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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Lula e o jogo da palestina




Agora imagine Lula presente ao jogo. Aplausos para a multidão, fotos com os jogadores e discurso para a galera
No meio do discurso, as sugestões para resolver os "pobrema" da região:

1- Violência contra a mulher: "cumpanheiros e cumpanheiras, aqui nóis vimo todas as mulher usando touca no cabelo. Isso é um absurdo. Esse machismo não pode mais. Tem de botar delegacia da mulher aqui. Delegacia da mulher."

2- Problema de desertificação: "nóis temo um projeto de transposição das águas do São Francisco que dá pra fazer com o Jordão. A gente só desvia 1% das água e irriga tudo, daqui até a Gaze... é gaze, né? aquilo que põe nos machucado? Gaza? ah, mudaram o nome. Mas então... e dá pra botar a Odebrechi pra fazer uma represa no meio. Aí também resolve aí a falta de eletricidade".

3- Fronteira: "a Polícia Federal tá acostumada a pegar esses curió aí tudo com droga enfiado na bunda, no bucho, sei lá onde. Bota o Tuma aí que não entra homi bomba porra nenhuma aqui. O Tuma mete no xilindro e ó, no Brasil custa caro pros traficante sair da cadeia. Eles tem de pagar uma grana legal pra nóis .Dá um dinheirão pro governo. A gente ensina vocês"

4. Política: "nóis precisamo da paiz... a paiz é fundamental pros pais de familia botar cumida na mesa pras criança. 3 veiz por dia. Tem de botar cumida treis veis por dia. Compromisso de campanha. Tem de criar o Ministério da Paz. A gente tem muita experiência com ministério. Tem de ter Ministério da Paz. A gente emprega todo mundo, dos dois lado, e resolve o pobrema. Tá tudo em paz. Só um minutinho, tem um bilhete aqui .... porra, o PMDB tá pedindo pra indicar o Ministro da Paz"

Lula no Oriente Médio. Ele é o cara

Fábio Nogueira

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Seleção e não eleição

A cada instante uma nova situação se apresenta e corremos atrás dos acontecimentos. Ainda repercute o discurso do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e toma o lugar a reação popular ao anúncio do vencedor das eleições iranianas.


De um lado, Netanyahu respondeu aos discursos do Presidente americano, tanto no Cairo e na Alemanha. Disse que Jerusalém é indivisível, exigiu o reconhecimento de Israel como Estado Judeu, expôs os direitos dos quatro mil anos de história judaica na Terra de Israel– depois chamada Palestina, mas sempre judaica, e fez um agrado, dizem agrado desagradável, de apoiar um Estado Palestino desmilitarizado. Se Barak Obama quer o desmantelamento dos assentamentos judaicos em áreas judaicas previstas para uma futura Palestina árabe islâmica, Netanyahu quer manter alguns desses assentamentos, inclusive permitindo seu crescimento natural, como qualquer vila que cresce naturalmente.


Hillary Clinton e Obama se opõem. Avigdor Liberman, o Ministro do Exterior, fala que, ao invés de retirar assentados, para fazer uma Palestina islâmica judenrein, que se movam as fronteiras: onde houver assentamentos judaicos, ficam em território de Israel, e onde houver vilas com alta densidade de árabes, ficam em área da futura Palestina. Não está errado, pois não remove ninguém. Netanyahu ainda esclareceu que não foi o Holocausto que fez Israel, pois o movimento sionista tem mais de cem anos, e se Israel existisse antes, se implementado quando criado pela Liga das Nações, em 1920, ou se aprovada pelos árabes a Partilha proposta em 1937 pela Comissão Peel, tudo antes da Segunda Guerra, o Holocausto não teria existido. Estas foram as seleções de Netanyahu.


