Ajude a manter o blog

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Iraque nos tempos de Saddan

Estes vídeos são da época que Saddan Hussein era o ditador do Iraque, servem para mostrar as pessoas que são contra a invasão por parte dos americanos como eram bonzinhos os sunitas iraquianos

Impróprio para menores

Estes trechos de vídeos documentam as atrocidades cometidas pelo regime de Saddam. Muitos foram filmados pelos Fedayeen Saddam (Tradução: Aqueles dispostos a morrerem por Saddam)
Estes vídeos estão em sua maior parte não-editados e
apresentam filmagens extremamente violentas de torturas,
execuções, amputações, mutilação e todo tipo de brutalidade.
Alguns deste vídeos tem áudio, outros não. Onde foi possível, o vídeo foi traduzido.

As vítimas de Saddam

Durante as três décadas do governo totalitário de Saddam Hussein, entre 3 e 4 milhões da população de 24 milhões do Iraque fugiram do país. Estima-se que outro milhão de pessoas tenha caído vítima do terroristo de estado, na forma de massacres, execuções, tortura, desaparecimentos e prisões. Até agora, 260 sepulturas coletivas foram descobertas. Elas contêm algo como 400 000 corpos. Algumas das vítimas de Saddam são mostradas aqui.

Espancamentos

4 de um grupo de 14 homens são jogados do alto de um prédio dos Fedayeen em menos de 4 minutos.





Azzaldeen Arif al Alousi , membro da unidade 18 da milícia dos Fedayeen foi punido por não executar até o fim a sua tarefa. Seus braços foram quebrados por seu amigo próximo, Talab Jumah', na frente da unidade.

Em nome de Alá, o misericordioso.
O Corão, Sura 2: 179: "Tendes, no talião, a segurança da vida, ó sensatos, para que vos refreeis."
O líder dos Fedayeen ordenou o seguinte: ele está expulso do trabalho para os Fedayeen e seus braços devem ser quebrados na frente da unidade. Talab Jumah executará pessoalmente a quebra de seus braços. Obrigado.

Amputações de membros

Cantando: Com sangue e espírito, nós te redimiremos, Ó Saddam

Um dos nove comerciantes acusados de fazer negócios com os Estados Unidos, cujas mãos foram cortadas e enviadas para Saddam, em 1995.





Em 1985, Saddam ordenou que três jovens fossem explodidos por supostamente plantarem bombas. O terceiro jovem mostrado aqui, Mehdi Salith al-Moosawi, era um estudante universitário. Seu tio, o doutor Taki al-Moosawi, afirma que a acusação é falsa e que o verdadeiro crime foi criticar Saddan.

Eu vou morrer deste jeito?

Decapitação



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Você conhece o Qatar?




A Fédération Internationale de Football Association (FIFA) decidiu em 2 de dezembro de 2010 dar a Copa do Mundo de 2022 ao Qatar.

O Qatar não é conhecido pelo seu futebol. Antes, é conhecido por apoiar, disseminar, publicar e distribuir ódio, intolerância, antí-semitismo, anti-sionismo e islamismo em todas as formas. Dar a um regime como o do Qatar o segundo mais importante evento mundial (depois dos Jogos Olímpicos) é uma decisão tremendamente importante. Uma decisão boa para os anti-semitas e os violadores dos direitos das mulheres: disseminar o anti-sionismo e o islamismo é válido!

É claro que ninguém conhece nem um só time de futebol do Qatar, embora possam existir alguns. O Qatar é um zé-ninguém do futebol. É como dar a Copa do Mundo de remo para um país no deserto do Saara. Dar uma Copa do Mundo a um país com menos de um milhão de habitantes e ainda menos cidadãos é ridículo. O futebol tem muitos fãs por toda a Europa, na América Latina, África e até em partes da Ásia, como a Coréia do Sul e o Japão. Uma Copa do Mundo, entretanto, tem que ser sediada por um país conhecido por seu entusiasmo pelos esportes ou pelo futebol. Todavia, não surpreendentemente , a FIFA não está interessada em esportes ou em futebol. Dinheiro, poder e camaradagem são muito mais importantes para estes caras.

