quinta-feira, 2 de julho de 2009
As mentiras que os árabes contam
Pilar Rahola
La Vanguardia - Barcelona
O nakba palestino, pois, não nasceu há 60 anos pela mão dos judeus. Nasceu o dia em que os árabes decidiram usar os árabes de Terra Santa para destruir um jovem Estado. E nunca mais deixaram de usá-los.
Morreu Irene Sendler, a mulher que salvou 2.500 crianças do gueto de Varsóvia. Durante anos não se soube de sua existência porque o comunismo nunca falou dela. Foram alguns norte-americanos que descobriram a façanha desta mulher que tirava crianças do gueto, escondia-as sob nomes católicos e guardava suas identidades em potes de conserva, debaixo de uma macieira. Condenada à morte pelos nazistas, foi resgatada pela resistência quando ia a caminho do patíbulo. Na prisão de Pawiak, encontrou uma imagem com a legenda "Jesus, em vós confio". Conservou-a até o dia em que a deu de presente a João Paulo II. Descanse em paz esta mulher, justa entre os justos.
Dizem os que dizem conhecer o conflito árabe-israelense que o Estado de Israel nasceu graças ao Holocausto. Em parte, pois, dessa Europa com má consciência, Irene Sendler foi uma de suas poucas exceções. Esta afirmação, repetida até transformá-la num axioma do discurso antiisraelense é, no entanto, uma das muitas mentiras que enfeitam a história do conflito. Contrariamente, nem a Grã-Bretanha - que favoreceu o termo judenfrei, livre de judeus, quando criou o reino da Transjordânia - nem ninguém na Europa levou em conta o Holocausto, e os portos de todo o mundo se mantiveram fechados à chegada dos sobreviventes do extermínio. Só cabe recordar a tragédia do Pátria, com 1.700 judeus, que afundou em Haifa sem que os britânicos permitissem que ancorasse. Ou o navio Struma, que foi relançado ao mar aberto e naufragou no mar Negro, onde se afogaram centenas de judeus. Ou a tragédia do Exodus...
Se a criação do Estado de Israel chegou finalmente à ONU, há 60 anos, foi pela amargura dos judeus que, há séculos, sonhavam com essas terras, origem de toda sua memória. Mas foi, também, pela luta suicida que protagonizaram até conseguir o reconhecimento. A partir desse momento nasceu o Estado de Israel, que não teve nem um dia de sossego e que conseguiu sobreviver contra todos prognósticos. Não só sobreviveu. Também conseguiu consolidar uma democracia numa terra convulsa e avançou na ciência e na medicina. Entretanto, sua criação também é o inicio de um edifício de mentiras que construiu a mais flagrante distorção da história moderna. E nesse edifício se baseiam a maioria dos tópicos que criminalizam Israel. Sobre Israel não se analisa, mente-se, até o ponto que muitos dos solidários com a Palestina criam uma história paralela que nunca existiu.
Por exemplo, que a "Palestina sempre foi árabe". Nunca existiu nenhum Estado árabe na Palestina, considerada pelos árabes parte da Síria. Desde o ano 1300 a. c. existiu um reino hebreu. Ou que "os judeus roubaram as terras dos árabes". Mentira. Em 1947 os judeus tinham 463.000 acres: 45.000 comprados dos britânicos, 30.000 das igrejas e 387.500 dos latifundiários árabes, a maioria residente em Damasco. E assim até o infinito. O conceito de povo palestino tem 50 anos: nasce nos campos de refugiados jordanianos e foi usado por estes países para manter uma situação de guerra.
O resultado atual é a derivada da ingerência árabe, a corrupção de seus dirigentes, a inculcação do fanatismo, primeiro pan-arabista e agora islâmico, e a negativa muçulmana em ter como vizinho um país democrático. Se 60 anos depois ainda não há paz, fácil é culpar Israel, e não obstante nenhum outro país estar mais farto da guerra. Não os seus vizinhos, que continuam financiando o terrorismo, alimentando o ódio antijudaico e negando toda opção de paz. O nakba palestino, pois, não nasceu há 60 anos pela mão dos judeus.
