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terça-feira, 28 de abril de 2009

Leia o que um jornalista árabe diz

Se você acredita no que noticia a maior parte da imprensa,
os Palestinos querem sua terra de volta e os muçulmanos
querem seus lugares santos de volta. Simples, não ?


Como jornalista árabe-americano que passou algum tempo
no Oriente Médio se esquivando de pedras e morteiros,
eu tenho que dizer que essas são DESCULPAS FRAUDULENTAS
para arrumar confusão, arruaça e roubo de terras.

Não é interessante lembrar que antes da guerra Árabe-Israelense
de 1967, NÃO HAVIA NENHUM MOVIMENTO SÉRIO para a criação
do estado da Palestina ?

Alguém diria "ah, mas isso foi antes dos Israelenses
capturarem a Velha Jerusalém e a margem oeste do rio
Jordão !"

Verdadeiro. Na guerra dos Seis Dias, Israel capturou
a Judéia, Samaria e a Velha Jerusalém. Mas eles não
capturaram esses territórios do Yasser Arafat. Eles capturaram
do rei Hussein da JORDÂNIA.

Assim sendo, por quê os Palestinos descobriram uma identidade
nacional SÓ DEPOIS de Israel ter vencido a guerra ?


A verdade é que Palestina NÃO EXISTE. Esse nome foi
usado pela primeira vez em 70 DC, quando os Romanos cometeram
genocídio contra os Judeus, destruíram o Templo e declararam
que ali não seria mais Israel.

Dali por diante, os Romanos disseram que ali seria conhecido
como Palestina. O nome é derivado de FILISTINOS, o povo
a qual o Golias bíblico pertencia e que foi vencido pelos Judeus séculos antes. Foi a maneira que os Romanos criaram para insultar os Judeus. Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, mas não conseguiram.


Palestina NUNCA EXISTIU - nem antes, nem depois - como
entidade autônoma. Aquele território foi governado alternadamente
por Romanos, cruzados Islâmicos e Cristãos, pelo Império
Otomano e, por pouco tempo, pelos Britânicos depois da
Primeira Grande Guerra. Os Inglêses concordaram em devolver
pelo menos parte das terras para o povo Judeu como a
terra natal que sempre foi.

Não há linguagem Palestina. Não há cultura Palestina.
Nunca houve um lugar chamado Palestina governado por
Palestinos. O que se chama de Palestinos são Árabes,
que não têm diferença nenhuma em relação aos Jordanianos
(que é outra invenção recente), Sírios, Libanêses, Iraquianos,
etc.

Os Árabes controlam 99,9 % das terras do Oriente Médio.
Israel é apenas 0,1 % daquele subcontinente. Mas 0,1
% é demais para os Árabes. ELES QUEREM TUDO. E é por
isso que há guerra. Cobiça. Orgulho. Inveja. Não importa
quanta terra se conceda aos Árabes, nunca haverá o bastante.


E os lugares sagrados para os muçulmanos ? Não existe
nenhum que seja em Jerusalém.

Chocado ? Pois deveria estar. Eu não espero que você
jamais ouça essa verdade explicitamente de ninguém da
mídia internacional. Não é politicamente correto dizer
essas coisas.

Eu sei o que você vai dizer: "a mesquita Al Aqsa e a
Cúpula da Rocha em Jerusalém representam o terceiro
lugar mais sagradao do Islam."

FALSO. O Corão não diz nada sobre Jerusalém. Ele menciona
Meca centenas de vezes. Medina também. NUNCA MENCIONOU
JERUSALÉM. E com boa razão. Não há nenhuma evidência
histórica de que Mohammed tenha visitado Jerusalém.


Então como foi que Jerusalém se tornou o terceiro lugar
mais sagrado do Islam ? Os muçulmanos citam uma passagem
do Corão muito vaga, a septuagésima Sura, entitulada
"A jornada noturna".

Essa passagem relata que em um sonho ou visão, Mohammed
foi levado à noite "do templo sagrado para o templo
mais remoto, cujo recinto foi abençoado, no qual podemos
mostrá-lo nossos sinais ..."

No sétimo século da era cristã, alguns muçulmanos identificaram
os dois templos mencionados nesse verso como sendo em
Meca e Jerusalém. E isso é o máximo que Jerusalém chega
de ser mencionado no Islam - mito, fantasia e desejo
de que fosse como imaginaram.

Enquanto isso, os Judeus conseguem demonstrar que suas
raízes estão em Israel DESDE OS TEMPOS DE ABRAÃO.

Um dos últimos estopins da violência foi aceso quando
o líder do Likud, Ariel Sharon tentou visitar o Monte
do Templo, a fundação do templo construído por Salomão.
É o lugar mais sagrado para os Judeus.

Sharon e sua comitiva foram recebidos à pedradas e ameaças.
Eu sei como é isso. Eu estive lá.

Você consegue imaginar como deve ser para os Judeus serem
apedrejados, ameaçados e bloquados fisicamente de entrar
no lugar mais sagrado do Judaísmo ?

