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sexta-feira, 26 de junho de 2009

As mentiras do PT

Este é o resultado de um governo que não tem o minimo compromisso com o Brasil.
Uma mentira atrás da outra. O povo está cansado de ser enganado pelos companheiros
do PT. Veja o vídeo e tire suas conclusões

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Morre Michael Jackson

O cantor e compositor Michael Jackson, 50, morreu na tarde desta quinta-feira (25), após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Los Angeles. Segundo o jornal "Los Angeles Times", os médicos do hospital da Universidade da Califórnia confirmaram a morte do cantor, que teria chegado ao local em coma profundo.


De acordo com o jornal, Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram a sua residência, em Holmby Hills, por volta das 12h20 (horário local). Michael recebeu uma massagem cardiopulmonar ainda na ambulância e seguiu direto ao hospital da Universidade da Califórnia, que fica a dois minutos da casa do cantor.

  • AFP

    Michael Jackson, que morreu nesta quinta-feira, aos 50 anos

O cantor se preparava para uma série de 50 shows em Londres, que começaria em 13 de julho.

A temporada de apresentações, intitulada "This Is It", estava originalmente marcada para começar no dia 8 de julho, mas foi adiada pelos organizadores em cinco dias por questões de logística.

Os adiamentos alimentaram as especulações de que Jackson estaria com problemas de saúde. Segundo a agência de notícias EFE, o presidente da produtora da turnê, Randy Phillips, avisou que o adiamento não teria "absolutamente nada a ver com a saúde" do cantor. Em dezembro do ano passado, o jornal sensacionalista "The Sun" publicou que Michael Jackson estaria com câncer de pele, mas a informação foi negada no mesmo dia.

Colocados à venda em março, os ingressos para as apresentações de Michael Jackson em Londres se esgotaram em apenas cinco horas. De acordo com cálculos da revista norte-americana "Billboard", os shows poderiam render mais de US$ 50 milhões ao cantor.

Os palestinos que renegam o terrorismo são traidores?

Assim, tenta-se resolver o conflito de forma unilateral. E ao passo que o governo israelense se propôs a retirar colonos judeus de alguns territórios ocupados em 1967, na Guerra dos Seis Dias, os grupos que governam a Palestina não retrocederam um milímetro em seus objetivos de destruir o Estado Judeu. Tampouco abandonaram o terrorismo como ação política, embora muitos acreditassem, presidente George W. Bush incluso - que com a ascensão ao poder político, o Hamas abandonaria as armas.

As notícias que chegam ao Brasil sobre o Oriente Médio se resumem em organizar um apanhado do que informam as agências de notícias sem aprofundar em temas mais espessos ou mesmo vinculando as notícias com o contexto histórico das quais elas correspondem. A impressão quando se lê o que se publica no Brasil sobre os conflitos na Faixa de Gaza por exemplo, é que bastaria Israel devolver os territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias que a paz reinaria absoluta na região. A mentalidade não poderia ser mais pueril.


Os problemas em relação à Palestina iniciaram ainda no mandato inglês, após a dissolução do Império Otomano no final da Primeira Guerra. Os judeus já imigravam para a Palestina com a idéia de estabelecer um estado. Esta imigração aumentou após a Declaração de Balfour, em 1917, que era um parecer favorável do governo inglês ao estabelecimento de um estado judaico na região. No entanto, também crescia um sentimento nacionalista entre os palestinos, mas diferente da coesão sionista, havia diversas correntes políticas com objetivos contraditórios.


