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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os incômodos judeus



O mundo está horrorizado com o bloqueio israelense a Gaza. A Turquia denuncia sua ilegalidade, desumanidade, barbárie, etc. Os habituais suspeitos da ONU, o Terceiro Mundo e os europeus, aderem. O governo Obama treme.


Mas, conforme escreveu Leslie Gelb, ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores (CFI), o bloqueio não só é perfeitamente racional, como também perfeitamente legal. Gaza, sob o Hamas, é um inimigo auto-declarado de Israel – declaração apoiada em mais de 4 mil foguetes disparados contra território civil israelense. Mesmo empenhado em incessante beligerância, o Hamas se faz de vítima quando Israel impõe um bloqueio para impedir que se arme ainda com mais foguetes.


Na Segunda Guerra Mundial, os EUA, com plena legalidade internacional, bloquearam a Alemanha e o Japão. Em 1962, durante a Crise dos Mísseis, em Cuba, os EUA bloquearam a ilha. Navios russos com armamentos que se dirigiam a Cuba deram meia-volta porque os soviéticos sabiam que a Marinha americana ia abordá-los ou afundá-los. Israel, porém, é acusado de crime internacional por fazer o que John Kennedy fez: impor um bloqueio naval para impedir que um Estado hostil obtenha armas letais.


Oh!, mas os navios não iam para Gaza em missão humanitária? Não. Se fossem, teriam aceitado a oferta israelense de levar os suprimentos a um porto em Israel, onde seriam inspecionados para verificar a presença de material militar, e depois levados por terra para Gaza – da mesma forma como 10 mil toneladas de alimentos, remédios e outros suprimentos humanitários são enviados toda semana a Gaza por Israel.


Por que a oferta foi recusada? Porque, como admitiu a organizadora Greta Berlin, o objetivo da flotilha não era levar ajuda humanitária, mas furar o bloqueio, acabando com o regime israelense de inspeção, o que resultaria no fim das restrições à entrada de navios em Gaza e no armamento ilimitado do Hamas.


Israel já interceptou por duas vezes navios carregados de armas iranianas destinadas ao Hezb’Allah (Partido de Alá, no Líbano) e para Gaza. Que país permitiria isso?


Mas, ainda mais importante: por que Israel foi obrigado a adotar o bloqueio? Porque é sua alternativa, já que o mundo sistematicamente considera ilegítimas suas formas tradicionais de auto-defesa - avançada e ativa.


(1) Defesa avançada: Sendo um país pequeno, densamente povoado e cercado de Estados hostis, Israel adotou, durante seus primeiros 50 anos, a defesa avançada – transferindo a luta para território inimigo (como no Sinai e nas Colinas de Golã), para não travá-la em seu próprio território.


Sempre que possível, Israel trocou terras por paz (o Sinai, por exemplo). Mas onde as ofertas de paz foram recusadas, o país reteve o território como uma zona-tampão de proteção. Assim, manteve [até o ano 2000] uma pequena faixa no Sul do Líbano para proteger as aldeias no Norte do Estado judeu. Em Gaza, sofreu muitas baixas para não expor cidades fronteiriças aos ataques terroristas palestinos. Pela mesma razão, os americanos travam uma guerra desgastante no Afeganistão: lutando com [os jihadistas] lá, para não ter de combatê-los nos EUA.


Porém, sob forte pressão externa, os israelenses desistiram. Disseram-lhes que a ocupação não era apenas ilegal, mas a fonte das insurgências contra Israel – portanto, a retirada, ao remover a causa, traria a paz.


Terras por paz. Lembram-se? Na última década, Israel deu terras – evacuou o Sul do Líbano no ano 2000, e Gaza em 2005. O que ganhou em troca? Intensificação da beligerância, pesada militarização dos inimigos, múltiplos seqüestros, ataques pela fronteira, anos de incessantes bombardeios com foguetes.


(2) Defesa ativa: o país adotou então a defesa ativa – ação militar para dividir, desmantelar e derrotar (para usar as palavras do presidente Obama sobre a campanha americana contra o Talibã e a al-Qaeda) os mini-Estados terroristas no Sul do Líbano e em Gaza, após a retirada israelense.


