Lula e o jogo da palestina
Agora imagine Lula presente ao jogo. Aplausos para a multidão, fotos com os jogadores e discurso para a galera
Fábio Nogueira
Postado por Toni às 19:36 0 comentários
Marcadores: Brasil
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosA cada instante uma nova situação se apresenta e corremos atrás dos acontecimentos. Ainda repercute o discurso do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e toma o lugar a reação popular ao anúncio do vencedor das eleições iranianas.
De um lado, Netanyahu respondeu aos discursos do Presidente americano, tanto no Cairo e na Alemanha. Disse que Jerusalém é indivisível, exigiu o reconhecimento de Israel como Estado Judeu, expôs os direitos dos quatro mil anos de história judaica na Terra de Israel– depois chamada Palestina, mas sempre judaica, e fez um agrado, dizem agrado desagradável, de apoiar um Estado Palestino desmilitarizado. Se Barak Obama quer o desmantelamento dos assentamentos judaicos em áreas judaicas previstas para uma futura Palestina árabe islâmica, Netanyahu quer manter alguns desses assentamentos, inclusive permitindo seu crescimento natural, como qualquer vila que cresce naturalmente.
Hillary Clinton e Obama se opõem. Avigdor Liberman, o Ministro do Exterior, fala que, ao invés de retirar assentados, para fazer uma Palestina islâmica judenrein, que se movam as fronteiras: onde houver assentamentos judaicos, ficam em território de Israel, e onde houver vilas com alta densidade de árabes, ficam em área da futura Palestina. Não está errado, pois não remove ninguém. Netanyahu ainda esclareceu que não foi o Holocausto que fez Israel, pois o movimento sionista tem mais de cem anos, e se Israel existisse antes, se implementado quando criado pela Liga das Nações, em 1920, ou se aprovada pelos árabes a Partilha proposta em 1937 pela Comissão Peel, tudo antes da Segunda Guerra, o Holocausto não teria existido. Estas foram as seleções de Netanyahu.
Aí o assunto se complica. Os árabes de Israel apóiam os palestinos, mas não querem ficar num Estado Palestino: querem continuar em Israel, onde ganham mais do que em qualquer país árabe, tem liberdade, melhores serviços, tanto em saúde como escolaridade. Aí reside o paradoxo, ou a hipocrisia. Não querem sair de Israel, não apóiam um Estado Judeu, mas querem uma Palestina islâmica. Por aí se vê que não há sinceridade, não desejando a paz. O próprio Presidente do Egito, Osny Mubarak, declarou que um Estado Judeu nunca será aprovado pelos árabes, apesar do Egito manter um Tratado de Paz com Israel, mas não o quer como Estado Judeu.
Na entrevista ao Wall Street Journal, Mubarak fala em definição já das fronteiras de um Estado Palestino contíguo, isto é, Israel que seja cortado ao meio. Mahmoud Abbas, o Presidente da Autoridade Palestina, fala o mesmo. Logo não há sinceridade de ninguém e não se poderá prever uma paz em curto prazo. Desejam estados árabes islâmicos, mas não aceitam um Estado Judeu. A exigência de um Estado Palestino desmilitarizado, feita por Netanyahu, é outra pedra no caminho de um acordo, mas a segurança de Israel não pode ser negligenciada.
O que se observa é que, enquanto a Al Queida é combatida por todos, o Hamas é aprovado por todos. Algo ininteligível combater o terror e aprovar terrorista. A França se entende com o Hamas, Jimmy Carter fala como Hamas, mas todos combatem a Al Queida. Entendam todo esse imbroglio.
