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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Quem confia nos palestinos?

Abbas e Fayyad falaram em inglês para os americanos e israelenses, Erekat falou em árabe para os palestinos. Ambas as declarações não podem ser verdadeiras; uma tem que ser mentira.


Sob o comando de Iasser Arafat, a Organização para a Libertação da Palestina notoriamente dizia uma coisa à audiência árabe/muçulmana e o contrário à israelense/americana, discursando de forma malévola para a primeira e em tons dúlcidos para a segunda. O que dizer sobre o amável sucessor de Arafat, Mahmoud Abbas? Ele rompeu com esse padrão de falsidade ou lhe deu continuidade?

Essa questão tem em si uma importância renovada visto que segundo levam a crer as informações, Abbas estaria disposto a oferecer a Israel vários compromissos territoriais, e mais, ele deu alguns passos sem precedentes dando uma entrevista a jornalistas israelenses, reunindo-se com líderes judeus americanos no S. Daniel Abraham Center for Middle East Peace.

Com uma especificidade inédita, o diário em idioma árabe Al-Hayat revela, que Abbas informou à administração Obama sobre sua disposição em chegar a um acordo no que diz respeito à Cisjordânia e até mesmo Jerusalém (embora a AP negasse imediatamente esses termos).
Na entrevista, Abbas se diz genuinamente decidido a alcançar um acordo de paz e a aceitar a ideia de tropas internacionais. Um assistente de Abbas descreveu esse esforço como a "tentativa dele estender a mão à população israelense... nós desejamos ter um parceiro israelense para o estágio final, um parceiro que optou pela paz, não assentamento, paz, não ocupação". O próprio Abbas advertiu os israelenses, "Não me deixem perder as esperanças".

E por último, uma transcrição da reunião no Abraham Center revela Abbas dizendo a sua audiência exatamente o que ela queria ouvir: que ele condena a violência, reconhece as ligações históricas judaicas à terra controlada por Israel, que aceita as preocupações israelenses sobre a segurança e que promete retirar o incitamento da mídia e dos materiais escolares. Sobre a delicada questão do Holocausto - um tópico sobre o qual o próprio Abbas escreveu uma "dissertação" pela qual recebeu Ph.D. na URSS, onde ele acusa os sionistas de aumentarem o número de judeus mortos por motivos políticos - Abbas admitiu que os judeus sofreram e rejeitou a negação do Holocausto.

Como interpretar tudo isso? Abbas alega que falou para os líderes judeus americanos "na mesma linguagem" que usa para falar aos palestinos comuns.

Altamente improvável.

Na realidade, a mídia da AP deturpou as declarações dirigidas aos palestinos "comuns" que, para não ser grosseiro, negava as doces palavras dirigidas aos israelenses e americanos. Assim que saiu o noticiário de Abbas estendendo a mão ao outro lado, também saíram notícias no Palestinian Media Watch sobre as mensagens que veiculavam exatamente o contrário aos palestinos.

Por exemplo, a TV da Autoridade Palestina, que é controlada diretamente pelo escritório de Mahmoud Abbas, apresenta o programa de televisão semanal, As Estrelas, no qual representantes das universidades palestinas competem entre si para responderem perguntas. Em um programa recente, duas questões sobre geografia (aqui simplificadas) implicitamente negavam a existência do Estado de Israel.
  • Qual o comprimento do litoral da "Palestina"? A resposta, 235 quilômetros, soma a costa de Gaza (45 km) a da costa mediterrânea de Israel (cerca de 190 km).
  • Qual a área da Palestina? A resposta de 27000 quilômetros quadrados incluem a Cisjordânia e a Faixa de Gaza (6000 km quadrados) juntamente com Israel (21000 km quadrados).
Num exemplo semelhante de fraude, Salam Fayyad, que se denomina primeiro ministro da Autoridade Palestina, anunciou em inglês em Aspen, Colorado, no ano passado que os judeus são bem vindos para morarem em um futuro Estado da Palestina onde eles "irão desfrutar de [todos] os direitos e certamente não desfrutarão menos direitos do que os árabes israelenses desfrutam agora no Estado de Israel."

