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segunda-feira, 29 de junho de 2009

A história do cinema - Cinerama

Em uma série de artigos vamos mostrar algumas fases do sistema cinematográfico


Hoje veremos o sistema cinerama, uma fase do cinema que os jovens não viram.


Quem se lembra do cinema Cinerama na Av. São João - São Paulo?



Cinerama é o nome de registro de um processo cinematográfico de widescreen que trabalha com imagens projetadas simultaneamente por três projetores de 35 mm sincronizados para uma tela de proporções gigantescas e extremamente curva, com um arco de 146°. É também o nome da corporação que patenteou o processo. Foi o primeiro de uma série de processos introduzidos nos anos 1950, época da reação do Cinema ao avanço da Televisão. Sua denominação combina as palavras cinema e panorama, já que o objetivo do processo era dar ao amante do cinema uma "visão panorâmica" do que se passava na tela, fazendo com que o espectador se sentisseparticipante do processo.


Conceitos técnicos e evolução

Fachada do Cinerama de Seattle (EUA)

O sistema original envolvia três câmeras sincronizadas dividindo um único disparador. O processo foi posteriormente abandonado em favor de um sistema de disparo de 65 mm através de uma única câmera.


O Cinerama foi inventado por Fred Waller e comercialmente desenvolvido por Waller e Merian C. Cooper. Foi o resultado de longos anos de pesquisa. Um precursor do processo foi a filmagem da sequência final do filme mudo Napoléon feito em 1927 por Abel Gance, onde a tela é triplicada. De qualquer forma, o clássico de Gance era considerado perdido nos anos 50 e Waller não poderia tê-lo visto. Waller inicialmente desenvolveu um sistema de projeção chamado "Vitarama" para a indústria petrolífera e apresentada na Feira Mundial de Nova Iorque em 1939, com 11 projetores. Uma versão com cinco câmeras foi usada durante a Segunda Guerra Mundial.


Nos cinemas, os filmes em Cinerama era projetados de três cabines de projeção, postas na mesma disposição que as câmeras, em uma tela extremamente curva. Cada uma delas projetava um terço da imagem total que compunha a cena. O processo, no entanto, nunca conseguiu eliminar de todo as "emendas" que ficavam aparentes no ponto onde as imagens se alinhavam. Ainda hoje, em alguns lançamentos em DVD de filmes executados neste processo, pode-se perceber essa falha.


Em adição ao impacto visual das imagens, o Cinerama foi também um dos primeiros processos a usar multiplos canais de som. O sistema, desenvolvido por Hazard Reeves, um dos investidores do Cinerama, tinha sua trilha sonora gravada em 6 (e depois 7) canais e depois reproduzida através de cinco autofalantes colocados atrás da tela. Um "canal surround" (depois dois) jogava o som por trás através de auto-falantes instalados na platéia.


Evolução Artística e Técnica



Os primeiros filmes lançados comercialmente na técnica Cinerama, estavam mais para "panorama" que para "cinema". Normalmente eram documentários de longa duração, alternando imagens de diferentes pontos turísticos do Mundo (principalmente dos EUA) e algumas sequências com experiências feitas com o processo. O primeiro destes filmes This is Cinerama (1952), que no Brasil chamou-se "Isto é Cinerama", abria com uma sequência gravada como se a câmera estivesse sentada no carrinho de uma montanha-russa e o espectador fosse essa câmera. A idéia era presentear a platéia com uma experiência similar à real.


O primeiro filme em Cinerama, o supracitado This is Cinerama, estreou em 30 de Setembro de 1952, no Teatro Broadway de Nova York. O New York Times colocou o lançamento em sua primeira página. Diversas personalidades estiveram presentes ao evento, incluíndo o governador de Nova York Thomas E. Dewey, o violinista Fritz Kreisler e o manda-chuva de Hollywood Louis B. Mayer.


Os custos crescentes da feitura de filmes widescreen com a técnica das três câmeras fez com que Cinerama parasse de fazer filmes na sua forma original depois da primeira release do filme How the West Was Won (br: A Conquista do Oeste). O uso do "Ultra Panavision 70" para certas cenas (como a sequência das corredeiras, no início do filme), depois passadas para a técnica das três câmeras, mostrou que uma imagem widescreen razoavelmente satisfatória podia ser obtida sem o uso das três câmeras. Consequentemente Cinerama descontinuou o processo.


No entanto, o impacto destes filmes na tela grande não pode ser acessada através de TV ou vídeo. Por terem sido desenhados para serem projetados em telas curvas, a geometria parece distorcida na televisão.


Cinerama continuou através do restante da década de 1960 com processo "Ultra Panavision 70". Os filmes rodados neste processo, com uma única lente, foram It's a Mad, Mad, Mad, Mad World (1963) , Battle of the Bulge (1965), The Greatest Story Ever Told (1965) , The Hallelujah Trail (1965) e Khartoum (1966).


