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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Israel salva filha de ministro do hamas




Líder do Hamas conhece o que é a Ética Judaica

Uma menina, filha do Ministro do Interior do Hamas, Fathi Hamad, foi transferida de Israel para Amã acompanhada dos médicos israelenses que salvaram sua vida. A criança foi vítima de um erro médico em um hospital de Gaza.


Assim que o erro médico foi constatado – e percebendo que poderia perder sua filha – desesperado, o Ministro do Interior do Hamas pediu ajuda ao rei da Jordânia, Abdullah II. Este, por sua vez, telefonou para as autoridades israelenses que, imediatamente, deslocaram para Gaza uma ambulância da Magen David Adom (Correspondente à Cruz Vermelha Internacional).


O ministro da Defesa, Ehud Barak, e o chefe de gabinete Gabi Ashkenazi responderam favoravelmente ao pedido do rei, informando o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, detalhes da operação.


A criança, cujo nome e idade não foram divulgados, foi transferida para o Hospital Barzilai, em Ashkelon, e teve seu quadro clínico estabilizado através da pronta interferência dos médicos judeus.


Duas horas depois da chegada da criança em Israel, um helicóptero do Exército Real Jordaniano pousou na área de desembarque do hospital de Ashkelon transferindo-a para Amã, onde será cuidada a partir de agora.


A transferência foi feita a pedido da família e a criança, acompanhada da mãe e de uma terceira pessoa não identificada, foi levada para o Hospital Real de Amã.


Graças às boas relações existentes entre Israel e a Jordânia, a equipe israelense que salvou a vida da criança pode acompanhá-la até Amã monitorando-a de modo a evitar complicações no seu quadro clínico.


É bom destacar que Fathi Hamad, um nome forte dentro do Hamas, é um dos líderes da ala armada do grupo terrorista. Ele foi nomeado Ministro do Interior em Janeiro de 2009, com o controle sobre todos os serviços de segurança interna do movimento.


Como a menina não é responsável pelas atitudes do pai, o Estado de Israel atendeu ao pedido do Rei da Jordânia. Os líderes do Hamas têm impedido e censurado todas as informações sobre esse caso na mídia islâmica palestina. Isso reflete seu embaraço ante o ato generoso e ético de Israel que se recusou a fazer da criança uma “moeda de troca” no caso Gilad Shalit.


O grupo terrorista Hamas, do qual o pai da criança é um dos líderes, raptou e mantém enclausurado, o soldado das Forças de Defesa de Israel, Gilad Shalit desde junho de 2006. Nestes quatro anos, o Hamas nunca permitiu que a Cruz Vermelha Internacional verificasse a saúde de Shalit nem, tampouco, observasse as condições do local onde se encontra preso o jovem israelense.


Fonte: Câmara de Comércio Franco Israelense

Mentiras visuais

RESPONDENDO A QUEM ME CHAMOU DE MANIPULADOR

À esquerda, cartaz de ato público de apoio a Israel realizado em São Paulo. À direita, o mesmo cartaz, GROSSEIRAMENTE MANIPULADO, que circulou na Internet nos dias em que antecederam ao evento.


Cada um seleciona a parte que lhe convém para dar base aos argumentos. Outra coisa, quem é idiota o bastante para esperar de braços abertos um exército que tem ordem para matar? Cada um manipula a informação do jeito que acha melhor. (Bruna)


Sou sensato, quem me garante que estas fotos [sobre a verdadeira Gaza] não são manipuladas? (Fábio)



Pelo que parece ninguém viu o vídeo [da Iara Lee] na íntegra. Ele mostra pessoas mortas,

invasão dos israelenses etc. Isso num vídeo de 15 minutos. Portanto, não tirem conclusões apenas por fotos. O vídeo diz mais do que fotos manipuladas por setas. (Fábio)



As três frases acima foram pinceladas de comentários postados neste BLOG. Nelas, sou acusado de manipulador da verdade. Desculpem se demorei a responder, foi pura falta de tempo. Eis aqui, agora, as respostas.


