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terça-feira, 13 de julho de 2010

Vejam quem é a candidata a presidência do Brasil

Um video que mostra como a sra. Dilma Rousseff se orgulha de seus feitos terroristas.
Junto dela também é mostrada a turma hoje no PT que também passaram por Cuba.
Veja para quem seu voto pode ir.

domingo, 11 de julho de 2010

Humor sobre os terroristas do Oriente Médio

Neste video com legendas em portugues uma sátira dos governantes dos sírios, iranianos e turcos.
É para mostrar aos nossos antissemitas o ridiculo que eles passam ao apoiar essa gente

sábado, 10 de julho de 2010

A volta do Antissemitismo

A flotilha de Gaza foi uma peça de teatro islâmica perfeita, revelando um antigo ódio europeu

É um fenômeno fascinante: por que as pessoas e organizações que se apresentam como progressistas se unem a muçulmanos reacionários?

O grupo “Free Gaza” é uma dessas alianças esquerdista-islâmica. Bem, Gaza já está livre. Israel retirou-se da estreita faixa há cinco anos. E também não há necessidade de qualquer ajuda humanitária. Mais de um milhão de toneladas de suprimentos humanitários entrou em Gaza proveniente de Israel nos últimos 18 meses, o equivalente a quase uma tonelada de ajuda para cada homem, mulher e criança na região.

Mas a população de Gaza votou em eleições democráticas para ser governada por um partido cujo ódio aos judeus é a pedra fundamental da sua existência. Qualquer um que duvide disso deve ler o Estatuto do Hamas na Internet. O fato de que Gaza está completamente “judenrein” (“livre de judeus”) não é suficiente para o Hamas. Eles querem que Israel também seja "livre de judeus". O bloqueio de “produtos estratégicos” por parte de Israel não foi concebido para punir o povo palestino, mas para impedir que o Hamas obtenha armas pesadas e possa construir abrigos subterrâneos. Uma idéia tão simples de entender.

Por exemplo, ao contrário de Gaza, a Chechênia não é livre. Os russos esmagaram a luta pela independência dos chechenos com o bombardeio intensivo de sua capital. E o que dizer de um Estado curdo? Os turcos e iraquianos infligiram horrores inimagináveis aos curdos. Apesar disso, não há a “Flotilha do Curdistão Livre” indo em direção à Turquia, e as autoridades russas não têm medo de serem presas em capitais européias por crimes de guerra.

Aqui estão mais alguns fatos – fatos incômodos e inflexíveis. Vamos observar a taxa de mortalidade infantil em Gaza. Este é um número chave, que diz muito sobre as condições de higiene, nutrição e cuidados com a saúde. Em Israel, a taxa de mortalidade infantil é de 4,17 por 1.000 nascimentos, aproximadamente a mesma dos países ocidentais. No Sudão a taxa é de 78,1, ou seja, uma em cada 13 crianças morrem ao nascer. Em Gaza, a mortalidade infantil, por 1.000 nascimentos, é de 17,71. Sim, este número é maior do que em Israel, mas muito menor do que no Sudão. E a taxa de mortalidade infantil da Turquia? Bem, ela é de 24,84. Sim, mais crianças morrem ao nascer na Turquia do que em Gaza.

Aqui está outro fato. A expectativa de vida em Gaza é de 73,68 anos. E na Turquia, a nova protetora de Gaza, a expectativa de vida é de apenas 72,23 anos. Se os israelenses realmente queriam tornar a vida dos palestinos curta e desagradável, então eles estão, obviamente, fazendo algo errado.

Os progressistas não ligam para qualquer outro grupo de muçulmanos pobres ou oprimidos. Eles só clamam pelas “vítimas” dos judeus. Por que isso acontece?