Esta charge anti-semita foi publicada no diário al-Watan, do Qatar, em 2 de junho de 2010:




A charge retrata quase todos os elementos clássicos das caricaturas anti-semitas de um judeu: religioso, nariz adunco, usando óculos e feio. Além, disso, ela representa o judeu, representando Israel, como um polvo segurando um machado, com seus tentáculos escrevendo 'estado terrorista', em árabe. Há muito tempo o polvo é um símbolo anti-semita. Ele é amplamente usado como uma metáfora para organizações e governos com um vasto controle. Esta associação é feita principalmente com a idéia de uma conspiração judaica global, visivel sobretudo nos Protocolos dos Sábios de Sião. A falsa idéia é de que os judeus, de forma organizada, extendem seus tentáculos, ou controle, ao redor do mundo.

Um país que permite que charges como estas sejam publicadas em seus jornais diários não tem direito nenhum a sediar nenhum evento internacional. Um país como o Qatar deveria ser isolado até que seus atuais líderes saiam do poder e a democracia, os direitos humanos e o universalismo estejam em vigor.

O Qatar também é mundialmente infame por dar abrigo a um dos mais influentes islamistas sunitas, o xeique Yusuf al-Qaradawi. Qaradawi reside no Qatar desde o começo dos anos 60.

O anti-semitismo na mídia árabe: o popular canal de TV catariano Al-Jazera ainda é usado como um veículo de anti-semitismo ostensivo. O prestigiado xeique Yussuf al-Qaradawi apresenta o conflito com Israel como uma campanha entre o Islam e os judeus e diz que os judeus devem ser mortos, citando conhecidas fontes islâmicas.
O programa da Al-Jazeera 'Vida e Lei Religiosas," com o Xeique Dr. Muhammad Yussuf al-Qardawi.



Al-Qaradawi usou o programa para fazer incitação anti-semita ostensiva (TV Al-Jazeera, 15 de março de 2009 )


Os estereótipos anti-semitas continuam a prevalecer nas charges do jornal catariano Al-Watan. Estas charges demonizam os judeus, frequentemente retratando-os como sujos, com nariz adunco, ávidos por dinheiro e como sendo dominadores mundiais.

Embora os jornais do Qatar sejam todo de propriedade particular, muitos membros das direções dos jornais e seus proprietários são ou autoridades do governo ou têm laços com o ele. O presidente do Al- Watan, Hamad bin Sahim al Thani, é membro da família real. O minstro do exterior catariano, Hamed bin Jasem bin Jaber al Thani, possui metade do jornal.

Abaixo, algumas amostras das charges anti-semitas mais ofensivas do Al-Watan.

Um tema comum em muitos destas charges é que os judeus estão por trás da política americana para o Oriente Médio e particularmente sobre a recente [recente] tensão entre os Estados Unidos e a Síria, seguindo-se à guerra no Iraque.



Em maiúsculo, a palavra 'Terrror' com a Estrela de Davi; no braço: "Política de assassinatos'





A FIFA já era conhecida há muito tempo como uma organização corrupta, misógina e antiquada de velhos, com sede na Suíça. O emir do Qatar desde 1995 é Hamad bin Khalifa Al Thani, nascido em 1951. Ele é casado com três (!) mulheres, tendo oito filhos com a "Primeira Dama - Mariam bint Muhammad Al-Thani,” outros sete com a "Segunda Dama Mozah Bint Nasser Al-Missned,“ e também nove filhos com a "Terceira Dama Noora bint Khalid Al-Thani."

Um desrespeito inacreditável destes pelas mulheres, um tal abuso dos direitos das mulheres agora é oficialmente aceito por uma organização importante como a FIFA. A poligamia do Qatar é apoiada internacionalmente e provavelmente não haverá nenhuma razão para qualquer jogador de futebol boicotar a Copa do Mundo de futebol da FIFA, em 2022. Uma criança não é vista por Thani como um indivíduo. Ele não sabe os nomes, nem conhece os conflitos, esperanças, frustrações, etc. de seus 24 filhos ou de suas três esposas. Eles são traídos porque não têm tempo com seu pai ou marido, respectivamente. Ele é uma pessoa extremamente misógina e sexista, usando as mulheres como sua propriedade e ferramentas de reprodução. Ele abusa dos filhos, tratando-os como puros números, de 1 a 24.