De fato, palavras amáveis. Contudo, alguns dias antes, Saeb Erekat, líder do departamento de negociações da Autoridade Palestina, disse exatamente o contrário em árabe (conforme está disponível pelo MEMRI): "ninguém deverá aceitar a permanência de colonos judeus em um [estado] Palestino... Alguns dizem que nós estamos [dispostos a] conceder cidadania aos colonos. Nós rejeitamos [essa ideia] peremptoriamente".

Abbas e Fayyad falaram em inglês para os americanos e israelenses, Erekat falou em árabe para os palestinos. Ambas as declarações não podem ser verdadeiras; uma tem que ser mentira. Eu gostaria de saber, qual delas?

Os palestinos jogam esse jogo duplo, transparente e simplista porque dá certo. Os israelenses, os americanos e outros levam em conta os sons agradáveis que ouvem diretamente e desconsideram os relatos de palavras fortes que apenas ouvem falar. A Autoridade Palestina irá continuar alegremente a emitir as mentiras até o mundo prestar atenção e rejeitá-las, posto que recompensar mal comportamento invariavelmente acarreta em mais mal comportamento.

Quando iremos parar de nos iludir de que Abbas e a AP não querem nada menos do que o total aniquilamento do estado judeu? Que desastre terá que acontecer antes de abrirmos os olhos para a realidade?

Publicado no site da National Review.
Original em inglês: Trust the Palestinian Authority?

Tradução:
Joseph Skilnik

sábado, 18 de dezembro de 2010

A Europa depois de Auschvitz




Artigo do escritor espanhol Sebastian Vivar Rodriguez (Novembro de 2004)


Estava andando em Barcelona e de repente descobri uma verdade apavorante – A Europa morreu em Auschvitz. Nós matamos seis milhões de judeus e os trocamos por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschvitz queimamos cultura, pensamento, criatividade, capacidade. Destruímos o povo eleito, realmente eleito, pois eles nos deram pessoas únicas e especiais, que mudaram o mundo. A influencia dessas pessoas é sentida em todos os aspectos da vida: ciências, artes, comercio internacional e mais de tudo – a consciência do mundo.

Esses são os seres que queimamos. E sob o cinismo de compreensão, porque queríamos provar para nos mesmo que nos curamos da doença do racismo, abrimos nossos portões para 20 milhões de muçulmanos, que trouxeram com eles ignorância e idiotice, fanatismo religioso e incompreensão, assaltos e pobreza derivados da falta de vontade de trabalhar e de sustentar suas famílias com honra. Eles transformaram nossas cidades espanholas maravilhosas em terceiro mundo, infestadas de desespero e assaltos. Eles moram em casas que receberam de graça do governo e lá mesmo eles planejam o assassinato e destruição das pessoas inocentes que os receberam.

E assim, para azar nosso, trocamos cultura por ódio fanático, criatividade por destruição, inteligencia por atraso e ignorância. Trocamos a busca da paz do judaísmo da Europa e a capacidade destes de almejar um futuro melhor para seus filhos, e respeito a vida, por ser sagrada; por pessoas que correm atrás da morte, pessoas que almejam a morte para si, para os outros, para nossos filhos e para seus filhos. Que erro terrível foi feito pela Europa.



Comentário - Marisa M. Artagoitia


Se você perguntar para um espanhol o que ele pensa sobre a expulsao dos judeus ou sua obrigatória conversao ao cristianismo em 1492, ele dirá que isso foi uma tremenda estupidez. Mas se fizer a mesma pergunta sobre um muçulmano na atualidade, a grande maioria dirá que o lugar deles é na terra deles. E isso se deve muito ao fato de que o judeu na Espanha ou mesmo na Europa sempre foi sinônimo de inteligência, criatividade, é só lembrar os grandes nomes da Humanidade.