Uma das razões é Yasser Arafat, cuja genialidade foi redefinir a causa palestina na retórica neo-marxista e antiimperialista. Ele criou um novo contexto para o seu povo: a luta contra o colonialismo e o racismo. Arafat era um clássico caudilho corrupto com um talento incrível para jogar com a mídia e os políticos ocidentais. Os progressistas adotaram os palestinos como seus favoritos, [apresentando-os como] a quintessência das vítimas do imperialismo e do colonialismo, simbolizados pelo Estado sionista.

Mas há outra razão pela qual os progressistas ocidentais odeiam Israel, mas são indiferentes às violações dos direitos humanos na Turquia, no Irã ou na Rússia. É por causa do Holocausto.

Os europeus, que representam muito do que se diz ser a opinião pública mundial, cansaram-se de carregar a culpa pela destruição dos judeus do continente. Eles começaram a sonhar com alguma forma de libertação histórica. Ela está vindo na forma das respostas militares de Israel aos ataques islâmicos e terroristas. Os europeus não poderiam perder a oportunidade de difamar os judeus e de redefinir as medidas de defesa de Israel como “desproporcionais” ou como agressões totais – em outras palavras, como crimes de guerra.

Na visão dos progressistas europeus, o conflito Israel-Palestina tornou-se um conflito sem comparação, um fenômeno único de vítimas européias gerando vítimas palestinas, que parecia diminuir o peso do massacre do povo judeu pelos europeus.

Assistindo a demonização de Israel, o ataque ao seu direito de defesa, como disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, torna-se claro que existe entre os europeus uma necessidade profunda de chamar os judeus de assassinos. É por isso que os palestinos, como “vítimas” dos judeus, são mais importantes que as numerosas vítimas muçulmanas dos extremistas muçulmanos. É por isso que milhões de outros muçulmanos, que vivem em piores condições do que os palestinos, dificilmente recebem alguma menção na mídia. É por isso que Gaza é comparada com o Gueto de Varsóvia e com Auschwitz. Ao chamar os israelenses de nazistas, os verdadeiros nazistas foram legitimados. É como se os europeus, liderados pelos progressistas, desejassem que os árabes terminem o trabalho. Chega de judeus. É o que é: estamos vendo a libertação da Europa do legado do Holocausto.

Por décadas, os nossos progressistas, ativistas ocidentais pacifistas, foram enganados e manipulados por tiranos árabes e agora por turcos e iranianos islamitas. Eles estão ajudando nos esforços para destruir um dos maiores sucessos dos tempos modernos: a criação do Estado de Israel.

O que temos assistido com a flotilha de Gaza é a execução perfeita de uma obra magistral de teatro islâmico. A indignação selvagem da mídia, um orgasmo de hipocrisia, marca o próximo capítulo da longa história do ódio dos europeus contra os judeus. Ser anti-semita voltou a ser respeitável. (Leon de Winter )

Leon de Winter é um romancista holandês.

Voltamos

Depois de alguns meses fora do circuito, resolvemos voltar.
Motivo: A volta do antissemitismo no mundo.
Hoje ser antissemita é moderno é politicamente correto.
É contra mais esse absurdo que lutaremos de novo.
Espero que apreciem os novos posts

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ministro israelense no Brasil


O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, iniciou nesta terça-feira (21) uma viagem de dez dias na América do Sul onde visitará o Brasil, a Argentina, o Peru e a Colômbia. A visita tem como objetivo enfatizar a importância que o Ministério das Relações Exteriores atribui à América Latina.