Ainda assim, grande parte dos palestinos não viam os judeus como inimigos e passaram a vender terras e trabalhar juntos para o desenvolvimento de um estado. Por outro lado, outras correntes, lideradas por Mufti Haj Amin al-Husseini, viam os sionistas como intrusos e consideravam traidores os palestinos que vendiam suas terras ou estabeleciam negócios com os judeus. Al-Husseini acabou por declarar uma jihad contra mais da metade da população palestina. [1]


Anos se passaram entre agressões mútuas, mas ainda há hoje alguns poucos palestinos dispostos a viverem em paz ao lado dos israelenses [2]. Principalmente àqueles que sofrem com a tirania do Hamas, que, segundo o Human Rights Watch [3], desde que chegou ao poder, massacra seu próprio povo. Porém, a questão mais importante é que os grupos que governam a Palestina ainda pretendem a dissolução do Estado de Israel como pré-requisito para a instauração de um Estado Palestino. Para o Hamas e o Hezbollah, não existe a solução dos conflitos com dois estados, como pretende o plano do presidente B. Hussein Obama. Eles querem um estado único.


Assim, tenta-se resolver o conflito de forma unilateral. E ao passo que o governo israelense se propôs a retirar colonos judeus de alguns territórios ocupados em 1967, na Guerra dos Seis Dias, os grupos que governam a Palestina não retrocederam um milímetro em seus objetivos de destruir o Estado Judeu. Tampouco abandonaram o terrorismo como ação política, embora muitos acreditassem, presidente George W. Bush incluso - que com a ascensão ao poder político, o Hamas abandonaria as armas.


Mas há quem acredite, sobretudo aqui no Brasil, que o Hamas e o Hezbollah são movimentos políticos legítimos. Ignoram o fato de existir palestinos que não coadunam com o terrorismo e que, como àqueles que lutaram ao lado dos sionistas contra o extremismo de al-Husseini, são considerados traidores e sofrem perseguições.


Notas:


1 - Sobre os palestinos que historicamente contribuíram com o sionismo, leia o livro de Hillel Cohen, Army of Shadows. (http://www.amazon.com/Army-Shadows-Palestinian-Collaboration-19


2 - Are there conditions under which you could accept coexistence with Israeli Jews in peace and

3 - The Killing Goes On in Gaza - Human Rights Watch - http://www.hrw.org/en/news/2009/04/23/killing-goes-gaza

Midia sem Máscara

Proibição das vestes islâmicas na França

Stéphanie Le Bars

Faiza S. prefere não pensar nisso. Não pensar nesse dia em que, para poder viver na França, será preciso que ela tire o meio-véu negro que esconde do mundo exterior seu rosto redondo de trintona sorridente.


Esse pedaço de tecido, que ela ergue ou abaixa com um gesto rápido, dependendo das circunstâncias, só deixa aparecer seus olhos castanhos. Ele completa a vestimenta islâmica, o niqab que Faiza adotou pouco após sua chegada na França, nove anos atrás: um véu negro que cobre seus cabelos, sua testa, seu pescoço e ombros, que desce sobre uma saia longa e uma ampla túnica cor de ameixa. Meias pretas cobrem os pés e os tornozelos. Somente as mãos, decoradas com anéis, são visíveis. "Infelizmente, sempre fui alérgica a luvas", lamenta a marroquina que, enquanto fala de suas aulas de taekwondo, vai à escola buscar três de seus quatro filhos. Antes de passar pelo portão do estabelecimento, ela mostra seu rosto e, alternando "Bom dia" e "Salam", cumprimenta as outras mães e as professoras.

  • AFP

    Mulheres vestem o niqab, roupa proibida na França



Nesses conjuntos habitacionais de um subúrbio de Yvelines, o niqab de Faiza passa quase despercebido. Mulheres mais ou menos cobertas, homens de kamis (camisas longas, privilégio dos muçulmanos mais rígidos) se cruzam. Lá, assim como em outros lugares, as burcas, que ao contrário do niqab escondem o rosto inteiro, são mais raras. "Somente fora do subúrbio as pessoas me tratam, de longe, como Zorro ou um fantasma; senão, em geral, sou respeitada", jura Faiza. "E quando vejo uma criança perturbada com minha veste, levanto meu véu e lhe digo que sou uma mamãe como qualquer outra".