Agora a FIFA vai-se tornar um patrocinador ainda mais infame (será possível?) do anti-semitismo e do ódio a Israel. O Qatar pode estar dizendo a si mesmo agora:

Bem, nós publicamos algumas das mais repulsivas charges anti-semitas em 2003 - ninguém (além da ADL, etc.) se importou. Nós continuamos publicando charges anti-semitas como estas até 2010 - E conseguimos! Vamos sediar a Copa do Mundo de 2022! O anti-semitismo é válido! Dar abrigo a xeiques anti-judaicos, anti-semitas e anti-Israel como Qaradawi é válido! Esta decisão da FIFA é um grande aviso para o mundo: ser muito político e especialmente anti-americano e anti-semita melhorará a sua reputação. Uma Copa do Mundo de futebol é econômica, cultural e politicamente muito importante (para nós). Ela nos ajuda a criar uma imagem positiva no mundo árabe. Os nazistas sediaram os Jogos Olímpicos de 1936 - e eles conseguiram! Eles realizaram o Holocausto logo em seguida!

Em 9 de janeiro de 2009, Yusuf al-Qaradawi, morador do Qatar, disse na TV al-Jazeera (tradução via MEMRI):

Ó Alá, pegue este bando de gente opressora, judaica e sionista. Ó, Alá, não poupe nenhum deles. Ó, Alá, conte o número deles e mate-os até o último.

Um país como o Qatar, que abriga um anti-semita de estilo nazista como este, não tem o direito de sediar nenhuma Copa do Mundo de futebol nem qualquer outro grande evento internacional.

Entretanto, a FIFA decidiu: Bem-vindos ao show de propaganda islamista e anti-semita do Qatar, em 2012, chamado Copa do Mundo de futebol da FIFA.


Clemens Heni é cientista político e Pós-Doutor por Yale. Ele publicou dois livros sobre o anti-semitismo alemão. Desde novembro de 2010 ele é pesquisador associado ao Centro Internacional Vidal Sassoon para o Estudo do Anti-semitismo (SICSA [em inglês]), na Universidade Hebraica de Jerusalém.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A CNN deprecia Israel

 

Uma reportagem da CNN, sobre o sofrimento de uma garota de três anos de idade de Gaza que sofre de uma doença causada por insuficiência renal tem todos os ingredientes de uma história de grande interesse humano. No entanto, a rede transformou-a em um artigo não lisonjeiro a Israel, ignorando o cuidado de Israel para com a saúde da criança, em oposição à indiferença da Autoridade Palestina.

A menina de Gaza é Aya Abu Mouwais. A reportagem da CNN efetivamente cria merecida simpatia por ela, começando com a descrição “, No segundo em que ela abriu os olhos, começou a chorar. A garota de 3 anos está com dor a todo momento e tem sido assim há dois anos. “Ela está sofrendo de oxalosis, uma condição que ocorre quando os rins falham. Médicos em Israel dizem que se a menina Palestina não obtiver um transplante de fígado e de rim, ela poderá morrer dentro de alguns meses”.

Em vez de exaltar Israel por aceitar pacientes de uma área cheia de terroristas Árabes como Gaza, a CNN leva o leitor a pensar que Israel é o vilão. O artigo descreve a família tendo que dirigir ida e volta para um hospital de Haifa todos os dias, incluindo uma espera numa interseção de Gaza. Não menciona que o ponto de passagem tem sido usado por terroristas de muletas em ambulâncias.

No ano passado, uma mulher doente de Gaza usou esta passagem a caminho do Centro Médico Soroka, em Beer Sheva, onde ela planejava explodir-se em um ataque suicida. Ela foi parada por guardas atentos antes que pudesse ativar os explosivos. Soldados já morreram quando correram para ajudar um Árabe de muletas, que na verdade era um terrorista suicida.

Depois a CNN continua a descrever a situação da menina, que passa por tratamentos de diálise que “tornou frágeis seus ossos” ao ponto dela ter um braço quebrado, o autor, em seguida, diz que a assistência médica é paga pela Autoridade Palestina, mas em seguida, acrescenta que a AP não tem dinheiro para transplantes de fígado e rim, na Bélgica, a um custo de aproximadamente US $ 700.000.

Em vez de observar os cuidados médicos que a menina recebe em Haifa, a CNN implicitamente acusa Israel de não oferecer um transplante de órgão, porque “Apenas os cidadãos de Israel podem passar por transplantes de órgãos no país a menos que os pacientes tenham suas próprias fontes de órgãos”. O artigo não menciona que esta política é muito comum em muitos países, que consideram os seus próprios cidadãos uma prioridade.

A CNN também não faz referência à falta geral de órgãos em Israel, um país pequeno, onde muitos pacientes Israelenses Árabes e Judeus morrem esperando por um doador. O artigo não questiona porque não há transplantes de órgãos disponíveis em Gaza e porque a Autoridade Palestina não pediu ajuda financeira aos Estados Unidos ou aos países Europeus, que canalizaram bilhões de dólares para a AP, nos últimos vários anos que foram gastos no pagamento de veículos novos e no pagamento a Árabes para assumir e construir em terras do governo Israelense na Judéia e Samaria.

