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terça-feira, 19 de maio de 2009

Um ato de liberdade

Isabela Boscov fala sobre o filme em que três irmãos ajudam outros judeus a sobreviver na floresta durante a II Guerra. Com Daniel Craig, Liev Schreiber, Jamie Bell e George MacKay.




Star Treck

Isabela Boscov fala sobre o filme inspirado na famosa série de TV de ficção científica dos anos 1960, Star Trek. Direção de J.J. Abrahms, de Alias, Lost e Missão Impossível III. Com Chris Pine, Zachary Quinto, Eric Bana, Winona Ryder, Zoe Saldana e a participação especial de Leonard Nimoy.


Você sabe usar o Outlook?

Tire proveito do Outlook


Nem só de e-mails vive a ferramenta do Office. Ela pode ajudar a vender mais e até fazer ligações telefônicas para seus contatos


Enviar e receber mensagens são as funções mais conhecidas e utilizadas do Outlook, um dos softwares do pacote Office, da Microsoft, e que de longe é o sistema de e-mail mais usado do mercado. Mas poucos sabem que, com a ajuda desse aplicativo, é possível armazenar contatos, estimular o trabalho em equipe, classificar e-mails e até fazer ligações telefônicas. Há cursos que ajudam a conhecer todas as funcionalidades do Outlook (ou boa parte delas). Para quem não tem paciência de encarar uma sala de aula, André Serpa, gerente de marketing de produtos Office da Microsoft, e Marcelo Thalenberg, diretor da MT Criativa, consultoria especializada em produtividade e autor do livro Socorro, Roubaram meu Tempo (ed. Érica), dão dicas de como tirar proveito do Outlook.

Lista de tarefas
Independentemente da versão, o Outlook traz uma agenda e uma lista de tarefas com lembretes. Você consegue classificar as tarefas por prioridade em três níveis: baixa, normal e alta. É possível ainda colocar um alarme (sons ou aviso na tela) para lembrar das tarefas que não se pode esquecer de jeito nenhum.


Compartilhamento de dados
É possível compartilhar seu calendário ou sua lista de tarefas com funcionários, fornecedores e parceiros. Mas é necessário que sua empresa possua uma rede com mais de cinco computadores, além de um servidor que tenha instalado o software Exchange Server (é ele que permite o compartilhamento das informações). Dessa forma, todas as pessoas autorizadas podem, por exemplo, verificar como está o processo de trabalho e ainda consultar virtualmente a agenda dos demais para marcar reuniões.


Confirmação de leitura
Você sabe que ao enviar, por exemplo, um e-mail com a cotação de um produto ou serviço pode receber a confirmação de quando ele foi lido? Esse sistema economiza tempo e evita que você tenha que ligar a toda hora para o seu cliente. No próximo telefonema, após a confirmação de leitura, você já pode perguntar o que ele achou da proposta enviada. Para obter a confirmação, basta entrar no ícone 'Opções' e selecionar 'Solicitar Confirmação'.


Ligações por minuto
Quanto tempo você perde para localizar um número na agenda, tirar o telefone do gancho, discar e esperar alguém atender a ligação? Dá para ganhar tempo utilizando a placa de modem do micro como discador e a lista de contatos do Outlook. Basta cadastrar os dados dos contatos e conectar o modem do computador ao aparelho de telefone. Para isso, é necessário um pequeno adaptador telefônico do modelo TOC. Assim, você só clica na opção 'Ligar' (presente nas versões do Office lançadas a partir do ano 2000). Aí você pode pegar o gancho do telefone só quando o interlocutor atender. Se quiser utilizar um headset, basta conectá-lo ao computador e configurar o discador telefônico do Windows.


E-mails desnecessários
Como resolver o problema de centenas de mensagens diárias enchendo sua caixa de entrada? Uma dica: em vez de olhar os e-mails por ordem de chegada, vale a pena analisá-los por remetente. Basta clicar no título da coluna 'de' da caixa de entrada. Você também pode cadastrar alguns e-mails para irem direto para pastas específicas que você mesmo pode criar, separando-as, por exemplo, como não lidas, notícias, amigos, etc.



Clique aqui e confira um passo-a-passo de como usar a ferramenta

Perdeu o emprego? Então leia

Salgadinhos com sabor caseiro



Passei minha infância e parte da adolescência em Brasília, onde meus pais tocavam um restaurante. Minha mãe, Maria José, sempre foi uma cozinheira de mão-cheia e seus pães caseiros eram conhecidos por despertar a gula da vizinhança. Foi graças a essa afinidade com a cozinha que conseguimos recomeçar a vida e abrir um negócio próprio na cidade de Campinas, a 100 quilômetros de São Paulo. Nossa empresa de salgados nasceu da necessidade de garantir o sustento da família, depois que meu pai morreu de forma repentina, em 1989. Com meus irmãos pequenos e eu sem experiência profissional, ficou difícil manter o restaurante de Brasília. Perdemos tudo. Longe de lá, minha mãe achou que a saída para conseguir alguma renda seria oferecer salgadinhos fresquinhos em pequenos estabelecimentos. Foi assim que tudo começou. Passava o dia distribuindo folhetos em cantinas escolares e lanchonetes. A única propaganda era mesmo a minha palavra, porque eu não carregava nenhuma amostra, com medo de que os salgados se estragassem.