No 11º andar de um desses prédios, a jovem mulher me recebe em uma semi-escuridão. As cortinas vermelhas da sala são fechadas para evitar um cara a cara. Proteger-se do olhar dos homens e agradar a Deus: Faiza afirma ter feito desses dois princípios uma escolha de vida. Usar o niqab é a expressão mais radical e visível disso. "No Marrocos, quando eu usava a djellaba e o hidjab (o véu islâmico, que cobre somente os cabelos), me faltava alguma coisa. Viam minhas formas, o véu escorregava... Sou tímida, e os homens sempre tentam paquerar! No plano religioso, eu também buscava algo", afirma essa jovem de 33 anos, originária de uma família "não muito praticante".


Seu casamento com Karim, após um encontro arranjado por sua futura sogra e uma de suas tias, ancora o casal em uma prática rígida do islamismo. O jovem, nascido na França, entrou na religião após uma adolescência descolada. "Ele fumava, ia a casas noturnas, mas não tinha o coração tranquilo", explica Faiza, sob o olhar aprovador de Karim, em quem uma marca na testa indica a prática assídua da prece. Um encontro, uma conversa sobre a devoção e "uma prece de consulta a Alá" foram o suficiente aos dois noivos para selar sua união no Marrocos em 2000.


"Quando cheguei à França, pude ler livros comprados em livrarias ou no mercado de Trappes, e me decidi pelo niqab. Até minha mãe achou que era um pouco demais. Mas, desde que comecei a usá-lo, me sinto bem demais! Sou submissa a Deus e tenho orgulho disso. E não pense que sou submissa a meu marido! Sou eu que cuido dos documentos e das despesas!", repete Faiza que, junto com Karim, reivindica um "islamismo ortodoxo" ou salafista.


"Sei que alguns sábios dizem que o niqab não é obrigatório, mas outros dizem que é melhor se esconder", ela explica. "Nós temos uma prática pura da religião, que busca direto na fonte. Seguimos o que diz o Profeta- que a paz esteja com ele - e seus companheiros", explica Karim. Motorista de ônibus após uma experiência infeliz no ramo de alimentação halal [autorizada pelo islamismo], o jovem troca sua camisa e sua gravata de trabalho por um kamis quando ele chega em casa


"Sem fazer mal a ninguém", o casal vive segundo seus preceitos, no ritmo das gestações de Faiza, para as quais, "como algumas cristãs", ela pediu que fosse acompanhada por outras mulheres. Os filhos são criados em francês: Karim garante não dominar o árabe suficientemente para falar em casa. Uma vez, a família passou um dia na Eurodisney, outro na Torre Eiffel e nos Bateaux-Mouches. Faiza tirou sua carta de motorista; com o niqab para as aulas teóricas, sem ele para as aulas práticas. Mas em julho de 2008 o equilíbrio que eles acreditavam ter encontrado entre sua prática religiosa e a vida na França balançou.


Os S. descobriram pela imprensa a recusa do Conselho de Estado em conceder à jovem a nacionalidade francesa. Por causa "de uma prática radical de sua religião" que a leva a "ter em sociedade um comportamento incompatível com os valores essenciais da comunidade francesa e especialmente com o princípio da igualdade dos sexos", a mãe de família teve recusado um pedido que ela fizera em 2004 "para ter a mesma nacionalidade que seus filhos e seu marido". "Fiquei doente com isso", garante Faiza. "Não entendemos. Tínhamos certeza que eu preenchia os requisitos: domínio da língua francesa, permanência no território, filhos e marido franceses...". E qual a diferença em relação às francesas "de origem" que usam o niqab?, eles se perguntam. Seu advogado, Ronald Sokol, fez uma petição em dezembro diante da Corte Europeia dos Direitos Humanos. De maneira quase inédita na Europa, esse caso contribuiu muito para abrir o debate sobre o uso do niqab e da burca na sociedade francesa.


Os S. continuam sem entender em quê o niqab é chocante ou oprime a mulher, e se indignam com a possibilidade de uma lei que proibiria seu uso. "Achávamos ter entendido que na França, país da liberdade e da igualdade, a diversidade de culturas era uma riqueza", argumenta Karim. "Também há coisas que nos chocam: os gays que vivem juntos abertamente, os casais que não se casam, as mulheres semi-nuas na rua...", ele diz irritado.