O autor também ignorou o fato de que, apesar da retomada de Gaza pelos terroristas do Hamas, Israel permite que a cada mês, centenas de Árabes doentes recebam tratamento em hospitais Israelenses, muitas vezes às custas do governo, enquanto encaminha ajuda humanitária à região, muita da qual ou é confiscada pelo Hamas ou é vendida com lucro, antes de serem entregues aos destinatários.

Autor: Tzvi Ben Gedalyahu – www.israelnationalnews.com | Fonte: FIPE

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Palestinos querem o muro das lamentações





Não há palestinos, apenas árabes da Palestina. Um estado palestino foi criado pela ONU em 1948, mas os árabes tomaram a terra e a rebatizaram de Trans-Jordânia (a Jordânia de hoje). A Jordânia É o estado palestino. Eles não precisam de um outro.



Israel deveria ter removido todos os árabes para fora do estado judeu em 1948, como todos os países árabes fizeram com suas populações judaicas. Os árabes da Palestina estão tentando roubar cada pedaço de uma história judaica de mais de 5 000 anos e torná-la sua.
NY POST - Da próxima vez que a Casa Branca criticar a relutância do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em apoiar a Autoridade Palestina, ela deveria considerar o modo ultrajante como aqueles palestinos estão tentando reescrever a história.


O ministério da informação da AP publicou esta semana um "estudo" oficial declarando que o Muro das Lamentações, na Parte Velha de Jerusalém -- reverenciado por 2 000 anos como um dos locais mais sagrados do Judaísmo -- não é de modo algum judaico. Na verdade, afirma o relatório de um alto funcionário ministerial, ele não é mais do que o muro ocidental da Mesquita de Al-Aqsa e só tem sido um local de culto judaico para os judeus desde a Primeira Guerra -- e isto por "tolerância dos muçulmanos."



Isto, deve-se observar, não está vindo do Hamas. Isto vem dos mesmos palestinos "moderados" que os presidente Obama e o resto do mundo apoiam, aos quais fazem concessões e em quem confiam para a segurança de longo prazo de Israel




Infelizmente, os esforços árabes para apagarem a história judaica não são uma novidade. O que é repugnante é que estes esforços estejam sendo cada vez mais endossados pelo mundo como um todo.


Mês passado, a Unesco endossou as exigências da AP de que a Tumba de Raquel, nas cercanias de Belém -- há muito reverenciado como um local de culto judaico --, não apenas fosse removido de entre os locais históricos declarados de Israel, mas fosse de fato declarado como uma mesquita. Nem mesmo Yasser Arafat fez uma reivindicação dessas até 1996 -- e mesmo assim, sem nenhuma sombra de evidência histórica.


A Unesco também declarou que Israel não pode reivindicar a Tumba dos Patriarcas, o local do enterro dos antepassados bíblicos da nação judaica, segundo a tradição, como um patrimônio histórico nacional. E ainda por cima, a Unesco depois votou para remover do registro oficial o protesto do delegado israelence contra a votação, chamando-o de "muito agressivo."
E é preciso observar que até a administração Obama atacou publicamente Israel por acrescentarem aqueles dois locais à lista de seu patrimônio histórico nacional -- um gesto que torna possível a sua preservação.


A razão toda desta atividade contínua é apagar qualquer ligação judaica com a terra bíblica de Israel -- com vistas a negar a exitência do moderno estado de Israel.
Tanto mais certo está Netanyahu em agir devagar -- e em resistir aos que afirmam que os palestinos estão dispostos a co-existirem com Israel.

sábado, 27 de novembro de 2010

Os Assentamentos

assentamentos

A oposição aos que são tendenciosamente chamados de “assentamentos” não tem nada a ver com os “assentamentos” propriamente ditos. Tem a ver com a questão de Israel ter ou não o direito de decidir por si mesmo sobre as condições mínimas de sua própria sobrevivência, ou se outros decidirão em seu lugar – aparentemente incluindo um governo [americano] profundamente ignorante da história da região e das reivindicações e direitos dos judeus para edificar esses “assentamentos” (simplesmente vilarejos e pequenas cidades judaicas) em áreas já destinadas a assentamentos judaicos pela Liga das Nações em seu Mandato da Palestina. Este foi um dentre muitos mandatos criados após a Primeira Guerra Mundial, vários dos quais levaram à criação do Líbano, da Síria, e do Iraque – isto é, três dos agora 22 membros da Liga Árabe. Outros mandatos foram destinados a dar provisão para alguns dos muitos outros povos não-árabes ou não-muçulmanos – mas o Estado Curdo e o Estado Armênio, como originalmente previstos, acabaram natimortos. Os judeus, por sua vez, não receberam toda a Palestina Histórica, mas apenas a Palestina Ocidental, enquanto que novamente os árabes ficaram com a parte do leão para eles mesmos.