Mas nao ponho todos os muçulmanos no mesmo saco, porque nao gosto de generalizar. Conheço uns quantos e isso que na zona onde moro há poucos, este clima nao os agrada. Os poucos que aqui moram sao gente mais "ilustrada" que a grande maioria que mora em outras zonas da Espanha. Vou dar um exemplo real. Minha amiga Radissha é formada em Tetuán (Marrocos) em Biologia, com Mestrado em Biologia Molecular. Fala francês, árabe, inglês e espanhol. É muçulmana e seu marido também, mas sairam do Marrocos, porque ela queria "liberdade". Ela nao usa véu, usa maquiagem e mesmo assim continua sendo muçulmana. Só tem uma filha. E digamos que ela nao vive o Isla. Antes trabalhava num supermercado, mas agora conseguiu trabalho num laboratório em Santander e está muito feliz. Reconheço que no meio de um milhao e meio de muçulmanos que moram na Espanha ela faz parte da minoria, mas as novas geraçoes nascidas aqui já vao mudando a mentalidade, pouco a pouco, mas conseguem.

O maior problema é justamente a nao separaçao da religiao da vida civil desses imigrantes e também a grande falta de preparo e estudo que a grande maioria tem. E outro dose de machismo, que faz que muitas mulheres mesmo vivendo aqui, nao possam exercer seus direitos. Muitos homens preferem buscar esposa em seus países, mesmo os já nascidos aqui, pois dizem que as muçulmanas espanholas (descendentes de marroquinos, argelinos, etc) já estao "ocidentalizadas" demais e é lógico, nao os obedecem. Elas já nao querem 4, 5 filhos, querem estudar e trabalhar fora, a maioria nao quer usar véu, etc.

E o grande problema disso é que essa forma de vida "vivendo o Isla", nao permite uma convivência igualitária em termos civis com o resto dos espanhóis ou mesmo europeus. Ou seja, formam-se os guetos. E o problema cresce quando nesses guetos alguns se radicalizam e apoiam o terrorismo radical muçulmano. Aí é que mora o perigo. A Europa nao quer isso, aliás, morre de medo disso. O atentado de Madri foi algo terrível, tive a desgraça de estar em Madri naqueles dias e ninguém precisa contar-me o que foi aquilo, eu mesma vi.

A Espanha inteira viu e ela inteira indignou-se. Na hora da raiva, todos gatos entram no mesmo balaio, mas depois com a cabeça fria, reflexiona-se e a gente se dá conta de que também morreram muitos muçulmanos e que uns poucos desgraçados nao podem pôr a culpa em todos. A convivência exige adaptaçao de ambas partes, mas opino que o que vem de fora é o que primeiro tem de ceder. Quando meus pais foram ao Brasil, ninguém lhes deu nada, nem casa, nem comida, nenhuma ajuda. Trabalharam 24 horas e se fizeram por si mesmos.

Estudaram, aprenderam o idioma e em poucos anos já haviam melhorado substancialmente de vida. Aqui ocorre o contrário. Quando chega um imigrante, o governo dá mais ajudas que para um espanhol e isso é fato incontestável. Eles vao aos Serviços Sociais e alegam estado de miséria, com isso obtêm direitos. Um espanhol, por orgulho ou pudor, se nega a alegar esse estado de miséria, mas se pede uma ajuda para o aluguel, por uma questao de desemprego, esta fica sujeita à declaraçao de estado de miséria. O mesmo ocorre nas escolas públicas. Há professores especiais para dar aulas de espanhol para crianças imigrantes e de "adaptaçao", mas faltam professores de apoio de outras matérias.

E como na Espanha, o mesmo ocorre em outros países europeus. Na mesma Espanha, em Catalunha e Andalucía, onde há uma quantidade enorme de muçulmanos, muitos trabalhadores braçais, há enormes focos de conflito. Meus primos em Girona, dizem que estao cansados dos "moros", pois muitos depois de anos e anos, ainda nao estao acostumados com a forma de vida local.. Já há outros totalmente "espanholizados" e esses também reclamam de seus compatriotas que nao fazem nada para prosperar. Também há muitos espanhóis ignorantes que se "esqueceram" que há poucos anos atrás, eram eles os imigrantes e que muitos países os receberam de braços abertos.