Aí o assunto se complica. Os árabes de Israel apóiam os palestinos, mas não querem ficar num Estado Palestino: querem continuar em Israel, onde ganham mais do que em qualquer país árabe, tem liberdade, melhores serviços, tanto em saúde como escolaridade. Aí reside o paradoxo, ou a hipocrisia. Não querem sair de Israel, não apóiam um Estado Judeu, mas querem uma Palestina islâmica. Por aí se vê que não há sinceridade, não desejando a paz. O próprio Presidente do Egito, Osny Mubarak, declarou que um Estado Judeu nunca será aprovado pelos árabes, apesar do Egito manter um Tratado de Paz com Israel, mas não o quer como Estado Judeu.


Na entrevista ao Wall Street Journal, Mubarak fala em definição já das fronteiras de um Estado Palestino contíguo, isto é, Israel que seja cortado ao meio. Mahmoud Abbas, o Presidente da Autoridade Palestina, fala o mesmo. Logo não há sinceridade de ninguém e não se poderá prever uma paz em curto prazo. Desejam estados árabes islâmicos, mas não aceitam um Estado Judeu. A exigência de um Estado Palestino desmilitarizado, feita por Netanyahu, é outra pedra no caminho de um acordo, mas a segurança de Israel não pode ser negligenciada.


O que se observa é que, enquanto a Al Queida é combatida por todos, o Hamas é aprovado por todos. Algo ininteligível combater o terror e aprovar terrorista. A França se entende com o Hamas, Jimmy Carter fala como Hamas, mas todos combatem a Al Queida. Entendam todo esse imbroglio.


De outro lado, o que Natinyahu classificou como o verdadeiro perigo, o Irã, está às voltas com seus problemas internos. Os acontecimentos se precipitaram com a declaração, ontem, do candidato preterido, Moussavi, de que está disposto a morrer, tornar-se mártir, mas conduzindo uma revolta contra os resultados oficiais da eleição, ou da seleção. Não há a menor dúvida de que o regime dos Aiatolás sofreu abalo, mas se cairá o regime, não se pode dizer, mas que houve a fratura, isto houve. O candidato preterido, Moussavi, foi quem iniciou o Programa Nuclear iraniano. Não se pode dizer que, dado como eleito, não seguirá a linha atual nesse assunto. Foi Ministro do Governo. Participou da criação do Hizbollah. Com a revolta que segue no Irã, fica claro que Moussavi bateu de frente com o Aiatolá Khamenei – um dos dois sairá vitorioso, e o outro desaparecerá. A situação é essa.


Os Estados Unidos estão em cima do muro: não querem fechar a porta a Ahmadinejad, pois ele pode sair vencedor com o esmagamento a sangue dos revoltosos; e Barak Obama precisa ter com quem negociar. O Presidente Lula já falou pró Ahmadinejad. Netanyahu ainda não se definiu. Para os Estados Unidos e também para Netanyahu, Moussavi deve seguir a política exterior, nuclear e de mísseis de Ahmadinejad. Caso se manifestem já por Moussavi, terão dificuldades para combatê-lo quando a política dele seguir a mesma linha de antes. Ficar contra Ahmadinejad é mais fácil, pois a grande maioria lhe é contrária. Mas Netanyahu ser favorável às mudanças granjearia a simpatia internacional. Eis a grande dúvida, como se posicionar no rumo certo. Qual a seleção certa neste caso?


Herman Glanz



Chaves o Ditadorzinho!



Todo bom político sabe que um governo desejoso de se manter no poder eternamente, só conseguirá isso controlando todos os aspectos da comunicação, propaganda e da vida do cidadão.


Sempre que falo sobre Chávez aqui, ele é defendido com unhas e dentes pelos que o acham um grande líder libertário. Alguns chegam ao absurdo de dizer que Chávez não é um ditador pelo simples fato de ter sido eleito. Normalmente essa argumentação cai por terra, quando são lembrados do fato de que, alguns dos mais sangrentos ditadores da história, foram eleitos pelo povo (em grande aclamação) ou cumpriram todas as etapas legais dos sistemas eleitorais de seus países. Contudo, nada muda o fato histórico de serem ditadores. (Hitler, Mussolini, Stálin, Getúlio Vargas, etc…)


E assim é com Chávez. Apesar do discurso de grande líder e das bazófias junto a comunidade internacional, suas atitudes o qualificam apenas como um ditardorzinho de quinta categoria; aplicando a política do “pão e circo” sobre seu sofrido povo. Sempre em busca de estender o controle estatal a tudo que anda, voa, rasteja ou é transmitido na Venezuela. Eliminando, assim, qualquer voz destoante do seu discurso messiânico.