MANIPULADORES ACHAM QUE TODOS OS DEMAIS TAMBÉM O SÃO


Os mentirosos, manipuladores e deturpadores da verdade têm dois problemas básicos. Primeiro, pensam que todas as demais pessoas são como eles. Depois, quando percebem que estão errados, ao invés de admitirem o erro passam a desacreditar as fontes e pôr sobre suspeita os fatos contrários às suas teses. Mesmo que para isso tenham que lançar mão dos argumentos mais incongruentes.


No artigo Obrigado Iara Lee demonstrei, cabalmente, que Israel foi vítima e não agressor no caso da abordagem do navio turco Mavi Marmara. E para isso usei as próprias fontes dos denunciantes. Alguns tiveram a hombridade de reconhecer que a ação de Israel foi apresentada de forma deturpada pela grande mídia. Outros procuraram lançar dúvidas sobre meu trabalho acusando-me de manipulador.


Cada um seleciona a parte que lhe convém para dar base aos argumentos, disse uma tal Bruna. A menina que me escreveu não atentou para um detalhe: O artigo não é uma peça elucubratória com o objetivo de descrever o que se passou à bordo do Marmara, mas sim um trabalho em defesa da ação dos israelenses.


Naquela altura, parte significativa da mídia mundial acusava Israel de cometer atrocidades gratuitas contra um singelo barco recheado de amáveis pacifistas. Minha matéria se concentrou em destruir esta tese e eu não selecionei partes, eu dissequei o vídeo todo. Minuto por minuto. E isso resultou no artigo Sem Nexo Mentiras e Videotape. Aliás, postei também nesta matéria um documentário em vídeo que mostra quem são os verdadeiros manipuladores de imagens.


Depois, a garota indaga: Quem é idiota o bastante para esperar de braços abertos um exército que tem ordem para matar?


Acertou e errou. Acertou quando disse que aqueles que se propõem a enfrentar as Forças de Defesa de Israel (FDI) são idiotas. São mesmo! Israel tem um dos melhores e mais bem preparados exércitos do mundo e todos aqueles que ousaram enfrentá-los se deram mal. E continuarão a se dar. Portanto, quem embarca numa aventura belicosa sabendo que não está à altura do embate é um idiota. Acertou.


Mas ela errou quando disse que o Exército de Israel TEM ordem para matar. Total desconhecimento do que escreve. Aliás, isso mostra bem a alienação em que vive a moçoila. As FDI atuam com um olho na arma e outro na mídia. E não apenas na mídia internacional, mas também na interna.


Os maiores críticos de Israel são seu próprio povo e sua imprensa. Os soldados, generais e, principalmente, seus superiores estão cientes da avalanche de críticas que receberão se uma mínima falha acontecer nas suas abordagens.


Recentemente vimos o desastre provocado pela inabilidade da polícia filipina ao lidar com o seqüestrador de um ônibus de turistas. O Governo local se desculpou, Hong Kong chorou seus mortos e pronto. Agora, imaginem se isso tivesse acontecido em Jerusalém e se a falha fosse da polícia judaica? O mundo desabaria sobre Israel.


Conheço soldados das FDI e uma das coisas que alguns deles reclamam é da seqüência de ordens que precisam receber para dar um tiro. Diante de uma situação de conflito eles têm que esperar diversas instâncias de decisões antes de fazer o disparo. E quando não obedecem a esta cadeia hierárquica ou, desastradamente alguma coisa sai errada (são humanos, ora essa), a lei pesa severamente sobre eles. Há diversos soldados israelenses presos por terem extrapolado às ordens recebidas.


O mesmo já não acontece do lados dos inimigos de Israel. Desafio qualquer um a apresentar um único caso de soldados árabes que tenham sido punidos por atitudes erradas no exercício de suas funções!