A única diferença é que eles realmente "pastaram" nos países que os acolheram, nao tiveram ajudas governamentais, apenas os mesmos direitos dos locais e um excelente recebimento por parte do povo de acolhida, no caso da América. A diferença estava na cultura do esforço, do berço familiar (nao econômico, lógico, pois eram pobres, saídos de uma guerra civil), do trabalho e do "sair adiante" por mérito próprio e do orgulho em conseguí-lo.

Mas a cegueira européia em relaçao ao Holocausto é algo que ninguém na Europa nega. Que todos podiam e deveriam ter feito mais para salvar o povo judeu. Que o mundo perdeu muitíssimo com aquela barbaridade e que isso jamais pode voltar a ocorrer. Na verdade, acho que os que guardam algum foco de antissemitismo desconhecem por completo a História e baseiam-se no que leem sobre a questao dos Palestinos.

Nem sequer sabem diferenciar judeus e israelenses. Há muita ignorância nesse aspecto. O que observo nos jornais daqui é cada vez mais comentários pró Israel, alguns até afirmando que devemos ajudar Israel, porque este serve de "muro de contençao" ao expansionismo do terrorismo muçulmano. E os espanhóis que antes nunca foram muito pró Israel, talvez porque aqui há muito poucos judeus, apesar da enorme cultura sefardita mantida e creio eu, das mais ricas da Europa atual, em termos de museus, organizaçoes, etc, no fundo se identificam com o povo judeu. Eles encontram muitos parecidos no "temperamento judeu", na personalidade.

Lógico, que talvez quando dizem isso, falem sobre os judeus sefarditas. Muitos inclusive já me contaram sobre o "espírito" de Jerusalém, gente que foi como simples turista e quando chegou na cidade, identificou-se tanto com a populaçao e a cultura locais que nao quiseram voltar à Espanha. E também há uma ponta de inveja do sucesso israelense, um país pequeno e tao próspero.

Esta semana mesmo foi apresentada aqui num hospital em Barcelona, uma "invençao" israelense, umas pernas biônicas, que possibilitam que alguns paraplégicos possam andar. Foi um sucesso e o Ministério de Saúde espanhol está preparando um convênio com as Comunidades Autônomas para oferecer esse "tratamento" em 2011. Isso sem contar no boom turístico que se transformou Israel para os espanhóis nos últimos anos. Há um aumento significativo no número de voos para Tel Aviv e Jerusalém saindo de Madri e Barcelona. Israel é um país mediterrâneo, seguro, com infra-estrutura, com muita História e isso é um prato cheio para o turismo.

Israel é muito mais aliada agora que no passado, pois de certa forma a Europa, ou os europeus de alguma forma se sentem ameaçados pela radicalizaçao do terrorismo muçulmano. Mesmo que a UE critique açoes de Israel, isso nao significa que nao lhes dê apoio. E qualquer europeu pensa que um israelense é muito mais europeu que qualquer turco, mesmo que venha de Istambul. Aqui ninguém estranha que Israel participe nas competiçoes esportivas européias ou mesmo no festival Eurovision, um festival onde se escolhe todo ano a melhor cançao européia. A Turquia também participa, mas gera muito menos paixoes...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Iraque nos tempos de Saddan

Estes vídeos são da época que Saddan Hussein era o ditador do Iraque, servem para mostrar as pessoas que são contra a invasão por parte dos americanos como eram bonzinhos os sunitas iraquianos

Impróprio para menores

Estes trechos de vídeos documentam as atrocidades cometidas pelo regime de Saddam. Muitos foram filmados pelos Fedayeen Saddam (Tradução: Aqueles dispostos a morrerem por Saddam)
Estes vídeos estão em sua maior parte não-editados e
apresentam filmagens extremamente violentas de torturas,
execuções, amputações, mutilação e todo tipo de brutalidade.
Alguns deste vídeos tem áudio, outros não. Onde foi possível, o vídeo foi traduzido.