Não são os “assentamentos” que estão em jogo, mas se Israel irá ou não controlar a estreita fatia de território, a “Margem Ocidental”, sem a qual o vale do Jordão e as rotas de invasão históricas a partir do leste não podem ser controlados. Pois, se os assentamentos judaicos forem impedidos de existir, se a decisão for tirada das mãos de Israel, e se suas reivindicações forem deslegitimadas, isso será apenas parte de uma tentativa deliberada, interminável e profundamente astuciosa dos árabes muçulmanos de empurrarem Israel para trás, para fazê-lo desaparecer do mapa, enfraquecendo-o passo a passo e desmoralizando sua população. Isso já foi escrito tantas vezes e dito tantas vezes na mídia árabe que é indesculpável que aqueles que determinam as políticas continuem fingindo não percebê-lo.

Esse processso seria conduzido em estágios. Mahmoud Abbas (o presidente da Autoridade Palestina) é, no momento, o proponente principal dessa Solução em Duas Etapas. É o que ele quer dizer quando fala: “Nós escolhemos a paz como uma opção estratégica”. Não simplesmente “a paz”, mas “a paz como uma opção estratégica”. Primeiro, a oposição às reivindicações dos judeus de qualquer expansão natural nos que são tão erroneamente denominados “assentamentos” condenaria os judeus, mas não os árabes, a impedirem sua população de crescer na “Margem Ocidental”. Tal fato levaria inevitavelmente ao encolhimento do número de judeus. Daria início ao processo de forçar Israel a ceder, a abrir mão daqueles vilarejos e pequenas cidades, a desistir de sua reivindicação de direito, que já foi reduzida em 77% quando a Grã-Bretanha criou, nos idos de 1922, o Emirado da Transjordânia a partir da Palestina Oriental. Inicialmente a Palestina Oriental era para ser incluída no Mandato da Palestina.

Se Israel não pode permitir sequer o crescimento natural em seus “assentamentos” – o que aparentemente significa que nenhum bebê deve nascer além do nível da mera substituição dos habitantes que falecerem, enquanto os árabes da “Margem Ocidental” e nas fronteiras pré-1967 de Israel, assim como os muçulmanos que vivem em qualquer lugar, têm permissão para ter oito, dez ou doze filhos por família, sabemos qual será o resultado. E se os assentamentos de Israel forem paralisados, e retratados mesmo nos Estados Unidos – quanto mais nas Nações Unidas – como ilegítimos, a pressão sobre Israel, que já é imensa, provavelmente forçaria os israelenses, a despeito de sua própria necessidade de sobrevivência, a desistirem da “Margem Ocidental”, que lhes oferece a única profundidade estratégica que eles possuem. Israel, sem a “Margem Ocidental”, tem nove milhas de largura [pouco mais que catorze quilômetros], desde Kalkilya até o mar. Com facilidade poderá ser cortado em duas partes pelos árabes, que são muito bem armados e assustadoramente mais numerosos. A menos que Israel esteja preparado para usar armas nucleares nesse momento, o país pode ser atropelado. Israel não deve apenas continuar a controlar o vale do Jordão e as rotas de invasão históricas a partir do leste, mas deve também controlar os aqüíferos debaixo da “Margem Ocidental”, pois estes lhe são absolutamente vitais.

Sempre se supôs que a “Margem Ocidental” fizesse parte da Palestina Mandatória. Ela deve ser considerada legalmente como uma “parte não demarcada do Mandato”, como observou Eugene Rostow, o já falecido reitor da Faculdade de Direito de Yale, e como mostrou tão convincentemente o jurista australiano Julius Stone em seu estudo legal exaustivo, extenso como um livro. Seu status legal não foi afetado pelo confisco e domínio jordanianos de 1949 a 1967. Portanto, quando os americanos sugerem, ou de forma mais ultrajante, “exigem”, que Israel pare sua “edificação de assentamentos”, eles estão dizendo que o Mandato da Palestina é nulo e sem efeito.