Mas enfim, qual seria a solução para o caos no Oriente
Médio ? Francamente, não acho que exista uma solução
humana para essa violência. Mas se houver uma, ela precisa
começar pela VERDADE. Fingimento só leva a um caos maior.


Dar a um DIREITO DE MAIS DE 5 MIL ANOS apoiado por avassaladoras
evidências arqueológicas e históricas o mesmo tratamento
que se dá para alegações ilegítimas, é querer deturpar
o significado das palavras diplomacia e pacifismo.

Joseph Farah

Os Palestinos são apenas árabes - Palestinos são os judeus

Ainda não havia expirado o prazo do acordo de paz feito entre o Hamas e Israel no Egito, o Hamas já estava anunciando que não faria nenhuma negociação para prorrogar a paz, paz esta que na realidade nunca houve por parte desta denominação terrorista, que atacava diariamente as cidades próximas a Faixa de Gaza, até onde os seus foguetes podiam atingir. Israel, prevendo as ações deste grupo terrorista, procurou por meio diplomático a paz, enviando sua Ministra de Relação Exterior ao Egito, para que este invocasse o Hamas a fim de tratar de um novo acordo. Eles rejeitaram, e rejeitarão qualquer acordo que permita a existência do Estado Judeu. Eles não estão nem aí para os civis da Faixa de Gaza, os quais usam covardemente como escudo humano, escondendo-se em suas casas, escolas e prédios públicos. Este grupo islâmico de terrorismo tem o apoio veemente do Irã, Síria e de toda Liga Árabe. O Hesbollah é outro grupo que fica ao norte de Israel que também tem o apoio dos árabes. O Hamas quer a destruição de Israel assim como toda nação árabe. O mundo não reagiu quando eles vinham ameaçando explicitamente disparar foguetes contra cidades israelenses. Todos ficaram de braços cruzados vendo o que eles fariam, mas é só Israel se defender que o mundo inteiro condena. Uma coisa afirmo que a paz nunca será possível, pois não é a intenção deles “árabes” de obterem a paz, ao contrário, querem a destruição dos Judeus. Certa vez ouvi um homem dizendo: “vocês querem ver a paz no Oriente Médio, façam com que todos os árabes se desfaçam de suas armas, porém vocês querem ver a destruição de Israel, se este se desfizer das suas”. O motivo pelo qual pus aspas no nome palestinos é para enfatizar que este povo que se denomina como tais são nada mais que nada menos árabes de berço, cultura e religião. Nunca houve um povo, nação chamada de Palestina na antiguidade. O nome Palestina vem da imposição romana pelo imperador Adriano, após conter uma revolta dos judeus que não aceitavam sua dominação e também por que o imperador mandou pôr uma estátua do deus Júpiter no pátio do Templo. Daí Jerusalém já se chamava de Aelia Capitolina quando Adriano renomeou toda Judéia de Síria Palestina. Eram os judeus que viviam lá! Até antes de 1948, os judeus eram chamados pelos próprios árabes de palestinos. Na segunda guerra mundial houve uma brigada palestina lutando ao lado dos ingleses, formada somente por judeus. The Palestine Post, jornal formado só por judeus, hoje este jornal se chama The Jerusalem Post. Havia uma orquestra Sinfônica da Palestina, formada por judeus, não havia um árabe sequer. Então, por 1900 anos os judeus foram chamados de palestinos e quando eles fundam a nação de Israel, o que os identifica como judeu, o mundo diz que os árabes são os verdadeiros palestinos? Mentira! Israel não pode ficar parado de braços cruzados esperando seus inimigos destruí-lo, tem que se defender! Caros senhores, em nenhuma época Israel jamais fora dividido, nem mesmo quando conquistada por Roma, mas recentemente isso aconteceu quando os ingleses dividiram a sua terra por petróleo. Mas há uma profecia concernente a este acontecimento em Joel 3.2 que diz: “Congregarei todas as nações e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a minha terra”. É isso! Deus destruirá toda nação que vier contra Israel. Foi assim em 1967 quando Israel comemorava uma de suas celebrações. Um milhão e duzentos mil homens contra 300 mil judeus.

A Midia pegou a pessoa errada

Por Mathilda Kóvak


Segundo a nova reforma ortográfica, deste grande reformatório luso-brasileiro em que estamos todos internados, anti-semitismo se escreve agora com dois esses, assim: anatiSSemitismo, bem ao gosto dos SS, seus maiores avatares.

O antiSSemitismo, contudo, não foi privilégio apenas dos nazistas. O judeus foram perseguidos, desde seu aparecimento, há seis mil anos, numa comunidade de escravos do Egito. Do êxodo d´antanho aos dias de hoje, o estigma de um povo miscigenado, mestiço, como nós, brasileiros, se estendeu pelo mundo e, no cientificista século XIX, os pesquisadores da eugenia já mediam orelhas, lábios, mensuravam ossos..., de judeus e negros.

Não sou judia, mas, no meu sistema vascular samba-do-crioulo-doido, circula sangue judeu, árabe, negro, inglês, sueco, indígena, escocês e, claro, niteroiense aspirante a paulistano. Portanto, estou autorizada a falar sobre a espécie humana, tanto no que concerne a suas notáveis qualidades, quanto a seus notórios defeitos, sem correr o risco de passar por racista ou por recalcada. E, se passar, também não me incomodarei.

