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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Moon - O filme

É bom quando a gente pode começar a falar de um filme assim: não sei o que gostei mais, nele. No caso de Moon - que, depois de uma bela trajetória por festivais, inclusive Sundance, estréia sexta feira em circuito comercial limitado, nos EUA - não sei mesmo de que gosto mais: do fato de seu diretor, Duncan Jones, ter Zowie como segundo nome e ser o filho de David e Angela "Angie" Bowie; do luminoso talento que ele exibe num filme de estréia com este nível de ambição; do modo como Moon recoloca a boa ficção científica firmemente no rumo filsófico de um Kubrick em 2001 (referência mais próxima e clara), de um Tarkovsky em Solyaris ou, por que não, de Danny Boyle em Sunshine (Sol/Lua, Lua/Sol.... gostei...); da espantosa qualidade dos efeitos num filme independente de baixo orçamento (palpite: muito efeito velha-escola, não-digital, executado à perfeição como os ingleses sabem, Kubrick que o diga) ; da trilha maravilhosa de Clint Mansell, essencial num filme que é um estudo para dois (?) personagens e um computador (a voz de Kevin Spacey); do desempenho de Sam Rockwell como o solitário ocupante de uma estação lunar que, ao final de três anos de serviço, se vê assombrado por.... seria seu alter ego?


Enfim, recomendação completa, embora não possa dizer quando Moon estréia no Brasil. Mas posso dizer o que Jones vai fazer depois- dirigir um drama/thriller de submarino, Escape from the Deep, baseado numa história verdadeira.



O cara. Que é o filho do cara.


Por Ana Maria Bahiana


Os Iraquianos em Detroit

Com o fim de fato da fase de ouro da indústria automotiva norte-americana, deve complicar ainda mais a situação de seu antigo epicentro, a cidade de Detroit, no Estado de Michigan, nos EUA. No último meio século, a população local caiu à metade, de 1,8 milhão de pessoas nos anos 50 para pouco mais de 900 mil hoje. Estive lá por duas vezes nos últimos anos, em 2007 e em 2008. Na primeira vez, fazia uma série de reportagens sobre os exilados iraquianos que encontraram abrigo na Grande Detroit.


Pois essa é a comunidade que mais floresce, a dos exilados iraquianos, principalmente dos caldeus, uma facção de cristãos que não encontrou lugar no Iraque pós-invasão norte-americana. Eles representam 15% de todos os refugiados iraquianos. Dois terços deixaram o país. Desses, dezenas de milhares vieram aos EUA, e se concentram no Michigan, onde já havia uma importante comunidade de exilados iraquianos da Guerra do Golfo, em 1991, e da Guerra Irã-Iraque, nos anos 80.


O curioso é que um dos locais preferidos dos iraquianos expatriados para iniciar nova vida é Dearborn, cidade-natal de Henry Ford, o fundador da única das ex-Três Grandes que sobrevive sem intervenção estatal e que mantém sua sede ali. No subúrbio de Detroit, é a "capital árabe" dos EUA, com 30% da população três árabes em cada dez habitantes e uma das maiores mesquitas das três Américas.


Enquanto os trabalhadores da indústria automobilística norte-americana perdem emprego e casa, os iraquianos desalojados pela guerra de George W. Bush progridem na mesma região, tocando suas próprias pequenas empresas, principalmente no setor de serviços.


Há uma ironia histórica aí.

A mesquita de Dearborn, no subúrbio de Detroit

Mansão onde Henry Ford passou parte de sua vida, na mesma cidade


Fábrica de carros abandonada de Detroit


Blog Sérgio Dávila

Conheça Israel!


Conheça Israel, sua história e sua luta para viver com vizinhos hostis, e mesmo assim ser um país de primeiro mundo. Com alta tecnologia Israel se destaca da idade média em que vivem seus vizinhos.

Leia aqui

Ataque antissemita em Washington

Museu do holocausto em Washington



O assassinato de um segurança negro do Museu do Holocausto em Washington por um racista branco causou comoção hoje não só entre os visitantes, mas entre a classe política dos Estados Unidos, que condenou o fato.


O presidente americano, Barack Obama, pediu em comunicado para manter "o alerta frente ao antissemitismo e aos preconceitos em todas as formas".


Obama qualificou o ataque contra o Museu do Holocausto de "atroz" e ressaltou que "nenhum ato de violência diminuirá a determinação (dos EUA) de homenagear os que morreram em busca de um mundo mais pacífico e tolerante".


O presidente também dedicou palavras ao segurança assassinado no museu e assegurou: "Meus pensamentos e orações se encontram com sua família e seus amigos neste momento de dor".


A Polícia manteve isolada a área durante várias horas, depois que um homem entrou no Museu do Holocausto e começou a fazer disparos, matando o segurança Stephen Tyrone Johns.


O suspeito, James W. von Brunn, um veterano da Segunda Guerra Mundial de 88 anos identificado como simpatizante de grupos que pregam a supremacia branca, abriu fogo pouco antes da 13h (locais) no saguão central do museu, que na hora estava cheio de turistas, semeando pânico e confusão.


Mark Loapplot contou à Agência Efe que ele e a namorada estavam entrando na área dedicada às crianças quando ouviram os tiros.


"Pensei que alguém tinha atirado algo no chão, mas minha namorada disse que pareciam tiros. Três crianças entraram correndo na sala e percebi pelo rosto delas que algo terrível tinha acontecido", disse Loapplot, que, então, começou a procurar a saída.


"Ninguém sabia o que fazer e outro homem e eu buscamos a porta de emergência", acrescentou.


Após o tiroteio, a Polícia ordenou o esvaziamento imediato do museu e interrompeu o tráfego nos arredores.