Agora, enquanto o país atravessa uma terrível fase de privações (agravadas pela crise internacional e a queda do preço do petróleo) Chávez, ao invés de “correr atrás” para abastecer seu povo com gêneros alimentícios “supérfluos” e “sem importância”; próprios dos burgueses escravos do capitalismo neoliberal estadunidense, como carne, leite, arroz, feijão e outros; cria, com grande alarde o “Vergatário” (“Grandioso em espanhol”).


A nova cria é um aparelho celular subsidiado que custará algo em torno de US$14,00 dólares. Segundo ele, a criação do “Grandioso” visa proporcionar “aos pobres” de seu país (e do mundo, futuramente, é claro) acesso a telefonia celular. Além disso, o “Grandioso” impedirá que o “Satã Estadunidense” monitore suas ligações vitais e repletas de segredos (como o da vida eterna) com Fidel Castro.


Concordo com ele. Quem sabe, assim, o povo venezuelano poderá ligar para as unidades de emergência enquanto morre de fome ou sofre com as carências alimentares diárias.


Em sua sanha por controle total e pela vitória sobre o “Grande Satã Estadunidense”, Chávez agora ameaça fechar mais um canal de televisão de grande audiência (a Globovisión), pelo simples fato dos caras terem dado “um furo” de reportagem nas redes de televisão estatais.


Ao noticiarem um terremoto, ocorrido na capital do país, o pessoal da Globovisión transformou-se em “agentes do terror estadunidense” e são acusados de levar pânico a população pobre (sim, porque com os ricos Chávez não se importa. Ou será que não?). O terremoto foi brando e não provocou vítimas (o que foi noticiado pelo canal). As agências estatais simplesmente omitiram a informação, conforme desejo do governo (afinal nada pode perturbar a paz interna). Mas, como a Mãe Natureza é uma agente do “Grande Satã Estadunidense”, o noticiário da Globovisión tinha que mostrá-lo para provocar terror e derrubar o governo de Hugo Chávez.


Meu caro leitor! Tenha você a posição política que for; entenda que nada e nenhum regime de governo pode ter o direito ou a prerrogativa de controlar os meios de comunicação, impedir a liberdade de livre pensamento e controlar as mentes de seus cidadãos. Se o presidente de um país acha que seu governo não conseguirá resistir a um simples noticiário de televisão; é porque esse governo só existe graças a propaganda e a mentira. Logo, deve mesmo deixar de existir, pelo simples fato de não ter competência para tal.


Normalmente começa assim: o cidadão cede um pouco aqui, um pouco ali em nome de uma promessa de independência e liberdade que nunca chega. Quando percebe, as solas das botas já estão golpeando as portas e pessoas começam a sumir na escuridão da noite.


Nada pode ser melhor do que a liberdade.

Pense nisso.

Blog Visão Panorâmica



Mais uma besteira da diplomacia brasileira

Enquanto a polarização política no Irã aumenta o debate sobre o tom mais adequado das reações de governos estrangeiros, o Planalto tenta relativizar as declarações feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva --que comparou a oposição iraniana a uma torcida de futebol perdedora-- e afirma que o Brasil ainda não tem posição final sobre o tema.

"Nós temos que observar. O governo, informado pela embaixada, fará suas análises. Vamos discutir isso com o presidente, e isso vai servir para orientar nossa postura concreta", diz Marco Aurélio Garcia, assessor para assuntos internacionais da Presidência.

Ele não quis adiantar o que o governo fará caso o confronto entre linha dura e reformistas resulte em mais violência: "Vamos ver. Pode ter certeza de que o Brasil não vai se omitir". Ao mesmo tempo, reitera que a orientação "não é ficar distribuindo certificado [de comportamento democrático]".