O resultado? A guerra do Líbano em 2006 e a operação em Gaza em 2008-2009. Elas foram recebidas com outra avalanche de críticas e calúnias pela mesma comunidade internacional que exigira a retirada israelense no esquema terras por paz. E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o “casus belli” – os ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa ativa por parte de Israel contra os seus auto-declarados inimigos que utilizam o terror.


(3) Defesa passiva: Sobrou a Israel a defesa mais passiva e benigna de todas – o bloqueio para evitar o rearmamento do inimigo. Também este recurso está a caminho de ser deslegitimado pela comunidade internacional. Mesmo os EUA tendem pela sua abolição.


Então, se nada mais é permitido, o que resta?


Bem, este é o ponto. É o ponto compreendido pelos simpatizantes do terror e idiotas úteis da flotilha que pretendiam romper o bloqueio, pela organização turca que a financiou, pelo automático coro anti-israelense no Terceiro Mundo e na ONU e para os apáticos europeus que estão fartos do problema judaico.


O que resta? Nada. O objetivo da incessante campanha internacional é privar Israel de toda forma legítima de defesa. Por que, [no final de maio], o governo Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – deslegitimando a última linha de defesa de Israel: a dissuasão.


O mundo está cansado desses incômodos judeus, 6 milhões – de novo, este número – espremidos junto ao Mediterrâneo, recusando todo convite ao suicídio nacional. Eles são implacavelmente demonizados, isolados e coagidos a não se defender, mesmo que os mais empenhados anti-sionistas – os iranianos em particular – estejam preparando abertamente uma solução final mais definitiva.


Charles Krauthammer é Colunista do The Washington Post

Charges valem mais que mil palavras




Geralmente se afirma que "os judeus controlam a mídia...".

Agora, parece que esse "controle" não tem funcionado muito bem, pois quase toda a mídia é desfavorável a Israel e a opinião pública se volta cada vez mais contra os judeus. As tentativas do governo e das entidades judaicas de explicar e justificar as ações israelenses praticamente se perdem diante da avalanche de notícias e artigos que condenam Israel.

Isso lembra a antiga anedota sobre um judeu que encontrou seu amigo lendo tranqüilamente um jornal anti-semita e lhe perguntou, assustado, qual era a razão. Ao que o outro lhe respondeu: "Quando eu lia os jornais israelenses, só havia notícias ruins: ataques terroristas, ameaças de guerrra, dificuldades econômicas, divergências políticas, pressões dos europeus e americanos, etc. Neste jornal, as notícias são muito melhores: os judeus são donos dos bancos, controlam a mídia, dominam o mundo...".





As 10 maiores mentiras sobre Israel



MENTIRA # 1
Israel foi criado por culpa européia sobre o Holocausto nazista. Por que os palestinos devem pagar o preço ?

Três mil anos antes do Holocausto, antes que houvesse um Império Romano, os reis de Israel e dos profetas caminharam pelas ruas de Jerusalém. O mundo inteiro sabe que Isaías não falava suas profecias de Portugal, nem as lamentações de Jeremias da França. Reverenciado por seu povo, Jerusalém é mencionada nas Escrituras Hebraicas 600 vezes - mas nenhuma vez no Corão. Durante o exílio de 2.000 anos houve presença judaica contínua na Terra Santa, assim como no renascimento moderno de Israel a partir de 1800. Sempre existiu uma maioria judaica, muitos anos antes do nazismo

Depois do Holocausto, cerca de 200.000 sobreviventes encontraram refúgio no Estado judeu, criado por uma votação de dois terços das Nações Unidas em 1947. Logo 800.000 judeus que fugiam da perseguição em países árabes chegaram. Nas décadas seguintes, Israel absorveu um milhão de imigrantes da União Soviética e milhares de judeus etíopes. Hoje, longe de ter um vestígio de culpa ou do colonialismo europeu, Israel é uma sociedade diversa, cosmopolita, cumprindo o velho sonho da viagem de um povo, Retorno a Zion, sua antiga pátria.

MENTIRA # 2
Se Israel tivesse se retirado em 1967 e voltado as antigas fronteiras, a paz teria vindo há muito tempo.