No Brasil, onde existe uma tradição de cooperação com Israel nas áreas de ciência, agricultura, turismo, cultura, educação, saúde, comércio etc, a visita visa fortalecer as relações e os laços de amizade já existentes e ocorre em marco aos 60 anos de relações diplomáticas entre os dois países. Hoje (terça-feira), em São Paulo, o Chanceler se reuniu com o Dr. Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com o Governador do Estado de São Paulo José Serra e com membros da Comunidade Judaica. Na cidade, Liberman esteve acompanhado de uma delegação de empresários das áreas de tecnologia, comunicação e agricultura, que viajam ao Brasil objetivando avançar e desenvolver os laços comerciais entre os dois países e expandir interesses econômicos comuns. No último ano o comércio entre os dois países ultrapassou 1,5 bilhões de dólares. Em Brasília, na quarta-feira (22), o Ministro se reunirá com o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, com o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, com o Ministro das Comunicações Hélio Costa e outras autoridades. Durante a visita será assinado um acordo bilateral de serviços aéreos. (FONTE: FISESP)

Aventura em Israel

NANCY M. BETTER
New York Times Syndicate

"Pule! Só pule!" eu pude ouvir Sarah, minha filha de 12 anos, implorar. Meus pés estavam balançando no ar e meu corpo estava espremido em uma abertura do tamanho de um bueiro em um chão de terra, com apenas uma vela tremeluzente iluminando a escuridão. Eu me agarrei ao redor e prendi a respiração antes de me soltar ao chão.

  • Yoray Liberman/NYT

    No deserto de Judá, adultos e crianças podem passear de camelo e observar a paisagem quente e arenosa


Aventura e muito pó

À frente, os dois irmãos mais velhos de Sarah estavam avançando em meio a uma nuvem de poeira em uma câmara escavada há 2.300 anos. Nós estávamos no que restou de Maresha, a cerca de 80 quilômetros ao sul de Tel Aviv. Seus moradores escavaram as cavernas para produzir pedra calcária para construção, e então criaram uma rede complexa de túneis para ligar as cavernas, para que pudessem ser usadas como oficinas, depósitos e reservatórios.

Coberta por um sedimento que parece pó de giz, nós subimos por uma escada bamba de madeira e emergirmos na luz do dia. Nosso guia alertou que a caverna não era para claustrofóbicos, de forma que a avó das crianças permaneceu na superfície. "Como foi lá embaixo?" ela perguntou.

"Como 'Caçadores da Arca Perdida'", respondeu Charlie, 14 anos.

"Não, mais para o 'Templo da Perdição'", argumentou David, 16 anos.

Meu marido e eu limpamos o pó e sorrimos. Era isso o que esperávamos quando programamos a viagem. Nossa meta era aprender o máximo possível sobre a história de Israel em dez dias, sem gastar horas preciosas demais de férias dentro de museus, templos ou igrejas. Nós queríamos que o passeio das crianças tivesse um gosto de aventura. Se as cavernas de Maresha as fizeram lembrar de Indiana Jones, nós estávamos na trilha certa.

Adolescentes gostam de ação e intriga, algo que Israel oferece. O país inteiro é bom para crianças - animado e colorido, descontraído e casual. Com exceção de algumas áreas ultraortodoxas, não há regras rígidas e nem códigos de vestuário; é possível vestir jeans e camisetas em quase toda parte. Você pode explorar uma caverna e depois aparecer em um belo café para almoçar sem trocar de roupa, e ninguém se importa.

Israel é um país jovem perseguido por um conflito regional desde seu início. Seja visitando sítios arqueológicos ou monumentos militares modernos, alguma discussão sobre o conflito no Oriente Médio inevitavelmente vem à tona. Todo israelense - de soldados empunhando armas, que encontramos no topo das colinas de Golan, até nômades que habitam tendas, que encontramos no deserto de Judá - tem uma opinião sobre o conflito, e poucos deixam de expressar seus pensamentos.

