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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Israel - Faça uma visita - O melhor site do mundo

O site “City of David” recebeu o prêmio de melhor site da web no “Terceiro Encontro de Webs no Mundo”, realizado em Veneza. Participaram da eleição especialistas de 169 países. O site tem versões em hebraico, francês, espanhol, russo e inglês.

“City of David” impressiona com uma belíssima diagramação, estética, imagens e tecnologia.

Também apresenta inúmeras informações sobre a cidade de Jerusalém.
“A história da cidade de David começou há mais de 3.000 anos, quando o Rei Davi saiu da cidade de Hebron a caminho de uma pequena cidade em cima de uma colina, conhecida como Jerusalém, e estabeleceu ali a capital unificada das tribos de Israel.”

O site oferece uma visão pan
orâmica de Jerusalém - retrocede na história e mostra a cidade nos tempos bíblicos, fazendo o visitante mergulhar no “túnel do tempo”. Também é possível viajar por entre os “subterrâneos” das mais recentes descobertas arqueológicas da cidade. Visite o site



Clique na bandeira de Israel e veja : A cidade de David

Bolinho de Bacalhau




Bolinhos de bacalhau

por Saul Galvão

Esta é a melhor receita de bolinho de bacalhau que conheço e que já testei muitas vezes. Ela é da grande cozinheira portuguesa Maria de Lurdes Modesto, autora do excelente livro “Cozinha tradicional portuguesa”, que merece ser conhecido.


Além da receita em si, traz uma dica ótima para desfiar o bacalhau: coloque o bacalhau cozido, sem as espinhas, num pano de prato bem limpo. Cubra com a outra ponta do pano de prato e vá esfregando, como se estivesse lavando roupa. Com isso, o bacalhau vai se esfiapando e fica pronto para o bolinho.


Para Maria de Lurdes Modesto, é obrigatório fritar em azeite de oliva. O vinho do Porto dá um toque especial à receita.


Ingredientes:

- 250 gramas de bacalhau;
- 200 gramas de batata;
- ½ cebola picadinha;
- 1 generosa colher de sopa de salsinha picada;
- 1 cálice pequeno de vinho do Porto;
- 3 ou 4 ovos;
- noz-moscada ralada na hora;
- sal e pimenta-do-reino.


Modo de fazer:


Dessalgue o bacalhau com bastante antecedência. Se não for muito espessa a posta, 48 horas trocando a água muitas vezes. É bom manter o bacalhau na geladeira.


Cozinhe o bacalhau dessalgado. Retire as eventuais espinhas e a pele.

Descasque e cozinhe as batatas.

Desfie muito bem o bacalhau num pano de prato.

Transforme as batatas num purê.

Coloque o bacalhau e o purê de batata numa vasilha.

Junte a cebola picada, o vinho do Porto e a salsinha. Tempere com noz moscada, salgue a apimente.

Vá misturando a preparação com as mãos e colocando os ovos, um a um até conseguir uma massa homogênea. A quantidade vai depender do tamanho dos ovos.

Molde os bolinhos com as mãos e frite em abundante azeite de oliva bem quente.

Está pronto para servir.

O Bauru Original



Ponto Chic é uma tradicional lanchonete do centro velho de Sào Paulo.

Lá foi inventado o lanche chamado bauru. Este lanche é conhecido no Brasil inteiro, mas o original só os paulistanos conhecem. Ë bem diferente. Abaixo a receita original


Ingredientes

70 gr de rosbife
45 gr de queijo estepe
quanto baste de pepino em conserva
quanto baste de tomate em rodelas
1 unidade(s) de pão francês
45 gr de queijo prato
45 gr de queijo suiço

Modo de preparo


Rosbife - Peça inteira de lagarto assado em fogo alto (braseiro),
deixando dourada por fora e ao ponto por dentro.

Queijo - Mistura-se proporções iguais dos três tipos de queijo e cozinha-se
em água com manteiga até completa mistura dos três.

Pepino - pepinos inteiros cozidos no vinagre por 7 dias.

Corta-se um pão francês ao meio no sentido horizontal. Retira-se o miolo da parte superior

Na parte inferior coloca-se de 5 a 6 fatias de rosbife. Em cima do rosbife são colocadas 3 rodelas finas de tomate. Em cima do tomate são colocadas 3 rodelas finas de pepino em conserva.

Em uma forma ou frigideira aquecesse um pouco de água (300ml) sem deixar ferver. Coloca-se para derreter na água 10g de manteiga.

Após derreter a manteiga mistura-se a água, em proporções iguais de cada tipo de queijo e deixa derreter até formar uma pasta homogênea. Na parte superior do pão (canoa) coloca-se o queijo derretido.