O QUE É MANIPULAÇÃO?


Agora, irritante mesmo são os argumentos de que eu manipulei as fotos. Um leitor teve a estupidez de afirmar que as fotos foram manipuladas por setas.


Lição primária para o rapaz: Setas podem induzir, mas nunca manipular. O objetivo das setas era levar o leitor a atentar para detalhes que passam despercebidos quando as imagens são projetadas na velocidade que as coisas aconteceram. E isso é uma ação didática, caro leitor, e não uma manipulação.


Agora, posso lhes dar alguns exemplos do que verdadeiramente venha a ser uma manipulação.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA ESCOLA DA ONU


Sistematicamente Israel é acusado de atirar a esmo e até mesmo de atirar propositadamente em alvos civis. Durante a cobertura das ações resultantes da incursão das Forças de Defesa de Israel na faixa de Gaza, no final de 2009, o Portal UOL publicou uma bombástica matéria cujo título, de forma sensacionalista, dizia: Quarenta pessoas morrem após novo ataque de Israel atingir escola da ONU. Exército conhecia local, declara porta-voz.


A matéria do UOL dava destaque às palavras da porta-voz da ONU, Elena Mancusi, que diretamente da Suíça denunciava que o Exército de Israel sabia que aquele era um prédio civil: “Nossas instalações de saúde, escolas ou armazéns são conhecidas pelas forças israelenses para prevenir ataques do ar ou incursões. Eles sabiam que era um abrigo. Este foi um ataque contra uma instalação da ONU”, acusou Mancusi.


Na mesma matéria, John Ging, diretor da UNRWA (agência de socorro da ONU), lamentava: “Esta é uma situação muito, muito trágica. É sem precedentes na escala e na futilidade. É conflito desnecessário e completamente sem justificativa”.


Para arrematar o tom fúnebre, UOL dava conta que os dois “ilibados” organismos internacionais estavam arrasados: “O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a ONU afirmaram que o sofrimento da população é insustentável”.


Israel vilão, Palestinos vítimas, ONU e Cruz Vermelha ameaçadas. Fui taxado de desalmado por defender os desmentidos e dar crédito às declarações de Avital Leibovich, porta-voz do Governo Israelense, que negava peremptoriamente que Israel tivesse atingido instalações da ONU.


A notícia chegou às primeiras páginas dos jornais no dia 06 de Janeiro de 2009. Curiosamente, apenas jornais e BLOGs anti-Israel continuaram a lamentar o “incidente” nos dias que se seguiram. ONU e Cruz Vermelha se calaram. As razões do silêncio só foram conhecidas quase um mês depois quando, no dia 04 de Fevereiro de 2009, Maxwell Gaylord, coordenador de ajuda humanitária da ONU, afirmou em Jerusalém que nenhuma instalação da ONU havia sido atingida e desculpou-se, então, pelo “equivoco” em relação ao suposto ataque em Gaza.


Desde as primeiras notícias até o desmentido havia se passado 29 dias! Não estamos falando de um mero deslize burocrático, que exigisse uma investigação para comprovar ou não a veracidade dos fatos. Tratava-se da denúncia de uma escola destruída por um bombardeio que supostamente teria causado dezenas de mortes.


Se isso não tinha acontecido, por que a ONU demorou quase 700 horas para negar a suposta tragédia? Já no outro dia eles poderiam ter dito: Não houve bomba nenhum, a escola está intacta e nossos funcionários estão bem. Mas, não foi isso que aconteceu.


O curioso é que o Portal UOL, que tanto destaque deu à primeira versão, não fez o mesmo em relação à verdade. Isso é que é manipulação.


Outra que ficou calada foi a “imaculada” Cruz Vermelha. Fico triste quando vejo pessoas dizendo que “Israel desrespeita a Cruz Vermelha”, como se isso fosse uma mera pendenga religiosa, pelo fato dela ter sua imagem ligada ao Cristianismo e ser a correspondente ocidental do Magen David Vermelho. Na verdade, Israel tem muitas razões para não dar a mínima para a Cruz Vermelha.