Desde 1967, Israel vem dando "terra por paz". Em consequência da visita do presidente egípcio Sadat a Jerusalem em 1977 e aos Acordos de Paz de Camp David, Israel retirou-se da vasta península do Sinai e fez as pazes com o Egito .
Em 1995, a Jordânia assinou um tratado de paz com Israel, mas nem os palestinos e nem os outros países árabes o fizeram.
Em 1993, Israel assinou os Acordos de Oslo e cedeu o controle administrativo da Cisjordânia para a Autoridade Palestina (antiga OLP). A AP nunca cumpriu sua promessa de acabar com os ataques da propaganda e da chamada Carta Nacional Palestina para a destruição de Israel.

Em 2000, o primeiro-ministro Barak ofereceu a Yasser Arafat a soberania total sobre 97% da Cisjordânia, um corredor para Gaza, e uma capital na seção árabe de Jerusalém. Arafat disse NÃO. Em 2005, o primeiro-ministro Sharon retirou unilateralmente Israel da Faixa de Gaza. Tomada por terroristas do Hamas, eles desmontaram as comunidades judaicas e transformaram os locais em bases de lançamento de ataques suicidas e jogaram mais de 8.000 foguetes contra Israel . Em 2010, o primeiro-ministro Netanyahu renovou as ofertas de negociações incondicionais para a criação de um Estado palestino, mas os palestinos recusaram, exigindo mais concessões unilaterais israelenses, incluindo o congelamento total de todas as construções israelenses em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.

MENTIRA # 3
Israel é a principal pedra no caminho para alcançar uma solução de dois Estados.

Os próprios palestinos são a pedra no caminho para alcançar uma solução de dois Estados. Com quem Israel deve negociar? Com o presidente Abbas, que, durante quatro anos, foi barrado pelo Hamas e não pode visitar 1,5 milhões de eleitores em Gaza? Com a Autoridade Palestina, que continua a glorificar os terroristas e prega o ódio em seu sistema educacional e de mídia? Com o Hamas, cujos dirigentes a serviço do Iran negam o Holocausto e usam da retórica jihadista fanática para tentar a destruição de Israel?

Hoje, enquanto o Estado de Israel está preparado para reconhecer todos os Estados árabes, seculares ou muçulmanos, estes mesmos estados obstinadamente se recusam a reconhecer Israel como um Estado judeu e ainda procuram "o direito de retorno" de cinco milhões de chamadas palestinos "refugiados" - para dentro de Israel, uma garantia segura para a sua destruição.

MENTIRA # 4
O Iran nuclear, e não Israel , é a maior ameaça à paz

Embora nunca tenha sido reconhecido por Jerusalém, é geralmente assumido que Israel tem armas nucleares. Mas, ao contrário do Paquistão, Índia e Coréia do Norte, Israel nunca fez testes nucleares. Em 1973, quando a sua própria sobrevivência foi ameaçada pela guerra do Yom Kippur , muitos acreditavam que Israel usaria armas nucleares - mas isso não aconteceu. Embora Israel nunca tenha ameaçado ninguém, mulás de Teerã ameaçam diariamente "varrer Israel do mapa." Os EUA e a Europa podem se dar ao luxo e esperar para ver o que o regime iraniano fará com suas ambições nucleares. Mas Israel não pode. Ela está na linha de frente e se lembra todos os dias o preço que o povo judeu pagou por não ter acreditado em Hitler. Israel não está preparado para sacrificar mais seis milhões de judeus no altar da indiferença do mundo.

Mentira # 5
Israel é um estado de apartheid e merece boicotes internacionais e Sanções.

Em ambos os lados do Atlântico, grupos religiosos, acadêmicos e sindicatos estão conduzindo um boicote enganoso e muitas vezes anti-semita, dizem que os judeus fazem um "apartheid" em Israel.

A verdade é que, diferentemente do apartheid na África do Sul, Israel é um Estado democrático. Sua minoria árabe desfruta de todos os direitos políticos, econômicos e religiosos e das liberdades de cidadania, incluindo a eleição dos membros de sua escolha para o Knesset (Parlamento). Os árabes israelenses e palestinos têm acesso a Suprema Corte de Israel. Em contraste, nenhum judeu pode ser proprietária de imóvel na Jordânia, nenhum cristão ou judeu pode visitar locais sagrados do Islã na Arábia Saudita.

Mentira # 6
Os planos para construir mais 1.600 casas em Jerusalém Oriental provam que Israel quer "judaizar" a cidade santa.