A parte superior do pão é colocada sobre a parte que já está preparada. Corta-se ao meio em diagonal e pode saborear o verdadeiro Bauru em sua forma original.

Termos judaicos para alimentação

Bitul
Nulificar - Bitul refere-se a uma situação em que uma pequena quantidade de comida é acidentalmente misturada em uma grande quantidade de outro alimento. Quando a proporção é de 1 parte para 60 ou menos, o ingrediente em menor quantidade é considerado nulo.
Bishul Yisroel
Refere-se ao preparo de determinados alimentos nos quais existe a necessidade de um Mashguiach para acender o fogo.

Chodosh
Literalmente significa novo, refere-se a grãos que não criaram raízes antes de Pessach. É chamado grão novo e o seu consumo é desaconselhado até o Pessach seguinte.


Cholov Yisroel
Refere-se a toda produção de leite e seus derivados, incluindo queijos e leite em pó, que está sob constante supervisão rabínica.


Glatt Kosher
Refere-se ao animal que foi abatido de forma Kosher que não possuía aderência nos pulmões. Consumidores Kosher que são bastante rígidos em aceitar somente os mais altos padrões de Kashrus exigem que toda a carne consumida seja Glatt. Este termo é erroneamente utilizado também para diferenciar alimentos que têm uma supervisão mais rígida.


Halachá
Halachá, literalmente, significa caminho. Refere-se às leis judaicas, ao conjunto de leis e práticas que os judeus são obrigados a seguir incluindo: mandamentos bíblicos, leis rabínicas e costumes obrigatórios.


Hashgachá
Literalmente significa supervisão. Geralmente refere-se à supervisão Kosher.


Hechsher
Refere-se à certificação Kosher de um produto ou alimento, dado por um rabino ou um órgão de certificação.


Kasher
Tornar Kosher, normalmente aplicado aos processos de salga e absorção utilizados na produção de carne bovina e aves. Este termo também é utilizado para descrever o procedimento de kasherização de um instrumento ou utensílio não Kosher para que o mesmo possa ser utilizado no preparo de alimentos Kosher.


Kashrut
O status de ser ou não Kosher.


Keilim
Utensílios ou vasilhas.


Kosher
Kosher em Hebraico significa apto, designa alimentos nos quais os ingredientes e o preparo cumprem as leis dietéticas judaicas.


Kasherização
O processo de mudar o status de um equipamento no qual foi utilizado algum ingrediente ou produto não Kosher para que possa ser utilizado com ingredientes Kosher.


Mashguiach
Aquele que é treinado para supervisionar a produção de alimentos Kosher.


Mehadrin
Refere-se ao nível mais exigente de supervisão Kosher.


Mikvah
Literalmente significa acúmulo, refere-se à estrutura do local em que a água é acumulada para imergir objetos de forma ritual.


Mevushal
Refere-se ao vinho que foi fervido.


Orlá
Refere-se ao mandamento da Torá de esperar 3 anos para poder consumir os frutos de uma árvore nova.


Parve
Neutro. Indica produtos que não têm derivados de carne, aves ou laticínios e que podem, assim, ser consumidos com qualquer uma das 3 categorias de alimentos. Itens Parve incluem todas as frutas, verduras, legumes, grãos, ovos, peixes Kosher, etc.


Pas Yisroel
Refere-se à alimentos assados em que o Mashguiach acendeu o fogo.


Poskim
Rabinos legisladores.


Shechita
O método de abate descrito na Torá para que a carne animais Kosher possa ser consumida.


Shochet
Refere-se a pessoa treinada para abater animais de acordo com as leis judaicas.


Shmitta
Refere-se ao ciclo que rege a agricultura em Israel, segundo o qual a cada 7 anos a terra deve descansar.


Tevilas Keilim
Refere-se à imersão de utensílios e vasilhas ou pratos de forma ritual antes da primeira utilização.


Tolaim
Vermes e/ou insetos que podem infestar frutas, verduras ou legumes.


Tovel
Imergir ou mergulhar de forma ritual (Mikvah).


Treifah
Refere-se a comida não Kosher. Este termo é normalmente utilizado para se referir a alimentos, panelas, pratos e utensílios que não são Kosher.


Yoshon
Literalmente significa velho, refere-se a grãos que se enraizaram antes de Pessach. O seu consumo não tem restrições.

