, então marcham os guardas revolucionários. É impressionante o testemunho de um oficial iraquiano quando confessou: "Vinham em densos grupos, agitando os punhos. Alguém pode disparar contra a primeira onda de crianças; depois, contra a segunda. Mas chega um momento em que a pilha de cadáveres amontoados te faz gritar, com vontade de atirar longe tua arma. São seres humanos, antes de tudo!". Nos três primeiros anos dessa guerra que durou oito, calcula-se que 450.000 crianças foram enviadas à frente de batalha.”
Em novembro de 2007 o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, iniciou a Semana Basiji com a presença de aproximadamente nove milhões de Basiji, o que correspondia, na época, a 12% da população daquele país.
Em julho de 2006 Israel bombardeou uma fábrica de armamentos muçulmanos. Na verdade, uma fábrica de crianças-bomba. Ali, as crianças islâmicas assistiam vídeos que negavam o holocausto, ingeriam doses maciças de dinamites, gasolina e estilhaços, colocados na sopa, para que se transformassem em verdadeiras bombas ambulantes.
Em 2005 uma criança muçulmana de 12 anos de idade se explodiu em Kirkuk (Iraque), ao carregar uma bomba na cintura, com o intuito de matar o chefe de polícia local, o General Khattab Abdallah Areb.
O grupo terrorista Hamas criou um site dedicado às crianças, no qual louva a violência contra os não muçulmanos e a morte em nome de Allah.
O site (http://alfatehmag.net/), cujo nome é Al Fateh, e que significa “O conquistador” contém a história dos “shahids” (homens-bomba); Contém incentivos aos ataques contra Israel, que são celebrados; Homenagens a terroristas como Nazim Djabari, que em um ato de terrorismo assassinou dezesseis pessoas em Bersheva, no ano de 2004; Contém o testemunho de uma mãe que ao saber que seu filho tornou-se um mártir comprou café e guloseimas para comemorar o fato com uma festa; Contém desenhos de violências terroristas e poemas que louvam o combate, Jihad (Guerra Santa) e a Shahada (morte em nome de Allah); Contém citações contra Israel chamando-o de “ladrão e invasor”; E possibilita a obtenção de informações sobre crianças envolvidas na Intifada (combate muçulmano contra a ocupação de Israel na Cisjordânia e Faixa de Gaza).
A grande maioria da população se pergunta por que usar crianças em uma tarefa que para um adulto já é uma insanidade. Pois bem, Mark Lorey revela algumas razões que são apresentadas por tais grupos terroristas:
“Por uma pluralidade de razões as crianças são recrutadas e usadas por grupos armados em todo mundo—tanto por governos quanto por oposições. Geralmente, é mais fácil seqüestrar, dominar e manipular crianças do que adultos. As crianças são mais suscetíveis e vulneráveis à doutrinação. Podem aprender rapidamente a executar tarefas e desenvolver habilidades e, no campo de batalha, podem ser rápidas e ágeis. Estão mais dispostas a correr riscos do que os adultos. As crianças são vistas como mais leais e menos ameaçadoras à liderança adulta. Para crianças, é mais fácil esgueirarem-se através das linhas inimigas sem serem percebidas, o que as torna
eficazes como espiãs e transportadoras de bombas. As crianças costumam ser consideradas força de trabalho barata e descartável; exigem menos alimento e nenhum pagamento. Além disso, o uso de crianças soldados pode apresentar ao inimigo um dilema moral: devem matar crianças?”
“Crianças terroristas têm sido empregadas por diversos grupos, inclusive a al-Qaeda, Hamas, Jihad Islâmica Palestina, Exército de Libertação Nacional, (ELN), FARC e LTTE. Singer observa que “grupos como Hamas e a Jihad Islâmica Palestina atraíram crianças para o jogo do terrorismo. Desde 2000, conforme a revista Time, mais de 30 bombardeios suicidas foram levados a efeito por crianças e um grande número de crianças e adolescentes terroristas da al-Qaeda ficou detido na prisão militar dos Estados Unidos, na Baía de Guantánamo, nas instalações especiais de ‘Campo Iguana’”.”
(http://www.airpower.maxwell.af.mil/apjinternational/apj-p/2008/3tri08/sullivan.htm)
Corão 4:74
"Combatei-os até o fim da guerra e prevalecer totalmente o Islã. Porém se eles se converterem ao Islã, saibam que Alá vê tudo o quanto fazem. Mas, no caso deles se recusarem a se converterem ao Islã, sabei que Alá é seu protetor. Que excelente protetor e socorredor! E sabei que de tudo o que pilhares dos despojos, a quinta parte pertence ao líder muçulmano, aos descendentes de Maomé, aos órfãos, viúvas e deficientes que sejam maomos. Se fordes crentes em Alá e no que foi revelado a Maomé, no dia da batalha em que se enfrentaram os dois grupos, sabeis que Alá é onipotente".