Os inimigos de Israel, exploram esta questão falsa. Jerusalém é santa para três grandes religiões. Sua população diversificada inclui uma maioria judaica e as minorias muçulmanas e cristãs. Desde 1967, pela primeira vez na história, há plena liberdade de religião para todos os credos em Jerusalém. Muçulmanos e cristãos administram seus próprios locais sagrados. Na verdade, aos muçulmanos é permitido controlar o Monte do Templo de Jerusalém, embora ele repouse sobre o templo de Salomão e é sagrado para judeus e muçulmanos.

Enquanto isso, o município de Jerusalém deve atender às necessidades de uma cidade em crescimento moderno. O anúncio, durante a visita do vice-presidente Biden, de 1.600 novos apartamentos em Ramat Shlomo, não era sobre os bairros árabes em Jerusalém Oriental, mas de um bairro densamente povoado por judeus no norte de Jerusalém, onde 250 mil judeus vivem (quase o mesmo população em Newark, NJ) - uma área que nunca será abandonada por Israel.

MENTIRA # 7
Políticas de Israel colocam em perigo os soldados dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

A acusação de que tropas de Israel põe em risco os EUA no Iraque ou na região AF-Pak é uma atualização do antigo "facada nas costas" mentira que os judeus sempre traem seus amigos, e o jorro de difamação feito por Henry Ford e os Protocolos dos Sábios de Zion que "os judeus são os pais de todas as guerras."

O general Petraeus afirmou que Israel é um parceiro estratégico para os EUA e que seus comentários anteriores que ligam a segurança das tropas dos EUA na região a um acordo de paz entre israelenses e palestinos (que dois terços dos israelenses querem) foram retiradas do contexto . Uma resolução do conflito palestino-israelense iria beneficiar a todos, incluindo os EUA mas impor um retorno ao que Abba Eban chamava de "fronteiras de Auschwitz 67" poria em perigo a sobrevivência de Israel e, finalmente, seria desastroso para os interesses americanos e credibilidade no mundo.

MENTIRA # 8
Políticas de Israel são a causa do anti-semitismo.

Desde a Inquisição e os pogroms, mais o assassinato de 6.000.000 de judeus pelos nazistas, a história prova que o ódio aos judeus existiu em escala global antes da criação do Estado de Israel. Em 2010, ele continuaria a existir, mesmo se Israel não tivesse sido criado. Por exemplo, uma pesquisa indica que 40% dos europeus culpam a recente crise econômica global porque os "judeus tem muito poder econômico", uma ficção que não tem nada a ver com Israel.

O conflito não solucionado palestino-israelense agrava as tensões entre muçulmanos e judeus, mas não é a raiz da causa . Durante a Segunda Guerra Mundial, o Grande Mufti de Jerusalém, um antissemita notório, ajudou os nazistas a organizar a 13 ª Divisão SS, composta de muçulmanos. Infelizmente, além da referência respeitosa aos patriarcas e profetas judeus, o Alcorão também contém virulentos estereótipos anti-semitas que são amplamente invocado por extremistas islâmicos, incluindo o Hezbollah (cujos agentes explodiram o Centro da Comunidade Judaica em Buenos Aires em 1994), para justificar assassinar os judeus do mundo inteiro. O desaparecimento de Israel só iria encorajar violentos odiadores de judeus em toda parte.

MENTIRA # 9
Israel, não o Hamas, é o responsável pela "catástrofe humanitária" em Gaza. Goldstone estava certo quando denunciou que Israel era culpado de crimes de guerra contra civis.

O relatório Goldstone sobre a guerra de defesa de Israel contra Gaza controlada pelo Hamas, de que 8.000 foguetes foram lançados após a retirada unilateral de Israel em 2005, é um produto do conselho dos direitos humanos da ONU. O mesmo que está obcecado com as falsas resoluções anti-Israel. Ele se recusa a tratar de abusos graves dos direitos humanos no Irão, a Coreia do Norte, Sudão, Arábia Saudita, Cuba e outros. Para eles só Israel comete abusos, claro uma visão antissemita.

Confrontado com ataques semelhantes, cada estado membro da ONU, incluindo os EUA e o Canadá certamente teriam agido de forma mais agressiva que as IDFs fizeram em Gaza.