Não sou, tampouco, muito versada nos conflitos do Oriente Médio, mas eu moro numa cidade onde 12 mil pessoas são assassinadas por ano – o Rio de Janeiro. Num país, onde 220 mil semelhantes são eliminados pela violência, Brasil. E ninguém se mobiliza para reduzir estes números. O Rio, por sinal, se parece bastante com a Berlim nazista. Uma carnificina diária, nas nossas barbas – pelas barbas do profeta! - e quase todos se chafurdando no pó e no álcool, na cannabis cansativa e nos blocos de carnaval, como se nada estivesse acontecendo. Bom lembrar que a cocaína era uma droga muito comum na Áustria, onde um judeu, depois de dar um teco, inventou a psicanálise, e um cristão (?) concebeu o nazismo, depois de dar outro.

Dizia, moro numa cidade onde a barbárie convive com a paralisia. De uma hora para outra, entretanto, minha caixa postal se viu abarrotada de emails, plenos de discursos bem articulados, índices remissivos, notas de roda pé, paixões em fúria calçadas pela razão em forma, bom senso e bons sentimentos de mãos dadas... contra Israel! Como se não bastasse, eu, que não sou judia, mas adotei um pseudônimo do Leste Europeu, levei bronca, pela “vergonha” que o “seu governo” está passando etc. Por alguns segundos, eu pensei: “puxa, eu pago os maiores impostos do planeta, as maiores taxas de juros, e ainda sou xingada, porque o governo brasileiro é o mais corrupto do atlas e tem, no comando, um alienado nouveau riche?!” Demorou mais uns 10 emails até me dar conta de que meus interlocutores se referiam ao governo israelense. Então, eu resolvi ler tudo, desde seis mil anos atrás até os dias de hoje, para poder tecer en passant alguns comentários a respeito desta mobilização sem precedentes na nossa história de alienados crônicos, solidários a um grupo terrorista, que usa civis, entre os quais, crianças, como escudos. Parte provável do idioma, não apenas do reformatório, mas do panóptico da novinlíngua local.

Os críticos dos ataques israelenses em Gaza iniciam sua censura, comparando-os ao holocausto, naturalmente, inebriados pelo espetáculo purpurinado dos mass media, esta invenção nazista adotada pela nossa TV Goebbels e demais emissoras neo-SS e, apenas por esta observação, já mereciam ser levados a um novo tribunal de Nuremberg e condenados a capim e água, para o resto de seus dias.

Nunca, em toda a história sanguinária de nossa civilização, existiu nada, absolutamente nada, que se compare ao genocídio de seis milhões de judeus. Se vocês nunca estudaram matemática, sequer conhecem as quatro operações, peguem uma calculadora japonesa de camelô e façam as somas. Nos ataques a Gaza, podem morrer no máximo mil, duas, três mil pessoas, por alto. Seis milhões de judeus morreram no holocausto. SEIS MILHÕES de judeus, dos quais, DOIS MILHÕES aproximadamente eram crianças.

Se estes analistas políticos, que melhor fariam em jogar batalha naval para matar o tempo, estiverem com a cabeça turva, em conseqüência de anos e anos de televisão, eu compreendo e sugiro que dêem um espiada, e uma expiada, nos footages do holocausto, disponíveis no youtube, para ver que comparar o que quer que seja com a escravização e tortura, pela fome e pelo frio, por experiências médicas alucinadas, e demais atrocidades, até o extermínio, de um grupo equivalente à população do Rio, é o mesmo que comparar uma unha encravada com uma metástase.

O próximo passo (de ganso) será, quando o Obama - o Jesse Owens das Olimpíadas eleitorais - entrar nesta guerra, estas pessoas passarem a dizer que os negros são escravagistas e comparar os ataques aos quatrocentos anos de escravidão negra no Brasil, que, por sinal, ostenta também este recorde.

Tomem vergonha na cara, pelo amor de Jesus Cristo, que era judeu! De Marx, que era judeu! De Einstein, que era judeu! De Woody Allen, Susan Sontag, Charlie Chaplin, Cary Grant, Judy Garland, Jerry Lewis, Dorothy Parker, Fran Lebowitz, Leon Trotsky, Bob Dylan, Marc Chagall, Marx Brothers, George e Ira Gershwin, Phillip Roth, Jim Henson, Norman Mailer, Sigmund Freud, Carl Jung, Ferenczi, Stravinsky, Stokowsky, Ringo Starr , Billy Wilder, Gene Wilder, Al Jolson, Elves Costello, Peter Sellers, Charles Bukowski, Anita Loos, Harold Bloom, Walt Whitman, Leonard Bernstein, Stephen Sondheim, Stephen King, Stephen Hawking, Stephan Zweig, Carole King, Irving Berlin, Fred Allen, Rogers, Hart e Hammerstein, Marty Feldman, Don Addams, Frank Zappa, Clarice Lispector e... ela, a Nova Messias, Amy Winehouse!