Este diálogo contínuo, acentuado pelo noticiário televisionado incessante a respeito do conflito, serviu como um fundo dramático para nossa viagem envolvendo três gerações. Nós cruzamos o país, que tem aproximadamente o tamanho de Nova Jersey. Poucos destinos oferecem uma variedade tão grande de experiências em um espaço tão pequeno - ou tantas oportunidades educativas que parecem bastante divertidas.
  • Yoray Liberman/NYT

    As cavernas de Maresha fazem o visitante sentir-se como em um filme de Indiana Jones


Perigo camuflado

Nós começamos com um passeio de jipe aberto pelas colinas de Golan, que se erguem de forma íngreme no mar da Galiléia. Enquanto sacudíamos ao longo do terreno pedregoso, nosso guia descreveu a conquista da área por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Ele freou para descer e colher um pomelo de uma árvore. Abrindo um canivete, ele nos serviu pedaços da fruta suculenta, surpreendentemente doce. Perto do cume, nós podíamos ver a Jordânia, a Síria e o Líbano espalhados abaixo, uma grade de estradas e cercas marcando as fronteiras entre trechos verdes e marrons de terra.

Nós desembarcamos no monte Bental e visitamos os bunkers das Forças de Defesa Israelenses usados na Guerra do Yom Kippur de 1973. "Veja!" sussurrou Sarah enquanto entrávamos na sala da situação. Eu tropecei e me vi face a face com uma metralhadora Uzi, no ombro de uma garota com rabo-de-cavalo, pouco mais velha do que meus meninos. Um grupo de soldadas estava reunido ao redor de um mapa, conversando em hebreu. Três pares de olhos absorviam cada detalhe: os uniformes verde-oliva, as botas pretas polidas, as mochilas, os celulares, os óculos escuros... e as armas, penduradas descuidadamente nas costas, entortadas pelos cintos carregados ao redor da cintura. Meus filhos permaneceram pregados, lançando olhares de soslaio para as soldadas até que uma quebrou o gelo com um largo sorriso. Elas acolheram Sarah entre elas e posaram para fotos, com as mãos nos gatilhos.

Nossa excursão pelas colinas de Golan provocou uma enxurrada de perguntas sobre a guerra pela independência e a declaração do Estado de Israel em 1948. Nós encontramos respostas no Instituto Ayalon, antigamente uma fábrica de munições clandestina construída pelo Haganah (as forças armadas pré-independência) sob um kibbutz perto de Tel Aviv. Restaurado e aberto ao público, o instituto não é mencionado em muitos guias e é pouco divulgado pela imprensa. Mas Charlie - que devora romances de detetive e já visitou duas vezes o Museu Internacional da Espionagem em Washington - o declarou seu lugar favorito.

O lugar passa uma sensação real de perigo: se os membros do Haganah fossem descobertos, eles seriam enforcados. As operações da fábrica eram escondidas por uma padaria e lavanderia; um forno de dez toneladas e uma grande máquina de lavar escondiam as entradas no piso da loja, que abrigava até 50 trabalhadores que, no auge, produziam 40 mil balas por dia. O barulho das máquinas de lavar camuflava o ruído do processo de manufatura no subsolo.

David ficou especialmente fascinado pelas lâmpadas ultravioleta que os trabalhadores usavam para obter um bronzeado artificial. "Era como um álibi", explicou nosso guia. "Eles fingiam deixar o kibbutz toda manhã para trabalhar em uma fazenda vizinha e então voltavam sorrateiramente para a fábrica para produzir balas. As pessoas suspeitariam se parecessem pálidos demais."

Em seguida nós viajamos para Akko, local de uma fortaleza medieval dos cruzados e posteriormente uma cidadela otomana. Quando os turcos foram derrotados pelos britânicos em 1918, a fortaleza se transformou em uma prisão de segurança máxima onde ficavam presos os combatentes judeus. Hoje, o Museu Memorial dos Prisioneiros da Resistência presta tributo a eles. Um ar agourento paira sobre as celas da prisão, com suas paredes de pedra espessas, barras de ferro e janelas estreitas. Nosso grupo ficou impressionado com a sala das forcas, com um nó de forca centrado sobre um alçapão no chão.
  • Yoray Liberman/NYT

    Em Ein Gedi, um dos muitos spas localizados no mar Morto, a diversão é tomar banho de lama preta