As vítimas de Saddam

Durante as três décadas do governo totalitário de Saddam Hussein, entre 3 e 4 milhões da população de 24 milhões do Iraque fugiram do país. Estima-se que outro milhão de pessoas tenha caído vítima do terroristo de estado, na forma de massacres, execuções, tortura, desaparecimentos e prisões. Até agora, 260 sepulturas coletivas foram descobertas. Elas contêm algo como 400 000 corpos. Algumas das vítimas de Saddam são mostradas aqui.

Espancamentos

4 de um grupo de 14 homens são jogados do alto de um prédio dos Fedayeen em menos de 4 minutos.





Azzaldeen Arif al Alousi , membro da unidade 18 da milícia dos Fedayeen foi punido por não executar até o fim a sua tarefa. Seus braços foram quebrados por seu amigo próximo, Talab Jumah', na frente da unidade.

Em nome de Alá, o misericordioso.
O Corão, Sura 2: 179: "Tendes, no talião, a segurança da vida, ó sensatos, para que vos refreeis."
O líder dos Fedayeen ordenou o seguinte: ele está expulso do trabalho para os Fedayeen e seus braços devem ser quebrados na frente da unidade. Talab Jumah executará pessoalmente a quebra de seus braços. Obrigado.

Amputações de membros

Cantando: Com sangue e espírito, nós te redimiremos, Ó Saddam

Um dos nove comerciantes acusados de fazer negócios com os Estados Unidos, cujas mãos foram cortadas e enviadas para Saddam, em 1995.





Em 1985, Saddam ordenou que três jovens fossem explodidos por supostamente plantarem bombas. O terceiro jovem mostrado aqui, Mehdi Salith al-Moosawi, era um estudante universitário. Seu tio, o doutor Taki al-Moosawi, afirma que a acusação é falsa e que o verdadeiro crime foi criticar Saddan.

Eu vou morrer deste jeito?

Decapitação



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Você conhece o Qatar?




A Fédération Internationale de Football Association (FIFA) decidiu em 2 de dezembro de 2010 dar a Copa do Mundo de 2022 ao Qatar.

O Qatar não é conhecido pelo seu futebol. Antes, é conhecido por apoiar, disseminar, publicar e distribuir ódio, intolerância, antí-semitismo, anti-sionismo e islamismo em todas as formas. Dar a um regime como o do Qatar o segundo mais importante evento mundial (depois dos Jogos Olímpicos) é uma decisão tremendamente importante. Uma decisão boa para os anti-semitas e os violadores dos direitos das mulheres: disseminar o anti-sionismo e o islamismo é válido!

É claro que ninguém conhece nem um só time de futebol do Qatar, embora possam existir alguns. O Qatar é um zé-ninguém do futebol. É como dar a Copa do Mundo de remo para um país no deserto do Saara. Dar uma Copa do Mundo a um país com menos de um milhão de habitantes e ainda menos cidadãos é ridículo. O futebol tem muitos fãs por toda a Europa, na América Latina, África e até em partes da Ásia, como a Coréia do Sul e o Japão. Uma Copa do Mundo, entretanto, tem que ser sediada por um país conhecido por seu entusiasmo pelos esportes ou pelo futebol. Todavia, não surpreendentemente , a FIFA não está interessada em esportes ou em futebol. Dinheiro, poder e camaradagem são muito mais importantes para estes caras.

Esta charge anti-semita foi publicada no diário al-Watan, do Qatar, em 2 de junho de 2010:




A charge retrata quase todos os elementos clássicos das caricaturas anti-semitas de um judeu: religioso, nariz adunco, usando óculos e feio. Além, disso, ela representa o judeu, representando Israel, como um polvo segurando um machado, com seus tentáculos escrevendo 'estado terrorista', em árabe. Há muito tempo o polvo é um símbolo anti-semita. Ele é amplamente usado como uma metáfora para organizações e governos com um vasto controle. Esta associação é feita principalmente com a idéia de uma conspiração judaica global, visivel sobretudo nos Protocolos dos Sábios de Sião. A falsa idéia é de que os judeus, de forma organizada, extendem seus tentáculos, ou controle, ao redor do mundo.