No entanto, Richard Goldstone, um jurista Sul Africano judeu, assinou um documento preparado por pesquisadores cuja qualificação principal foi o viés raivoso e anti-Israel . Ele aceitou todos os anónimos que difamaram as IDFs. Mas ele insistiu que as audiências em Gaza poderiam ser televisionadas, os palestinos jamais falariam a verdade sabendo que o hamas estaria vendo. O professor de Harvard Alan Dershowitz denunciou o Relatório Goldstone como um "libelo de sangue" moderno onde acusam soldados israelenses por crimes que nunca cometeram.

MENTIRA # 10
A única esperança para a paz é um estado binacional, eliminando o Estado judeu de Israel.

A solução de um Estado, promovido pelos acadêmicos, é um binacional, que eliminaria a pátria judaica. Com efeito, o mundo está exigindo que Israel, do tamanho de Nova Jersey, encolha ainda mais, ao aceitar uma solução de três Estados: um Estado-AP na Cisjordânia e um estado terrorista do Hamas com 1,5 milhão de palestinos em Gaza. Tudo isso, com o Hezbollah, aliado do Irã no Líbano, e os estoque de 50.000 foguetes, ameaçando Israel

Em 2010, a maioria dos especialistas em Oriente Médio acreditam que a única esperança para a paz duradoura é de dois Estados com fronteiras definidas . Mas muitos diplomatas, especialistas, acadêmicos e líderes da igreja ignoram o fato de que as pesquisas atuais mostram que enquanto a maioria dos israelenses é favorável a uma solução de dois Estados, a maioria dos palestinos continuam a se opor.

Centro Simon Wisenthal - Tradução: José Antonio Pirs Huff




quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Gaza, a mentira da fome palestina

Gaza

Três andares de cem metros quadrados cada, horário ininterrupto 8:00 - 02h00 na sexta-feira incluída, 80 funcionários e preços "mais baixos do que em outras lojas", segundo seu diretor, Salahadin Abu Abdu, é o primeiro grande centro comercial que abriu em Gaza.
Desde a sua inauguração em julho passado os resultados estão sendo "espetaculares, graças a Deus", conta Salahadin explica o sucesso, porque "a maioria dos cidadãos querem conhecer essas áreas porque têm visto no Golfo ou nos filmes americanos, agora eu tenho a poucos metros de suas casas. "
Os horários de pico são meio dia e das oito horas da tarde, quando famílias inteiras estacionam o seu automóvel no parque de estacionamento subterrâneo privado, enchendo carrinhos de compras no supermercado no primeiro andar, bem abastecido, e comprar roupas, brinquedos, perfumes e calçados no segundo. Para terminar o dia em um restaurante fast food.
Não há fotos dos mártires, não há propaganda política, um grupo de empresários de Gaza queria fazer algo diferente de tudo , diz o jovem diretor deste centro, ele encheu o templo de "bens de consumo provenientes dos túneis em Rafah, como a maioria das coisas neste cidade ". Pequenas luzes de néon anunciam as melhores ofertas e uma grande televisão de plasma em um loop que emite um aviso ao centro. Pessoas subindo e descendo as escadas, que não são mecânicas, nos seus olhos percebem um misto de esperança, satisfação. Loai Abu Oued, pensa que ele está vivendo "um sonho que anteriormente só era visto nos Emirados Árabes Unidos, este era impensável em Gaza".
Não existe multiplex local, o hamas não deixa. A área ao redor do Shopping Strip é um enxame de carros de diferentes direções tentando, sem sucesso, acessar o estacionamento subterrâneo. Um trabalhador em uma escada faz reptipoaração de lâmpadas vermelhas

Muito diferente do que a mídia noticia. Em Gaza existem shoppings, carros de luxo e existia um parque aquático também, eles não precisam pagar água, Israel lhes dá de graça, então vamos gastar a vontade. Infelizmente para o povo os terroristas do hamas acharam que a felicidade estava demais e incendiaram o parque. Devem ter pensado: Essa gente muito feliz vão acabar esquecendo que precisam assassinar os judeus, isto aqui já estava parecendo Israel.

Alguns chamam Gaza de prisão a céu aberto ou um campo de concentração, tipo os que existiam na Polonia na 2a guerra mundial. Pode se ver que em matéria de mentiras é dificil bater os palestinos.