"Se você começa a distribuir certificado, esses países vão se fechar, isso será usado como um argumento conservador-nacionalista."

Garcia estava com Lula em Genebra na segunda-feira passada, quando o presidente, mesmo ressalvando que esperava mais informações, disse ter a impressão de que era "protesto de quem perdeu" a reação opositora à proclamação da vitória do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

Questionado então se o Brasil reconhecia a reeleição de Ahmadinejad, o chanceler Celso Amorim disse que era preciso aguardar. Mas Lula depois reafirmou que achava difícil que tivesse havido fraude, dada a vantagem de 30 pontos do vencedor na contagem oficial. (Leia MAIS)

MEU COMENTÁRIO: Certificado de comportamento democrático? Esse Top, Top Garcia, o aspone-mor de Lula, sempre que abre a boca solta perdigotos de idiotice. E fala em nome do governo brasileiro, passando por cima do diminuto chanceler.

No mais, não há novidade. Os petralhas apóiam todas as ditaduras que existem no planeta.

Quem é verdadeiramente democrático não dá esse tipo de declaração.

Blog Aluisio Amorim


domingo, 21 de junho de 2009

Como ler jornais e Blogs



Dicionário para melhor compreender o que se lê nos jornais, elaborado em 2006, por Jose Javier, do blog espanhol “desde mi rincón”, traduzido e adaptado por mim com a licença do autor.

Agressão Israelense –qualquer operação realizada por judeus para tentar evitar um ato terrorista.

Ataque deliberado – falta de pontaria dos mísseis e bombas israelenses, não aplicável aos Katiushas e Qassams utilizados por terroristas, já que se supõe que estes podem destruir não importa o quê.

Ciclo de violência – palavra utilizada para denegrir aquele que é atacado e tenta se defender.

Civis inocentes – 1.terrorista em trajes civis.

2.qualquer árabe morto ao ser usado como escudo humano.

Danos colaterais – faz referência principalmente às vítimas dentre os escudos humanos do Hamas ou Hezbollah, já que os civis israelenses mortos são objetivos militares.

Defesa de seu país – lançamento de foguetes de áreas civis contra áreas civis.

Escudo humano – razão pela qual os judeus não devem tentar eliminar os terroristas.

Expansionismo – política israelense que consiste em derrotar os países que querem varrer Israel do mapa.

Força internacional – unidade militar impedida de utilizar suas armas e que é capaz de fugir com a mesma velocidade.

Força internacional de paz – força de ocupação sempre e quando não for americana ou israelense.

Guerra assimétrica – atos bélicos nos quais os terroristas islâmicos podem lançar milhares de foguetes contra qualquer objetivo em Israel (de preferência objetivos civis), de um Estado vizinho e que os judeus não podem responder por não se tratar de um exército convencional.

Holocausto – 1.algo que os judeus devem esquecer
2.algo que nunca existiu e que está sendo manipulado pelos judeus para justificar o que estão fazendo na Palestina e em outros lugares muçulmanos.

Holocausto Palestino – razão pela qual do milhão de palestinos que havia em 1948, agora existem tão somente 3 milhões na Cisjordânia e em Gaza, e outros 3,5 milhões no resto do mundo.

Judeu bom – aquele que considera que o Estado de Israel não deve existir.

Linha verde – fronteira para a qual os judeus devem se retirar e que por artes mágicas vai ser aceito por seus vizinhos árabes.

Luta palestina – 1.a tentativa dos últimos 61 anos de tomar uma decisão correta na direção de uma paz com Israel (sem tê-la conseguido até agora).
2.queixa árabe, já que depois de cinco guerras ainda não conseguiram jogar os judeus no mar.

Lutador pela liberdade – terrorista islâmico que foi submetido a uma lavagem cerebral para se explodir num ônibus.

Mártir – diz-se do adolescente ao qual um grupo de muçulmanos adultos, a centenas de quilômetros de distância e cercado de crianças (escudos humanos) que foi submetido a uma lavagem cerebral para que se suicide num restaurante cheio.

Massacre – se aplica exclusivamente à resposta judaica a um ataque terrorista islâmico.