A palavra “judeu” quer dizer escravo. Termo que foi absorvido com savoir faire por esta cultura, prescindindo da chatice do politically correct e optando sempre pela arma mais cara a seu povo que, ao contrário do que a imprensa neonazista contemporânea quer fazer crer, são o humor e a inteligência, artigos em extinção nas melhores casas do gênero – humano. Vide o idiota do Mel Gibson, por exemplo, que, depois de ser preso por dirigir bêbado em Los Angeles, invectivou judeus, em alto e bom som, afirmando ter sido o holocausto uma fraude. Parece que ele está fazendo escola mundo afora. Eu estou com outro Mel, o Brooks, judeu, e não abro.

Ainda que estupefata com tamanha burrice, que vai de opiniões despejadas pelos meios de comunicação a mensagens apócrifas de spams assinados por Saramago, que duvido saiba sequer que lhe andam atribuindo este bestialógico virtual, me darei ao trabalho de tecer algumas considerações sobre o que acontece no Oriente Médio hoje, bem como no resto do mundo, a pedido de nosso editor, Edson Cruz, fã, como eu, do gênio do Milênio! Amy! Amy! Amy!

Comecemos, pois, por ela, que não é Ronaldinho, mas é negra e fenômeno. Amy Winehouse é a fusão personificada das duas culturas mais importantes e ricas do século XX, para dizer o mínimo. As culturas negra e judaica. Nunca uma cantora “branca” encarnou uma negona, aliás, todos os gênios negros, numa só criatura. Nem mesmo Janis Joplin logrou atingir tamanho grau de xamanismo musical. Não me admira que a menina tenha enlouquecido, tanto quanto sua antecessora. Vai rodar a baiana, que aliás também assina a gira, numa Carmen reeditada, com Billie Holliday, Etta James, Dinah Washington, Martha and the Vandellas, Bessie Smith, todas elas ali, encostadas e soando ao mesmo tempo, sem ficar doidona. É muito caboclo pra um cavalo só. Ainda assim, aquele potrinho, de um metro e meio e 40 quilos, não faz feio e honra todas elas, sem fazer imitação, mas mímesis autorizada, de quem sente na pele judaica o açoite do tronco negro. Judeu e negro são farinha do mesmo saco de pancadas. E que tal?! Depois de muitos anos, eles vão à forra e à farra. Queiram os branquelas ou não.

Sim, infelizmente, a história deste nosso repugnante gênero humano é uma história de revanches. Os negros que escravizaram os judeus no Nilo levaram a pior, muito depois, nas árvores, strange fruits, da rídicula Klu Klux Klan, nos EUA, composta por protestantes que séculos antes arderam nas fogueiras da Inquisição Espanhola. Os camponeses alemães famintos, do século XVIII, se vingaram, no século XX, nos judeus... E os judeus que sempre se lascaram, preferindo a Torá à tora, agora, finalmente, resolveram se vingar de tudo nos palestinos. Os palestinos, por sua vez, se vingam nas mulheres. As mulheres nos filhos. Os filhos nos cães. Os cães não se vingam. Recolhem-se sem compreender por que estes que elegeram seus melhores amigos, a quem devotaram toda a lealdade, lhes respondem com um chute no traseiro.

Mas a mulher, como disse Yoko Ono, e não John Lennon, como eu, num machismo inconsciente, misoginia de quem não tem autoestima, citei erroneamente, em crônica anterior, ainda é o negro do mundo. E ela, que queimou, bruxa, nas fogueiras da Idade Média, que ardeu nas chamas da fogueira das vaidades da Idade Mídia, que queimou o sutiã nas praças dos anos 60, esta fêmea da nossa espécie, depois de todos essas queimaduras sem ungüento, ainda é o negro do mundo, mais que o negro do mundo, slave of the slaves, ela é a negra do mundo e se chama Amy Winehouse. Durante seus primeiros anos de carreira, nas platéias de Amy não se via um único branco. Eu mesma, quando a vi, pela primeira vez, pensei que ela fosse nigeriana. Foi só quando ganhou sete grammies, que esta louca de pedra, desta nossa idade da pedra, que puxa o mulherio pelos cabelos e sai pra caçar brutalmente os animais, foi só quando, impedida pela moral americana, de pisar nos EUA, porque faz na cara de todo mundo o que 100 milhões de norte-americanos fazem às escondidas, leia-se: drogar-se, foi só quando seu gênio foi maior do que seu “mau” gênio e seu “menor” gênero e arrebatou todos os prêmios desta socidade dividida em winners e losers, que o mundo viu: Amy Winehouse não é negra. É judia. Porta uma estrela de David no pescoço, pede conselhos ao rabino de sua sinagoga no West End londrino. Peca e faz tatuagem, prática condenada por sua religião, come camarão e esfrega carne de porco no chapéu do Reb. Mas, ainda assim, seus vizinhos, negros e judeus, sua afilhada, negra, todos se orgulham dela. Porque, ó, Halleluia, ela é um gênio e está salvando uma cultura, duas culturas, as mais ricas de toda a nossa história, que se converteram em fontes de imbecilidades e reduto de energúmenos, hip hoppers e similares. Amy Winehouse rasgou seu sagrado coração de mulher negra e derramou o próprio sangue para honrar os judeus e os negros, as judias e negras, que inventaram o jazz, o soul, o rock ´n roll e até o samba brasileiro. Sim, foram os judeus e os negros que fizeram a melhor música de toda a nossa sangrenta, miserável, controvertida, maravilhosa, terrível história. E esta música que eu acreditei, desde que vi “The sound of music”, nos meus tenros seis anos de idade, criação dos judeus Rogers&Hammerstein, esta música que eu acreditei que iria varrer do mundo o nazismo, esta música divina música está salva pela judia-negra Amy Winehouse.