Um país que permite que charges como estas sejam publicadas em seus jornais diários não tem direito nenhum a sediar nenhum evento internacional. Um país como o Qatar deveria ser isolado até que seus atuais líderes saiam do poder e a democracia, os direitos humanos e o universalismo estejam em vigor.

O Qatar também é mundialmente infame por dar abrigo a um dos mais influentes islamistas sunitas, o xeique Yusuf al-Qaradawi. Qaradawi reside no Qatar desde o começo dos anos 60.

O anti-semitismo na mídia árabe: o popular canal de TV catariano Al-Jazera ainda é usado como um veículo de anti-semitismo ostensivo. O prestigiado xeique Yussuf al-Qaradawi apresenta o conflito com Israel como uma campanha entre o Islam e os judeus e diz que os judeus devem ser mortos, citando conhecidas fontes islâmicas.
O programa da Al-Jazeera 'Vida e Lei Religiosas," com o Xeique Dr. Muhammad Yussuf al-Qardawi.



Al-Qaradawi usou o programa para fazer incitação anti-semita ostensiva (TV Al-Jazeera, 15 de março de 2009 )


Os estereótipos anti-semitas continuam a prevalecer nas charges do jornal catariano Al-Watan. Estas charges demonizam os judeus, frequentemente retratando-os como sujos, com nariz adunco, ávidos por dinheiro e como sendo dominadores mundiais.

Embora os jornais do Qatar sejam todo de propriedade particular, muitos membros das direções dos jornais e seus proprietários são ou autoridades do governo ou têm laços com o ele. O presidente do Al- Watan, Hamad bin Sahim al Thani, é membro da família real. O minstro do exterior catariano, Hamed bin Jasem bin Jaber al Thani, possui metade do jornal.

Abaixo, algumas amostras das charges anti-semitas mais ofensivas do Al-Watan.

Um tema comum em muitos destas charges é que os judeus estão por trás da política americana para o Oriente Médio e particularmente sobre a recente [recente] tensão entre os Estados Unidos e a Síria, seguindo-se à guerra no Iraque.



Em maiúsculo, a palavra 'Terrror' com a Estrela de Davi; no braço: "Política de assassinatos'





A FIFA já era conhecida há muito tempo como uma organização corrupta, misógina e antiquada de velhos, com sede na Suíça. O emir do Qatar desde 1995 é Hamad bin Khalifa Al Thani, nascido em 1951. Ele é casado com três (!) mulheres, tendo oito filhos com a "Primeira Dama - Mariam bint Muhammad Al-Thani,” outros sete com a "Segunda Dama Mozah Bint Nasser Al-Missned,“ e também nove filhos com a "Terceira Dama Noora bint Khalid Al-Thani."

Um desrespeito inacreditável destes pelas mulheres, um tal abuso dos direitos das mulheres agora é oficialmente aceito por uma organização importante como a FIFA. A poligamia do Qatar é apoiada internacionalmente e provavelmente não haverá nenhuma razão para qualquer jogador de futebol boicotar a Copa do Mundo de futebol da FIFA, em 2022. Uma criança não é vista por Thani como um indivíduo. Ele não sabe os nomes, nem conhece os conflitos, esperanças, frustrações, etc. de seus 24 filhos ou de suas três esposas. Eles são traídos porque não têm tempo com seu pai ou marido, respectivamente. Ele é uma pessoa extremamente misógina e sexista, usando as mulheres como sua propriedade e ferramentas de reprodução. Ele abusa dos filhos, tratando-os como puros números, de 1 a 24.

Agora a FIFA vai-se tornar um patrocinador ainda mais infame (será possível?) do anti-semitismo e do ódio a Israel. O Qatar pode estar dizendo a si mesmo agora:

Bem, nós publicamos algumas das mais repulsivas charges anti-semitas em 2003 - ninguém (além da ADL, etc.) se importou. Nós continuamos publicando charges anti-semitas como estas até 2010 - E conseguimos! Vamos sediar a Copa do Mundo de 2022! O anti-semitismo é válido! Dar abrigo a xeiques anti-judaicos, anti-semitas e anti-Israel como Qaradawi é válido! Esta decisão da FIFA é um grande aviso para o mundo: ser muito político e especialmente anti-americano e anti-semita melhorará a sua reputação. Uma Copa do Mundo de futebol é econômica, cultural e politicamente muito importante (para nós). Ela nos ajuda a criar uma imagem positiva no mundo árabe. Os nazistas sediaram os Jogos Olímpicos de 1936 - e eles conseguiram! Eles realizaram o Holocausto logo em seguida!