Bobo como uma raposa

Distorcendo a Terminologia


A manipulação das notícias pela mídia alterou efetivamente a opinião pública mundial. Um exemplo gritante desse fato é o uso comum do termo Margem Ocidental no rádio, na televisão e nos jornais. Os repórteres usam esse termo corriqueiramente para descrever a área conhecida na Bíblia como Judéia e Samaria.

Entretanto, se examinarmos essa expressão mais detidamente, vamos entender melhor qual é a intenção dos jornalistas ao utilizá-la. Durante uma de minhas primeiras visitas à Secretaria de Imprensa do Governo, perguntaram ao então diretor Morty Dolinsky sobre a Margem Ocidental (West Bank) e sua localização exata. Com seu jeito bem-humorado, Dolinsky disse que o país tem muitos bancos, como o Bank of Israel; mas ele não conhecia nenhum West Bank (Margem Ocidental) Assim, ele encerrou a discussão.

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Quando a mídia usa a expressão Margem Ocidental, ela está se referindo à região situada a oeste do rio Jordão e que é o ponto nevrálgico das negociações de paz intermitentes entre israelenses e palestinos. Essa é a parte de Israel onde estão assentados os colonos judeus que acreditam estar vivendo na terra de seus ancestrais. Quando as pessoas usam o termo Margem Ocidental, estão fazendo uma declaração política. Falando em Margem Ocidental dá-se a entender que ela não faz parte de Israel, mas da Jordânia, a nação que ocupou a área biblicamente conhecida como Judéia e Samaria até junho de 1967.

O uso da expressão Margem Ocidental é apenas uma das formas através das quais a mídia manipula a opinião pública mundial. Muitas vezes, ouve-se falar que os israelenses estão vivendo nos "territórios ocupados". Essa declaração dá a impressão de que os judeus decidiram usurpar um pedaço de terra das mãos de seus proprietários legais.

As áreas em questão são constituídas pela Faixa de Gaza, pela Judéia e Samaria, pelas Colinas de Golan e pela Cidade Velha de Jerusalém. Para árabes e palestinos, essas quatro regiões são o pomo da discórdia na luta por seus "direitos" ao território controlado por Israel.

Entretanto, essas regiões geográficas não foram tomadas por "forças de ocupação". O que aconteceu foi isto: Israel estava sob ataque em três frentes – norte, leste e sul – em junho de 1967. Para defender seu povo e assegurar a proteção de suas famílias, o Exército de Defesa de Israel (EDI), numa ação defensiva, repeliu os invasores que haviam chegado aos centros populacionais de Israel.

Na verdade, o EDI estabeleceu zonas-tampão entre o Estado judeu e seus inimigos. As três nações agressoras foram a Síria ao norte, a Jordânia a leste e o Egito ao sul. Lutando por sua sobrevivência, Israel empurrou a Síria de volta a Damasco e tomou as Colinas de Golan para serem a zona-tampão do norte. No leste, o exército jordaniano foi repelido até Amã, e Israel estabeleceu a região da Judéia e Samaria (que alguns chamam de Margem Ocidental ou Cisjordânia) como zona-tampão. Os egípcios foram forçados a recuar para o sul, em direção ao Cairo, e o EDI separou a Faixa de Gaza e o deserto do Sinai como zona-tampão.

Há muitos anos, os israelenses fizeram um acordo com o Egito para entregar o deserto do Sinai, retendo, porém, a Faixa de Gaza. Como resultado dos Acordos de Oslo, assinados em 1993, os israelenses outorgaram aos palestinos responsabilidades administrativas na Faixa de Gaza.

Dizer que Israel está "ocupando" essas áreas é incorreto. O mundo entende a palavra ocupando como uma ação ofensiva em que uma força armada toma o território de uma parte inocente com propósitos sinistros. A verdade é que, nessas áreas, Israel só esteve envolvido em operações militares defensivas.

Alguém disse, certa vez, que se você repetir muito uma mentira, não só vai começar a acreditar nela como as pessoas ao redor também vão achar que ela é a verdade. Foi isso que aconteceu com a questão de Israel "ocupar os territórios palestinos". Os palestinos alegam que Israel ocupou sua terra, e a mídia mundial mostra que abraçou a causa deles através da forma como noticia os eventos que estão ocorrendo no Oriente Médio.