De outro lado, o que Natinyahu classificou como o verdadeiro perigo, o Irã, está às voltas com seus problemas internos. Os acontecimentos se precipitaram com a declaração, ontem, do candidato preterido, Moussavi, de que está disposto a morrer, tornar-se mártir, mas conduzindo uma revolta contra os resultados oficiais da eleição, ou da seleção. Não há a menor dúvida de que o regime dos Aiatolás sofreu abalo, mas se cairá o regime, não se pode dizer, mas que houve a fratura, isto houve. O candidato preterido, Moussavi, foi quem iniciou o Programa Nuclear iraniano. Não se pode dizer que, dado como eleito, não seguirá a linha atual nesse assunto. Foi Ministro do Governo. Participou da criação do Hizbollah. Com a revolta que segue no Irã, fica claro que Moussavi bateu de frente com o Aiatolá Khamenei – um dos dois sairá vitorioso, e o outro desaparecerá. A situação é essa.
Os Estados Unidos estão em cima do muro: não querem fechar a porta a Ahmadinejad, pois ele pode sair vencedor com o esmagamento a sangue dos revoltosos; e Barak Obama precisa ter com quem negociar. O Presidente Lula já falou pró Ahmadinejad. Netanyahu ainda não se definiu. Para os Estados Unidos e também para Netanyahu, Moussavi deve seguir a política exterior, nuclear e de mísseis de Ahmadinejad. Caso se manifestem já por Moussavi, terão dificuldades para combatê-lo quando a política dele seguir a mesma linha de antes. Ficar contra Ahmadinejad é mais fácil, pois a grande maioria lhe é contrária. Mas Netanyahu ser favorável às mudanças granjearia a simpatia internacional. Eis a grande dúvida, como se posicionar no rumo certo. Qual a seleção certa neste caso?
Herman Glanz
Postado por Toni às 16:49 0 comentários
Marcadores: Iran
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts Relacionados
Todo bom político sabe que um governo desejoso de se manter no poder eternamente, só conseguirá isso controlando todos os aspectos da comunicação, propaganda e da vida do cidadão.
Sempre que falo sobre Chávez aqui, ele é defendido com unhas e dentes pelos que o acham um grande líder libertário. Alguns chegam ao absurdo de dizer que Chávez não é um ditador pelo simples fato de ter sido eleito. Normalmente essa argumentação cai por terra, quando são lembrados do fato de que, alguns dos mais sangrentos ditadores da história, foram eleitos pelo povo (em grande aclamação) ou cumpriram todas as etapas legais dos sistemas eleitorais de seus países. Contudo, nada muda o fato histórico de serem ditadores. (Hitler, Mussolini, Stálin, Getúlio Vargas, etc…)
E assim é com Chávez. Apesar do discurso de grande líder e das bazófias junto a comunidade internacional, suas atitudes o qualificam apenas como um ditardorzinho de quinta categoria; aplicando a política do “pão e circo” sobre seu sofrido povo. Sempre em busca de estender o controle estatal a tudo que anda, voa, rasteja ou é transmitido na Venezuela. Eliminando, assim, qualquer voz destoante do seu discurso messiânico.
Agora, enquanto o país atravessa uma terrível fase de privações (agravadas pela crise internacional e a queda do preço do petróleo) Chávez, ao invés de “correr atrás” para abastecer seu povo com gêneros alimentícios “supérfluos” e “sem importância”; próprios dos burgueses escravos do capitalismo neoliberal estadunidense, como carne, leite, arroz, feijão e outros; cria, com grande alarde o “Vergatário” (“Grandioso em espanhol”).
A nova cria é um aparelho celular subsidiado que custará algo em torno de US$14,00 dólares. Segundo ele, a criação do “Grandioso” visa proporcionar “aos pobres” de seu país (e do mundo, futuramente, é claro) acesso a telefonia celular. Além disso, o “Grandioso” impedirá que o “Satã Estadunidense” monitore suas ligações vitais e repletas de segredos (como o da vida eterna) com Fidel Castro.
Concordo com ele. Quem sabe, assim, o povo venezuelano poderá ligar para as unidades de emergência enquanto morre de fome ou sofre com as carências alimentares diárias.
Em sua sanha por controle total e pela vitória sobre o “Grande Satã Estadunidense”, Chávez agora ameaça fechar mais um canal de televisão de grande audiência (a Globovisión), pelo simples fato dos caras terem dado “um furo” de reportagem nas redes de televisão estatais.