Acho engraçado a francesada ir às ruas para protestar contra Israel, quando, há apenas 60 anos, um pingo numa história de dois mil, apoiou o nazismo com a República de Vichi, em silêncio conspícuo. Quem são os franceses, o povo mais xenófogo do mundo, para protestar contra o governo israelense?! Somente os judeus, dentro e fora da diáspora, e apenas eles têm o direito de protestar contra o “seu” governo. Israel não foi presente de ninguém aos judeus. Foi uma dívida de toda a humanidade paga mal e porcamente pelos aliados, que dividiram a maior parte do lucro da Guerra, este grande business que continua a beneficiar os Morgan, os Vanderbilt, os Rockefeller e a Família Real Britânica. Estas famílias das quais somos todos, judeus, negros, goym, brancos, asiáticos, escravos. O grande presente de consolação que os judeus receberam foi sair de uma guerra pra cair em outra. Ainda assim, é preciso lembrar que, há milênios, esta região que ora se chama Palestina, chamava-se Judéia. Foi o Império Romano que, depois de invandir a Judéia e estuprar mulheres judias, deu de presente pros palestinos o território, obrigando os judeus a migrar, mais uma vez, para outras partes do mundo.

Olha, eu que fiz algumas mudança na vida, já fico cansada só de pensar nelas, imagine este povo, que vem se mudando, de território para território, há seis mil anos! Não é possível suportar uma coisa dessas. Aí, vem uma guerra e os sujeitos desta vez não podem sequer fugir. São internados em campos de concentração e aniquilados. Finda a guerra, outro império incipiente, desta vez, o norte-americano, lhes devolve a terra que o império romano havia tirado. A comunidade acha que está segura ali e dá com os palestinos de novo. Bom, no lugar deles, eu tocava fogo, até porque, na condição de mulher e feminista, eu não posso concordar com o islamismo. O feminismo é produto de judias norte-americanas, como Gloria Steinhem e Betty Fridan. O Islamismo, guiado pelo profeta Maomé – again: pelas barbas do profeta! , reza que mulher deve andar passos atrás dos homens e usar um chador em pleno global warming. Allah-la-ô, mas que calô! Além disto, os islamitas são contra o iluminismo e acreditam que a religião não pode ser dissociada do Estado. Mas deve ser o Estado. Cruz-credo! Ave Maria! Aliás, Maria, mãe do rabino Jeshua Ben Josef, que o mesmo império romano transformou, trezentos anos depois de sua aparição, no Jesus Cristo, da Igreja Católica Apostólica Romana, fundada por Helena Augusta, mãe de Constantino, teria gerado, segundo historiadores, Jeshua, de um estupro de uma mulher judia por um soldado romano. Porém, o Papa Ratzinger, membro da juventude hitlerista, não concorda com esta versão dos fatos.

Por trás desta revolta contra Israel, acredito haver ainda um grande interesse no dinheiro dos árabes, senhores do petróleo, oil wonderful oil, que polui o planeta e mata espécies que não têm nenhuma religião. Os europeus puxam o saco dos árabes, porque eles estão comprando a Europa inteira. A Sotheby´s londrina leiloa obras de arte, que não valeriam uma vassoura de piaçava, pelo preço de um castelo, pros árabes nouveau riches. E agora compram a solidariedade do povo francês, que não é solidário nem no brioche, muito menos na esfiha e/ou no falafel.


Mas o que ninguém se dá conta é de que os árabes estão mais preocupados em fazer oceanos no deserto e apartamentos de 36 milhões de dólares em Dubai, do que ajudar os palestinos, a quem eles consideram a escória do Islam. Então, estão puxando o saco errado. Eu morro de pena dos palestinos, nas mãos dos terroristas, mas não quero nem saber quem está com a razão neste conflito. Sou contra, de cara, ao advento dos homens-bomba. Este artefato, por si só, já seria suficiente, para mandar toda uma nação pra burca que pariu. Ainda assim, eu acho que, se o Hamas tivesse vergonha na cara, deixaria as crianças e as mulheres passar para o outro lado. Contudo, como saber se eles não iriam fazer deles cavalo de Tróia?! Porque eles colocam explosivos até nos filhos. Fico tonta só de imaginar isto.