"Magoados", eles pensaram em fazer a hijra, a imigração para um país muçulmano, no caso a Arábia Saudita. "Lá, todo mundo é como nós, não seríamos oprimidos", se empolga Karim, que já foi três vezes à Meca. Mas o projeto terminou bruscamente, "complicado demais". Mesma desilusão no Marrocos. "Lá me consideram estrangeiro", explica o jovem.


Em uma parede da sala, um quadro reproduz a Kaaba, a pedra sagrada que os muçulmanos reverenciam em Meca. "Ainda é meu sonho ir para lá", suspira Faiza. "A Arábia Saudita é uma terra que ama os muçulmanos".


Enquanto espera, é lá que ela se aconselha quando a família tem uma dúvida sobre o lícito e o ilícito de sua prática religiosa. Um "sábio" saudita lhe responde pelo telefone. E é ele que ela procurará se um dia for preciso escolher entre o niqab e a França.


Tradução: Lana Lim

Comentário: Eles não conseguem entender que tem que seguir as leis ocidentais se quiserem morar no ocidente, e não o contrário.
Se uma mulher ocidental for para a Arábia Saudita vai ter que seguir as leis de lá. Se não gosta não vá.

Gaza?

Área densamente povoada de onde grupos guerrilheiros lançam ataques contra populações civis de um país é atingida por ataques do governo desta nação, que deseja com isso interromper as ações violentas. Muitos civis são mortos nas operações. O comando do exército lamenta as mortes e diz que está minimizando ao máximo as perdas civis do outro lado. Gaza? Não! Mas qualquer semelhança não é mera coincidência! Saiba que lugar é este e porque a mídia faz vistas grossas para o que está acontecendo por lá, lendo a íntegra do comentário.

Vejam mais alguns detalhes descritivos do que acontece neste local (cujo nome apagarei da nota para deixar o suspense um pouco maior e revelar ao final por motivos que vocês entenderão) por conta do único veículo que se dignou a publicar uma nota a respeito, o Estadão Online:

"O ministro dos Direitos Humanos do X, fulano, afirmou hoje que o Exército do país demorou dois meses a mais para derrotar o grupo guerrilheiro inimigo. O motivo do prolongamento do conflito, segundo ele, é que as forças oficiais evitaram usar armas pesadas e realizar bombardeios aéreos. O Exército do x sofreu duras perdas na fase final da guerra civil, pois procurou utilizar armas leves, disse fulano ao Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

Grupos de direitos humanos e funcionários da ONU afirmaram que o x causou milhares de mortes de civis. Porém, o ministro rebateu a acusação, afirmando "nossas forças de segurança estavam sob instruções estritas para evitar a perda de vidas civis". O governo anunciou a vitória sobre os rebeldes no mês passado e o próprio grupo guerrilheiro já reconheceu a derrota, encerrando uma guerra civil iniciada em 1983. Segundo a ONU, 7 mil civis morreram desde janeiro por causa da violência no país.

A Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, afirmou, em um encontro de emergência na semana passada, que uma equipe internacional deveria ser enviada ao x para examinar a conduta dos militares e também dos rebeldes. Segundo Navi, há denúncias de que membros do grupo guerrilheiro impediram a saída dos civis da área de confrontos, que as forças oficiais usaram artilharia pesada na zona densamente povoada e mataram rebeldes que tentavam fugir"
.

Tranquilamente, X na matéria acima poderia ser Israel. Fulano poderia ser o chanceler israelense, Avigdor Liberman, por exemplo e o Grupo Guerrilheiro poderia ser facilmente o Hamas. Mas não são. Logo, onde são, o que são e principalmente, porque você leitor não sabe de nada, mesmo o número de mortes e a duração do conflito sendo muito maior do que o de Gaza?