A Polícia montada se deslocou até a área e um helicóptero patrulhava os arredores do lugar.


A maioria dos visitantes abandonou o museu rapidamente, mas os que estavam no andar de baixo tiveram que esperar até que os vigias confirmassem que era seguro se deslocar pelos pisos superiores.


Um grupo de estudantes, entre os quais estava Trevor Eclo, de 19 anos, natural de Phoenix, Arizona, visitava nesse momento a exibição sobre a propaganda nazista "State of Deception: Power of Nazi Propaganda", localizada no porão.


"Vieram vários agentes de segurança do museu e disseram para ficarmos ali. Ficaram conosco por 20 minutos e depois nos tiraram pela porta de trás", contou.


A Polícia e o FBI (Polícia federal americana) investigam os motivos que levaram Brunn a realizar o tiroteio, e as primeiras hipóteses apontam para preconceitos raciais e antissemitas.


Em um site que reivindica o "sagrado império do oeste", Brunn diz que, em 1981, foi condenado a 11 anos de prisão por um "juiz negro judeu", por conspirar para sequestrar os membros do comitê do Federal Reserve (Fed, banco central americano), aos quais acusou de "traição".


EFE - Agência EFE -


Comentário:


Parece que a vida para os judeus e seus admiradores está ficando dificil no mundo.
Não estamos seguros em nenhum lugar.

Venezuela proíbe Coca Zero




O governo da Venezuela proibiu, nesta quarta-feira, a venda do refrigerante Coca-Cola Zero no país e ordenou que a multinacional Coca-Cola retire o produto de circulação, alegando que o refrigerante seria prejudicial à saúde.

Sem apresentar detalhes, o ministro da Saúde, Jesús Mantilla, afirmou que o refrigerante possui componentes na fórmula que supostamente seriam prejudiciais ao organismo.

"O produto deve sair de circulação para preservar a saúde dos venezuelanos", afirmou Mantilla.

A medida foi tomada depois de uma inspeção realizada na filial da empresa Coca-Cola Femsa na Venezuela, que é a segunda maior engarrafadora da Coca-Cola no mundo, de acordo com informações disponíveis na página eletrônica da empresa.

O ministro da Saúde ordenou à Coca-Cola que suspenda as vendas do refrigerante e recolha todos os produtos que já estão nos estabelecimentos comerciais.

Por meio de um comunicado divulgado na noite desta quarta-feira, a Coca-Cola Femsa da Venezuela declarou que a Coca-Cola Zero "não contém nenhum componente que possa ser prejudicial à saúde das pessoas".

Empresa também afirmou que, enquanto o governo conclui o processo administrativo, suspenderá a produção do refrigerante e retirará o produto de toda a rede de vendas da Venezuela. Enfrentamentos Essa não é a primeira vez que o governo venezuelano enfrenta a Coca-Cola. Em março, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu que a empresa saísse de um terreno no oeste da capital, Caracas, para que o governo pudesse construir casas populares na área.

A empresa também foi alvo de uma extensa greve no ano passado, que resultou em perdas milionárias para a Coca-Cola. Os empregados chegaram a tomar algumas sucursais da empresa, exigindo o pagamento de dívidas trabalhistas atrasadas, entre outras reivindicações.

Comentário
:


Os indios dos andes não querem concorrência no nome
Cocaína pode. Já Coca Cola não.
Onde vamos parar? Estes amigos do apedeuta!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Case-se com um milionário




CNN inova e dá dicas de como "laçar" um milionário

Este Editor do UOL Tabloide que vos fala estava navegando pela CNN nesta fria terça-feira e se deparou com um interessante post em um blog, começando pelo título: "Investimento alternativo: casar-se com um milionário".



Há quem diga que a melhor maneira de se dar bem na vida é casando-se com um milionário, recebendo uma herança ou ganhando na loteria.



Uma das três alternativas, ao que parece, pode estar mais perto de ser alcançada. A autora do post conta a história da norte-americana Lisa Johnson Mandell, uma espécie de guru de encontros. Ela dá aulas com dicas de como "laçar" um milionário.



"Ficar com um homem rico é uma das melhores decisões de investimento que você pode fazer", ela assegura. A guru diz ter recebido 50 propostas de casamento, e destas, cerca de 12 foram de milionários...



Lisa deu algumas dicas que estão no post. A leitora assídua deste blog, que certamente gostaria de casar-se com um milionário, pode conferir abaixo:



Faça

Seja o prêmio. Ela sugere que as mulheres vistam-se com coloridos vestidos e poderosos sapatos de salto alto. "Os homens foram programados para caçar", diz Lisa.



Seja acessível. Enquanto caminha, faça contato visual e sorria.



Esteja no lugar certo, na hora certa. Para Lisa, isto significa estar onde os caras ricos estão - tabacarias, flats, bares de restaurantes caríssimos, hotéis elegantes... Ou seja, todos os lugares em que o Editor do UOL Tabloide certamente não está!



Não faça



Não fale muito. No primeiro encontro, não mencione filhos, amores passados, o estado da sua conta bancária, muito menos da dele. Não dê detalhes do seu currículo - caso contrário ele pode ficar inclinado a contratá-la e não a namorá-la.



Não fique nervosa. Exale confiança. Se você não sabe o que falar - não fale. "Pergunte coisas sobre ele", aconselha Lisa.



Não pule na cama. Ela diz que muitas mulheres gostariam de dormir com um milionário neste momento, por isso, você tem que se esforçar para conseguir.



O Editor do UOL Tabloide não tem a menor ideia se essas dicas vão funcionar, mesmo porque ele não está interessado em se casar, só para manter a fama de solteirão convicto!

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