Nasceu o dia em que os árabes decidiram usar os árabes de Terra Santa para destruir um jovem Estado. E nunca mais deixaram de usá-los. Podemos levantar bandeiras de ódio a Israel, como fazem tantos esquerdistas. Mas a verdade segue sendo persistente. Israel é o único Estado do mundo ameaçado de destruição. O único que tem que pedir perdão por existir. E o único que pode desaparecer. Sessenta anos depois, os descendentes da Shoah ainda não vivem em paz. E agora, como então, continuam levando o estigma da culpa. Nada novo, pois, sob o sol bíblico.
Tradução: Szyja Lorber
Postado por Toni às 16:49 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosArqueologos descobrem material do tempo de Ezequias

Esta reportagem serve para ilustrar as mentes distorcidas que afirmam que os judeus não são os legitimos donos da cidade de Jerusalem.
Os judeus construiram o primeiro templo no século X AC, os árabes só chegaram em Jerusalem no século VII DC. Parece óbvio que contam mentiras. A diferença são só 1700 anos.
Uma imensa construção que remonta ao tempo do Primeiro e Segundo Templo, e ao reinado de Ezequias, Rei de Judá, foi descoberta por arqueólogos, em Israel. A Autoridade Israelita de Antiguidades vem realizando trabalhos de escavação na aldeia de Umm Tuba, no Sul de Jerusalém.
A organização informa ter encontrado um edifício com vários quartos dispostos à volta de um pátio. Os quartos continham muitos artefatos e cerâmica dos períodos do Primeiro e Segundo Templo.
Ezequias foi o 13º rei de Judá. A sua vida é mencionada na Bíblia nos livros dos Reis, Crónicas e Isaías. Em Crónicas relata como Ezequias, juntamente com o Profeta Isaías, oraram a Deus para salvar o Reino dos invasores assírios.
Entre as peças encontradas estavam os selos de funcionários do governo, tais como Ahimelekh ben Amadyahu e Yehokhil ben Shahar, que tinham ambos elevada posição no governo do Rei Ezequias.
Os arqueólogos também encontraram uma inscrição em Hebraico numa jarra, que data de 600 anos após os selos do Reino de Judá. Acredita-se que o edifício foi parcialmente destruído durante a conquista de Jerusalém pelos babilónios.
O Monte do Templo é o local mais sagrado para os judeus. O Primeiro Templo foi ali construído no Século X a.C. pelo Rei Salomão, e abrigava a Arca da Aliança. No entanto, o templo foi destruído em 586 a.C. pelos babilónios.
O Segundo Templo foi construído em 515 a.C., todavia, também este foi destruído em 70 d.C., desta vez pelos romanos.
As novas descobertas, juntamente com outros achados anteriores ajudam a pintar um retrato da existência judaica em Jerusalém durante o período do Primeiro e Segundo Templos.
Postado por Toni às 15:37 0 comentários
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Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosEruv, o jeitinho judaico

O recente pronunciamento de Bento XVI que situa o segundo casamento como uma praga social ainda vai dar muito o que falar. Um cronista católico pretendeu que Sua Santidade, ao dizer piaga, pretenderia dizer chaga, sentido que a palavra também admite em italiano. Revelou-se mais papista que o papa: a tradução para o português da bula papal falava claramente em praga. Praga ou chaga, seja como for, o documento condena quem um dia fez uma escolha que não deu certo e busca numa segunda união aquela felicidade à qual todo ser humano tem direito. “Não é bom que o homem esteja só”, disse Jeová no Gênesis. O mesmo não pensa a Igreja. Se um católico não acertou da primeira vez, deve permanecer só, irremediavelmente só, para o resto de seus dias. A punição, em verdade, é anódina, quase simbólica: privação da comunhão. Como se estivesse preocupado em beber sangue e comer carne quem quer apenas um corpo para afagar.