Bom, chega de suspense. O x se trata de nada mais, nada menos que o Sri Lanka, um dos maiores países islâmicos do mundo. Fulano chama-se na verdade, Mahinda Samarasinghe e o grupo guerrilheiro é o Exército de Libertação dos Tigres do Tamil Eelam (LTTE). Melhor pontuando: guerrilheiro não. Terrorista mesmo, com os mesmos métodos do Hamas.

Para entender melhor a situação, um pequeno currículo de quem é a LTTE ( Fonte: Wikipedia):

Os Tigres de Liberação do Tamil Eelam (em tâmil: தமிழீழ விடுதலைப் புலிகள், transl. ISO 15919: tamiḻ iiḻa viṭutalaip pulikaḷ), comumente conhecidos como LTTE (abreviação do nome em inglês, Liberation Tigers of Tamil Eelam) ou Tigres Tâmeis, constituem uma organização política armada que pretende, através de uma violenta campanha secessionista, a autodeterminação do povo tâmil mediante a criação, no nordeste da ilha do Sri Lanka, de um Estado independente denominado Tamil Eelam. A campanha deu origem à Guerra Civil do Sri Lanka, um dos mais longos conflitos armados da história recente da Ásia.

Fundado no ano de 1976, trata-se do principal grupo separatista ligado à minoria tâmil. Seu principal líder foi Velupillai Prabhakaran, também conhecido como Prabaharan ou Thambi, que era procurado pela Interpol por terrorismo, assassinato, crime organizado e conspiração terrorista. Os Tigres Tâmeis alegavam lutar para proteger a minoria tâmil da discriminação nas mãos de seguidos governos da maioria cingalesa, que dominam o país desde a sua independência, e Prabakharan declarou, durante uma entrevista coletiva, que o LTTE ainda não estava pronto para reivindicar um estado independente, e que considerava que a independência seria uma possibilidade, a partir do reconhecimento político de uma pátria tâmil, de uma nacionalidade tâmil e do direito do povo tâmil à autodeterminação.

Os Tigres, que durante o auge de seu poder possuiam um núcleo de treinamento de milícias bem desenvolvido e organizado, ficaram notórios pela prática de atrocidades contra civis, incluindo sequestros e ataques intencionais, pela execução de ataques a autoridades de alto escalão, incluindo o assassinato de diversos políticos do Sri Lanka e da Índia, como Rajiv Gandhi, e por recrutar crianças-soldado. O LTTE inventou o cinturão suicida, e foi pioneiro no uso de homens-bomba como tática de combate. Também foram pioneiros no uso de mulheres nestes ataques suicidas, e também chegaram a usar aviões em alguns de seus ataques. O LTTE foi considerado uma organização terrorista por 33 países, entre eles o Canadá, Estados Unidos, Índia (desde o assassinato de Rajiv Gandhi, primeiro-ministro do país, no qual Prabakharan estaria envolvido), Austrália, Malásia e União Européia. A ONU, entretanto, não emitiu nenhuma condenação formal. A inclusão da organização na lista de grupos terroristas, pela UE, provocou a expulsão dos membros europeus da Missão de Supervisão no Sri Lanka (SLMM), em 2002.

Como já disse acima, as semelhanças são MUITAS para serem ignoradas. Mas existe uma ENORME diferença. O silêncio da mídia. Nos cabe perguntar: porque?

Cadê o sensacionalismo? Os sem fins de artigos condenando as ações do exército do Sri Lanka? As comparações com o Holocausto e Gueto de Varsóvia? Porque o Terra, como fez na época do Conflito em Gaza, não publica um artigo com título: "Shoa de Crianças No Sri Lanka"? O número de crianças e de civis mortos no geral foi bem maior!!!!

A resposta, meus caros leitores, vocês já a têm. O Sri Lanka é de religião muçulmana e não judaica. Não existe portanto motivações antissemitas contra ele, não existe organizações de "defesa dos direitos humanos" e organizações de esquerda para estarem postadas contra, porque o Sri Lanka não é aliado dos EUA, e basicamente também porque é políticamente incorreto criticar-se islâmicos hoje no mundo, seja se estiverem teoricamente se defendendo como no Sri Lanka ou então realizando um massacre bárbaro no Sudão.