Em 9 de janeiro de 2009, Yusuf al-Qaradawi, morador do Qatar, disse na TV al-Jazeera (tradução via MEMRI):

Ó Alá, pegue este bando de gente opressora, judaica e sionista. Ó, Alá, não poupe nenhum deles. Ó, Alá, conte o número deles e mate-os até o último.

Um país como o Qatar, que abriga um anti-semita de estilo nazista como este, não tem o direito de sediar nenhuma Copa do Mundo de futebol nem qualquer outro grande evento internacional.

Entretanto, a FIFA decidiu: Bem-vindos ao show de propaganda islamista e anti-semita do Qatar, em 2012, chamado Copa do Mundo de futebol da FIFA.


Clemens Heni é cientista político e Pós-Doutor por Yale. Ele publicou dois livros sobre o anti-semitismo alemão. Desde novembro de 2010 ele é pesquisador associado ao Centro Internacional Vidal Sassoon para o Estudo do Anti-semitismo (SICSA [em inglês]), na Universidade Hebraica de Jerusalém.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A CNN deprecia Israel

 

Uma reportagem da CNN, sobre o sofrimento de uma garota de três anos de idade de Gaza que sofre de uma doença causada por insuficiência renal tem todos os ingredientes de uma história de grande interesse humano. No entanto, a rede transformou-a em um artigo não lisonjeiro a Israel, ignorando o cuidado de Israel para com a saúde da criança, em oposição à indiferença da Autoridade Palestina.

A menina de Gaza é Aya Abu Mouwais. A reportagem da CNN efetivamente cria merecida simpatia por ela, começando com a descrição “, No segundo em que ela abriu os olhos, começou a chorar. A garota de 3 anos está com dor a todo momento e tem sido assim há dois anos. “Ela está sofrendo de oxalosis, uma condição que ocorre quando os rins falham. Médicos em Israel dizem que se a menina Palestina não obtiver um transplante de fígado e de rim, ela poderá morrer dentro de alguns meses”.

Em vez de exaltar Israel por aceitar pacientes de uma área cheia de terroristas Árabes como Gaza, a CNN leva o leitor a pensar que Israel é o vilão. O artigo descreve a família tendo que dirigir ida e volta para um hospital de Haifa todos os dias, incluindo uma espera numa interseção de Gaza. Não menciona que o ponto de passagem tem sido usado por terroristas de muletas em ambulâncias.

No ano passado, uma mulher doente de Gaza usou esta passagem a caminho do Centro Médico Soroka, em Beer Sheva, onde ela planejava explodir-se em um ataque suicida. Ela foi parada por guardas atentos antes que pudesse ativar os explosivos. Soldados já morreram quando correram para ajudar um Árabe de muletas, que na verdade era um terrorista suicida.

Depois a CNN continua a descrever a situação da menina, que passa por tratamentos de diálise que “tornou frágeis seus ossos” ao ponto dela ter um braço quebrado, o autor, em seguida, diz que a assistência médica é paga pela Autoridade Palestina, mas em seguida, acrescenta que a AP não tem dinheiro para transplantes de fígado e rim, na Bélgica, a um custo de aproximadamente US $ 700.000.

Em vez de observar os cuidados médicos que a menina recebe em Haifa, a CNN implicitamente acusa Israel de não oferecer um transplante de órgão, porque “Apenas os cidadãos de Israel podem passar por transplantes de órgãos no país a menos que os pacientes tenham suas próprias fontes de órgãos”. O artigo não menciona que esta política é muito comum em muitos países, que consideram os seus próprios cidadãos uma prioridade.