Postado por Toni às 08:50 0 comentários
Marcadores: Religião
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As chaves de plástico - O que Ahmadinejad fez
Quando Freud publicou suas pesquisas sobre a compulsão à morte provocou surpresa e até rejeição. Ele se referia ao que não é muito evidente na complexa fisiologia mental e oferecia inúmeras provas sobre suas descobertas.
Atualmente, a humanidade ainda não percebeu que a compulsão à morte, ainda que seja universal, infectou profundamente o Irã.
Uma das tarefas mais cruéis que se lhes determinaram foi limpar estradas e campos minados pelas tropas de Saddam Hussein. Os meninos avançavam, fazendo-as explodir com seus corpos. Assim, depois os soldados podiam entrar, com segurança.
O diário semi-oficial iraniano Ettelaat comenta que os meninos, entre 12 e 17 anos íam aos campos minados e logo depois, se viam nuvens de poeira.
Estas crianças pertenciam aos Basiji Mostazafan(Mobilizaçao dos Oprimidos), organização criada por Khomeini e da qual o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é um instrutor. Os Basiji superam a arrepiante Juventude Hitlerista por seu fanático amor à morte. É uma milícia de centenas de milhares de voluntários dispostos a ir com júbilo até sua própria destruição.
Antes de usar crianças, Khomeini até tentou usar burros e cavalos. Mas os burros e cavalos fugiam aterrorizados através dos campos.
Atualmete, os Basiji incorporam também gente de mais idade. Agora são usados como forças de choque contra qualquer protesto antigovernamental. Muitos desses adultos, com mais de 45 anos, são analfabetos e sem preparo militar. A única coisa que aprendem é a glória do martírio. Cada um possui uma faixa vermelho-sangue, que exibe a vontade de morrer. Eles foram utilizados contra os levantes estudantis de 1999 e 2003.
A tática empregada pelos Basiji na guerra é o ataque por ondas. Avançam contra o inimigo em cerradas formações. Não importa se receberão balas, granadas ou bombas, ou se voarão com a explosão de uma mina. O que importa é avançar sempre, em ondas, pisando o resto de companheiros que caíram. Com a queda das tropas inimigas, os guardas revolucionárias avançam. Nos três primeiros anos dessa guerra que durou oito, calcula-se que 450.000 crianças foram enviadas à frente de batalha.
Khomeini dizia que para acelerar o retorno de Mahdi(equivalente ao Messias dos judeus ou a segunda vinda de Cristo para os cristãos) é preciso lutar ferozmente contra o mal, que é a modernidade, com seus direitos individuais, a sensualidade, o pensamento racional paralelo à fé e o inaceitável pluralismo de idéias.
Em novembro de 2006, o presidente Ahmadinejad promoveu a Semana Basiji. Os dados assinalam que cerca de 9 milhões de Basiji, 12% da população, se manifestou a favor do presidente. Ele até proibiu música clássica nas emissoras oficiais, por considerá-la imoral. Sua posição apocalíptica foi mostrada numa entrevista pela TV, quando declarou que não há nada mais belo do que o martírio.
Clique para ver video sobre as crianças
Postado por Toni às 19:43 0 comentários
Marcadores: Iran
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[entrada da Yeshivá de Lublin]
De lá, viajamos até Majdanek (leia-se Maydanek). Na verdade, dizer que viajamos é um exagero, já que o campo de concentração e extermínio ficava a poucos kilometros da cidade de Lublin, fato que nos impressionou: as pessoas estavam muito próximas e podiam ver de suas casas na cidade o que ocorria no campo e, ainda assim, o terror e a destruição eram diários lá.
Postado por Toni às 15:32 0 comentários
Marcadores: Viagem
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“Como vivo em Israel, em meio à maléfica efervescência do fundamentalismo muçulmano, não resisti à tentação de traduzir e trazer aos leitores um artigo do jornalista inglês Geoff D. Porter, sobre como até o futebol está sendo contaminado pela fúria do fanatismo islâmico. O artigo, cujo título original é ‘D-us é a regra’, foi publicado no jornal International Herald Tribune, em 17 de outubro de 2005”. David Tabacof
“Fatwas, a opinião legal proclamada por estudiosos islâmicos, têm proliferado muito no mundo muçulmano, a partir dos anos 80, graças ao aumento da alfabetização e do uso da internet. O aumento do número de fatwas, algumas bastante contraditórias e que levou a um debate sobre quem tem autoridade legítima para publicá-las, está alarmando alguns governos no Oriente Médio, já que estes decretos às vezes desafiam ou contradizem interpretações do Islã sancionadas pelo Estado. Criticar fatwas que tocam em assuntos controvertidos como o direito de matar infiéis pode ser perigoso para funcionários públicos de países muçulmanos. Assim, o governo da Arábia Saudita está tentando uma tática diferente com respeito àquilo que chama de “fatwas prejudiciais”. O objetivo é estabelecer duras regras para impedir abusos e tentar definir quem pode, ou não pode, emitir estas “opiniões legais”. Recentemente o jornal semi-oficial saudita El Watan publicou a história de um jovem atleta árabe que incorporou-se à Jihad no Iraque sob a influência de uma fatwa proibindo os jogadores de futebol de praticar o esporte obedecendo às regras internacionais. O jornal também republicou a fatwa que copiou de um website islâmico. Abaixo, partes da fatwa que traduzi. (Geoff Porter – DT2).
