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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O Governo Turco apoiou a Flotilha

ISTAMBUL - A frota de ajuda humanitária da Turquia que tentava furar o bloqueio de Gaza e que foi atacada pelos militares de Israel no dia 31 de maio teve o apoio de importantes figuras do partido governante turco, disseram diplomatas e funcionários do governo turco ao jornal americano New York Times.

A fundação responsável pela Frota da Liberdade, a Fundação para a Ajuda Humanitária, também conhecida como IHH, foi acusada por Israel e pelo Ocidente de levar equipamentos para grupos terroristas. Na Turquia, porém, o grupo ajudou o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, a conseguir apoio de setores muçulmanos conservadores para as próximas eleições e melhorar a imagem do país no mundo árabe.

Segundo um funcionário do governo turco, até dez parlamentares do partido de Erdogan, o Partido Justiça e Desenvolvimento (AK, na sigla em turco), consideraram viajar junto com a Frota da Liberdade, mas desistiram na última hora devido a avisos da chancelaria preocupados com a tensão que a presença deles no navio poderia causar. A fonte falou sob condição de anonimato.

O ataque de Israel à frota causou uma racha nas relações diplomáticas do país com a Turquia e elevou preocupações dos EUA e da Europa a respeito dos turcos estarem firmando alianças mais firmes com o mundo árabe.

A Turquia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), avisou que as relações de cooperação com Israel poderiam ser estremecidas permanentemente caso Israel não se desculpasse pela abordagem contra a frota e aceitasse uma investigação internacional sobre o ocorrido. O Estado judeu, porém, não adotou nenhuma dessas demandas e alega que seus militares agiram em defesa própria, já que os navios tentavam furar o "bloqueio legítimo" a Gaza.

Segundo especialistas, a frota fortaleceu a confiança dos países árabes em Erdogan em um momento no qual as esperanças turcas de se unir à União Europeia diminuem. "O governo poderia ter impedido o navio se quisesse, mas a missão a Gaza serviu tanto a IH quanto à Turquia, tornando ambos heróis do mundo árabe", disse Ercan Citlioglu, especialista em terrorismo da Universidade de Bahcesehir, em Istambul.

O governo turco diz que a missão operou independentemente e que seus organizadores se recusaram a desistir dos planos de furar o bloqueio a Gaza, apesar dos pedidos governamentais. Segundo as autoridades, elas não tinham poder legal para impedir o trabalho de uma organização privada de caridade.

Até 21 das pessoas a bordo do navio tiveram ou têm ligações com o AK. Em janeiro, Mural Mercan, chefe do Comitê de Assuntos Externos do Parlamento turco e membro do partido governante, se juntou a um comboio de ajuda a Gaza que tentou transpor a passagem de Rafah, na fronteira do território palestino com o Egito. Outros membros do partido também já participaram de missões de ajuda a Gaza.

Essas missões refletem a ligação entre o AK e a IHH. Ambos estão envolvidos em um trabalho de ajuda motivados pela religião islâmica. Muitos dos 60 mil membros da organização vêm de uma classe de mercadores religiosos que ajudou Erdogan a chegar ao poder.

A Turquia liderou as reações contra o ataque de Israel à frota, que deixou nove ativistas mortos. Uma série de atritos se instaurou entre os turcos e Israel depois do ocorrido, e os países árabes, principalmente, condenaram a ação. A abordagem também de início a uma forte pressão da comunidade internacional sobre o Estado judeu para que o bloqueio contra Gaza fosse levantado.

Israel cedeu a essas pressões e reviu algumas regras do embargo, mantido sobre o território palestinos desde 2007, quando o grupo militante palestino Hamas tomou o controle da área a força.

Como vemos mais uma vez os islâmicos mentiram e a esquerda raivosa mundial atcou Israel com mais uma mentira. A verdade demora, mas aparece.

Dilma a Desarticulada

Vejam o vídeo abaixo e decidam se vão votar nessa pessoa
Não é possivel que alguém ache que ela possa ser presidente
do Brasil

terça-feira, 13 de julho de 2010

Vejam quem é a candidata a presidência do Brasil

Um video que mostra como a sra. Dilma Rousseff se orgulha de seus feitos terroristas.
Junto dela também é mostrada a turma hoje no PT que também passaram por Cuba.
Veja para quem seu voto pode ir.

domingo, 11 de julho de 2010

Humor sobre os terroristas do Oriente Médio

Neste video com legendas em portugues uma sátira dos governantes dos sírios, iranianos e turcos.
É para mostrar aos nossos antissemitas o ridiculo que eles passam ao apoiar essa gente

sábado, 10 de julho de 2010

A volta do Antissemitismo

A flotilha de Gaza foi uma peça de teatro islâmica perfeita, revelando um antigo ódio europeu

É um fenômeno fascinante: por que as pessoas e organizações que se apresentam como progressistas se unem a muçulmanos reacionários?

O grupo “Free Gaza” é uma dessas alianças esquerdista-islâmica. Bem, Gaza já está livre. Israel retirou-se da estreita faixa há cinco anos. E também não há necessidade de qualquer ajuda humanitária. Mais de um milhão de toneladas de suprimentos humanitários entrou em Gaza proveniente de Israel nos últimos 18 meses, o equivalente a quase uma tonelada de ajuda para cada homem, mulher e criança na região.