Militante– palavra usada pelos meios de comunicação ocidentais para fazer referência aos terroristas islâmicos.

Negociação – conversações em que Israel deve ser o único a fazer concessões.

Pacificação – oportunidade de se mostrar ao mundo que os terroristas islâmicos são bons garotos e não querem causar dano a ninguém.

Palestina – não existe, mas inclui Israel.

Paz justa e duradoura – desaparecimento do Estado de Israel.

Processo de paz – negociações levadas a cabo durante os últimos 61 anos e que sistematicamente teem sido boicotadas por Israel que se nega a mergulhar no mar
.
Resistência legítima – 1.negação do direito de existência do Estado de Israel.
2.Justificativa dada principalmente a terroristas islâmicos após se explodirem numa fila de cinema.
3.Motivo pelo qual os terroristas não usam o cérebro.

Resposta desproporcional – arte mágica pela qual Israel passa de agredido a agressor e os terroristas islâmicos de carrascos a vítimas do cruel Estado Sionista.

Resolução 1559 – uma prova a mais da capacidade da ONU de pacificar uma zona em guerra.
Retorno dos refugiados – o cavalo de Tróia que os judeus se negam a colocar dentro das muralhas.(resolução passada por ocasião do confronto Israel x Hezbollah).

Testemunha ocular – pessoa que deve ter visto algum massacre israelense.

Terra árabe – vai da Espanha ao Iraque (ambos inclusive).

Terra muçulmana – qualquer parte do planeta em que se encontrem muçulmanos.

Trégua – oportunidade para que os terroristas se reagrupem e se rearmem.

Vitória islâmica – 1.quando um homem bomba consegue explodir um mercado.
2.quando um civil árabe, usado como escudo humano, é morto por soldados israelenses.
3.converter um gesto de paz de Israel em uma nova oportunidade de “jogar os judeus ao mar”.


Blog do David Bor

sábado, 20 de junho de 2009

Litoral Sul Paulista

Litoral sul paulista reserva surpresas

Cidades da baixada santista são alternativa para quem não pode viajar longe
.


Praia Grande é um dos destinos mais conhecidos do litoral sul de São Paulo
Foto: Divulgação | SRCVB


Cidades do litoral sul de São Paulo, como Praia Grande, são ideais para quem tem pouco tempo
Foto: Divulgação | SRCVB


São Vicente tem, além de belas praias, muita história
Foto: Divulgação | SRCVB


São Vicente possui cinco praias principais, entre elas a de Itararé e dos Milionários
Foto: Divulgação | SRCVB


O Guarujá é um dos destinos mais badalados do litoral sul de São Paulo
Foto: Divulgação | SRCVB


Guarujá tem praias badaladas e, apesar da proximidade da capital, guarda também recantos tranquilos
Foto: Divulgação | SRCVB


Itanhaém é uma das cidades mais antigas do país: foi fundada em 1532
Foto: Divulgação | SRCVB


Itanhaém tem durante todo o ano diversos eventos e muita animação
Foto: Divulgação | SRCVB


Mongaguá tem, além de muitas praias, uma aldeia indígena aberta à visitação
Foto: Divulgação | SRCVB


Mongaguá está entre os municípios do estado de São Paulo considerados estâncias balneárias
Foto: Divulgação | SRCVB


Diversos roteiros podem ser feitos em Peruíbe, como o que passa pelas ruínas do Abarebebê
Foto: Divulgação | SRCVB


Passeios ecológicos também podem ser feitos em Peruíbe
Foto: Divulgação | SRCVB


Dona de um dos portos mais conhecidos do Brasil, Santos é ponto de partida de diversos cruzeiros Foto: Tadeu Nascimento | Prefeitura de Santos


Com boa parte da cidade revitalizada, Santos tem uma incrível orla com jardins 
Foto: Divulgação | SRCVB


Passeios de barco, pesca e outras atividades no mar são apenas algumas das opções em Bertioga
Foto: Divulgação | SRCVB


Bertioga já foi habitada por portugueses e também índios
Foto: Divulgação | SRCVB



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