Ao noticiarem um terremoto, ocorrido na capital do país, o pessoal da Globovisión transformou-se em “agentes do terror estadunidense” e são acusados de levar pânico a população pobre (sim, porque com os ricos Chávez não se importa. Ou será que não?). O terremoto foi brando e não provocou vítimas (o que foi noticiado pelo canal). As agências estatais simplesmente omitiram a informação, conforme desejo do governo (afinal nada pode perturbar a paz interna). Mas, como a Mãe Natureza é uma agente do “Grande Satã Estadunidense”, o noticiário da Globovisión tinha que mostrá-lo para provocar terror e derrubar o governo de Hugo Chávez.
Meu caro leitor! Tenha você a posição política que for; entenda que nada e nenhum regime de governo pode ter o direito ou a prerrogativa de controlar os meios de comunicação, impedir a liberdade de livre pensamento e controlar as mentes de seus cidadãos. Se o presidente de um país acha que seu governo não conseguirá resistir a um simples noticiário de televisão; é porque esse governo só existe graças a propaganda e a mentira. Logo, deve mesmo deixar de existir, pelo simples fato de não ter competência para tal.
Normalmente começa assim: o cidadão cede um pouco aqui, um pouco ali em nome de uma promessa de independência e liberdade que nunca chega. Quando percebe, as solas das botas já estão golpeando as portas e pessoas começam a sumir na escuridão da noite.
Nada pode ser melhor do que a liberdade.
Pense nisso.
Blog Visão Panorâmica
Postado por Toni às 09:54 0 comentários
Marcadores: Comportamento
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosPostado por Toni às 09:37 0 comentários
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts Relacionados

Postado por Toni às 13:52 0 comentários
Marcadores: Mídia
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosCidades da baixada santista são alternativa para quem não pode viajar longe.

Praia Grande é um dos destinos mais conhecidos do litoral sul de São Paulo
Foto: Divulgação | SRCVB 
Cidades do litoral sul de São Paulo, como Praia Grande, são ideais para quem tem pouco tempo
Foto: Divulgação | SRCVB 
São Vicente tem, além de belas praias, muita história
Foto: Divulgação | SRCVB 
São Vicente possui cinco praias principais, entre elas a de Itararé e dos Milionários
Foto: Divulgação | SRCVB 
O Guarujá é um dos destinos mais badalados do litoral sul de São Paulo
Foto: Divulgação | SRCVB 
Guarujá tem praias badaladas e, apesar da proximidade da capital, guarda também recantos tranquilos
Foto: Divulgação | SRCVB
Itanhaém é uma das cidades mais antigas do país: foi fundada em 1532
Foto: Divulgação | SRCVB 
Itanhaém tem durante todo o ano diversos eventos e muita animação
Foto: Divulgação | SRCVB 
Mongaguá tem, além de muitas praias, uma aldeia indígena aberta à visitação
Foto: Divulgação | SRCVB
Mongaguá está entre os municípios do estado de São Paulo considerados estâncias balneárias
Foto: Divulgação | SRCVB
Diversos roteiros podem ser feitos em Peruíbe, como o que passa pelas ruínas do Abarebebê
Foto: Divulgação | SRCVB 
Passeios ecológicos também podem ser feitos em Peruíbe
Foto: Divulgação | SRCVB 
Dona de um dos portos mais conhecidos do Brasil, Santos é ponto de partida de diversos cruzeiros Foto: Tadeu Nascimento | Prefeitura de Santos
Com boa parte da cidade revitalizada, Santos tem uma incrível orla com jardins
Foto: Divulgação | SRCVB 
Passeios de barco, pesca e outras atividades no mar são apenas algumas das opções em Bertioga
Foto: Divulgação | SRCVB 
Bertioga já foi habitada por portugueses e também índios
Foto: Divulgação | SRCVB
Postado por Toni às 16:15 2 comentários
Marcadores: Cidades
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts Relacionados©Template Blogger Green by Dicas Blogger.