Tento, pois, formular soluções para estes conflitos. Por exemplo, trazer os palestinos para o Rio de Janeiro, onde as mulheres só não usam véu, porque inventaram o fio dental. Nós, mulheres pensantes, migraríamos com os judeus para São Paulo. Só temo que, ao divisar além das fronteiras o progresso paulistano, os palestinos queiram virar paulistanos e queiram que os paulistanos se tornem palestinos. Acho que não dá também.

Creio, então, que só existe um ser capaz de extinguir a guerra do Oriente Médio, e ele se chama Amy Winehouse. Num momento em que Israel vê sua reputação abalada, ela, judia, poderia ser usada como arma de efeito letal, mas apenas para a fauna masculina. Imaginem o que seria, para os líderes do Hamas, ver aquele pedaço de mau caminho, cantando “you should be stronger than me”, rebolando contra o Hezbollah, com os seios ao léu.

Mas muito mais que isto. Amy Winehouse é um ídolo como há muito não se via. Capaz de mobilizar multidões inteiras, do alto de seus saltos sete e meio, seus cabelos B-42´s, e sua voz divina. Sem quase se locomover no palco, esta moça usa a maior arma jamais criada pelo ser humano: a feminilidade. E é um gás paralisante, com o qual os que a contemplam se asfixiam, para morrer em júbilo e ganhar o reino dos céus, sem violência, em paz, como dizem querer estes que a evocam, conspurcando a memória dos injustiçados.
No momento em que os chineses descobrem o maior sítio de dinossauros do mundo, que poderá explicar sua extinção. Nós, dinossauros hodiernos, já podemos imaginar como será a nossa saída triunfal. Porém, tentemos um grand finale deste homo sapiens, sob a batuta de uma artista de verdade. Não sei se sobreviveremos a tudo isto. Mas, se é para nos despedir deste planeta, o façamos com música e personalidade. E, ainda que Israel não tenha agido conforme a dança, não atiremos pedras no telhado destes vizinhos, porque o nosso é de vidro. E o telhado do povo judeu habita um violinista, que estudou seis mil anos, para tocar um violino. E nada soa e caçoa como ele. A não ser o gospel dos negros e o soul de Amy Winehouse.

No mais, “tem que haver o caos para que dele surja uma fulgurante bailarina.” Ecce uomo, digo, donna: Winehouse. Vinho caseiro sagrado, que nos oferta o cálice, reparte o pão que o diabo amassou, e, crucificada pela exposição absoluta, ressuscita e salva a nossa agonizante humanidade.

Amém! Que Allah esteja convosco! Que D´us os proteja! Que Deus nos acuda! Que o microscópio divino nos enxergue e descubra que bactérias o gás metano de ontem transformou, agora, nos monóxidos de carbono, extinguindo nosso original.



Mathilda Kóvak é escritora, compositora, roteirista. Tem seis livros infantis editados e um sétimo no prelo - Rocco, além do livro "Contos da Era do Fax", Ed. Mondrian, e o CD "Mahatmathilda, a evolução de minha espécie". E-mail: madmath@uol.com.br

Por que os Palestinos se chamam assim?

Se Todos Os Países Foram Criados Através de Guerras Violentas, Porque Questionam Israel?

Israel também foi criado há a mais de 3500 anos desta mesma forma.Depois disso sempre restaram Judeus mesmo que em minoria.
Porque dizem então que os Palestinos são os donos? Estes Chegaram depois! Porque questionam que eles tenham roubado as terras do Cananeus, Filisteus(que nem eram de lá) etc. Naquele tempo todo mundo agiu assim. Porque só os Judeus tem esse direito negado?

Detalhes Adicionais

Há um engano ou é uma distorção maldosa proposital dizer que os Palestinos descendem dos Filisteus. Esses povos invasores vindo da Grécia, nao eram semitas e foram EXTINTOS. Os atuais Palestinos assim se chamam só porque nasceram na terra chamada Palestina. Essa terra ganhou o nome por pura vingança pelos Romanos que deram à ela o nome de um ex inimigo dos Judeus só para apagar a sua verdadeira origem Judaica.
Se alguém entende matar em defesa como massacre... Só lamento! Não existe maneira de se fazer omeletes sem quebrar ovos, nem maneira de destruir rampas de lançamentos de foguetes sem matar os que estão em volta!

West Bank ou Cisjordânia

Clique na imagem para aumentá-la

Amaioria das pessoas não entende o conflito israelense e palestinos. Aqui colocamos a parte que está em disputa. São terras administradas em parte pela autoridade palestina e parte por Israel. Note: Juridicamente ainda não pertencem a ninguém, nem a palestinos e nem a israelenses.
Significa que ainda não existe uma palestina com estas terras, e significa que também não foram anexadas por Israel. Aqui em baixo se fala de Cisjordânia, mas também é chamado de West Bank, ou margem ocidental do rio Jordão.

A Cisjordânia ou Margem Ocidental é um território sob ocupação de Israel, reclamado pela Autoridade Palestiniana e pela Jordânia, situado na margem ocidental do rio Jordão. É limitado a leste pela Jordânia e a norte, sul e oeste por Israel.