Passaporte de Adolf Eichmann falsificado com ajuda da Cruz Vermelha: Organização transformou o criminoso nazista em Ricardo Klement, um voluntário idôneo.


Depois que terminou a 2ª Guerra, por exemplo, a Cruz Vermelha ajudou a quase 500 mil criminosos de guerra a reabilitar seus documentos. Quase meio milhão de passaportes “esquentados” com ajuda da Cruz Vermelha. Boa parte deles, ex-nazistas como Adolf Eichmann, foram acolhidos na Argentina, país que, por sinal, também foi destino de centenas de crianças polonesas seqüestradas pelos nazistas e traficados com ajuda sabem de quem? Isso mesmo, da Cruz Vermelha.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA AMBULÂNCIA DA ONU


Por falar em Cruz Vermelha, esta organização também foi conivente com outra vergonhosa manipulação quando Israel foi acusado de acertar com um míssil uma ambulância da Cruz Vermelha.


A foto de uma ambulância, com um buraco simetricamente aberto no topo, encheu páginas de jornais e até hoje faz festa na Internet. Trata-se da “prova inconteste” da barbárie israelense. Enquanto os sites, jornalísticos ou sensacionalistas, reproduziam à exaustão a foto, a página da Cruz Vermelha se encarregava de lamentar os supostos ataques sofridos pelas ambulâncias da organização. Não assumia a veracidade da foto, mas não fazia nada para estancar a polêmica que o caso criava.


Uma publicação abriu manchete: Novamente agonias para a equipe que está ao lado dos anjos.. O título emblemático sugere que a Cruz Vermelha sofre, uma vez mais, por se colocar a favor dos angelicais palestinos.



Falso ataque à ambulância repercute na mídia


Meses depois apareceram novas fotos da tal ambulância e a verdade veio à tona: Tratava-se de um veículo velho, sucateado, e o orifício bem centro da Cruz Vermelha nada mais era do que o suspiro de ventilação da ambulância que tinha sido arrancado.



Sentido horário: Foto publicada pela Imprensa; detalhe do suspiro arrancado; visão lateral da ambulância provando que se trata de sucata; ambulâncias similares vista do alto com destaque para a tampa do suspiro bem no centro da cruz.


Embora elucidado o fato, a imagem de um exército que alveja ambulâncias está entranhado no imaginário dos inimigos de Israel. Como entranhadas estão imagens de bichos de pelúcia das crianças do sul do Líbano. Outra fraude histórica contra Israel.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA QUARTOS DE BEBÊS


Há alguns anos, as agências internacionais de notícias distribuíram fotos de prédios destruídos em ataques aéreos onde apareciam brinquedos espalhados em meio aos escombros. Ninguém atentou para o fato de que os brinquedos estavam inaculadamente limpos. Mickey, Minie, bonecas e até mesmo um usinho branco que, misteriosamente, sugiram em meio aos destroços sem nenhuma poeira.


A resposta para o mistério do “ataque limpo” dos bombardeiros israelenses veio quando a seqüência original das fotos vazou na Internet. Nelas, um homem aparece carregando uma mala cheia de brinquedos. Depois, teatralmente, ele espalha os brinquedos pelo local do bombardeio. Embora a verdade tenha vindo à tona, as imagens dos brinquedos espalhados fizeram do Exército de Israel um símbolo de como os judeus são selvagens que atacam criancinhas indefesas.



Acima, os brinquedos espalhados. Em baixo, o espalhador dos brinquedos.


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA CASAS DE VIÚVAS INDEFESAS


Como manipulação pouca é bobagem, há também o famoso caso da Palestina Azarada. Trata-se de uma mulher que aparece em diversas fotos lamentando a casa destruída. A farsa veio à tona quando ela esqueceu-se de trocar a roupa. Olhares mais atentos perceberam que a mulher que lamentava a destruição da casa já aparecera em diversos locais diferentes. Azar demais ou uma boa atriz? Ganhou a segunda opção e a mulher nunca mais teve sua casa destruída.