Seguindo o uso do "Ultra Panavision 70", o menor mas ainda espetacular "Super Panavision 70" foi usado para os filmes Grand Prix (1966), 2001: A Space Odyssey (1968) e Ice Station Zebra (1968), e Krakatoa, East of Java (1969), que também possuia cenas rodadas pelo processo Todd-AO.


Mais dois filmes foram rodados pelo processo "Super Technirama 70", de menor resolução para releases em Cinerama: Circus World (1964) e Custer of the West (1967). Na época, o que era alardeado como "Cinerama" já era um pálido reflexo do processo original de três filmes.


No final dos anos 1960 e início dos anos 1970, o nome "Cinerama" foi usado como nome de companhia distribuidora de filmes.


Lista das principais atrações em Cinerama



A lista a seguir engloba filmes apresentados como sendo realizados "em Cinerama".








O teste do Supermercado

O paulistano vai ao súper ou hipermercado, em média, seis vezes por mês. Escolher o melhor depende das expectativas de cada consumidor – há quem prefira diversidade de produtos, enquanto outros não abrem mão de boas ofertas.

Como existem 1 984 supermercados e 63 hipermercados espalhados pela cidade, a tarefa parece ainda mais complicada. No último dia 20, das 9h às 14h, cinco repórteres de VEJA SÃO PAULO visitaram lojas de dez grandes redes que atuam na capital, incumbidos de avaliar os quesitos atendimento, variedade de mercadorias, instalações e preços – a diferença entre a lista mais barata (R$ 59,51) e a mais cara (R$ 72,46) foi de 22%.

A cada um desses tópicos foram atribuídas notas de 1 a 5, com pesos diferentes. Cada rede indicou a unidade que considera sua principal. O líder do ranking foi o Extra do Itaim Bibi. Obteve pontuação alta (4,1) graças à estrutura impecável, do corredor entre as gôndolas ao banheiro. Preços e promoções estavam bem visíveis e a organização nas prateleiras, exemplar. No outro extremo, apareceram o Sonda, na Barra Funda, e o Dia, no Jabaquara. Ambos ocuparam a lanterna com média de 2,6 (veja tabelas ao longo desta reportagem).


A indústria de supermercados movimentou na cidade, em 2008, cerca de 14,8 bilhões de reais. Abocanhar fatias maiores desse bolo depende, claro, de manter um olho na concorrência. O Pão de Açúcar tem uma equipe que, diariamente, circula por 150 lojas paulistanas para checar o preço de até 800 itens.

O Wal-Mart, que foi o campeão no quesito preços, confere 3 000 produtos em dois concorrentes diretos da vizinhança. Com base nesses dados, o diretor de cada unidade tem autonomia para regular suas ofertas de modo que sejam sempre melhores. "Vender por menos é questão-chave para nós", afirma Marcos Ambrosano, vice-presidente executivo da rede americana no Brasil.


Os preços abaixo da média do mercado só são possíveis porque, da construção à logística de distribuição, tudo é pensado para reduzir custos. A negociação com os fornecedores, por exemplo, é feita com bastante antecedência. Assim, eles se programam para produzir em larga escala itens destinados especificamente ao Wal-Mart.


Na época da inflação galopante, o preço mais baixo norteava a compra. Era comum os súper e hipermercados ficarem lotados nas datas de pagamento, já que os preços mudavam dia a dia. Eles bolavam promoções e mais promoções para fazer caixa, pois lucravam mais aplicando no mercado financeiro do que propriamente na venda de seus produtos. Com a estabilidade econômica, essas diferenças de preços entre uma loja e outra já não são tão gritantes. Por isso, elas têm de investir em bom atendimento e conforto. No Zaffari, por exemplo, consumidores especiais, como idosos, portadores de deficiências físicas e grávidas, contam com um funcionário para acompanhá-los durante a compra. Os empacotadores, além de embalar os produtos, se oferecem para retirá-los do carrinho.


Quem conhece melhor o cliente também leva vantagem. Daí a sede das redes pelos tais cartões de fidelidade. Com eles, sabem se o consumidor tem hábitos noturnos, quais seus produtos prediletos e a faixa etária de seus filhos. "Quando alguém usa o nosso Cartão Mais, as informações sobre as compras vão para uma central, onde são guardadas no perfil daquela pessoa", diz José Roberto Tambasco, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar. Esse tipo de dado permite traçar o diferencial de cada loja. A de Moema concentra público com poder aquisitivo ligeiramente inferior ao do de Higienópolis, mas que gasta mais impulsivamente com novidades e adora pedir dicas aos funcionários. Assim, a loja costuma receber maiores quantidades de lançamentos e produtos importados. Na de Higienópolis, onde a freguesia raramente foge à lista de compras, a ordem é apostar em promoções de produtos tradicionais.