Bento nega o sacramento da comunhão a divorciados que se tenham casado de novo. Àqueles cujo casamento fracassou, o papa aconselha a “esforçarem-se por viver a sua relação segundo as exigências da lei de Deus, como amigos, como irmão e irmã; deste modo poderão novamente abeirar-se da mesa eucarística”. Ou seja, nada de sexo. E este é o nó górdio que até hoje a Igreja não ousou desatar.
Toda a doutrina da Igreja, desde os apóstolos até o Bento, condena com veemência os ditos prazeres da carne. Só podem existir dentro do matrimônio. “É melhor casar do que abrasar-se”, dizia Paulo, que só via como mitigar o abrasamento com o casamento. “Para evitar toda impudicícia, que cada homem tenha sua mulher e cada mulher seu marido”. A eleição de uma virgem como modelo de todas as virtudes é sintomática: a mulher perfeita não pode ter sexo. Mais ainda, além de virgem é mãe. Ou melhor: apesar de mãe, é virgem. Se é difícil para a razão humana aceitar esta aporia, ela é enfiada goela abaixo através do dogma. Roma locuta, causa finita. É dogma e fim de papo.
Fossem só as restrições ao segundo casamento... Mas não. É proibido o sexo antes do casamento. Mesmo no casamento, o sexo não pode ser apenas prazer, mas deve ter como finalidade a procriação. Mais ainda, sexo só pode ser entre homem e mulher. Como se sexo entre homem e homem e entre mulher e mulher não fosse também prazeroso. E nisto reside o mal: para a Igreja, a finalidade do sexo não é o prazer. Portanto, nada de anticoncepcionais. Muito menos preservativo. Preservativo previne a Aids? Não importa. Que morram as gentes. Profilaxia é pecado.
Os sacerdotes devem fazer voto de castidade. Isto é, estão mortos para a vida sexual. Em princípio, são castrados para a eternidade. Costuma-se dizer que a carne é fraca. Pelo contrário. A carne é forte. Tão forte que a maioria dos padres que abandona o sacerdócio o faz para casar-se. E os que não abandonam, buscam refrigério ao abrasamento nos coroinhas e meninos da paróquia. Não foi por falta de aviso. Na Epístola aos Romanos, Paulo acusa os pagãos: “Os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro”. Para Paulo, todo amor é pecaminoso, a carne é contrária ao espírito e o casamento é um remédio para a fornicação. Isto é, um mal menor.
Não sei o que pensam hoje os padres da masturbação. Em meus dias de guri, era pecado mortal e passaporte para o inferno. E lá iam os coitados dos adolescentes, enrubescidos, para o confessionário, contar ao padre suas práticas solitárias. A Igreja instalava uma maquininha de tortura na cabeça de cada crente e deixava a ele a iniciativa de acioná-la. O confessor, excitado, com voz sussurrante, queria saber: quando? Onde? Como? Chegou até o final? Quantas vezes? Os confessores foram, sem dúvida alguma, os precursores do sexo por telefone.
No fundo, o pecado bíblico de Onan. Ocorre que Onan não se masturbava pelo prazer de masturbar-se. Encarregado, conforme os costumes da época, de dar descendência a seu irmão morto, sabendo que a posteridade não seria a sua, preferia jogar sua semente na terra. Não era uma questão de prazer, mas de herança. Jeová não gostou e também o fez morrer.
Ortodoxia cansa. As gerações contemporâneas não aceitam mais regras elaboradas há milênios. Há muitas pessoas que crêem em Deus, mas não conseguem admitir um deus que proíbe o prazer. Se a virgindade de Maria é um dogma para a Igreja, a castidade não é. Castidade é palavra que não ocorre uma única vez na Bíblia. Segundo Guy Bechtel, o essencial da teoria cristã sobre a carne não vem de Jesus. Foi elaborada pelos diferentes pais da Igreja e particularmente por Santo Agostinho. Algum dia, algum papa terá de usar de suficiente jogo de cintura sob pena de a Santa Madre submergir na História.