Viúva azarada ou Fernanda Montenegro Palestina?


EXÉRCITO DE ISRAEL ATACA PALESTINO INDEFESO


Agora, a manipulação que mais resultados (e vexames) trouxeram para os autodenominados palestinos foi o caso do jovem espancado pela polícia israelense. Uma matéria de capa do The New York Times falava de palestinos agredidos no Monte do Templo e era ilustrada por uma foto onde um jovem aparecia com a cabeça sangrando.


A imagem ganhou destaque principalmente entre os próprios palestinos. Apareceu em diversos web sites e até virou peça publicitária contra Israel. Numa delas, um cartaz trazia o rapaz bem no centro, bem ao estilo das peças publicitárias do refrigerante Coca-Cola, e estimulava os árabes a boicotarem as empresas americanas que apóiam Israel: “Beba Coca-Cola, apóie Israel!”, dizia o cartaz, convocando as pessoas a responder ao “cruel” ataque ao palestino da foto a não adquirirem produtos de quem apoiava o país que perpetrara aquela barbárie.


De repente uma reviravolta. O jovem que aparece na foto procurou as autoridades e disse: “Sou judeu, moro em Chicago, meu nome é Tuvia Grossman e eu fui atacado por palestinos durante uma visita à Jerusalém. O soldado que aparece na foto estava a me defender do ataque e devo a ele minha vida. O sangramento deve-se aos ferimentos feitos pelos palestinos que me atacaram”.


Envergonhado, o Times pediu desculpas pelo “equívoco” e publicou a foto inteira, sem cortes. Nunca mais as imagens circularam entre os palestinos. Eu ainda consegui copiar, via “print screen”, um dos sites onde a imagem aparecia no banner principal.



Em cima: Esquerda: Foto original; No centro: Foto manipulada na primeira página do The New York Times; Direita: Cartaz de boicote a empresas que investem em Israel. Embaixo: Banner de site islâmico mostra judeu atacado por palestino como se fosse palestino atacado por judeu.


A ÚLTIMA DA REUTERS


Por falar em “fotos cortadas”, termino compartilhando uma última manipulação. A agência internacional de notícias Reuters (de novo ela) andou “editando” algumas das fotos tiradas pelos “ativistas humanitários” dentro do navio Mavi Marmara.


Os supostos “pacifistas” não só atacaram covardemente os soldados israelenses como fotografaram sua “proeza”. As fotos foram vendidas para as agências de notícias e a Reuters teve a idéia de recortar algumas delas de modo a amenizar a selvageria dos meninos que estavam no navio.


Nas imagens manipuladas, facas e manchas de sangue foram “cirurgicamente” cortadas pelos editores de imagem. Como os “fotógrafos” venderam as imagens para mais de uma agência, não demorou muito para a manipulação ser desmascaradas. Fiz uma montagem com as fotos distribuídas pela Reuters mostrando como uma delas teve uma parte cortada (Foto 1) e uma sobreposição para que vocês possam ver o quanto a outra foi suavizada (Foto 2).



1. Foto distribuída pela Reuters; 2. Foto original, sem cortes; 3. Parte que foi recortada para suavizar a ação dos terroristas.



Na foto de cima, a parte destacada foi o que a Reuters distribuiu para seus clientes. Na foto inferior, completa, percebe-se o que a Reuters procurava esconder.


Para aqueles que me acusaram de Manipulador fica essa pequena explicação do que vem a ser, realmente, uma manipulação. Infelizmente algumas pessoas estão tão acostumados a mentiras e manipulações, que pensam que todos são iguais a elas.