O consumidor tem sempre de estar atento para escapar das armadilhas das gôndolas, que não são poucas. Não pode esquecer que tudo ali é calculado para fazê-lo gastar mais. "Não se iluda com as ofertas", diz o analista Fernando Fernandes, da consultoria Booz Allen Hamilton. "Normalmente elas estão ali para desencalhar produtos ou servir de atrativo." O Sonda, na Barra Funda, admite a tática. "Nos itens da cesta básica, meu lucro é quase zero", afirma Roberto Moreno, diretor executivo e financeiro da rede. "Eles são um chamariz para que o cliente venha à loja e invista em outros itens."


A seguir, algumas dicas para encher o carrinho sem esvaziar o bolso.


Espaços localizados na altura dos olhos comportam produtos da marca top de linha – que costuma ser a mais cara e, por isso, a mais rentável. Ao alcance das mãos estão os que podem ser levados por impulso. Embaixo, os que chamam a atenção da criançada, principalmente nas seções de doces e brinquedos.


Para economizar nos hortifrútis, prefira os produtos da estação – o preço sempre é mais baixo.


Ao comprar carne, verifique se há manchas. Muito líquido dentro da bandejinha pode indicar data de validade vencida. Verifique se os pedaços mais gordurosos não estão camuflados dentro da embalagem.


Não existe jeito mais fácil de torrar dinheiro que perder o foco na lista. A disposição dos corredores mistura itens muito vendidos com outros nem tanto – assim, a caminho do que você realmente procura, é grande o risco de comprar aquele supérfluo de embalagem bonita.


Reparou que supermercado não tem janela nem relógio? É para fazer você perder a noção da hora, o que tende a aumentar o gasto médio por cliente.


Produtos mais tentadores (e caros) não ficam na entrada à toa. Ovos de Páscoa, por exemplo, estão ali para combinar o apelo com o carrinho ainda vazio.


Por outro lado, as gôndolas próximas aos caixas estão repletas de produtos pequenos, capazes de caber mesmo num carrinho lotado.


O congestionamento de carrinhos é intencional. Mais de dois num mesmo corredor diminuem a velocidade do cliente e aumentam o número de itens comprados.


Nem sempre os produtos em promoção são os mais baratos. Acostume-se a olhar a prateleira inteirinha antes de escolher o que vai levar.


Gôndolas centrais não são sinônimo de produto melhor. É comum empresas disputarem os espaços de maior visibilidade – e os supermercados cobram delas por isso.


Uma conta que pode virar economia: divida o preço do produto pela quantidade descrita na embalagem. Há casos em que vale mais a pena comprar dois pacotes de biscoito de 50 gramas cada um do que um de 100 gramas.



Os critérios usados


Preço


De um total de trinta itens, foram cotados os preços dos dezoito existentes nas prateleiras de todos os dez supermercados incluídos no teste. A pontuação foi proporcional na comparação com o desempenho do mais bem colocado, que ganhou nota 5 e cujo valor total da compra foi de R$ 59,51. Ganhou nota 4 quem cobrou entre R$ 59,52 e R$ 63,00; nota 3 quem cobrou entre R$ 63,01 e R$ 66,00; nota 2 quem cobrou entre R$ 66,01 e R$ 69,00; e nota 1 quem cobrou acima de R$ 69,01.


Variedade


A pontuação também foi proporcional na comparação com o desempenho do mais bem colocado. Ganhou nota máxima (5) quem tinha em suas prateleiras os trinta itens da nossa lista; nota 4 quem tinha 29; nota 3 quem tinha 28; nota 2 quem tinha 27; e nota 1 quem tinha 26 ou menos produtos.


Atendimento


Levamos em conta aqui o tempo gasto na fila do caixa, a forma como os funcionários atenderam os questionamentos dos repórteres durante as compras — foram feitas três perguntas específicas nas dez lojas sobre localização de produtos, banheiros e possibilidade de deixar o carrinho reservado na ausência do cliente – e a quantidade de empacotadores. Cada loja recebeu notas de 1 a 5, sendo 1 pelo atendimento considerado ruim; 2 pelo regular; 3 pelo bom; 4 pelo muito bom; e 5 pelo ótimo.


Instalações


A avaliação considerou a limpeza, a apresentação dos produtos nas gôndolas, as placas de sinalização nas lojas, a existência de banheiros e suas condições de uso e a funcionalidade do estacionamento. Cada loja recebeu notas de 1 a 5, sendo 1 pelas instalações consideradas ruins; 2 pelas regulares; 3 pelas boas; 4 pelas muito boas; e 5 pelas ótimas.