Apanhamos muito. A cada encomenda, virávamos a noite, e o pedido não passava de 300 unidades, o que comprovava o nosso total despreparo. As receitas eram caseiras demais, os salgados desmanchavam, não tínhamos padrão, equipamentos e método de produção. Para se ter uma ideia, perdíamos quilos de recheio por não haver geladeiras suficientes para guardá-los. Desperdiçávamos energia e tempo. Foram necessários quase três anos de trabalho informal para virarmos uma empresa de verdade, com CGC, nota fiscal e uma escala de 1.000 salgados por dia. Ganhamos fôlego e experiência.


Dispostos a crescer, quase fomos à falência ao produzir pães de queijo para supermercados. Acreditávamos que esse era o caminho para alavancar a empresa. Ao contrário, quase nos custou o negócio. Investimos boa parte de nossas economias em freezers personalizados e promotoras. Insistimos por dois anos, até que nos rendemos. É muito difícil para quem é pequeno enfrentar as regras das grandes redes. Hoje, vendemos apenas para cantinas de escolas e cafeterias, além de abastecer eventos.


O trabalho duro não permitiu que estudássemos, mas nos ajudou a construir um negócio bem-sucedido e a manter a família unida, o principal objetivo de minha mãe. Aprendemos as teorias de administração na prática e sempre procuramos dar um passo de cada vez. A empresa, que começou na cozinha de casa, virou uma indústria, com produção de 40.000 salgados fritos e assados por mês. Tudo feito sem conservantes, o que garante o gostinho de comida caseira. No ano passado, abrimos uma pequena loja de apenas 12 metros quadrados junto à fábrica para atender à demanda da própria clientela. O futuro? Crescer ainda mais, sempre com planejamento e os pés no chão.


Pequenas empresas Grandes negócios

Perdigão engole a Sadia

A Brasil Foods (BRF), criada a partir da compra da Sadia pela Perdigão, é a terceira maior exportadora do país, depois de Vale e Petrobras, com presença em mais de 110 países, e almeja se tornar a maior exportadora de carne processada no mundo nos próximos anos. Os co-presidentes do conselho da nova empresa, Nildemar Secches (Perdigão) e Luiz Fernando Furlan (Sadia), anunciaram o acordo no fim da manhã desta terça-feira em São Paulo.

"Estamos criando um campeão, que provavelmente se tornará o maior processador de carne do mundo", afirmou Furlan.


OS NÚMEROS DA SADIA E PERDIGÃO (Dados de 2008)
Fonte: Folha de S.Paulo
EmpresaSadiaPerdigão
Receita LíquidaR$ 10,7 biR$ 11,4 bi
Lucro/Prejuízo-R$ 2,5 biR$ 54 mi
Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização)R$ 1,2 biR$ 1,2 bi
ExportaçãoR$ 5,6 biR$ 5,1 bi
Funcionários60.58059.008
Fundação1944, em Concórdia (SC)1934, em Videira (SC)
Produtos/SegmentosIndustrializados congelados, resfriados (de carne, além de massas), margarinas e docesIndustrializados e congelados de carnes, lácteos, massas prontas, tortas, pizzas, folhados e vegetais congelados

Para o negócio ser confirmado, é necessária aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça. O órgão é responsável por avaliar se há concentração de mercado, com eventuais prejuízos aos concorrentes e aos consumidores.

Segundo reportagem do jornal "Valor Econômico", o negócio é visto como um dos maiores desafios ao órgão antitruste tanto pelo tamanho da nova empresa quanto por envolver diversos mercados no setor de alimentos, o que aumenta bastante a complexidade da análise.

A união já faz da BRF a maior produtora e exportadora mundial de carne de frango, uma das principais processadoras de carne de porco e a maior abastecedora de alimentos industrializados no país. A previsão de faturamento anual da companhia é de R$ 22 bilhões.

"Era uma discussão quase que óbvia", disse Secches em entrevista coletiva. "A missão da nova empresa é levar produtos e as marcas brasileiras para todo o mundo em um setor no qual o Brasil é o mais competitivo do mundo", afirmou.

A composição do capital da empresa, segundo os executivos, será de 68% de acionistas da Perdigão e 32% da Sadia. Há alguns meses, a Sadia fez uma oferta hostil pela Perdigão.

Segundo analistas, o negócio ajudará a Sadia a se livrar das especulações negativas que vinham aumentando por conta dos resultados desfavoráveis nos últimos meses. A dívida bruta da empresa evoluiu de R$ 8,5 bilhões para R$ 9,4 bilhões de dezembro para março.

O controle, dizem Secches e Furlan, é inteiramente dos acionistas e será feito por profissionais. Furlan afirmou que sistema será de "governança compartilhada para que as empresas possam utilizar as melhores práticas de mercado".