Muita lama e fantasias medievais

O complexo de Akko foi impressionante, mas nada poderia ter nos preparado para a majestade de Masada, a ampla fortaleza no topo da montanha, construída há mais de dois mil anos pelo rei Herodes (e posteriormente local do suicídio em massa dos defensores judeus sitiados pelas tropas romanas). Ligeiro como uma cabra, Charlie subiu correndo pela "trilha da cobra" - uma trilha em ziguezague acentuado - em meia hora. Eu precisei de 20 minutos adicionais, incluindo paradas para tomar água. Nosso grupo se encontrou no topo, deslumbrado com a vastidão da visão do rei Herodes. Havia dezenas de ruínas, muitas decoradas com mosaicos e afrescos detalhados.

Descendo de Masada por um bondinho, nós observamos o reluzente mar Morto, o mais profundo lago salgado do planeta, situado em torno de 400 metros abaixo do nível do mar. Nenhuma viagem a Israel seria completa sem um mergulho no mar Morto. Em Ein Gedi, um dos muitos spas que pontilham a costa, nós nos banhamos nas piscinas termais, nos lambuzamos em montes de lama preta e boiamos como rolhas nas águas do mar. Posteriormente, na loja de presentes, Sarah insistiu em comprar um tubo de lama preta para dividir com suas amigas; ela já estava imaginando uma festa de spa do mar Morto no seu banheiro.

Nós paramos para jantar no Genesis Land, um acampamento ao estilo bíblico no deserto de Judá. Aqui, os turistas podem passear de camelo e provar a culinária tradicional na "Tenda de Abraão". Os adultos o consideram equivalente a um parque temático medieval, com seus cavaleiros de mentira e torneios de justas. Mas as crianças adoraram vestir trajes de beduínos e compartilhar homus, shish kebab e pão pita em mesas baixas.

Em Jerusalém, nós passamos grande parte dos quatro dias explorando. A Cidade Velha murada é dividida informalmente em quatro setores - muçulmano, cristão, armênio e judeu - com um choque vibrante de línguas, culturas e religiões. Durante nossa estadia, os visitantes americanos foram aconselhados a não irem ao mercado árabe (popular para souvenires baratos) à noite, por causa das tensões na Faixa de Gaza. Fora isso, podíamos perambular livremente.

O destaque foi uma excursão a pé pelos baluartes de pedra com torres, encomendados pelo sultão otomano Suleiman, o Magnífico, no século 16. Nós subimos vários lances íngremes de escadas e avançamos lentamente, em fila única, ao longo do perímetro da Cidade Velha. Os baluartes não são para pessoas com vertigem, mas nos deram um vislumbre de um lado totalmente diferente de Jerusalém: uma vista do alto da cidade, com mulheres pendurando a roupa lavada, crianças jogando futebol e jardineiros cuidando de suas vinhas. Ao longe estava o dourado Domo da Rocha; mais próxima estava a reluzente Cidadela de Mármore, outra obra do grande rei Herodes.

Nossa última parada em Jerusalém foram os túneis do Muro das Lamentações, uma série de passagens escondidas - abertas apenas recentemente ao público - que remove camadas de história para revelar o comprimento pleno do Muro das Lamentações do período de Herodes. As crianças ficaram surpresas ao descobrir que o mesmo rei Herodes que construiu a fortaleza de Masada também foi o responsável pela grande ampliação do Segundo Templo em Jerusalém. Enquanto caminhávamos pela antiga rua de pedras arredondadas que acompanha o Monte do Templo, Charlie deixou escapar um baixo assovio. "O rei Herodes era o cara", ele disse. "Dá para imaginar o que ele construiria se estivesse vivo hoje?"
  • Yoray Liberman/NYT

    Camelos descansam enquanto aguardam os turistas sedentos por mais um passeio no deserto de Judá


Para chegar lá

Devido aos rigorosos procedimentos de segurança, no Aeroporto Internacional Ben Gurion, a cerca de 56 quilômetros de Jerusalém e 16 quilômetros de Tel Aviv, os passageiros precisam chegar com bastante antecedência para a revista. Os balcões de aluguel de carros no Ben Gurion ficam abertos 24 horas; boas estradas, sinalização internacional e distâncias curtas tornam dirigir por Israel relativamente simples.