Um Portugues em Israel

Actualmente, o lugar da moda em Jerusalém é o novo Shopping Mamilla. Estendendo-se numa antiga rua do bairro de Mamilla, foi inicialmente apenas uma estação de autocarros e um parque de estacionamento subterrâneos. O resto do projecto esteve 16 anos parado. Até que há poucos anos, os planos foram retomados para reabilitar a área. O mesmo bilionário russo dono do antigo Hilton investiu centenas de milhões de dólares no complexo, que inclui o centro comercial, um novo hotel de cinco estrelas e um condomínio de luxo. Em Maio de 2007, as primeiras lojas do centro comercial foram abertas. Marcas internacionais como Versace, Tommy Hilfiger, Mango ou The Body Shop, rivalizam com as cadeias locais. Às lojas de roupa de luxo sucedem-se as joalharias e a vários cafés de estilo, com agradáveis esplanadas.

… Clientela endinheirada não falta. No final da rua, o supra-sumo do luxo, a loja de jóias da cadeia brasileira H. Stern.

Jerusalem - Mamilla Shooping

E o shooping é realmente interessante… todo modernex, e em frente a um dos complexos de casas/condos mais chiques e caros de Jerusalem (porém, os donos são estrangeiros, normalmente americanos, que passam suas férias na região). Paramos para um cafezinho e um croissant! Uma delícia…
Portão Jaffa - JerusalemLogo ali fica o Portão de Jaffa, nosso ponto de entrada para a cidade velha, construido em 1538 por Suleiman (O sultão dos sultões - governou por 46 anos e ampliou as fronteiras do Império Otomano da Hungria ao litoral da India). Através desse portão nós fomos seguindo as infinitas ruazinhas da cidade e pelos diferentes bairros - Cristão, Judeu, Armenio e Muçulmano. Devo confessar que é uma aventura se perder por essas ruas, ainda bem que estavamos com o guia… do contrário, teríamos nos perdido facilmente.

Começamos entrando rapidinho no Bairro Cristão, na parte do comércio. Para quem já foi a países árabes, nada mais é que um souk, cheio de badulaque para comprar… Eu particularmente gostei mais de passear em Jerusalem nessas ruazinhas, que na Tunisia, pois não me senti intimidada pelos vendedores, eles me deixaram olhar a vontade e só ficavam esperando uma reação para vir falar comigo e negociar o preço.

Bairro Cristão

Bairro Cristão

De lá… chegamos no Bairro Judeu, bem diferente dos outros bairros, pois tem um lance mais residencial e mais refinado. A foto abaixo ilustra o “Cardo Maximus“, uma reconstrução de Jerusalem da era romana e bizantina… tem galerias judaicas e nesse local, preço NÃO é negociável e nem agradável… eheheheh!
Bairro Judeu
Repare que o negócio é mais chique :).

Agora… Reparem nessas três meninas que posaram na foto abaixo(vale lembrar que elas pediram para eu tirar a foto)… Eu te pergunto: Que religião elas pertecem? Para quem pensou “Judaíca”… Acertou!

Jerusalem - Judeus da Etiopia

… Momento de reflexão…

Eu precisei disso!!! (risos). Nunca imaginei que existia Judeus negros (desculpa a burrice e a falta de conhecimento, ok?!)… e quando Yoni nos contou da saga desses Judeus da Etiópia, eu fiquei boquiaberta…

Por quase 3.000 anos, os judeus negros da Etiópia, conhecidos como falashas e que se auto-denominam “Beta Israel” mantiveram sua fé e identidade lutando contra a fome, a seca e as guerras tribais. Acredita-se que eles faziam parte de uma das dez tribos perdidas, seus ancestrais remontando ao rei Salomão e à rainha de Sheba (Sabá).

Em maio de 1991, os falashas protagonizaram um êxodo milagroso. Com a Etiópia envolvida em profunda e brutal guerra civil, 14.200 membros dessa comunidade foram transportados de avião para Jerusalém pelas Forças de Defesa de Israel. Toda a operação de salvamento durou 25 horas.

Sinceramente, eu não sei te dizer se eles sofrem discriminação ou não… no fundo, acho que é exatamente como em qualquer lugar ocidental… eles são na sua maioria segregados…

De qualquer forma… Continuando pelo bairro judeu, fomos conhecer o Museu Arqueológico Wohl, que mostra estruturas judaícas da época de Herodes… bem interessante, mas para quem já foi a Pompéia… esse deixa um pouco a desejar (sem querer comparar, já comparando…eheheheh!).