E os pedidos para comissões de inquérito, investigações no Sri Lanka que tanto foram exigidos em Gaza, onde estão? Querem ver o mais chocante? Vai ai o último parágrafo da matéria mencionada acima, desta vez com os devidos nomes dados aos bois:


No entanto, o Conselho de Direitos Humanos da ONU, com 47 membros e dominado por países asiáticos, africanos e muçulmanos, rejeitou a investigação. No lugar da apuração das mortes no conflito, o órgão elogiou a ação do governo para derrotar o LTTE.



Cadê as chamadas sensacionalistas da Globonews agora?
Cadê as colunas e editoriais condenatórios de Estadão e Folha?
Cadê as tropas de choque das revistas e sites de esquerda no Brasil protestando contra as ações militares?
Cadê o Frei Betto?
Cadê o Clovis Rossi?
Cadê o Globo e suas correspondentes tendenciosas? Que tal lançar o Outro Lado Do Sri Lanka?
Cadê a UOL e suas fotos, chamadas e artigos anti-operações militares ?
Cadê aqueles que adoram condenar "agressões", "ocupações" e etc?



Vocês sabem onde estão. A consciência suja da mídia pouca vergonha do Brasil arquivou em um ármario de onde não pretende tirar. Mas ai se Israel precisar atacar Gaza, Libano ou Irã para se defender: ai a casa cai!

E quem diria meus caros: vejam a hipocrisia da ONU. Agora está elogiando operação militar contra o terrorismo e não se postando ao lado das "vítimas" rebeldes ou somente dos civis que foram pegos em fogo colateral. Surpreendente!


Gaza e Sri Lanka: Dois lados de uma mesma moeda. Um lado: sensacionalismo. Outro: omissão. Diametralmente opostos e tão iguais na corrupção moral. É preciso dizer mais?

Leia mais no De Olho na Mídia

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Lula e o jogo da palestina




Agora imagine Lula presente ao jogo. Aplausos para a multidão, fotos com os jogadores e discurso para a galera
No meio do discurso, as sugestões para resolver os "pobrema" da região:

1- Violência contra a mulher: "cumpanheiros e cumpanheiras, aqui nóis vimo todas as mulher usando touca no cabelo. Isso é um absurdo. Esse machismo não pode mais. Tem de botar delegacia da mulher aqui. Delegacia da mulher."

2- Problema de desertificação: "nóis temo um projeto de transposição das águas do São Francisco que dá pra fazer com o Jordão. A gente só desvia 1% das água e irriga tudo, daqui até a Gaze... é gaze, né? aquilo que põe nos machucado? Gaza? ah, mudaram o nome. Mas então... e dá pra botar a Odebrechi pra fazer uma represa no meio. Aí também resolve aí a falta de eletricidade".

3- Fronteira: "a Polícia Federal tá acostumada a pegar esses curió aí tudo com droga enfiado na bunda, no bucho, sei lá onde. Bota o Tuma aí que não entra homi bomba porra nenhuma aqui. O Tuma mete no xilindro e ó, no Brasil custa caro pros traficante sair da cadeia. Eles tem de pagar uma grana legal pra nóis .Dá um dinheirão pro governo. A gente ensina vocês"

4. Política: "nóis precisamo da paiz... a paiz é fundamental pros pais de familia botar cumida na mesa pras criança. 3 veiz por dia. Tem de botar cumida treis veis por dia. Compromisso de campanha. Tem de criar o Ministério da Paz. A gente tem muita experiência com ministério. Tem de ter Ministério da Paz. A gente emprega todo mundo, dos dois lado, e resolve o pobrema. Tá tudo em paz. Só um minutinho, tem um bilhete aqui .... porra, o PMDB tá pedindo pra indicar o Ministro da Paz"

Lula no Oriente Médio. Ele é o cara

Fábio Nogueira

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