Essas pessoas, que têm a pretensão de dizer aos judeus de Israel, que estão permanentemente enfrentando perigos, o que eles deveriam fazer, estão afirmando que esses judeus não têm direito à estreita faixa de terra que constitui a Palestina Ocidental. Elas estão dizendo que temos que aceitar a jihad camuflada, aquela que, desde a Guerra dos Seis Dias, tem apresentado a jihad contra Israel como uma campanha pelos “direitos legítimos” do “povo palestino”, inventado às pressas (nunca mencionado pelos árabes antes da Guerra dos Seis Dias, nem por qualquer diplomata árabe, ou figura política, ou “intelectual” – a expressão “árabes palestinos” ou apenas “árabes” ou “árabes da Palestina” – nunca o “povo palestino” – era o que se ouvia). Esse foi um truque óbvio, seguido com muita determinação. E grande parte do mundo aceitou esse contra-senso.

Mas, agora, os infiéis do mundo estão começando a perceber que o próprio islamismo é um problema para eles. Para o grande pesar deles mesmos, os povos da Europa Ocidental, por vários motivos, mas sempre com uma indiferença ou negligência civilizacional que hoje é lamentada por todos eles, permitiram, pelos últimos quarenta anos, a vinda de inúmeros muçulmanos para habitarem entre eles. Também permitiram a vinda de muitos outros imigrantes. Mas nenhum daqueles imigrantes, exceto os muçulmanos, trouxe consigo, em sua bagagem mental, não meramente um credo estranho, mas um credo estranho e permanentemente hostil.

Pois o islamismo se baseia na idéia de um estado de guerra permanente entre muçulmanos e incrédulos. Os muçulmanos têm o dever, às vezes coletivo e às vezes individual, de participar da luta, ou da jihad, para remover todos os obstáculos que possam impedir o alastramento e depois a dominação do islamismo. É isto que os infiéis mais inteligentes e que enxergam mais longe estão começando a reconhecer. E, à medida que mais e mais deles reconhecem tal fato, serão também percebidas as monstruosas deturpações, baseadas em relatos enganosos, por ódio ou ignorância, a respeito da guerra dos muçulmanos árabes contra Israel, e as tentativas de Israel sobreviver a despeito da interminável guerra realizada por todos os meios possíveis. Então, a anterior simpatia por Israel, de que o país gozava antes de 1967 e das tentativas de descrevê-lo como um violento agressor, retornará, pelo menos às mentes dos homens bem-informados e de boa vontade.

Se Israel for forçado a limitar o crescimento natural de seus vilarejos e pequenas cidades naquela parte da Palestina Mandatória que os jordanianos tomaram e mantiveram até 1967, terá tropas ali e não civis. Daí, a afirmação será que Israel é meramente um “ocupador militar”, por ter sido forçado a remover seus civis, que representam aquelas reivindicações legais, históricas e morais. O mundo não entende e não se solidariza com o empenho de Israel como a vítima de uma Jihad Menor, que foi abertamente reconhecida como tal e denominada assim por árabes e muçulmanos quando se dirigem a outros árabes e muçulmanos, mas não descrita assim quando estão sorridentemente apresentando a questão árabe ao Ocidente. Para o Ocidente, os que planejam destruir Israel apresentam um caso de pretensa vitimização. Mesmo assim, eles não fizeram nada para construir um Estado Palestino em Gaza, e existem com a única finalidade de destruir o que os judeus, tão incrivelmente, com tantas dificuldades e pesares, criaram a partir da “ruína” e da “desolação” descritas por todos os viajantes ocidentais do século XIX que visitaram a Terra Santa.

Sem aqueles vilarejos e pequenas cidades judaicos, os chamados “assentamentos”, Israel seria mais facilmente representado como não tendo reivindicação nenhuma a não ser a da ocupação militar do que é absurdamente denominado (pelos jordanianos) de “Margem Ocidental” – isto é, partes da Judéia e de Samaria, como era chamada essa porção de terra por todos no mundo ocidental até que os jordanianos lhe deram outro nome, assim como os romanos mudaram a Judéia para Palestina e Jerusalém para Aelia Capitolina. Suas reivindicações legais, morais e históricas seriam esquecidas. Meu Deus, elas já foram esquecidas por muitas pessoas, até mesmo em Washington. Isso não poderia acontecer.