Comentei há pouco as absurdas prescrições dos judeus ortodoxos durante o shabat. Entre elas, as de não acender luzes, não carregar objetos, nem mesmo a chave da porta, não apertar o botão do elevador, não cozinhar, não abrir a torneira de água quente, não rasgar papel higiênico, e por aí vai. Interdições sem sentido algum, decorrentes das filigranas teológicas elaboradas pelos rabinos a partir de textos de três mil anos atrás, quando não havia luz elétrica, nem chave de porta, nem elevador nem botão de elevador, muito menos torneira de água ou papel higiênico. Os rabinos, dizia, hoje estão preocupados em como fazer com que os adolescentes entendam a proibição ao celular e à internet aos sábados.
Os judeus, em sua sabedoria milenar, já encontraram a solução. Escreve-me uma amiga da Finlândia:
“Você conhece o conceito de eruv? Esse é de rolar de rir. O eruv é uma cerca, real ou simbólica, que cria uma área dentro da qual são permitidas certas atividades que as leis judaicas proíbem. O eruv pode envolver uma casa, um jardim, ou até um bairro inteiro. Foi o jeito que inventaram de aplacar os rabinos ortodoxos e aliviar as restrições do shabat ao mesmo tempo. Um amigo judeu americano (judeu reformista - tão diferente dos ortodoxos como eu e você) contou que, outro dia, o eruv de sua cidade, Sharon, em Massachusetts, rompeu-se. Os fanáticos estavam em polvorosa. Outro amigo reformista diz que o preço dos imóveis dentro dos eruvin de Nova York é astronômico. Parece aquela história dos muçulmanos segundo a qual beber álcool dentro de casa, com as cortinas fechadas, não faz mal, porque Alá não está vendo”.
A ortodoxia judaica cria sérios problemas aos próprios crentes. Empurrar em público um carrinho de bebê, uma cadeira de rodas e mesmo carregar nas mãos o livro de orações são atos proibidos no dia dedicado a descansar. Não se pode nem mesmo carregar um lenço no bolso. Azar seu, se estiver resfriado. Dentro do eruv, estes preceitos estão dispensados, já que a área delimitada é considerada tão privada como o lar. Em Londres, em 2002, foi instalado um eruv, limitado por 84 postes ligados por fios de náilon. A área cobre um perímetro de 17 km. Existem hoje eruvin não só em Israel, como também Austrália, Bélgica, França, Itália, África do Sul, Estados Unidos e até mesmo em Gibraltar. O de Estrasburgo abrange o Parlamento Europeu e o Tribunal de Direitos Humanos. O de Washington, a Casa Branca.
Leio ainda que há uma discussão entre rabinos sobre a condição de Manhattan. “Limites topográficos naturais como rios, penhascos e ravinas podem formar um ou mais lados legítimos de um eruv. Por esta razão, é possível considerar, segundo a perspectiva talmúdica, toda a ilha de Manhattan um eruv”.
Gostei da malandragem rabínica. Uma zona franca onde se pode burlar a ortodoxia. Bem que a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana poderia ter mais jogo de cintura e criar alguns eruvin católicos cristandade afora, onde se pudesse pecar com gosto e sem remorso.
Se os milenares seguidores do Pai encontraram um jeitinho, porque não os do Filho?
Fonte: Baquete
Postado por Toni às 15:03 0 comentários
Marcadores: Judaismo
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosCartoons politicamente incorretos

Alguns cartoons que aparecem diáriamente no blog do Aluisio Amorim
Um dos poucos jornalistas que tem coragem de meter o pau na turma
petralha e seus asseclas.

Postado por Toni às 13:48 0 comentários
Marcadores: Brasil
Obrigado por ler, você é muito importante para nós Posts RelacionadosOs americanos que não concordam com Obama

Carta de uma congressista americana a Obama.