Jerusalem - Museu Arqueológico Wohl

E depois de tanta andança, fomos almoçar em um restaurante Kosher; falafel, humus, peixinho e salada de trigo (aprendi um pouquinho sobre esse regime alimentar… e definitivamente, descobri que NUNCA poderia adotá-lo, pois só pelo fato de não poder misturar hamburguer com queijo… o negócio fica muito difícil, hein!?). Deixa eu explicar o que andei pesquisando sobre esse regime alimentar:

- Kosher: definição dada aos alimentos preparados de acordo com as leis judaícas de alimentação, isto é, um produto apto, apropriado ao consumo e que preenche todos os requisitos da dieta judaica.
- Kashrut: leis judaícas de alimentação.
- Terayfa: comida não kosher.

O negócio de não poder comer burguer com queijo é que segundo a tradição kosher, “o filho (carne do boi) esta sendo servido junto com o leite da mãe (queijo)”…”the child [cow/beef] in its mother’s milk [dairy].”… Inclusive, alguns MacDonalds em Israel não servem carne e queijo juntos…

A Ficção dos Crimes de Guerra

Quem acompanhou os noticiários [sobre Gaza] poderia ser levado a acreditar que Israel cometeu crimes de guerra durante a Operação Chumbo Moldado. Isso não é verdade! Trata-se de um libelo de sangue, simplesmente de uma acusação sem fundamento. Isso não significa que não foram cometidos erros aqui e ali, que não houve equívocos, que uma certa unidade pode ter usado munição não-apropriada, e que houve incidentes com soldados que agiram de forma errada. Presumivelmente, tais coisas ocorreram. Mas, daí até a acusação de que Israel é culpado de crimes de guerra e que as Forças de Defesa de Israel (FDI) usaram práticas de combate imorais vai um longo caminho.



Mencionar conceitos como “crimes de guerra” ou “crimes contra a humanidade” com referência a essa operação militar nada mais é do que puro disparate. Os líderes nazistas foram considerados “criminosos de guerra” pelo assassinato de milhões de pessoas a sangue frio. Adolf Eichmann foi julgado culpado de “crimes contra a humanidade” por ter enviado milhões para as câmaras de gás. O uso desses termos em relação a uma ação bélica de auto-defesa, contra uma organização terrorista que age a partir de uma área repleta de civis, não é apenas uma distorção da verdade, mesmo que centenas de civis tenham sido mortos. Trata-se, realmente, de uma perversão moral de primeira ordem, marcada por uma dose superabundante de maldade e hipocrisia.



Não acredite naqueles que dizem que as leis internacionais foram violadas durante a operação militar em Gaza. Eles são os que usam a legislação internacional de forma cínica, com objetivos que nada têm a ver com preocupações a respeito da moralidade da guerra. Os melhores juristas e acadêmicos em Israel e no mundo têm rejeitado essas acusações. O Professor Alan Dershowitz, da Universidade de Harvard, um grande especialista em Direito, dissecou as acusações contra a operação das FDI com bisturi afiado, e rejeitou-as inteiramente. O Professor Yoram Dinstein, um dos maiores especialistas israelenses em Direito Internacional, deixou claro em uma palestra no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, que as acusações contra as FDI são arraigadas em preconceitos. Na Europa, trata-se de uma questão de anti-semitismo clássico e, em Israel, de auto-ódio patético – ou de ignorância e interpretação equivocada dos pricípios legais, especialmente do espírito da lei internacional.



As acusações contra as Forças de Defesa de Israel são arraigadas em preconceitos. Na Europa, trata-se de uma questão de anti-semitismo clássico.


Nesse caso tem acontecido algo estranho. A pergunta principal costumava ser: quem é o agressor e quem exerceu seu direito de auto-defesa? Essa é a verdadeira questão moral. Atualmente, não se distingue entre aqueles que se levantam contra o Estado para destruí-lo e aqueles que lutam para defender sua vida.



Só interessa ao mundo se houve e quantas foram as vítimas civis, ignorando completamente a identidade dos responsáveis pela guerra e pela matança, um resultado inevitável de qualquer batalha, principalmente quando travada contra uma cruel organização terrorista. Quando era presidente dos EUA, Harry Truman ordenou o lançamento de duas bombas atômicas sobre o Japão para evitar a morte de soldados americanos – a justificativa foi baseada no fato do Japão ser o responsável pela guerra.



Naturalmente é lamentável que mulheres e crianças foram mortas. Não fico satisfeito nem mesmo com a morte de integrantes do Hamas... Mas a responsabilidade de toda a matança e do sofrimento é exclusivamente do agressor, o Hamas. Nenhum civil atingido – mesmo que tenha sido por engano – está pesando na consciência de Israel. Essa é a verdade que nos permite andar de cabeça erguida. Não há necessidade de ficarmos alarmados por [alegações de] pessoas cujos princípios são a hipocrisia e a falsidade. Seu padrão moral está muito distante do nosso. (Yehuda Ben Meir, extraído de www.haaretz.com)

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