Mario Rodrigues

Esta loja do hipermercado do Grupo Pão de Açúcar, com 9 100 metros quadrados, destaca-se pelas instalações impecáveis. Apesar de muito longos e repletos de itens diferentes, os corredores têm sinalização eficiente. Atendeu plenamente à lista pesquisada e vários produtosque constavam nela estavam em oferta.


Fernando Moraes

Mundialmente conhecido por suas ofertas, foi o supermercado que ganhou nota máxima em preços. O atendimento mostrou-se prestativo. Um funcionário praticamente atravessou a loja para indicar onde estava um produto. O estacionamento, com 540 vagas, boa parte delas cobertas, é outro diferencial.


Mario Rodrigues

A loja da Praça Panamericana é acanhada – tem apenas 920 metros quadrados de área, ou quase a metade do tamanho da maioria das unidades –, mas poderosa em faturamento. No ano passado, foi a campeã de vendas entre as 55 lojas da rede na capital. Seu segredo é o bom atendimento. Tem estacionamento insuficiente e confuso.


Mario Rodrigues

Bandeira popular do Pão de Açúcar, tem como missão conquistar quem está com o orçamento apertado, mas seus preços não se mostraram tão vantajosos assim na lista pesquisada. Ganhou pontos por ter 100% dos itens procurados e perdeu por suas instalações precárias. No banheiro masculino, por exemplo, não havia papel higiênico. "Não colocamos porque os clientes levam embora", disse uma funcionária.


Fernando Moraes

Quatro mil pessoas passam diariamente pelos caixas desta loja, uma das oito da rede na cidade. Deixam ali 29 reais, em média. Como o movimento é grande e o espaço, pequeno (2 400 metros quadrados), é inevitável bater carrinhos. O açougue é um dos pontos fortes, com variedade de carnes e atendentes atenciosos e bem paramentados. No dia da visita, o banheiro estava sofrível.


Fernando Moraes

Apesar de ter uma política de preços agressiva – além de pesquisar na concorrência 1 000 itens diariamente e exibir isso em suas lojas comparando carrinhos, como mostra a foto ao lado –, a loja visitada da rede com 27 hipermercados não se saiu tão bem nesse quesito no dia da pesquisa. O gigante também mostrou atendimento displicente e negligência com segurança. A repórter conseguiu sair com seu carro sem apresentar o tíquete do estacionamento.


Fernando Moraes

Os funcionários são gentis e informados, são exemplares a limpeza e a sinalização dos corredores, os produtos são de qualidade e há empacotadores que se oferecem não apenas para embalar as compras, mas para tirá-las do carrinho. Perdeu pontos, no entanto, por causa dos preços e por não ter cinco itens da lista pesquisada.


Fernando Moraes

Fundada em 1936, no interior paulista, a rede com quatro lojas na capital parece não se importar com sua política de preços. "Aqui o cliente não paga mais barato, mas sabe que pode confiar em nossa qualidade e em nosso atendimento", diz o gerente Ermínio Dias. Trata-se de um supermercado de bairro que cresceu, mas não tem até hoje o Serviço de Atendimento ao Consumidor.


Mario Rodrigues

Bandeira mais popular da rede Carrefour, o supermercado avaliado perdeu pontos em variedade de produtos – trabalha com 2 500 itens, dos quais 800 são marca própria – e por causa de suas instalações. Nas prateleiras, algumas mercadorias estavam expostas nas próprias embalagens em que saíram da fábrica. Os banheiros estavam descuidados no dia da visita. No de deficiente, por exemplo, havia um forno de micro-ondas sobre o vaso.


Fernando Moraes

Ficou em nono lugar pela ausência de preço em determinados produtos, falta de organização nas gôndolas, funcionários com pouquíssima boa vontade em ajudar e banheiro sujo (com a descarga danificada). Também não tinha cinco dos trinta itens da lista. A rede reúne treze lojas na capital e promete inaugurar mais duas nos próximos três meses.



* Com reportagem de Caio Barreto Briso, Camila Antunes e Filipe Vilicic

Abaixo o golpismo em Honduras

Ah, quantos “Ohs!!!” e “Uiuiuis” por causa do texto que escrevi ontem sobre Honduras, a saber: Quem é mesmo o golpista em Honduras? POR ENQUANTO, Forças Armadas garantem Constituição democrática. E garantem mesmo! Sei muito bem o que escrevi. Sustento cada linha. Lula é guru dos que agora soltam grunhidos de indignação, não meu. Não defendo ora uma coisa, ora outra, sempre a depender do lado que eu esteja do balcão. Quem acredita que aliados ideológicos podem fazer coisas que a adversários estão vetadas são os petistas, não eu; é Lula, não eu. Quem defende a existência de “homens que não são comuns” é o Supremo Schopenhauer do petismo. Eu acho que a lei tem de ser igual para todo mundo.