Do Blog Noticias de Sião

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Menina palestina e a cobra

CRIANÇA BRINCANDO COM COBRA



Duas fotos impressionantes feitas pelo fotógrafo Abbas Momani, foram distribuidas pela Agência France Press . As imagens de uma menininha, aparentando menos de 5 anos, brincando com uma cobra duas vezes maior que ela o que é chocante! As fotos foram feitas no meio de uma rua de Ramallah, na Samaria, região de Israel onde a fiscalização das leis (e cuidados com crianças) estão sob responsabilidade da Autoridade Palestina (AP).

As imagens, chocantes para os ocidentais, são inimagináveis no lado israelense da Terra Santa. E se perguntarem ao Presidente Shimon Peres “por que as crianças israelenses não brincam com animais selvagens?”, provavelmente ele responderá: “Nós cuidamos das nossas crianças!”

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Blog Noticias de Sião

Conheça Gaza

 

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Gostou? Parece com um campo de concentração?

Parece com uma prisão ao ar livre?

Quem mente? Os israelenses ou os palestinos?

Você ainda vai continuar a falar mal de Israel?

Os incômodos judeus



O mundo está horrorizado com o bloqueio israelense a Gaza. A Turquia denuncia sua ilegalidade, desumanidade, barbárie, etc. Os habituais suspeitos da ONU, o Terceiro Mundo e os europeus, aderem. O governo Obama treme.


Mas, conforme escreveu Leslie Gelb, ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores (CFI), o bloqueio não só é perfeitamente racional, como também perfeitamente legal. Gaza, sob o Hamas, é um inimigo auto-declarado de Israel – declaração apoiada em mais de 4 mil foguetes disparados contra território civil israelense. Mesmo empenhado em incessante beligerância, o Hamas se faz de vítima quando Israel impõe um bloqueio para impedir que se arme ainda com mais foguetes.


Na Segunda Guerra Mundial, os EUA, com plena legalidade internacional, bloquearam a Alemanha e o Japão. Em 1962, durante a Crise dos Mísseis, em Cuba, os EUA bloquearam a ilha. Navios russos com armamentos que se dirigiam a Cuba deram meia-volta porque os soviéticos sabiam que a Marinha americana ia abordá-los ou afundá-los. Israel, porém, é acusado de crime internacional por fazer o que John Kennedy fez: impor um bloqueio naval para impedir que um Estado hostil obtenha armas letais.


Oh!, mas os navios não iam para Gaza em missão humanitária? Não. Se fossem, teriam aceitado a oferta israelense de levar os suprimentos a um porto em Israel, onde seriam inspecionados para verificar a presença de material militar, e depois levados por terra para Gaza – da mesma forma como 10 mil toneladas de alimentos, remédios e outros suprimentos humanitários são enviados toda semana a Gaza por Israel.


Por que a oferta foi recusada? Porque, como admitiu a organizadora Greta Berlin, o objetivo da flotilha não era levar ajuda humanitária, mas furar o bloqueio, acabando com o regime israelense de inspeção, o que resultaria no fim das restrições à entrada de navios em Gaza e no armamento ilimitado do Hamas.


Israel já interceptou por duas vezes navios carregados de armas iranianas destinadas ao Hezb’Allah (Partido de Alá, no Líbano) e para Gaza. Que país permitiria isso?


Mas, ainda mais importante: por que Israel foi obrigado a adotar o bloqueio? Porque é sua alternativa, já que o mundo sistematicamente considera ilegítimas suas formas tradicionais de auto-defesa - avançada e ativa.


(1) Defesa avançada: Sendo um país pequeno, densamente povoado e cercado de Estados hostis, Israel adotou, durante seus primeiros 50 anos, a defesa avançada – transferindo a luta para território inimigo (como no Sinai e nas Colinas de Golã), para não travá-la em seu próprio território.