Mas a população de Gaza votou em eleições democráticas para ser governada por um partido cujo ódio aos judeus é a pedra fundamental da sua existência. Qualquer um que duvide disso deve ler o Estatuto do Hamas na Internet. O fato de que Gaza está completamente “judenrein” (“livre de judeus”) não é suficiente para o Hamas. Eles querem que Israel também seja "livre de judeus". O bloqueio de “produtos estratégicos” por parte de Israel não foi concebido para punir o povo palestino, mas para impedir que o Hamas obtenha armas pesadas e possa construir abrigos subterrâneos. Uma idéia tão simples de entender.

Por exemplo, ao contrário de Gaza, a Chechênia não é livre. Os russos esmagaram a luta pela independência dos chechenos com o bombardeio intensivo de sua capital. E o que dizer de um Estado curdo? Os turcos e iraquianos infligiram horrores inimagináveis aos curdos. Apesar disso, não há a “Flotilha do Curdistão Livre” indo em direção à Turquia, e as autoridades russas não têm medo de serem presas em capitais européias por crimes de guerra.

Aqui estão mais alguns fatos – fatos incômodos e inflexíveis. Vamos observar a taxa de mortalidade infantil em Gaza. Este é um número chave, que diz muito sobre as condições de higiene, nutrição e cuidados com a saúde. Em Israel, a taxa de mortalidade infantil é de 4,17 por 1.000 nascimentos, aproximadamente a mesma dos países ocidentais. No Sudão a taxa é de 78,1, ou seja, uma em cada 13 crianças morrem ao nascer. Em Gaza, a mortalidade infantil, por 1.000 nascimentos, é de 17,71. Sim, este número é maior do que em Israel, mas muito menor do que no Sudão. E a taxa de mortalidade infantil da Turquia? Bem, ela é de 24,84. Sim, mais crianças morrem ao nascer na Turquia do que em Gaza.

Aqui está outro fato. A expectativa de vida em Gaza é de 73,68 anos. E na Turquia, a nova protetora de Gaza, a expectativa de vida é de apenas 72,23 anos. Se os israelenses realmente queriam tornar a vida dos palestinos curta e desagradável, então eles estão, obviamente, fazendo algo errado.

Os progressistas não ligam para qualquer outro grupo de muçulmanos pobres ou oprimidos. Eles só clamam pelas “vítimas” dos judeus. Por que isso acontece?

Uma das razões é Yasser Arafat, cuja genialidade foi redefinir a causa palestina na retórica neo-marxista e antiimperialista. Ele criou um novo contexto para o seu povo: a luta contra o colonialismo e o racismo. Arafat era um clássico caudilho corrupto com um talento incrível para jogar com a mídia e os políticos ocidentais. Os progressistas adotaram os palestinos como seus favoritos, [apresentando-os como] a quintessência das vítimas do imperialismo e do colonialismo, simbolizados pelo Estado sionista.

Mas há outra razão pela qual os progressistas ocidentais odeiam Israel, mas são indiferentes às violações dos direitos humanos na Turquia, no Irã ou na Rússia. É por causa do Holocausto.

Os europeus, que representam muito do que se diz ser a opinião pública mundial, cansaram-se de carregar a culpa pela destruição dos judeus do continente. Eles começaram a sonhar com alguma forma de libertação histórica. Ela está vindo na forma das respostas militares de Israel aos ataques islâmicos e terroristas. Os europeus não poderiam perder a oportunidade de difamar os judeus e de redefinir as medidas de defesa de Israel como “desproporcionais” ou como agressões totais – em outras palavras, como crimes de guerra.

Na visão dos progressistas europeus, o conflito Israel-Palestina tornou-se um conflito sem comparação, um fenômeno único de vítimas européias gerando vítimas palestinas, que parecia diminuir o peso do massacre do povo judeu pelos europeus.

Assistindo a demonização de Israel, o ataque ao seu direito de defesa, como disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, torna-se claro que existe entre os europeus uma necessidade profunda de chamar os judeus de assassinos. É por isso que os palestinos, como “vítimas” dos judeus, são mais importantes que as numerosas vítimas muçulmanas dos extremistas muçulmanos. É por isso que milhões de outros muçulmanos, que vivem em piores condições do que os palestinos, dificilmente recebem alguma menção na mídia. É por isso que Gaza é comparada com o Gueto de Varsóvia e com Auschwitz. Ao chamar os israelenses de nazistas, os verdadeiros nazistas foram legitimados. É como se os europeus, liderados pelos progressistas, desejassem que os árabes terminem o trabalho. Chega de judeus. É o que é: estamos vendo a libertação da Europa do legado do Holocausto.

Por décadas, os nossos progressistas, ativistas ocidentais pacifistas, foram enganados e manipulados por tiranos árabes e agora por turcos e iranianos islamitas. Eles estão ajudando nos esforços para destruir um dos maiores sucessos dos tempos modernos: a criação do Estado de Israel.

O que temos assistido com a flotilha de Gaza é a execução perfeita de uma obra magistral de teatro islâmico. A indignação selvagem da mídia, um orgasmo de hipocrisia, marca o próximo capítulo da longa história do ódio dos europeus contra os judeus. Ser anti-semita voltou a ser respeitável. (Leon de Winter )

Leon de Winter é um romancista holandês.

Voltamos

Depois de alguns meses fora do circuito, resolvemos voltar.
Motivo: A volta do antissemitismo no mundo.
Hoje ser antissemita é moderno é politicamente correto.
É contra mais esse absurdo que lutaremos de novo.
Espero que apreciem os novos posts

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