Ao Honorável H. Barack Obama
Presidente dos Estados Unidos
A Casa Branca
1600 Pennsylvania Avenue,
N. W. Washington, D.C. 20500
Caro Sr. Presidente:
Gostaria de aproveitar esta oportunidade para levantar uma preocupação crescente com a abordagem dos USA quanto aos direitos humanos,
princípios democráticos, do Estado de Direito e das instituições constitucionais no Hemisfério Ocidental, centrando na resposta da sua administração para a crise constitucional, em Honduras e o papel dos USA na Organização dos Estados Americanos e as Nações Unidas no que diz respeito a esta situação.
Eu esperava a Administração adotar uma deliberação responsável ao problema de Honduras
No entanto, a posição dos USA desde o início parece ter-se centrado no apoio à uma pessoa, o Presidente José Manuel Zelaya Rosales, independentemente da constituição hondurenha e o Estado de Direito e das instituições democráticas. Este miópica, abordagem tem se intensificado nos últimos 72 horas desde que os relatórios que os militares hondurenhos tinham tomado o Sr. Zelaya em custódia.
Há numerosos relatos conflitantes sobre os acontecimentos que transparecem em Honduras nos últimos dias. Os fatos estão em disputa. No entanto, não houve uma aparente tentativa dos USA para discernir a verdade acerca do estado da ordem constitucional e democrática neste país da América Central, antes de fazer conclusões sumárias e emitir condenações baseadas em informações incompletas.
No entanto, Sr. Presidente, a crise constitucional em Honduras, não começa no domingo, 28. Junho, mas, pelo menos, três meses antes, quando o Sr. Zelaya emitiu Decreto Executivo em 23 março deste ano convocando e um referendo para extenderr o seu prazo presidencial, a ser realizado antes de Julho.
Apesar das claras limitações estabelecidas no artigo 5 º, artigo 374, e outros artigos da Constituição, relativo ao mandato presidencial hondurenho e os parâmetros para um referendo, os Estados Unidos apareceram para abraçar incondicionalmente os planos do Sr. Zelaya.
O Supremo Tribunal hondurenho, os tribunais administrativos, o procurador-geral, o Comissário para os Direitos Humanos, o Tribunal Eleitoral, e o Congresso Nacional para todos o referendo deve ser declarado ilegal.
Outras medidas legislativas foram tomadas pelo Congresso Nacional hondurenho em 23 jun para impedir violações do Sr. Zelaya
Os USA falhou ao não tomar medidas eficazes, a nível bilateral ou através da Organização dos Estados Americanos, a fim de apoiar estes esforços legítimos pelos co-iguals ramos do governo democrático hondurenho para impor a lei. Na sexta-feira, 26 jun, Sr. Zelaya emitiu outro decreto ordenando governo e trabalhadores a participar na "Public Opinion Poll para convocar uma Assembleia Nacional Constitucional", que alegadamente teria desencadeado o artigo 239 da Constituição hondurenha exigindo que ele fosse demitido das suas funções .
Os USA não conseguram responder. Isto marcou uma falha grave da diplomacia dos USA. Como tal, muitos argumentam, que os USA é cúmplice da escalada da crise constitucional em Honduras.
A OEA e a Assembleia Geral das Nações Unidas querem que os USA aceite textos da resolução elaborado pelo Sr. Zelaya e seus assessores imediatos e concorde em propostas apresentadas pelos líderes da Venezuela, Nicarágua, Bolívia, todos para o bem do consenso. Aderir a "corrida para o fundo", ou servindo como um eco câmara, não é útil para a nossa política, económia, ou interesses de segurança na região.
Olhando para o futuro, é a minha esperança, Senhor Presidente, que a sua administração não se dobre a relatos não confirmados e sendo de fontes que não interessam aos USA.
Em vez disso, temos de trabalhar juntos para avançar os principios e reforçar as instituições democráticas em nosso hemisfério.
Obrigado por seu tempo e consideração.
Atenciosamente,
Ileana ROS-Lehtinen
Congresswoman Ileana Ros-Lehtinen
4960 SW 72 Avenue, Suite 208Miami, Florida 33155
Press Line 305-668-5994
FAX 305-668-5970
Cell 202-225-8200
Fonte Kirkblog
Tradução para o português Blog Politica Geral
Postado por Toni às 13:23 0 comentários
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