Até 1948, correspondia a parte da Palestina que posteriormente foi dividida em três partes: uma parte passou a integrar o Estado de Israel e as duas outras, Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ambas de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um Estado palestino, a ser criado conforme resolução das Nações Unidas, com a anuência da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. Posteriormente algumas porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administradas pela Autoridade Palestiniana, mas Israel mantém o controlo das fronteiras e está actualmente a construir um muro de separação que, na prática, anexa porções significativas da Cisjordânia ocidental ao seu território.

A Cisjordânia conta com uma população de 2.535.927 de habitantes, dos quais 2.171.927 são árabes palestinianos e 364.000 colonos judeus (incluem-se neste número os colonos de Jerusalém Oriental).

Em 1947 a população da Cisjordânia era de 400 mil habitantes. Como resultado da Guerra árabe-israelense de 1948, terminada em 1949, a população árabe que habitava o território que atualmente corresponde a Israel fugiu, e cerca de 300 mil árabes se fixaram na Cisjordânia. Em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias e a ocupação militar de Israel da Cisjordânia, novamente verificou-se um êxodo de cerca de 380 mil árabes, principalmente em direção à Jordânia.

A população árabe é na sua maioria muçulmana sunita, com uma minoria cristã (ortodoxa grega e católica romana). Cerca de 17% da população da Cisjordânia é praticante do judaísmo. Cerca de metade dos habitantes da Cisjordânia têm menos de 15 anos, sendo a esperança média de vida na Cisjordânia de 73,27 anos.

O árabe é a língua mais falada no território, seguido do hebraico, que é falado pela população judaica e falado por muitos árabes. A língua inglesa é entendida e falada por alguns sectores da população.

As crianças judias dos colonatos são educadas em escolas que seguem o sistema educativo israelita, enquanto que as crianças árabes são educadas de acordo com um sistema desenvolvido pela Autoridade Nacional Palestiniana, que desde 1994, e em resultado dos Acordos de Oslo, tem a educação como sua responsabilidade (entre 1967 e 1994 o currículo estudado pelos alunos árabes era semelhante ao da Jordânia). Algumas organizações cristãs possuem escolas privadas em cidades da Cisjordânia.

Existem hoje em dia 12 universidades palestinianas na Cisjordânia. Algumas são o resultado da evolução de algumas instituições educativas que existiam antes da invasão militar de 1967 e outras surgiram depois desta data. As principais universidades da Cisjordânia são a Universidade de Birzeit (a mais prestigiada), a Universidade de An-Najah (com maior número de alunos, 9500 alunos em 2003/04), a Universidade de Belém (parcialmente financiada pelo Vaticano e da responsabilidade dos Irmãos lassalistas) e a Universidade de Hebrom. A Universidade Aberta Al-Qubs oferece cursos através do método de educação à distância. As universidades foram encerradas por Israel durante a primeira Intifada, retornando gradualmente as suas actividades em 1991.

Na Cisjordânia encontram-se locais que são sagrados tanto para o judaísmo, como para o islão e o cristianismo, principalmente após a saída dos judeus do Egito, para a conquista de Canaã sob a liderança de Moisés e seu sucessor, Josué.

Em Hebrom, uma das quatro cidades sagradas para os judeus, encontra-se a Gruta de Macpela, onde se acredita estarem sepultados os três patriarcas, Abrãao, Isaque e Jacob, e as suas esposas, Sara, Rebeca e Léia. O local é venerado por judeus e muçulmanos e sobre este ergue-se a mesquita de Ibrahim (Abraão).

Em Belém ergue-se a Igreja da Natividade, construída segundo a tradição no local onde Jesus nasceu. Na estrada que liga Belém a Jerusalém encontra-se o Túmulo de Raquel.

Em Jericó, destaca-se o Monte da Tentação, identificado como o local onde o Diabo tentou Jesus, oferecendo-lhe todos os reinos do mundo.

Colinas de Golan


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Rumo ao Golan

Na segunda-feira, depois do excelente café-da-manha do Hotel Royal Plaza em Tveriah, atrasamos para variar, para sair em direção ao Golan. Neste dia, tínhamos programado de visitar uma base militar no Golan, o parque arqueológico de Qatzerin, visitar uma vinícola, visitar a fronteira com a Síria e Líbano e ir ao Rio Banias para um mergulho se não estivesse muito frio. Mas o atraso nos obrigou a mudar um pouco os planos.Voltar ao topo

A base militar

O ônibus, aos poucos, subia uma suave colina. Estávamos indo em direção ao Golan, a região mais alta de Israel. Novamente, podíamos perceber as alterações na paisagem. Depois de algum tempo de viagem, fizemos nossa primeira parada numa base militar localizada no norte do Yam Kinneret.

Descemos do ônibus, e ouvimos Meirav contar um pouco sobre a vida dos israelenses no exército. Um pouco sobre as guerras de Israel, em especial, sobre a Guerra dos Seis Dias e sobre a Guerra do Yom Kippur. Aquela região, o Golan, foi conquistada com a excelente campanha do exército israelense na Guerra dos Seis Dias e a base construída ali foi um importante ponto estratégico para as operações da Guerra do Yom Kippur. Apesar disso, a surpresa do ataque em pleno Yom Kippur provocou o maior número de baixas sofridas por Israel, número maior que as baixas de todas as outras guerras somadas.