E são cretinas as observações mais ou menos assim: “Até os Estados Unidos estão contra o ‘golpe’ e exigem a volta de Manuel Zelaya, o presidente deposto” — com ênfase no “até”; a pessoa o diria com as sobrancelhas arqueadas, como que fisgadas pelos anzóis da indignação bucéfala. “Até”??? Por quê esse “até”? Eu lá tenho alguma identidade automática com o governo Obama? O que eu o vi fazer até agora foi miar para o ditador da Coréia do Norte e para os islamo-fascistas do Irã. Não me surpreenderá se rugir para as poderosas e arrasadoras Forças Armadas hondurenhas… Corajosos exigem coisas de Teerã; os, vá lá, “delgados”, de Tegucigalpa. Vamos prosseguir.


POR ENQUANTO — e sempre usarei o “por enquanto” porque, óbvio, lidarei com a dúvida —, com o apoio do Congresso, da Justiça e da Promotoria e com base na Constituição democraticamente votada (aqui está o link dela outra vez), os militares depuseram o golpista Zelaya. Em seu lugar, assumiu Roberto Micheletti, o chefe do Legislativo, também segundo a Carta. Ele fica no poder até 27 de janeiro. O calendário eleitoral não foi alterado, com eleições marcadas para novembro.


Sim, Zelaya era um golpista. Queria fazer um referendo declarado inconstitucional pelos demais Poderes. Não se deu por vencido e ordenou que o Exército se encarregasse dos preparativos, o que a Justiça proibiu. Ele, então, demitiu o chefe da Força porque, vejam que coisa, o soldado se negou a desrespeitar a Constituição. Quem queria um golpe em Honduras???


A verdade é que está é a primeira vez que o modelo chavista enfrenta uma reação que parece ser mais do que uma quartelada. E em que consiste esse modelo? Recorrer aos instrumentos da democracia para criar uma ditadura. Não por acaso, Zelaya está agora na Nicarágua, onde foi saudado como herói por um dos governantes mais orelhudos e mais corruptos do planeta, Daniel Ortega. Está lá para uma reunião de emergência da Alba!!! Alba??? O que é Alba mesmo? Ah, é “Aliança Bolivariana para as Américas”. Além da Nicarágua, reúne democracias exemplares como Venezuela (claro!), Antígua e Barbuda, Bolívia, Cuba, Dominica, Equador, São Vicente, Granadinas e Honduras (que, espero, caia fora desse hospício).


Enquanto Zelaya tentava estuprar a Constituição de seu país, o que disse a OEA, que agora protesta (depois do namoro com Cuba, a entidade deveria se calar em sinal de respeito à democracia…)? Nada! O que disse o Brasil? O que disse a ONU? O que disseram os EUA? Pois bem… Ninguém iria, como é mesmo?, se meter em “assuntos internos”, não é? Pois que não se metam agora. Ou o “assunto” deixou de ser “interno”? É, de certo modo, deixou. Reitero: é a primeira dificuldade séria que o bolivarianismo enfrenta — “bolivarianismo” que está estendendo seus tentáculos, é bom notar. O Peru já está convulsionado, com “bolivarianos” ao norte (Equador) e ao Sul (Bolívia).


É realmente um evento único um golpista ser contido na sua ação e correr para pedir socorro a outros golpistas — enquanto algumas entidades, hipocritamente, falam em defesa do candidato a ditador. Honduras tem uma Constituição votada pelo regime democrático. O que aconteceu no país até agora segue o que está previsto na Carta.


Apoio a golpes de estado??? Eu não!!! Eu apóio é democracia representativa e respeito às leis. Mas já escrevi aqui, está em um dos meus livros e estará também no terceiro, que será publicado ainda neste ano: “Nego-me a lhes conceder licenças, em nome dos meus valores, que eles, em nome dos deles, não me concederiam”.


Por escrúpulo de recorrer às Forças Armadas, quando isso é constitucional, deve-se permitir a um governante que rasgue a Constituição, o que é… inconstitucional? De jeito nenhum! E pouco me importa quantos me acompanhem nessa opinião. Estar certo ou errado não depende de quantos apóiem o seu ponto de vista. Se os militares hondurenhos assumirem o poder ou protegerem uma elite civil que vai rasgar a Constituição, exercendo o poder de modo discricionário, sem eleições, então eu os criticarei. MAS ATENÇÃO! VOU CRITICÁ-LOS, O QUE NÃO QUER DIZER QUE VÁ ME JUNTAR A ESSES HIPÓCRITAS DE AGORA, QUE SILENCIARAM QUANDO AQUELE BANDOLEIRO TENTOU FRAUDAR A DEMOCRACIA. O método “bolivariano” está sendo denunciado e sofreu um revés.