Onde ficar

O Carlton em Tel Aviv (10 Eliezar Peri Street, 972-3-520-1818, www.carlton.co.il) oferece amplas vistas do Mediterrâneo por diárias a partir de US$ 300. Em Jerusalém, o King David Hotel (23 King David Street, 972-2-620-8888; www.danhotels.com) e o David Citadel (7 King David Street, 972-2-621-1111; www.thedavidcitadel.com) são hotéis de luxo que recebem regularmente dignitários e celebridades. Os quartos duplos geralmente custam a partir de US$ 430 no King David e US$ 350 no David Citadel. Para uma alternativa mais barata, experimente o Sheraton Jerusalem Plaza (47 King George Street, 972-2-629-8666; www.starwoodhotels.com), onde os preços custam a partir de US$ 275 para um quarto duplo.

O que fazer

As cavernas de Maresha ficam a 56 quilômetros ao sul de Jerusalém, no Parque Nacional Beit Guvrin (972-8-681-1020; www.parks.org.il). A entrada custa 25 shekels para adultos e 13 shekels para crianças (cerca de US$ 6 e US$ 3 respectivamente, com o dólar cotado a 4,20 shekels). Para um passeio pelas colinas de Golan, contate uma das muitas empresas que operam passeios de jipe em Tel Aviv. A Bein Harim Tourism Services (972-3-546-8870; www.beinharim.co.il) oferece um passeio que toma o dia todo (das 7h da manhã até as 18h) por US$ 110 por pessoa, com saída de Tel Aviv.

O Instituto Ayalon fica localizado na periferia norte de Rehovot, ao sul de Tel Aviv. Os visitantes precisam ligar com antecedência para fazer reserva (972-8-940-6552). A entrada para adultos custa 20 shekels; crianças pagam 15 shekels.

Em Akko, o Museu Memorial dos Prisioneiros da Resistência (972-4-991-1375) oferece visitas diárias. Adultos pagam 16 shekels; crianças pagam 10 shekels.

O Parque Nacional de Masada (972-8-658-4207; www.parks.org.il) fica a cerca de 100 quilômetros de carro a sudeste de Jerusalém. A entrada, que inclui o bondinho, custa 67 shekels para adultos e 35 shekels para crianças.

O Ein Gedi Spa no Mar Morto (972-8-659-4813; www.ngedi.com) oferece acesso às piscinas sulfurosas, banhos de lama, chuveiros e praia por 60 shekels para adultos e 35 shekels para crianças.

Genesis Land (972-2-997-4477; www.genesisland.co.il) fica a cerca de 25 quilômetros de Jerusalém, na estrada Alon, uma rota principal. O banquete de Abraão - incluindo jantar e uma apresentação bíblica com atores - custa 145 shekels por pessoa. É preciso fazer reservas com bastante antecedência.

Em Jerusalém, a Caminhada pelos Baluartes (972-2-627-7550) custa 16 shekels por adulto e 8 shekels por criança.

A Kotel Tunnels Tour (972-2-627-1333, www.www.thekotel.org) oferece visitas aos túneis com guias da Western Wall Heritage Foundation, que custam 25 shekels para adultos e 15 shekels para crianças.

A família também desfrutará de feiras livres movimentadas e caóticas, oferecendo produtos como temperos incomuns, assados, nozes, doces, hortifrutis e souvenires, em Jerusalém e outras grandes cidades.

Tradução: George El Khouri Andolfato

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