Acima de tudo, deve haver, para a sanidade moral de Washington, dos EUA e de todo o Ocidente, algum tipo de preservação do que pode apenas ser chamado de senso de justiça, ou de igualdade. Em época de contínuo esbanjamento de homens, dinheiro e materiais no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão, a confusão sobre o islamismo e a ignorância dele, que causam tal desperdício (totalmente desnecessário se os mais preparados fossem ouvidos), também se revela na tentação do apaziguamento. E, assim como foi com Chamberlain e Daladier, em 1938 em Munique, nossos atuais líderes do mundo ocidental, não sabendo o que fazer sobre o islamismo, e recusando-se conscientemente a verificar mais profundamente o assunto, possivelmente por medo do que poderão encontrar, estão dispostos a conciliar, e a moeda que eles oferecem é a segurança e a seguridade de um país minúsculo.

Ao sacrificar esse país, por ouvirem as exigências dos nazistas ou dos muçulmanos árabes, as potências ocidentais – naquela época a Grã-Bretanha e a França, e hoje os Estados Unidos – esperam tornar as coisas melhores de certa forma. Não tornarão. Os Sudetos não saciaram o apetite de Hitler, pelo contrário, o aguçaram, e mostraram-lhe a pusilanimidade da França e da Grã-Bretanha. Forçar Israel a retroceder passo a passo para as Linhas do Armistício de 1949, as “linhas de Auschwitz”, como querem Mahmoud Abbas e os jihadistas vagarosos (rei Abdullah, da Jordânia, rei Abdullah, da Arábia Saudita, e todos os demais), apenas levará à destruição de Israel.

Justiça. Igualdade. Um sentido de história, e da tribo mais perseguida na história humana, os judeus. Um sentido de proporcionalidade, sabendo que os árabes são mais ricamente dotados, com terras e bens naturais, que qualquer outro povo na terra. Mesmo assim, em todas as terras que controlam, eles negam aos demais habitantes, a todos os não-muçulmanos e não-árabes, qualquer alusão não apenas a independência ou a autonomia, mas até mesmo a algo como igualdade com os árabes muçulmanos no comando.

Os judeus, como os coptas, como os maronitas, como os curdos, como os negros africanos do Sudão, como os berberes, como tantos outros povos não-árabes e não-muçulmanos, ao longo dos anos têm sido maltratados por esses muçulmanos árabes em todo o Oriente Médio e no Norte da África. Eles merecem o que pediram, e os líderes inteligentes que tiveram que tratar com os remanescentes do Império Otomano sabiam que eles mereciam o que pediam: o direito de comprar terras do Estado Otomano, e de edificar um país, e de serem os herdeiros daquelas terras pertencentes àquele Estado. Isso era tudo o que pediam, e foi o que ganharam. Agora os árabes, determinados a negar a existência àquela nação-estado infiel, estão divididos entre os que, como os jihadistas rápidos do Hamas, querem ir para a matança imediatamente, e os que, como os jihadistas vagarosos do Fatah, vêem a sabedoria de desconstruírem Israel pacientemente, passo a passo, com a ajuda dos americanos e dos europeus (moral e geopoliticamente) confusos.


Rahm Emanuel, chefe de Gabinete da Casa Branca, é judeu. Seu pai nasceu em Israel e foi membro do Irgun (grupo paramilitar sionista que operava na Palestina antes da criação do Estado de Israel). Apesar disso, ele participa das pressões sobre Israel..


Finalmente, existe a falha de tantos não estudarem a forma como os muçulmanos consideram os tratados feitos com os infiéis. Eles não seguem, como alguns podem brandamente pressupor, o princípio que parece tão óbvio aos ocidentais, mas que, de fato, teria que ser alcançado e depois aceito como foi em todo o Ocidente, a saber, aquele princípio que é conhecido como Pacta Sunt Servanda, ou seja, “tratados são feitos para serem obedecidos”. Este é um princípio da lei ocidental, mas não da lei islâmica. No islamismo, o modelo para todos os pactos feitos com infiéis é aquele acordo, aquele “hudna”, ou aquela trégua de dez anos, feita por Maomé com os habitantes de Meca em 628 d.C. Esse pacto, dezoito meses depois de ter sido firmado, foi violado por Maomé sob um pretexto, quando sentiu que seu lado estava mais forte. Ele tem sido aclamado por esse esplêndido ato de astúcia, essa ilustração de sua freqüentemente repetida afirmação de que “guerra é engano”. Como os muçulmanos estão sempre em estado de guerra com quaisquer não-muçulmanos que resistam à dominação do islamismo, guerrear inclui fazer pactos para aquietar o inimigo, ou ganhar tempo para edificar suas forças, ou exercer a guerra, isto é, a jihad, por outros meios que não sejam o qitaal ou o combate, ou em combinação com o qitaal ou o combate.