É claro que a situação de Honduras se complica bem, e o novo governo vai enfrentar pressões terríveis. Espero que consiga resistir. E o risco maior vem justamente das brigadas “bolivarianas” que existem também no país. Vão desafiar as ordens e as leis, tentando atrair os militares para o confronto, para caracterizar o regime como coisa de “gorilas”. Como sabemos, essa gente gosta de poderes lhanos — e “lhamos” — como o boliviano, o equatoriano ou o venezuelano. Como se sabe, nessas democracias exemplares, os militares vão às ruas para distribuir flores. Ou, então, gosta da democracia cubana, com seus cárceres lotados de prisioneiros de opinião.


O presidente da Assembléia Gerald da ONU, o nicaregüense e sandinista Miguel D’Escoto, com esse nome vizinho de um trocadilho também na língua dele, resolveu convocar uma reunião de 192 países para discutir o assunto e levantou a possibilidade, calculem!, de os EUA estarem por trás do “golpe”. D’Escoto que é, calou-se diante da óbvia tentativa de Zelaya de dar um golpe. Não me espanta. Temos um “sandinista bolivariano” presidindo a Assembléia Geral da ONU — e isso quer dizer que se trata de um defensor de ditaduras.


A democracia hondurenha vai resistir? Eu espero que sim. E a única chance de isso acontecer é o presidente do Legislativo, agora empossado na Presidência, conduzir o país até as eleições de novembro e deixar o poder em janeiro, tudo conforme a Constituição. O processo pode degenerar? O risco sempre existe. E a outra ameaça contra o país está na eventual volta do golpista. Retornaria com um único propósito: tentar golpear o regime democrático em nome do “bolivarianismo”.


PS: Sim, o Itamaraty pediu a volta do golpista. Eu não esperava outra coisa. Afinal, no conflito entre o governo do Equador, que mantinha em seu território um grupo terrorista, e o da Colômbia, que era alvo do terrorismo, os nossos Schopenhauer, Kant e Kierkegaard (Lula, Celso Amorim e Marco Aurélio Top Top Garcia) ficaram com o país agressor.


PS2 - E não pensem que me intimido com essas vestais pé-de-chinelo. Se tudo o mais falhar para conter um ditador tarado, qual é o mal em se recorrer à democracia de uniforme? Se estiver de acordo — como, por enquanto, está — com uma Constituição democrática, a civilidade agradece. Por enquanto, a ditadura bolivariana ficou mais longe de Honduras. E nenhuma outra é aceitável. A diferença, pois, entre mim e os hipócritas que estão tendo faniquitos é que eu não aceito ditadura nenhuma. Mas eles chamam a sua de “democracia”.


PS3 - Ah, sim. Preparem-se para o chororô no Brasil. Muita gente querendo a volta de um candidato a ditador em nome da democracia…


E última – Se a pressão internacional ficar insustentável, pode até ser que Zelaya volte. Talvez seja o mais provável. A questão é ver em que condições e fazendo o quê. Como a situação interna está sob absoluto controle, a questão se desloca para a externa e, em particular, para a reação dos EUA. Obama, sabemos, tem golpes certeiros para matar moscas. Em política externa, no entanto, ele ainda as está caçando, com o placar bastante favorável às bichinhas. Toda a pressão dos amigos dos bolivarianos, inclusive as do Brasil, vão se voltar para o astro. Ninguém vê grande mal em que ele seja uma normalista com norte-coreanos e iranianos. Chamam a isso “prudência”. Mas vão cobrar sua firmeza contra os terríveis e ameaçadores hondurenhos. E Obama, a gente sabe, é movido a aplausos. Até para matar moscas.


Blog Reinaldo Azevedo


Governo quer dar diploma para cubanos

O tema voltará às luzes nesta visita de Lula à Cuba. E novamente vai ficar escancarado que existe uma ação articulada da saudosa banda comunista do Governo Lula de dar um tratamento diferenciado ao reconhecimento dos diplomas de medicina obtidos em Cuba. É para lá que os ditos "movimentos sociais" como o MST têm enviado dezenas de militantes, com o objetivo de formar um corpo próprio de profissionais para atender as suas necessidades. Os mais de 1.000 brasileiros que estão lá assumem, em troca de bolsas, compromissos ideológicos que, em hipótese alguma, podem estar vinculados a uma carreira tão especial quanto a do médico, que deve ser controlada de forma rígida tanto no campo ético quanto no campo técnico, sem ingerências políticas de qualquer natureza.


O que foi aprovado na Câmara, em setembro passado, é uma piada: o médico formado em Cuba, ao contrário dos formados em qualquer outro país, não precisará fazer exame, desde que não exista uma diferenciação nos currículos. Ou seja, basta chegar no Brasil, cursar algumas disciplinas, para receber a validação do seu diploma. Fomentou-se uma lenda - e a esquerda faz isto como ninguém - de que o ensino em Cuba é uma maravilha, o que é uma mentira deslavada. Assim como existem faculdades de péssima qualidade no Brasil, que são controladas com mão-de-ferro pelo Conselho Federal de Medicina e pelo MEC, lá também existem péssimas escolas, sem as mínimas condições tanto em termos de corpo docente quanto em bibliotecas e laboratórios.