Sempre que possível, Israel trocou terras por paz (o Sinai, por exemplo). Mas onde as ofertas de paz foram recusadas, o país reteve o território como uma zona-tampão de proteção. Assim, manteve [até o ano 2000] uma pequena faixa no Sul do Líbano para proteger as aldeias no Norte do Estado judeu. Em Gaza, sofreu muitas baixas para não expor cidades fronteiriças aos ataques terroristas palestinos. Pela mesma razão, os americanos travam uma guerra desgastante no Afeganistão: lutando com [os jihadistas] lá, para não ter de combatê-los nos EUA.


Porém, sob forte pressão externa, os israelenses desistiram. Disseram-lhes que a ocupação não era apenas ilegal, mas a fonte das insurgências contra Israel – portanto, a retirada, ao remover a causa, traria a paz.


Terras por paz. Lembram-se? Na última década, Israel deu terras – evacuou o Sul do Líbano no ano 2000, e Gaza em 2005. O que ganhou em troca? Intensificação da beligerância, pesada militarização dos inimigos, múltiplos seqüestros, ataques pela fronteira, anos de incessantes bombardeios com foguetes.


(2) Defesa ativa: o país adotou então a defesa ativa – ação militar para dividir, desmantelar e derrotar (para usar as palavras do presidente Obama sobre a campanha americana contra o Talibã e a al-Qaeda) os mini-Estados terroristas no Sul do Líbano e em Gaza, após a retirada israelense.


O resultado? A guerra do Líbano em 2006 e a operação em Gaza em 2008-2009. Elas foram recebidas com outra avalanche de críticas e calúnias pela mesma comunidade internacional que exigira a retirada israelense no esquema terras por paz. E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o “casus belli” – os ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa ativa por parte de Israel contra os seus auto-declarados inimigos que utilizam o terror.


(3) Defesa passiva: Sobrou a Israel a defesa mais passiva e benigna de todas – o bloqueio para evitar o rearmamento do inimigo. Também este recurso está a caminho de ser deslegitimado pela comunidade internacional. Mesmo os EUA tendem pela sua abolição.


Então, se nada mais é permitido, o que resta?


Bem, este é o ponto. É o ponto compreendido pelos simpatizantes do terror e idiotas úteis da flotilha que pretendiam romper o bloqueio, pela organização turca que a financiou, pelo automático coro anti-israelense no Terceiro Mundo e na ONU e para os apáticos europeus que estão fartos do problema judaico.


O que resta? Nada. O objetivo da incessante campanha internacional é privar Israel de toda forma legítima de defesa. Por que, [no final de maio], o governo Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – deslegitimando a última linha de defesa de Israel: a dissuasão.


O mundo está cansado desses incômodos judeus, 6 milhões – de novo, este número – espremidos junto ao Mediterrâneo, recusando todo convite ao suicídio nacional. Eles são implacavelmente demonizados, isolados e coagidos a não se defender, mesmo que os mais empenhados anti-sionistas – os iranianos em particular – estejam preparando abertamente uma solução final mais definitiva.


Charles Krauthammer é Colunista do The Washington Post

Charges valem mais que mil palavras




Geralmente se afirma que "os judeus controlam a mídia...".

Agora, parece que esse "controle" não tem funcionado muito bem, pois quase toda a mídia é desfavorável a Israel e a opinião pública se volta cada vez mais contra os judeus. As tentativas do governo e das entidades judaicas de explicar e justificar as ações israelenses praticamente se perdem diante da avalanche de notícias e artigos que condenam Israel.

Isso lembra a antiga anedota sobre um judeu que encontrou seu amigo lendo tranqüilamente um jornal anti-semita e lhe perguntou, assustado, qual era a razão. Ao que o outro lhe respondeu: "Quando eu lia os jornais israelenses, só havia notícias ruins: ataques terroristas, ameaças de guerrra, dificuldades econômicas, divergências políticas, pressões dos europeus e americanos, etc. Neste jornal, as notícias são muito melhores: os judeus são donos dos bancos, controlam a mídia, dominam o mundo...".





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