Aproveitamos para tirar algumas fotos em cima do tanque usado na Guerra do Yom Kippur e seguimos para Qatzerin.



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Qatzerin

Nos primeiros anos da Era Comum, a época de Jesus, toda a região da Galiléia era um importante centro de estudos de religião e de hebraico. Por isso, toda esta região tem uma importância para judeus e cristãos. O parque arqueológico de Qatzerin (ou Chorazin) revela o grande desenvolvimento deste período.

Neste parque, podemos ver casas, as ruínas de uma da

s primeiras sinagogas, miqvaoth, e alguns instrumentos de uso diário usados naquela época.Voltar ao topo

A fábrica de água Mei Eden

Nossa próxima atração seria uma visita a uma vinícola, mas o atraso nos obrigou a trocar por uma visita à fábrica de águas Mei Eden, porque o pessoal da vinícola só podia nos receber num determinado horário.

Na fábrica de águas, ouvimos algumas informações sobre a água em Israel, o que é feito para se aproveitar ao máximo a água, tão escassa. Visitamos a linha de produção, totalmente automatizada e, no final, ganhamos uma garrafa d'água para suportar o clima seco de Israel durante a viagem.

O Golan, mais alto que a região ao redor, tinha uma importância estratégica, mas o desenvolvimento de mísseis e outros armamentos tirou grande parte desta importância. No entanto, a região é a nascente de toda a água de Israel e tem um grande potencial turístico com a única estação de esqui de Israel. Por isso, existe uma campanha para que a região não seja devolvida. Você pode dar a sua opinão sobre a questão do Golan no e-Group Maof.Voltar ao topo

O alto do Golan

Depois do almoço num pequeno restaurante perto da fábrica de água, subimos para um dos pontos mais altos do Golan (o Monte Hermon é ainda mais alto) na fronteira com o Líbano e a Síria. Este foi um dos locais estratégicos usados na Guerra do Yom Kippur e lá do alto fica clara a sua importância. É surpreendente como se pode ver grande parte da Síria e como é perto e vulnerável. O topo da montanha era repleto de bunkers e metralhadoras.


O local é bem alto e ventava muito. A temperatura estava em torno de 8ºC, mas o dia não estava frio, pois esperávamos que a temperatura estivessepróxima de 0ºC lá no topo. De lá de cima, além dos campos e estradas da Síria, podíamos ver as montanhas do Líbano e o pico nevado do Hermon. Na saída, uma pequena demora porque a equipe do birthright estava lá para colher depoimentos em vídeo do que estávamos achando da viagem.Voltar ao topo

De volta a Tveriah

Com tantos atrasos e mudanças de planos, não tivemos tempo de ir a Banias porque o parque fecha antes do anoitecer e o dia, no inverno, é curto. Decidimos, então, voltar a Tveriah, onde teríamos um tempo livre para passear nas ruas e lojas da cidade. O ônibus nos deixou no centro da cidade, onde passeamos por algumas horas, sem muito o que fazer, até o horário em que o mesmo sherut da véspera nos levaria de volta ao hotel. Era dia 31 de dezembro e deveríamos nos preparar para o Réveillon (ou Silvester, como é chamado por lá, em homenagem ao santo).Voltar ao topo

Silvester

Os feriados em Israel seguem o calendário judaico. Natal é um dia como outro qualquer e o Réveillon não é muito diferente. Mas ninguém perde uma oportunidade de fazer uma festa e a Sochnut acabou conseguindo uma comemoração bem legal para nós.

A festa começou com um passeio de barco, à noite, pelo Yam Kinneret. Fizemos o embarque num píer construído recentemente. O nível das águas do Kinneret vem baixando a cada ano e os barcos não mais alcançavam o píer antigo. O barco tinha sido reservado inteiramente para o nosso grupo e enquanto o barco se afastava da costa em direção ao centro do lago, muita música (brasileira), dança e animação.

Isto, na verdade, era apenas um aquecimento para o Réveillon, porque a festa, propriamente dita, seria mais tarde em um kibbutz perto de Tveriah. O barco alcançou o centro do lago (ele não podia chegar à outra margem na fronteira com a Jordânia) e depois de algum tempo voltou. O passeio foi bem legal.

Fomos, então, para a segunda etapa da noite com as pessoas já bem animadas. Chegamos no kibbutz e após pagar a entrada da festa, ganhamos um aperitivo que eu até agora não sei bem o que era, mas parecia leite de vaca com alguma bebida e um achocolatado. Não era ruim.

A festa era numa construção aberta perto da entrada do kibbutz. O tempo estava esfriando, mas a agitação nos impedia de colocar os casacos. Muita música e dança e o pessoal do kibbutz estava muito animado em nos receber. O local foi todo decorado com figuras recortadas de papel fosforescente e uma luz negra no teto. À meia-noite, fogos e mais música até a hora em que alguns já não aguentavam mais de tanto dançar e voltamos para o hotel. No dia seguinte, teríamos uma folga e poderíamos acordar um pouco mais tarde antes de ir para Tzfat.



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