Embora não mintam abertamente, muitos jornalistas contam só a metade da história quando se trata de questões importantes. Um bom exemplo da ocultação de certos fatos e contextos numa matéria é o problema do Estado palestino. Os líderes palestinos afirmam que têm o direito de ter de volta o seu Estado que, segundo eles, foi tomado por Israel. A terra em questão inclui a Cisjordânia e Jerusalém (pelo menos a Cidade Velha), que eles desejam que seja a capital de um Estado chamado Palestina.

A verdade é que nunca houve um Estado chamado Palestina, com um governo palestino. Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, a Cidade Velha de Jerusalém e o território a leste, na direção do rio Jordão, estavam sob a soberania da Jordânia. Os palestinos que viviam nessas áreas tinham passaporte jordaniano e eram súditos do falecido rei Hussein.

Antes dos jordanianos assumirem o controle daquela região, ela estava sob administração britânica, desde 1917. Em dezembro de 1917, o general Edmund Allenby, do Império Britânico, aceitou a rendição de toda a área da Margem Ocidental, incluindo a cidade de Jerusalém, que estivera sob o controle do Império Turco-Otomano por mais de quatrocentos anos.

Conhecer a verdade é algo que ajuda um estudioso dos tempos e das profecias da Palavra de Deus a entender melhor o que está realmente acontecendo em nossos dias. Um dos motivos dessas meias-verdades causarem tanto impacto no mundo de hoje é, certamente, o trabalho tendencioso dos jornalistas que fazem a cobertura dos eventos contemporâneos em Israel.

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Lutando por sua sobrevivência, Israel empurrou a Síria de volta a Damasco e tomou as Colinas de Golan para serem a zona-tampão do norte. Na foto: uma rua em Damasco.

"Bobo Como Uma Raposa"


No entanto, os noticiários não são os únicos culpados pela campanha de propaganda deflagrada no Oriente Médio. Yasser Arafat, que muitos acreditam ser o "vovô" do terrorismo atual, não foi um líder "bobinho" de seu povo. Ele é tão bobo quanto uma raposa. Arafat esteve em evidência no cenário mundial há anos, defendendo sua causa com grande sucesso.

Ele foi conhecido por usar meias-verdades e até mentiras deslavadas para promover sua causa. Organizações como o Palestinian Media Watch (Observatório da Mídia Palestina) provaram que o líder da Organização Pela Libertação da Palestina dizia uma coisa em árabe ao povo palestino e outra ao resto do mundo.

O que Arafat dizia ao "povo palestino" às vezes incita essas pessoas a agirem de uma forma que se ajusta perfeitamente ao esquema de seu plano geral para o estabelecimento de um Estado palestino com capital em Jerusalém.

Por outro lado, Arafat era mestre em manipular a mídia e os líderes mundiais para que se juntassem a ele na luta contra o "perverso governo israelense". Posso testemunhar pessoalmente sua habilidade para manobrar a imprensa. Certa vez, estive com Arafat em seu palácio, em Jericó, e vi como ele usou o rei Hussein da Jordânia, que havia comparecido à entrevista coletiva organizada por Arafat, para ajudá-lo a lidar com jornalistas veteranos, inclusive um repórter da CNN.

Quando perguntei ao meu amigo Morty Dolinsky, muitos anos atrás, por que os israelenses não conseguiam se relacionar melhor com a mídia, ele respondeu que as relações públicas de Israel não se preocupavam com o Ocidente, ou mesmo com a imprensa mundial. Dolinsky afirmou que toda a propaganda de Israel e os comunicados à imprensa precisavam ter em mente o Oriente Médio, porque os vizinhos de Israel tinham de estar cientes dos riscos potenciais que estariam assumindo se resolvessem atacar aquele país. Entretanto, essa filosofia não ajudou Israel a contar sua história para o mundo ocidental.

À medida que as tensões na região aumentam, torna-se ainda mais crítico que as pessoas conheçam a tendenciosidade das fontes de informação que lhes transmitem notícias sobre os acontecimentos do Oriente Médio. Além disso, é importante ter uma visão de mundo baseada na compreensão do cenário profético dos últimos dias, conforme apresentado na Palavra de Deus.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O Brasil Precisa Saber

Ciro Gomes, hoje comandante da campanha de Dilma no segundo turno tem essas opiniões sobre seus patrões.

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