Em nome de D-us, o misericordioso e benevolente:
1. Não respeite as 4 linhas que limitam o campo, porque estas são regras internacionais inventadas por hereges.
2. Hereges e politeístas como gol, falta, pênalti, escanteio, devem ser abandonados e não usados. Quem os usar deve ser punido, suspenso e expulso de campo. Deve se dizer ao “infrator”: você imitou os hereges e politeístas e isto é proibido.
3. Não grite “falta” e pare o jogo se alguém cair com dores na mão ou no pé ou se a bola tocar na mão, e não produza cartão amarelo ou vermelho para quem seja o responsável por tais “faltas”. Em vez disto, julgue-o de acordo com as leis da Shaharia (leis muçulmanas).
4. Não siga os hereges, os judeus, os cristãos e, especialmente, os diabólicos americanos no que diz respeito ao número de jogadores. Ponha ou retire quantos jogadores quiser.
5. Jogue em suas roupas normais, pijamas ou algo parecido. Nada de camisetas coloridas e numeradas porque não são roupas dignas de um muçulmano. Estes uniformes são para hereges e ocidentais e você deve tomar cuidado em não imitá-los.
6. Se você cumpriu estas instruções e pretende jogar futebol, force o jogo com o corpo a fim de prepará-lo para quando for chamado pela Jihad Islâmica. Futebol não é um passatempo para ser jogado pela chamada emoção da “vitória”.
7. Não marque o tempo de jogo para 45 minutos (cada metade - DT) porque esta é a regra dos judeus, cristãos e todos os países hereges e ateus. Este tempo de jogo foi criado a fim de desviá-lo do passo dos justos.
8. Não jogue em dois meios tempos. Jogue em um ou três tempos a fim de diferenciá-lo da maneira como jogam os hereges, os politeístas, os corruptos e desobedientes.
9. Se nenhum time consegue vencer o outro, ou é “vitorioso” como dizem os hereges, ou se ninguém consegue colocar o pedaço de couro (deve ser a bola - DT) entre os postes, não acrescente tempo ou pênaltis até algum time ganhar. Não. Em vez disso, deixe o campo, já que vencer na prorrogação ou em pênaltis é o máximo em imitação dos hereges.
10. Quando você joga futebol, não aponte alguém para seguir o jogo, os chamados “juízes”; não há necessidade, já que você abandonou as tais regras internacionais de “faltas”, “pênaltis”, ”escanteio” etc. A sua presença (do juiz) seria uma imitação dos hereges judeus e cristãos e estaria seguindo as regras internacionais.
11. Não permita que grupos de jovens vão vê-lo jogar. Afinal, você está ali pelo esporte e pelo fortalecimento do corpo. Para que serve gente lhe olhando? Sua obrigação é fazê-los se juntar a você a fim de treinar o corpo para a Jihad. Você deve dizer: “Vão fazer proselitismo e procurar atos imorais nos mercados e nos deixem em paz com os nossos exercícios físicos”.
12. Quando você acabar de jogar, não fale e diga: “nós fomos melhores que os oponentes ou fulano jogou bem”. Em vez disso preocupe-se com sua força, seu estado físico, seus músculos e diga: “nós jogamos somente para treinar corrida, atacando e recuando a fim de nos prepararmos para a Jihad em nome de D-us, o grande”.
13. Você deve cuspir no rosto daqueles que quando colocam a bola no gol saem correndo para ser abraçado pelos companheiros como os jogadores na América ou na França. Você deve castigá-los e dar-lhes uma reprimenda porque qual é a relação entre celebrar, abraçar e beijar e o esporte sagrado que você está praticando?
Estas são algumas das condições e preceitos a fim de que os jovens não imitem, inadvertidamente, os hereges politeístas quando jogam futebol. O inferno espera os que morrem jogando futebol de acordo com as regras dos países hereges na liderança dos quais está a América“.
Olha aí, Ronaldinho Gaúcho, estas são as novas regras. (DT).
1. Fatwa ou fátua é a opinião legal ou ordenança dita em público ou publicada por um líder religiosos islâmico.
2. DT – David Tabacof
Texto gentilmente cedido pela Revista Shalom (www.comshalom.com.br), nº 393, traduzido por David Tabacof, de artigo publicado no International Herald Tribune (versão européia do New York Times) em 17/10/05.
Postado por Toni às 15:18 0 comentários
Marcadores: Antissemitismo
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Infelizmente moramos em um país que seus governantes, além de semi analfabetos gostam de bandidos. Terroristas italianos presenteados com o bolsa exilio, e imbecis internacionais recebidos com todas as pompas. Pobre Brasil, além de ser humilhado por indios andinos ainda quer ser amigo e fazer pactos com o agente do demonio. Onde vamos parar!
Postado por Toni às 15:02 0 comentários
Marcadores: Antissemitismo
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