O mais absurdo é que médicos formados no Brasil, se quiserem exercer a profissão em qualquer país do mundo, têm que passar por análise curricular e por uma prova técnica. Nenhum país minimamente regulado é louco para validar um diploma de médico sem esta exigência. Só mesmo esta reverência da esquerda brasileira pela Ilha-Prisão e pelo seu regime podre, assassino e violador dos direitos humanos, para entregar a saúde de brasileiros nas mãos de profissionais que, antes de ingressar na universidade, passam por uma lavagem cerebral que os transforma em militantes com um bisturi na mão.


Não existe a mínima razão para Cuba ter um tratamento diferenciado em termos de legislação. Se os seus médicos são tão bem formados assim, se a saúde por lá é uma maravilha, com certeza não terão problema algum em se submeter às provas exigidas no Brasil. Devem saber tudo de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria - Puericultura, Ginecologia Obstetrícia e Medicina Social, que são os temas abordados. Devem, inclusive, depois de cinco anos falando espanhol, serem proeficientes em lingua portuguesa. Por isso, serão aprovados com louvor. Dispensar estes formados em Cuba de rigorosas provas é um acinte a todos os jovens brasileiros que, a duras penas, obedecem à rígida legislação brasileira até conseguirem exercer a profissão de médico. Que o Senado da República cumpra o seu compromisso com os brasileiros, e não com os cubanos.


Comentário Politica Geral: Os médicos cubanos que se submetem as provas no Brasil são os mais reprovados. 80% não passam. Mais uma vez um governo de analfabetos quer previlegiar seus pares.

Blog Coturno Noturno

Botocudos apeados do poder em Honduras

'O blog vem registrando acessos de vários países que procuram informações sobre Honduras. No Twitter um bando de celerados esquerdistas idiotas defende o presidente deposto.

Ora, o que precisa ser esclarecido é que Zelaya é um filhote de Hugo Chávez e estava preparando o mesmo golpe que foi dado na Venezuela e na Bolívia, onde Cháves e o índio cocaleiro Evo Morales são ditadores e tentam eternizar-se no poder.

A América Latina virou um valhacouto de dinossauros comunistas.

Notem que esses esquerdistas todos apóiam os tiranos do Irã. Não emitiram um pio de censura aos aiatolás que assassinaram Neda em plena rua de Teerã.

Esta mesma esquerda que domina na maioria dos países latino-americanos é antissemita e apóia todos os tiranos do planeta e os terroristas do Hamas e do Hezbolah.

O que está ocorrendo em Honduras é emblemático. As Forças Armadas e os poderes Legislativo e Judiciário estão cumprindo os ditames da lei e afastando do país a corja de comunistas que apóia o presidente deposto. Zelaya almeja ser o próximo tiranete bolivariano da América Latina.

Comentário Politica Geral: Se Chaves e Lula estão tão bravos é porque o ex presidente estava aprontando alguma coisa. Eles só apoiam gente que não presta

Blog Aluisio Amorim


sábado, 27 de junho de 2009

O Partido de Deus

O Hezbollah utilizou distintas denominações, objetivando confundir os Órgãos de Inteligência ocidentais: Jihad Islâmica (quando de objetivos ocidentais no Líbano); Resistência Islâmica (quando os objetivos eram israelenses); e outras denominações ocasionais, como Organização para a Justiça Revolucionária, Organização dos Oprimidos da Terra, ou Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina.

HEZBOLLAH: significa "Partido de Deus". Foi constituído em 1982 por um grupo de libaneses muçulmanos xiitas, quase todos clérigos. Recebem suporte ativo do Irã - orientação ideológica e fundos financeiros. Seu objetivo é criar um Estado Islâmico no Líbano, além de estimular a destruição de Israel. Opera a partir do Vale do Bekah, no Sul do Líbano. Por meio de seu braço armado, a JIHAD ISLÂMICA, é responsável por inúmeros atentados e mortes dentro e fora de Israel. É, certamente, um dos grupos mais eficazes e poderosos, com extensas ramificações na Europa, África e Américas do Norte e Sul.


Em julho de 1993, enquanto negociava a paz em segredo com a Síria, Israel lançou contra o Hezbollah a "Operação Ajuste de Contas", que consistiu no bombardeio de aldeias e cidades situadas em uma faixa de segurança de 14 quilômetros no Sul do Líbano, criada em 1985.