Nada disso é inventado. Basta ler os muitos comentaristas muçulmanos sobre o islamismo. Leia também os comentaristas não-islâmicos. Leia Joseph Schacht, leia Antoine Fattal. Leia Bassam Tibi, leia Majid Khadduri. Verifique o que eles têm a dizer sobre Hudiabiyya (o tratado firmado por Maomé em 628 d.C.) e sua continuidade como o modelo principal para todos os pactos subseqüentes com não-muçulmanos.

Não é suficiente ser meramente “pró-Israel” se você não se importar em aprender sobre a natureza da guerra que está sendo travada contra Israel, e contra todo o mundo infiel. Pois, se você é um daqueles que pensa que o fato de “ser judeu” ou “ter um pai do Likud” ou “ser pró-Israel até o pescoço” (sombras de Rahm Emanuel, o chefe de Gabinete de Obama) lhe permite apoiar, ou parecer apoiar, as políticas que ameaçam a sobrevivência de Israel porque são baseadas em uma compreensão errada da natureza dos tratados com árabes-muçulmanos, e da natureza da guerra – uma guerra sem fim, mas que é administrável, que pode ser contida, através da invocação da “Darura” ou necessidade – então você está redondamente enganado e será surpreendido. (Hugh Fitzgerald,

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Israel salva filha de ministro do hamas




Líder do Hamas conhece o que é a Ética Judaica

Uma menina, filha do Ministro do Interior do Hamas, Fathi Hamad, foi transferida de Israel para Amã acompanhada dos médicos israelenses que salvaram sua vida. A criança foi vítima de um erro médico em um hospital de Gaza.


Assim que o erro médico foi constatado – e percebendo que poderia perder sua filha – desesperado, o Ministro do Interior do Hamas pediu ajuda ao rei da Jordânia, Abdullah II. Este, por sua vez, telefonou para as autoridades israelenses que, imediatamente, deslocaram para Gaza uma ambulância da Magen David Adom (Correspondente à Cruz Vermelha Internacional).


O ministro da Defesa, Ehud Barak, e o chefe de gabinete Gabi Ashkenazi responderam favoravelmente ao pedido do rei, informando o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, detalhes da operação.


A criança, cujo nome e idade não foram divulgados, foi transferida para o Hospital Barzilai, em Ashkelon, e teve seu quadro clínico estabilizado através da pronta interferência dos médicos judeus.


Duas horas depois da chegada da criança em Israel, um helicóptero do Exército Real Jordaniano pousou na área de desembarque do hospital de Ashkelon transferindo-a para Amã, onde será cuidada a partir de agora.


A transferência foi feita a pedido da família e a criança, acompanhada da mãe e de uma terceira pessoa não identificada, foi levada para o Hospital Real de Amã.


Graças às boas relações existentes entre Israel e a Jordânia, a equipe israelense que salvou a vida da criança pode acompanhá-la até Amã monitorando-a de modo a evitar complicações no seu quadro clínico.


É bom destacar que Fathi Hamad, um nome forte dentro do Hamas, é um dos líderes da ala armada do grupo terrorista. Ele foi nomeado Ministro do Interior em Janeiro de 2009, com o controle sobre todos os serviços de segurança interna do movimento.


Como a menina não é responsável pelas atitudes do pai, o Estado de Israel atendeu ao pedido do Rei da Jordânia. Os líderes do Hamas têm impedido e censurado todas as informações sobre esse caso na mídia islâmica palestina. Isso reflete seu embaraço ante o ato generoso e ético de Israel que se recusou a fazer da criança uma “moeda de troca” no caso Gilad Shalit.


O grupo terrorista Hamas, do qual o pai da criança é um dos líderes, raptou e mantém enclausurado, o soldado das Forças de Defesa de Israel, Gilad Shalit desde junho de 2006. Nestes quatro anos, o Hamas nunca permitiu que a Cruz Vermelha Internacional verificasse a saúde de Shalit nem, tampouco, observasse as condições do local onde se encontra preso o jovem israelense.


Fonte: Câmara de Comércio Franco Israelense

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO  

^