O acerto depois de 10 anos de negociações, com duas tentativas fracassadas no meio do caminho, veio a partir de conversas no fim de 2008. De acordo com Secches, a assinatura do contrato foi acelerada por não ter sido incluído o debate sobre o destino do Banco Concórdia, que pertence à Sadia e é controlado pelas famílias Fontana e Furlan.

"Simplesmente separamos e fizemos a associação da parte operacional", afirmou Secches.

Desde o começo das negociações estava definido que o banco ficaria de fora da nova empresa, como um negócio independente, controlado pelas famílias Fontana e Furlan. No entanto, restavam duas questões pendentes: o que fazer com um contrato de prazo indeterminado que o banco possuía para explorar a cadeia produtiva da Sadia e como fazer a cisão desse ativo da empresa. A separação do banco envolvia a definição de quanto capital ele necessitaria para existir de forma autônoma.

Ficou decidido que o banco não terá um contrato para explorar a cadeia de fornecedores e clientes da Brasil Foods. Com isso, o banco perde sua razão inicial de existir. Caberá às duas famílias definir o seu futuro. Internamente, o banco vem desenvolvendo estudos para encontrar um novo foco de atuação.

No balanço do primeiro trimestre, a Concórdia Holding Financeira, que controla o banco e a corretora do grupo, tinha patrimônio líquido de R$ 81,5 milhões.

Ainda de acordo com os executivos, uma empresa externa vai ajudar a identificar os talentos de Perdigão e Sadia para atacar melhor o mercado.

Speedy de novo

Mais uma vez somos reféns do sistema Speedy da Telefônica. Trabalhos, estudos, tudo parado.
Realmente nós não estamos em um país sério. Pagamos e não recebemos com qualidade serviços essenciais. E o pior é que nem sabem o que aconteceu.

Usuários que tentam se conectar à internet nesta terça-feira usando o serviço de banda larga Speedy, da Telefônica, continuam com problemas de autenticação e acesso. A falha atinge todo o Estado de São Paulo e começou na tarde de ontem (18).

De acordo com o Serviço de Atendimento ao Cliente da operadora, ainda não há previsão para normalização do serviço. No entanto, a assessoria de imprensa da Telefônica afirma que desde a noite de ontem não foi observado novo crescimento de reclamações e que o serviço já funciona corretamente.

Por volta do meio-dia desta terça-feira (19), o SAC do UOL registrou um volume de chamadas 80% maior em relação ao número normal para o período.

Segundo comunicado da operadora, as causas da instabilidade ainda não foram identificadas. Até agora, a única informação passada pela Telefônica é que na tarde de ontem foram observados "dois períodos de instabilidade na infraestrutura que dá suporte ao acesso à rede mundial de computadores". A primeira ocorrência foi registrada entre às 12h30 e às 14h55, enquanto a segunda teve início às 16h15 e encerrou-se às 18h.

Usuários reclamam da falha

João Garrucho, de Barretos (SP), conta em um grupo de discussões criado pelo UOL sobre o assunto que não "consegue conectar-se à internet desde ontem".

O mesmo problema é enfrentado pelo paulista Ruy Cola: "é uma total falta de respeito com os usuários. Fui dormir ontem por volta das 23h e, ao contrário do que diz a Telefônica, nesta hora ainda estava sem conseguir conectar".

Já o internauta Rene, de Taboão da Serra (SP), questiona o atraso no diagnóstico do problema enfrentado pela Telefônica. "Até agora, a operadora não se pronunciou quanto a solução. Enquanto isso, continuamos com o grande transtorno no serviços prestados", diz o cliente.

Você está tendo problemas para se conectar à internet?

O que fazer

Uma das medidas para checar se sua conexão voltou à normalidade é desligar e ligar seu modem ou fazer a autenticação mais uma vez.

Se o problema persistir, uma saída é testar a alteração do DNS de sua máquina ou acessar à web via conexão discada.

Seus direitos

Para garantir o desconto das horas de instabilidade, o usuário deve ligar no serviço de atendimento da Telefônica (10315), relatar o problema para um dos atendentes e anotar o número de protocolo. A informação é dada no próprio SAC da empresa.

De qualquer forma, o Procon-SP, órgão de defesa do consumidor, diz que enviará uma notificação para a operadora, cobrando explicações e ressarcimento para todos os usuários. O órgão explica ainda que o consumidor que se sentir lesado pode, além de entrar em contato com a Telefônica, acionar o Procon de sua cidade para registrar a queixa.

Problemas anteriores

Entre os dias 6 e 14 de abril, um ataque de hackers aos servidores DNS prejudicou o acesso à internet para os assinantes Speedy. Apesar de o serviço ter ficado intermitente durante oito dias, a Telefônica concedeu 12 horas de ressarcimento na mensalidade dos clientes.

O Procon-SP esperava desconto relativo aos dias de instabilidade, e não apenas um valor aproximado das horas de ataque aos servidores DNS da Telefônica.

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