Em fins de julho de 1993, o saldo dessa Operação era de 86 mortos, 480 feridos e 360 mil libaneses deslocados dessa região para Beirute. Tudo isso entre o fogo cruzado dos israelenses e dos membros do Hezbollah, que dispunham de mísseis soviéticos Katiushka.


Com se sabe, a "Operação Ajuste de Contas" não trouxe qualquer resultado prático para Israel. Ao contrário, desencadeou uma série de críticas internas e a repulsa internacional.


O Hezbollah surgiu da fusão de dois grupos: o partido islâmico pró-Síria "Amal" (que significa Esperança), dirigido por Hussein Musawi, primo de Abu Abbas - dirigente do Hezbollah até sua morte em mãos de um comando israelense -, e um grupo originário do Vale do Bekah, dirigido por Subbi Tufaili.


O Vale do Bekah, ao Sul do Líbano, contava, na época, com a proteção das tropas sírias. Sua economia consistia nos cultivos mais importantes do mundo, da papoula, de onde é extraído o ópio, e do haxixe. Na região estava instalada uma plataforma síria de lançamento de mísseis.


O grupo xiita representa 30% da população do Líbano, e é considerado o mais radicalizado da maioria muçulmana do País. Esse grupo, a partir da revolução iraniana tentou criar um Estado regido pelas leis islâmicas e expulsar do País a minoria cristã. Sua política com relação aos habitantes do Sul do Líbano era similar à desenvolvida atualmente pela guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC): em regiões onde o Estado não existe auxiliam as populações desassistidas e impõem a "sua lei".


Em outubro de 1983, o Hezbollah realizou sua primeira operação terrorista: um caminhão-bomba dirigido por um militante-suicida foi lançado contra um quartel da Infantaria de Marinha dos EUA, perto do aeroporto de Beirute, causando 241 mortes. Pouco tempo depois, um outro caminhão foi lançado contra um quartel das tropas francesas, também em Beirute, deixando 58 vítimas.


Após cada atentado o Hezbollah comunicava-se com a imprensa, reivindicavam a ação e enviavam uma série de fotos dos quartéis, obtidas antes dos ataques, revelando que havia sido realizado um prévio levantamento dos alvos.


Na lista de atentados do Hezbollah, os mais importantes são os seguintes: quartel do exército israelense na cidade de Tiro, no Líbano, em 4 de novembro de 1983 (60 mortos); embaixadas da França e EUA no Kwait, em 12 de dezembro de 1983 (7 mortos); anexo da embaixada dos EUA em Beirute em 21 de setembro de 1984 (23 mortos); embaixada dos EUA em Beirute em 8 de abril de 1993 (63 mortos);


Todos esses atentados foram reivindicados pelo Hezbollah que, além disso, realizou uma extensa série de seqüestros e atentados individuais, como a tomada da embaixada dos EUA no Irã durante 444 dias, em novembro de 1979; o assassinato de Malcolm Kerr, presidente da Universidade Americana em Beirute, em 18 de janeiro de 1984; o seqüestro do jornalista Jeremy Levin, da rede CNN, em 7 de março de 1984; o seqüestro do vôo 221, com destino a Teerã, em 3 de dezembro de 1984, durante o qual dois oficiais do Departamento de Estado dos EUA foram mortos; o seqüestro, em Beirute, do jornalista Terry Anderson, em 16 de março de 1985; atentado a bomba na sinagoga de Copenhague, em 22 de julho de 1985; uma série de atentados a bomba em Paris, no mês de setembro de 1985, deixando 9 mortos; o seqüestro de quatro professores do University College, em Beirute, em 24 de janeiro de 1987.


Nessas ações terroristas, o Hezbollah utilizou distintas denominações, objetivando confundir os Órgãos de Inteligência ocidentais: Jihad Islâmica (quando de objetivos ocidentais no Líbano); Resistência Islâmica (quando os objetivos eram israelenses); e outras denominações ocasionais, como Organização para a Justiça Revolucionária, Organização dos Oprimidos da Terra, ou Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina.


Embora o Alcorão proíba o suicídio, a morte dos condutores de carros-bomba é justificada pelo Hezbollah sob a alegação de que o resultado é equivalente ou excede a perda da alma do suicida.


As divisões internas no Hezbolah se acentuaram a partir de 1989. No Congresso realizado em 1991, Abbas Musawi foi eleito dirigente máximo do grupo. No entanto, foi assassinado logo depois, em fevereiro de 1992, por um comando israelense. Essa morte foi assinalada por alguns como motivadora do atentado a bomba à embaixada de Israel em Buenos Aires, pouco menos de um mês depois.


Hoje o Hezbollah encontra-se instalado na Argentina e Venezuela, conforme mostram as fotos abaixo:

Hezbollah-Argentina

Hezbollah-Argentina_2


Midia sem Máscara

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