A CNN também não faz referência à falta geral de órgãos em Israel, um país pequeno, onde muitos pacientes Israelenses Árabes e Judeus morrem esperando por um doador. O artigo não questiona porque não há transplantes de órgãos disponíveis em Gaza e porque a Autoridade Palestina não pediu ajuda financeira aos Estados Unidos ou aos países Europeus, que canalizaram bilhões de dólares para a AP, nos últimos vários anos que foram gastos no pagamento de veículos novos e no pagamento a Árabes para assumir e construir em terras do governo Israelense na Judéia e Samaria.

O autor também ignorou o fato de que, apesar da retomada de Gaza pelos terroristas do Hamas, Israel permite que a cada mês, centenas de Árabes doentes recebam tratamento em hospitais Israelenses, muitas vezes às custas do governo, enquanto encaminha ajuda humanitária à região, muita da qual ou é confiscada pelo Hamas ou é vendida com lucro, antes de serem entregues aos destinatários.

Autor: Tzvi Ben Gedalyahu – www.israelnationalnews.com | Fonte: FIPE

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Palestinos querem o muro das lamentações





Não há palestinos, apenas árabes da Palestina. Um estado palestino foi criado pela ONU em 1948, mas os árabes tomaram a terra e a rebatizaram de Trans-Jordânia (a Jordânia de hoje). A Jordânia É o estado palestino. Eles não precisam de um outro.



Israel deveria ter removido todos os árabes para fora do estado judeu em 1948, como todos os países árabes fizeram com suas populações judaicas. Os árabes da Palestina estão tentando roubar cada pedaço de uma história judaica de mais de 5 000 anos e torná-la sua.
NY POST - Da próxima vez que a Casa Branca criticar a relutância do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em apoiar a Autoridade Palestina, ela deveria considerar o modo ultrajante como aqueles palestinos estão tentando reescrever a história.


O ministério da informação da AP publicou esta semana um "estudo" oficial declarando que o Muro das Lamentações, na Parte Velha de Jerusalém -- reverenciado por 2 000 anos como um dos locais mais sagrados do Judaísmo -- não é de modo algum judaico. Na verdade, afirma o relatório de um alto funcionário ministerial, ele não é mais do que o muro ocidental da Mesquita de Al-Aqsa e só tem sido um local de culto judaico para os judeus desde a Primeira Guerra -- e isto por "tolerância dos muçulmanos."



Isto, deve-se observar, não está vindo do Hamas. Isto vem dos mesmos palestinos "moderados" que os presidente Obama e o resto do mundo apoiam, aos quais fazem concessões e em quem confiam para a segurança de longo prazo de Israel




Infelizmente, os esforços árabes para apagarem a história judaica não são uma novidade. O que é repugnante é que estes esforços estejam sendo cada vez mais endossados pelo mundo como um todo.


Mês passado, a Unesco endossou as exigências da AP de que a Tumba de Raquel, nas cercanias de Belém -- há muito reverenciado como um local de culto judaico --, não apenas fosse removido de entre os locais históricos declarados de Israel, mas fosse de fato declarado como uma mesquita. Nem mesmo Yasser Arafat fez uma reivindicação dessas até 1996 -- e mesmo assim, sem nenhuma sombra de evidência histórica.


A Unesco também declarou que Israel não pode reivindicar a Tumba dos Patriarcas, o local do enterro dos antepassados bíblicos da nação judaica, segundo a tradição, como um patrimônio histórico nacional. E ainda por cima, a Unesco depois votou para remover do registro oficial o protesto do delegado israelence contra a votação, chamando-o de "muito agressivo."
E é preciso observar que até a administração Obama atacou publicamente Israel por acrescentarem aqueles dois locais à lista de seu patrimônio histórico nacional -- um gesto que torna possível a sua preservação.


A razão toda desta atividade contínua é apagar qualquer ligação judaica com a terra bíblica de Israel -- com vistas a negar a exitência do moderno estado de Israel.
Tanto mais certo está Netanyahu em agir devagar -- e em resistir aos que afirmam que os palestinos estão dispostos a co-existirem com Israel.

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